DF: incêndio que matou cinco homens deixou 11 pessoas intoxicadas

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O incêndio que matou cinco homens em uma casa de recuperação de dependentes químicos, no Paranoá (DF), deixou mais 11 pessoas com sintomas de intoxicação por inalação de fumaça, na madrugada deste domingo (31/8).


O Instituto Terapêutico Liberte-se, que foi consumido pelas chamas, fica na área rural do Boqueirão. As vítimas, que têm entre 21 e 55 anos, foram transportadas para os hospitais mais próximos da região, segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). São elas:



  • D.S., 24 anos;

  • L.G., 21 anos;

  • L.S., 21 anos;

  • M.D., 28 anos;

  • J.G.S.J., 30 anos;

  • R.S., 44 anos;

  • M.S., 24 anos;

  • E.G.S., 33 anos;

  • R.F.M., 33 anos;

  • G.S.D.S.Q., 34 anos; e

  • R.Q., 55 anos.


A corporação informou que atendeu a ocorrência às 2h50. Quando chegaram no local do incêndio, os bombeiros encontraram grande quantidade de fumaça na residência e chamas altas saindo pelo telhado.


3 imagensCasa estava trancada no momento do incêndioLocal pegou fogo neste domingo (31/8). Cinco pessoas morreramFechar modal.1 de 3

Além das cinco vítimas que não resistiram, 11 foram ao hospital com suspeita de intoxicação por inalação de fumaça

Divulgação/CBMDF2 de 3

Casa estava trancada no momento do incêndio

Divulgação/CBMDF3 de 3

Local pegou fogo neste domingo (31/8). Cinco pessoas morreram

Divulgação/CBMDF

Leia também



Cinco corpos foram encontrados dentro da residência durante o trabalho de rescaldo, etapa na qual os bombeiros eliminam os focos remanescentes para evitar novo incêndio.


A reportagem apurou que os mortos foram identificados como Darley Fernandes de Carvalho, José Augusto, Lindemberg Nunes Pinho, Daniel Antunes e João Pedro Santos.


O CBMDF informou que as causas do incêndio são desconhecidas e deverão ser esclarecidas pela perícia especializada da corporação.


A Polícia Civil, a Defesa Civil e a Polícia Militar foram acionadas para atuar no caso.


O que diz o GDF


A Administração Regional do Paranoá informou à reportagem que não detém competência legal para conceder, de forma isolada, o alvará de funcionamento, nem para autorizar a operação definitiva de estabelecimentos. Ao órgão, cabe apenas o deferimento da viabilidade locacional, de forma que a continuidade do processo de autorização de funcionamento depende obrigatoriamente de vistorias e autorizações posteriores emitidas pelos demais órgãos competentes.


Segundo a administração, a licença de localização da casa de recuperação foi deferida na quinta-feira (28/8). No entanto, essa licença não equivale ao alvará de funcionamento, sendo tão somente a primeira fase do processo. Ou seja, não se trata de documento apto a autorizar a prestação de serviço que estava sendo realizada no local.


A administração lamentou o trágico incêndio. “Manifestamos nossa solidariedade às vítimas, familiares e a toda comunidade impactada pelo ocorrido, e nos colocamos à disposição dos órgãos competentes para colaborar no que estiver ao nosso alcance”, ressaltou, em nota enviada ao Metrópoles.


Clínica se pronuncia

Após o incêndio, o Instituto Terapêutico Liberte-se divulgou uma nota na qual lamentou o caso e informou que está “em contato com as autoridades competentes”.


“Colocamo-nos inteiramente à disposição para colaborar com as investigações, fornecendo todas as informações necessárias para esclarecer as circunstâncias do ocorrido. Reiteramos nosso compromisso com a transparência e com a apuração rigorosa dos fatos”, afirmou.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/df-incendio-que-matou-cinco-homens-deixou-11-pessoas-intoxicadas/?fsp_sid=190523
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Estudo brasileiro confirma que remédio comum reduz riscos pós-infarto

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Um estudo brasileiro apresentado neste domingo (31/8) durante o Congresso Europeu de Cardiologia (ESC) revelou que manter o uso de um medicamento muito comum no tratamento de pacientes após um infarto acaba reduzindo o risco de complicações graves. O santo remédio é a aspirina.


Para chegar a esta conclusão, o estudo coordenado por pesquisadores do Einstein Hospital Israelita acompanhou mais de 3,4 mil pacientes em 50 hospitais do país e foi feito em parceria com o Ministério da Saúde. A maior parte dos participantes foi atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).


O trabalho, que será publicado no prestigioso no New England Journal of Medicine, comparou os efeitos da tradicional combinação aspirina e um antiagregante plaquetário, em geral o clopidogrel, com o uso de apenas um antiplaquetário mais potente, como prasugrel e o ticagrelor, em pacientes que sofreram um ataque cardíaco.



Leia também




Doenças cardiovasculares



  • As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo.

  • no Brasil estima-se que ao menos 380 mil pessoas percam a vida todos os anos devido a essas enfermidades, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

  • As principais doenças cardiovasculares são: infarto, insuficiência cardíaca, doença valvar, acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca e doença arterial periférica.

  • A maioria das doenças cardiovasculares se desenvolve de forma silenciosa e pode passar anos sem ser tratada por desconhecimento.

  • Os principais sinais de alerta são: sensação de pressão e dor no peito; dor, se presente, nos braços, pescoço, mandíbula, costas, parte inferior do tórax, abdômen superior ou estômago.

  • Outros sintomas incluem a sensação constante de falta de ar, tontura, fadiga, náusea, vômito, suor frio, especialmente durante a noite, e inchaços.



O uso de dois medicamentos após angioplastia com stent é prática padrão no tratamento. A associação protege contra novos coágulos, reduzindo o risco de tromboses no stent ou mesmo de acidentes vasculares cerebrais (AVCs), mas era criticado também por aumentar o risco de sangramentos.


Estudos anteriores levantaram a hipótese de que a aspirina poderia ser retirada antes do intervalo mínimo anteriormente recomendado de um ano. A recomendação seria usar o medicamento por apenas um a três meses, mantendo no restante do tempo a terapia mais moderna.


Melhor estratégia após infarto


Os dados do estudo brasileiro mostraram que retirar a aspirina reduziu a taxa de sangramentos de 4,9% para 2%. Porém, o grupo sem o fármaco apresentou mais eventos graves como um novo infarto, AVCs ou necessidade urgente de nova revascularização: foram 7% contra 5,5% entre os que permaneceram com a dupla medicação. Foram registrados ainda mais casos de trombose de stent, complicação temida após o implante, no grupo que abandonou a aspirina.


“Nosso estudo confirma que a monoterapia antiplaquetária reduz sangramentos, mas ainda não oferece a proteção necessária nos primeiros meses após o infarto. Queríamos saber se era possível retirar a aspirina desde o início e descobrimos que o esquema que temos protege mais contra novos infartos, principalmente nos primeiros meses”, afirma o cardiologista Pedro Lemos, diretor de cardiologia do Einstein e autor sênior da publicação.

Segundo Lemos, a combinação continua sendo o tratamento mais seguro no período inicial de recuperação. “Víamos que era possível reduzir o uso da aspirina em estudos e havia uma hipótese de que ela não fosse necessária em hora nenhuma. Nosso estudo responde este questionamento mundial e acredito que poderá ser norteador de política de saúde pelo mundo afora”, completa o especialista.


Para Luiz Vicente Rizzo, diretor executivo de pesquisa do Einstein, o reconhecimento pela ESC reforça o alcance internacional do trabalho. “A publicação mostra como estudos bem conduzidos podem influenciar protocolos globais e, ao mesmo tempo, fortalecer a assistência à saúde no Brasil”, explica em comunicado à imprensa.


12 imagensPara a SBC, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças do coração podem ser o suficientes para reverter quadros graves. Para isso, é necessário saber identificar os principais sintomas de problemas cardiovasculares e tratá-los, caso apresente algum delesDentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outrosImagem ilustrativa de pessoa com dor no peitoA cardiomiopatia é outra grave doença que acomete o coração. A enfermidade, que deixa o músculo cardíaco inflamado e inchado, pode enfraquecer o coração a ponto de ser necessário realizar transplante. Entre os sintomas da doença estão: fraqueza frequente, inchaços e fadigaO infarto do miocárdio acontece quando o fluxo sanguíneo no músculo miocárdio é interrompido por longo período. A ausência do sangue na região pode causar sérios problemas e até a morte do tecido. Obesidade, cigarro, colesterol alto e tendência genética podem causar a doença. Entre os sintomas estão: dor no peito que dura 20 minutos, formigamento no braço, queimação no peito, etc.Fechar modal.1 de 12

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), doenças cardiovasculares são algumas das principais causas de mortes no Brasil. Segundo a instituição, a maioria dos óbitos poderiam ser evitados ou postergados com cuidados preventivos e medidas terapêuticas

Peter Dazeley/ Getty Images2 de 12

Para a SBC, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças do coração podem ser o suficientes para reverter quadros graves. Para isso, é necessário saber identificar os principais sintomas de problemas cardiovasculares e tratá-los, caso apresente algum deles

bymuratdeniz/ Getty Images3 de 12

Dentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outros

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images4 de 12

Imagem ilustrativa de pessoa com dor no peito

katleho Seisa/Getty Images5 de 12

A cardiomiopatia é outra grave doença que acomete o coração. A enfermidade, que deixa o músculo cardíaco inflamado e inchado, pode enfraquecer o coração a ponto de ser necessário realizar transplante. Entre os sintomas da doença estão: fraqueza frequente, inchaços e fadiga

SolStock/ Getty Images6 de 12

O infarto do miocárdio acontece quando o fluxo sanguíneo no músculo miocárdio é interrompido por longo período. A ausência do sangue na região pode causar sérios problemas e até a morte do tecido. Obesidade, cigarro, colesterol alto e tendência genética podem causar a doença. Entre os sintomas estão: dor no peito que dura 20 minutos, formigamento no braço, queimação no peito, etc.

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images7 de 12

Uma das doenças do coração mais comuns, e grave é a insuficiência cardíaca. Ela é caracterizada pela incapacidade do coração de bombear o sangue para o organismo. A enfermidade provoca fadiga, dificuldade para respirar, fraqueza, etc. Entre as principais causas da enfermidade estão: infecções, diabetes, hábitos não saudáveis, etc.

bymuratdeniz/ Getty Images8 de 12

A doença arterial periférica, assim como a maioria das doenças do coração, é provocada pela formação de placas de gordura e outras substâncias nas artérias que levam o sangue para membros inferiores do corpo, como pés e pernas. Colesterol alto e tabagismo contribuem para o problema. Entre os sintomas estão: feridas que não cicatrizam, disfunção erétil e inchaços no corpo

manusapon kasosod/ Getty Images9 de 12

Causada por bactérias, fungos ou vírus de outras partes do corpo que migram para o coração e infeccionam o endocárdio, a endocardite é uma doença que pode causar calafrios, febre e fadigas. O tratamento da doença dependerá do quadro do paciente e, algumas vezes, a cirurgia pode ser indicada

FG Trade/ Getty Images10 de 12

Causada devido à inflamação de outros músculos cárdicos, a miocardite pode causar enfraquecimento do coração, frequência cardíaca anormal e morte súbita. Dores no peito, falta de ar e batimentos cardíacos anormais são alguns dos principais sintomas

Peter Dazeley/ Getty Images11 de 12

Além dos sintomas comuns de cada uma das doenças cardiovasculares, cansaço excessivo sem motivo aparente, enjoo ou perda do apetite, dificuldade em respirar, inchaços, calafrio, tonturas, desmaio, taquicardia e tosse persistente podem ser sinais de problemas no coração

Peter Dazeley/ Getty Images12 de 12

Segundo a cartilha de Diretriz de Prevenção Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), apesar de alguns casos específicos, é possível prevenir problemas no coração mantendo bons hábitos alimentares, praticando exercícios físicos e cuidando da mente

andresr/ Getty Images

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Estudo brasileiro confirma que remédio comum reduz riscos pós-infarto

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Um estudo brasileiro apresentado neste domingo (31/8) durante o Congresso Europeu de Cardiologia (ESC) revelou que manter o uso de um medicamento muito comum no tratamento de pacientes após um infarto acaba reduzindo o risco de complicações graves. O santo remédio é a aspirina.


Para chegar a esta conclusão, o estudo coordenado por pesquisadores do Einstein Hospital Israelita acompanhou mais de 3,4 mil pacientes em 50 hospitais do país e foi feito em parceria com o Ministério da Saúde. A maior parte dos participantes foi atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).


O trabalho, que será publicado no prestigioso no New England Journal of Medicine, comparou os efeitos da tradicional combinação aspirina e um antiagregante plaquetário, em geral o clopidogrel, com o uso de apenas um antiplaquetário mais potente, como prasugrel e o ticagrelor, em pacientes que sofreram um ataque cardíaco.



Leia também




Doenças cardiovasculares



  • As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo.

  • no Brasil estima-se que ao menos 380 mil pessoas percam a vida todos os anos devido a essas enfermidades, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

  • As principais doenças cardiovasculares são: infarto, insuficiência cardíaca, doença valvar, acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca e doença arterial periférica.

  • A maioria das doenças cardiovasculares se desenvolve de forma silenciosa e pode passar anos sem ser tratada por desconhecimento.

  • Os principais sinais de alerta são: sensação de pressão e dor no peito; dor, se presente, nos braços, pescoço, mandíbula, costas, parte inferior do tórax, abdômen superior ou estômago.

  • Outros sintomas incluem a sensação constante de falta de ar, tontura, fadiga, náusea, vômito, suor frio, especialmente durante a noite, e inchaços.



O uso de dois medicamentos após angioplastia com stent é prática padrão no tratamento. A associação protege contra novos coágulos, reduzindo o risco de tromboses no stent ou mesmo de acidentes vasculares cerebrais (AVCs), mas era criticado também por aumentar o risco de sangramentos.


Estudos anteriores levantaram a hipótese de que a aspirina poderia ser retirada antes do intervalo mínimo anteriormente recomendado de um ano. A recomendação seria usar o medicamento por apenas um a três meses, mantendo no restante do tempo a terapia mais moderna.


Melhor estratégia após infarto


Os dados do estudo brasileiro mostraram que retirar a aspirina reduziu a taxa de sangramentos de 4,9% para 2%. Porém, o grupo sem o fármaco apresentou mais eventos graves como um novo infarto, AVCs ou necessidade urgente de nova revascularização: foram 7% contra 5,5% entre os que permaneceram com a dupla medicação. Foram registrados ainda mais casos de trombose de stent, complicação temida após o implante, no grupo que abandonou a aspirina.


“Nosso estudo confirma que a monoterapia antiplaquetária reduz sangramentos, mas ainda não oferece a proteção necessária nos primeiros meses após o infarto. Queríamos saber se era possível retirar a aspirina desde o início e descobrimos que o esquema que temos protege mais contra novos infartos, principalmente nos primeiros meses”, afirma o cardiologista Pedro Lemos, diretor de cardiologia do Einstein e autor sênior da publicação.

Segundo Lemos, a combinação continua sendo o tratamento mais seguro no período inicial de recuperação. “Víamos que era possível reduzir o uso da aspirina em estudos e havia uma hipótese de que ela não fosse necessária em hora nenhuma. Nosso estudo responde este questionamento mundial e acredito que poderá ser norteador de política de saúde pelo mundo afora”, completa o especialista.


Para Luiz Vicente Rizzo, diretor executivo de pesquisa do Einstein, o reconhecimento pela ESC reforça o alcance internacional do trabalho. “A publicação mostra como estudos bem conduzidos podem influenciar protocolos globais e, ao mesmo tempo, fortalecer a assistência à saúde no Brasil”, explica em comunicado à imprensa.


12 imagensPara a SBC, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças do coração podem ser o suficientes para reverter quadros graves. Para isso, é necessário saber identificar os principais sintomas de problemas cardiovasculares e tratá-los, caso apresente algum delesDentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outrosImagem ilustrativa de pessoa com dor no peitoA cardiomiopatia é outra grave doença que acomete o coração. A enfermidade, que deixa o músculo cardíaco inflamado e inchado, pode enfraquecer o coração a ponto de ser necessário realizar transplante. Entre os sintomas da doença estão: fraqueza frequente, inchaços e fadigaO infarto do miocárdio acontece quando o fluxo sanguíneo no músculo miocárdio é interrompido por longo período. A ausência do sangue na região pode causar sérios problemas e até a morte do tecido. Obesidade, cigarro, colesterol alto e tendência genética podem causar a doença. Entre os sintomas estão: dor no peito que dura 20 minutos, formigamento no braço, queimação no peito, etc.Fechar modal.1 de 12

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), doenças cardiovasculares são algumas das principais causas de mortes no Brasil. Segundo a instituição, a maioria dos óbitos poderiam ser evitados ou postergados com cuidados preventivos e medidas terapêuticas

Peter Dazeley/ Getty Images2 de 12

Para a SBC, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças do coração podem ser o suficientes para reverter quadros graves. Para isso, é necessário saber identificar os principais sintomas de problemas cardiovasculares e tratá-los, caso apresente algum deles

bymuratdeniz/ Getty Images3 de 12

Dentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outros

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images4 de 12

Imagem ilustrativa de pessoa com dor no peito

katleho Seisa/Getty Images5 de 12

A cardiomiopatia é outra grave doença que acomete o coração. A enfermidade, que deixa o músculo cardíaco inflamado e inchado, pode enfraquecer o coração a ponto de ser necessário realizar transplante. Entre os sintomas da doença estão: fraqueza frequente, inchaços e fadiga

SolStock/ Getty Images6 de 12

O infarto do miocárdio acontece quando o fluxo sanguíneo no músculo miocárdio é interrompido por longo período. A ausência do sangue na região pode causar sérios problemas e até a morte do tecido. Obesidade, cigarro, colesterol alto e tendência genética podem causar a doença. Entre os sintomas estão: dor no peito que dura 20 minutos, formigamento no braço, queimação no peito, etc.

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images7 de 12

Uma das doenças do coração mais comuns, e grave é a insuficiência cardíaca. Ela é caracterizada pela incapacidade do coração de bombear o sangue para o organismo. A enfermidade provoca fadiga, dificuldade para respirar, fraqueza, etc. Entre as principais causas da enfermidade estão: infecções, diabetes, hábitos não saudáveis, etc.

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A doença arterial periférica, assim como a maioria das doenças do coração, é provocada pela formação de placas de gordura e outras substâncias nas artérias que levam o sangue para membros inferiores do corpo, como pés e pernas. Colesterol alto e tabagismo contribuem para o problema. Entre os sintomas estão: feridas que não cicatrizam, disfunção erétil e inchaços no corpo

manusapon kasosod/ Getty Images9 de 12

Causada por bactérias, fungos ou vírus de outras partes do corpo que migram para o coração e infeccionam o endocárdio, a endocardite é uma doença que pode causar calafrios, febre e fadigas. O tratamento da doença dependerá do quadro do paciente e, algumas vezes, a cirurgia pode ser indicada

FG Trade/ Getty Images10 de 12

Causada devido à inflamação de outros músculos cárdicos, a miocardite pode causar enfraquecimento do coração, frequência cardíaca anormal e morte súbita. Dores no peito, falta de ar e batimentos cardíacos anormais são alguns dos principais sintomas

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Além dos sintomas comuns de cada uma das doenças cardiovasculares, cansaço excessivo sem motivo aparente, enjoo ou perda do apetite, dificuldade em respirar, inchaços, calafrio, tonturas, desmaio, taquicardia e tosse persistente podem ser sinais de problemas no coração

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Segundo a cartilha de Diretriz de Prevenção Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), apesar de alguns casos específicos, é possível prevenir problemas no coração mantendo bons hábitos alimentares, praticando exercícios físicos e cuidando da mente

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Distrito Junino 2025 encerra edição histórica com cerca de 250 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios

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O Distrito Junino 2025 terminou neste sábado (30) em clima de celebração, consolidando-se como o maior circuito junino do Centro-Oeste. A segunda noite de encerramento reuniu cerca de 150 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, somando um público de aproximadamente 250 mil nos dois dias de festa.


O público foi recebido pelo Trio Asa Branca, que abriu a m onoite com muito arrasta-pé. Em seguida, subiram ao palco as quadrilhas Rasga o Fole, Si Bobiá a Gente Pimba, Sabugo de Milho, Arroxa o Nó e Pau Melado, campeãs de suas etapas e reconhecidas pela força cênica, originalidade e riqueza cultural.


Forró dominou



“O Distrito Junino não é apenas entretenimento: é um investimento estratégico que movimentou territórios criativos, gerou milhares de empregos e aproximou a cultura popular das comunidades em todas as regiões”


Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa


A programação musical levou ao palco grandes nomes da música brasileira. Wesley Safadão comandou a multidão com sucessos que arrastam plateias em todo o país. Chambinho do Acordeon, intérprete de Luiz Gonzaga no cinema, empolgou o público ao reafirmar a força do forró tradicional. A dupla George Henrique & Rodrigo, por sua vez,  encerrou a noite com hits do sertanejo.


“O que vimos na Esplanada foi a consagração de uma política pública que veio para ficar no calendário cultural do DF”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. “O Distrito Junino não é apenas entretenimento: é um investimento estratégico que movimentou territórios criativos, gerou milhares de empregos e aproximou a cultura popular das comunidades em todas as regiões.”


Impacto cultural e econômico


Ao longo de 41 dias de programação, o Distrito Junino 2025 promoveu 261 exibições de quadrilhas juninas, contemplando as três entidades que estruturam o movimento no Distrito Federal: a Federação de Quadrilhas Juninas do DF, a União Junina Brasiliense e a Liga Independente de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno.


No total, 63 grupos culturais se apresentaram, reforçando a identidade nordestina no coração do Centro-Oeste. O público médio ultrapassou 110 mil pessoas por etapa, entre presença física e transmissões online, ampliando o alcance da festa e colocando o projeto entre os maiores eventos do gênero no Brasil.


O impacto econômico e social também foi expressivo. O circuito possibilitou a criação de quatro mil empregos diretos, envolvendo desde organização e produção até quadrilheiros, artistas, comerciantes, artesãos, seguranças, brigadistas e prestadores de serviço. De forma complementar, mais de dois mil postos indiretos foram originados para ambulantes, costureiras, fornecedores de cenários, bordados e adereços, evidenciando o fortalecimento da economia criativa local.


Mais do que uma festa


O cuidado com os grupos também esteve presente: mais de 15 mil kits-lanche foram distribuídos aos dançarinos ao longo das apresentações. A programação ainda contou com 49 trios de forró e 13 artistas regionais, que animaram os intervalos das competições e garantiram que a música popular estivesse sempre presente como fio condutor da celebração.


R$ 10 milhões


Total investido no Distrito Junino deste ano


O Distrito Junino 2025 mostrou que celebrar a tradição é também investir em identidade e desenvolvimento. Promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), e executado pelo Instituto Orgulho de Ser Nordestino por meio de edital de chamamento público, o circuito representou o maior investimento já realizado em festas juninas no DF, com R$ 10 milhões destinados ao fortalecimento da cultura popular.


O circuito passou por Brazlândia, Riacho Fundo II, Taguatinga, Ceilândia, Paranoá, Sobradinho, Samambaia, Santa Maria e Planaltina de Goiás, em uma edição marcada pela descentralização cultural e pelo protagonismo das comunidades. Cada etapa reforçou o valor das quadrilhas como patrimônio imaterial do DF, ao mesmo tempo que promoveu a economia criativa em escala inédita.



”As quadrilhas foram as verdadeiras protagonistas de uma festa que ficará marcada na memória da cidade e no coração de quem participou”


Affonso Gomes, presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino


Para Affonso Gomes, presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino, a edição consolidou um marco cultural e social no DF. “É uma alegria imensa ver nossa cultura viva chegar a tantas regiões do Distrito Federal”, comemora.
“Foi emocionante acompanhar o envolvimento das comunidades em cada etapa”, relata. ”Encerramos esta edição com celebração, integração e orgulho de ser nordestino. As quadrilhas foram as verdadeiras protagonistas de uma festa que ficará marcada na memória da cidade e no coração de quem participou.”
Como legado, o Distrito Junino 2025 reafirma a cultura nordestina como um dos pilares da identidade brasiliense, aproximando a população de suas raízes e tornando-se referência nacional no calendário cultural.


*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa






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O Distrito Junino 2025 terminou neste sábado (30) em clima de celebração, consolidando-se como o maior circuito junino do Centro-Oeste. A segunda noite de encerramento reuniu cerca de 150 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, somando um público de aproximadamente 250 mil nos dois dias de festa.


O público foi recebido pelo Trio Asa Branca, que abriu a m onoite com muito arrasta-pé. Em seguida, subiram ao palco as quadrilhas Rasga o Fole, Si Bobiá a Gente Pimba, Sabugo de Milho, Arroxa o Nó e Pau Melado, campeãs de suas etapas e reconhecidas pela força cênica, originalidade e riqueza cultural.


Forró dominou



“O Distrito Junino não é apenas entretenimento: é um investimento estratégico que movimentou territórios criativos, gerou milhares de empregos e aproximou a cultura popular das comunidades em todas as regiões”


Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa


A programação musical levou ao palco grandes nomes da música brasileira. Wesley Safadão comandou a multidão com sucessos que arrastam plateias em todo o país. Chambinho do Acordeon, intérprete de Luiz Gonzaga no cinema, empolgou o público ao reafirmar a força do forró tradicional. A dupla George Henrique & Rodrigo, por sua vez,  encerrou a noite com hits do sertanejo.


“O que vimos na Esplanada foi a consagração de uma política pública que veio para ficar no calendário cultural do DF”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. “O Distrito Junino não é apenas entretenimento: é um investimento estratégico que movimentou territórios criativos, gerou milhares de empregos e aproximou a cultura popular das comunidades em todas as regiões.”


Impacto cultural e econômico


Ao longo de 41 dias de programação, o Distrito Junino 2025 promoveu 261 exibições de quadrilhas juninas, contemplando as três entidades que estruturam o movimento no Distrito Federal: a Federação de Quadrilhas Juninas do DF, a União Junina Brasiliense e a Liga Independente de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno.


No total, 63 grupos culturais se apresentaram, reforçando a identidade nordestina no coração do Centro-Oeste. O público médio ultrapassou 110 mil pessoas por etapa, entre presença física e transmissões online, ampliando o alcance da festa e colocando o projeto entre os maiores eventos do gênero no Brasil.


O impacto econômico e social também foi expressivo. O circuito possibilitou a criação de quatro mil empregos diretos, envolvendo desde organização e produção até quadrilheiros, artistas, comerciantes, artesãos, seguranças, brigadistas e prestadores de serviço. De forma complementar, mais de dois mil postos indiretos foram originados para ambulantes, costureiras, fornecedores de cenários, bordados e adereços, evidenciando o fortalecimento da economia criativa local.


Mais do que uma festa


O cuidado com os grupos também esteve presente: mais de 15 mil kits-lanche foram distribuídos aos dançarinos ao longo das apresentações. A programação ainda contou com 49 trios de forró e 13 artistas regionais, que animaram os intervalos das competições e garantiram que a música popular estivesse sempre presente como fio condutor da celebração.


R$ 10 milhões


Total investido no Distrito Junino deste ano


O Distrito Junino 2025 mostrou que celebrar a tradição é também investir em identidade e desenvolvimento. Promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), e executado pelo Instituto Orgulho de Ser Nordestino por meio de edital de chamamento público, o circuito representou o maior investimento já realizado em festas juninas no DF, com R$ 10 milhões destinados ao fortalecimento da cultura popular.


O circuito passou por Brazlândia, Riacho Fundo II, Taguatinga, Ceilândia, Paranoá, Sobradinho, Samambaia, Santa Maria e Planaltina de Goiás, em uma edição marcada pela descentralização cultural e pelo protagonismo das comunidades. Cada etapa reforçou o valor das quadrilhas como patrimônio imaterial do DF, ao mesmo tempo que promoveu a economia criativa em escala inédita.



”As quadrilhas foram as verdadeiras protagonistas de uma festa que ficará marcada na memória da cidade e no coração de quem participou”


Affonso Gomes, presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino


Para Affonso Gomes, presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino, a edição consolidou um marco cultural e social no DF. “É uma alegria imensa ver nossa cultura viva chegar a tantas regiões do Distrito Federal”, comemora.
“Foi emocionante acompanhar o envolvimento das comunidades em cada etapa”, relata. ”Encerramos esta edição com celebração, integração e orgulho de ser nordestino. As quadrilhas foram as verdadeiras protagonistas de uma festa que ficará marcada na memória da cidade e no coração de quem participou.”
Como legado, o Distrito Junino 2025 reafirma a cultura nordestina como um dos pilares da identidade brasiliense, aproximando a população de suas raízes e tornando-se referência nacional no calendário cultural.


*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa






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