Agências do trabalhador oferecem 711 vagas para candidatos sem experiência

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18/11/2024 às 19:20, atualizado em 18/11/2024 às 19:50

No total, há 1.017 vagas de emprego abertas em diversas regiões administrativas

Por Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.017 vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira (19), das quais 711 não exigem que os candidatos tenham experiência. Para este perfil, o maior salário encontrado é de operador de caixa no Guará, em que os selecionados receberão R$ 2.500. São dez vagas e é necessário ter concluído o ensino médio.

Também há dez postos para mestre de obras na Asa Sul (R$ 2.400), dois para padeiro no Lago Sul (R$ 2.400), três para ladrilheiro e cinco para moldador de bloco no Guará (R$ 2.315).

Entre os cargos com exigência de atuação prévia na área, estão pedreiro, com 50 postos no Gama e em Sobradinho com salário máximo de R$ 2.285,80; açougueiro, com 46 chances em Taguatinga, Santa Maria, Gama e Guará, com salários de até R$ 2.188; e eletricista, com 30 vagas no Gama com oferta de R$ 2.285.

Todas as chances contam com benefícios, além da remuneração. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das vagas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo do Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF).

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Curso de macramê incentiva empreendedorismo de moradoras da área rural de Ceilândia

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Treze moradoras do Incra 9, área rural de Ceilândia, concluíram nesta segunda-feira (18) o curso de macramê promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Distrito Federal (Senar-DF), em parceria com a administração regional da cidade. O conhecimento foi transmitido em quatro encontros, sempre das 8h às 17h, em que as participantes puderam ter momentos de interação social ao aprender os conceitos básicos da arte de tecelagem manual a partir de nós, franjas e barras.

O grupo se reuniu na casa da pedagoga Cássia Teles, 28 anos, que também participou da formação. “Antes, a gente tinha que se deslocar até Ceilândia ou Brazlândia, e fazer o curso aqui facilitou tudo. Aprendemos os nós principais e agora poderemos trabalhar em peças personalizadas. Foram momentos únicos, algo que eu, que moro aqui há 24 anos, nunca tinha vivido”, contou.

O conhecimento foi transmitido em quatro encontros em que as participantes puderam ter momentos de interação social ao aprender os conceitos básicos da arte de tecelagem manual a partir de nós, franjas e barras | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

A produtora rural Neiaria Barreto, 44 anos, acrescentou que a oportunidade inseriu as mulheres em um novo mercado de trabalho. “É algo que podemos colocar à venda e agregar em outros trabalhos. Uma toalha com macramê, por exemplo, tem o valor diferente de uma toalha comum, é algo diferenciado e feito à mão, não por uma máquina”, detalhou. “Faço outras coisas, como pintura em tela e peças com palitinhos de jornal, e é sempre bom aprender coisas novas. Já comecei uma bolsa e quero fazer suportes de plantas e para pets, porque vejo que tem gente interessada.”

Quem ensinou o beabá do macramê foi a instrutora Idalina Rodrigues, que se dedica há mais de duas décadas ao trabalho. “Sabendo fazer os nós, elas podem criar várias peças – cangas, bolsas, cintos, tapetes… Ensinei os primeiros passos e agora elas podem trabalhar e ganhar dinheiro com isso, fazendo um pano de prato, um suporte para planta. Depois, no avançado, a gente vai melhorar ainda mais o trabalho delas”, disse. Todo o material utilizado foi disponibilizado gratuitamente pelo Senar-DF.

Pedagoga Cássia Teles: “Antes, a gente tinha que se deslocar até Ceilândia ou Brazlândia, e fazer o curso aqui facilitou tudo”

Impulso

O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, enfatizou o papel do curso no fortalecimento da economia familiar: “O governo faz a sua parte e a sociedade civil organizada e o terceiro setor também. Esse somatório de força é muito importante, ainda mais no caso deste curso, já que o artesanato ajuda na composição da renda familiar. Geralmente, o marido trabalha vendendo serviços, fazendo plantio, enquanto a esposa cuida dos filhos e, com o macramê, pode agregar na renda da família.”

A gerente de Apoio à Área Rural da Administração Regional de Ceilândia, Ana Paula Rosado, ressaltou o trabalho contínuo de inclusão e qualificação profissional na região: “Muitas vezes os moradores e agricultores têm dificuldade em acessar os serviços do governo, e a administração, junto com os demais órgãos, atua para fazer a promoção do desenvolvimento rural. Temos trabalhos de melhoria da qualidade de vida e inclusão social para famílias da área rural, além de cursos, oficinas, palestras e eventos com o objetivo de promover a interação entre a comunidade, proporcionando lazer, união e renda.”

Vinculado à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Senar-DF desenvolve ações de incentivo à agricultura familiar e qualificação profissional para empreendimentos rurais. “O Senar-DF tem treinamentos que vão desde o cultivo de hortas e artesanato ao treinamento de tratorista e de uso de drone. Nós vamos até às comunidades, evitando que os moradores tenham que se deslocar e trazendo a vivência deles para os cursos. As capacitações têm certificação, e o produtor pode atuar na própria propriedade ou buscar o mercado de trabalho”, esclarece o analista mobilizador da entidade, Edvan de Oliveira.

18/11/2024 - Curso de macramê incentiva empreendedorismo de moradoras da área rural de Ceilândia

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Seminário conscientiza servidores e trabalhadores da assistência social sobre combate ao racismo

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Em alusão ao Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) promoveu nesta segunda-feira (18) o seminário Caminhos para a Equidade Étnico-racial no Suas – Edição Distrito Federal. Realizado em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o encontro teve a finalidade de promover a reflexão e o aprofundamento da pauta racial no Sistema Único de Assistência Social (Suas).

O seminário reuniu especialistas, servidores e trabalhadores do Suas no DF para levantar questões étnico-raciais enfrentadas no dia a dia e debater a necessidade de oferecer um atendimento qualificado e direcionado para esse público, que é maioria entre as famílias em vulnerabilidade social. Cerca de 130 pessoas participaram do evento ao longo do dia, no Espaço Sedes Colab, na 515 Norte.

O seminário reuniu especialistas, servidores e trabalhadores do Suas no DF para levantar questões étnico-raciais enfrentadas no dia a dia | Foto: Flávio Anastácio/Sedes-DF

“Esse encontro visa conscientizar os servidores a respeito da existência do racismo. No Brasil, nós ainda vivemos o mito de uma ‘democracia racial’, por isso, precisamos desmistificar as relações sociais no trabalho da assistência social, porque as pessoas não são iguais materialmente. Então, a gente precisa promover essa igualdade, essa equidade a partir do nosso trabalho. E isso é combater o racismo. A construção de uma assistência social antirracista”, explica a educadora social da Sedes, Loyde Cardoso, uma das organizadoras do evento.

Assistente social no Cras Recanto das Emas II, Cristiane Delfino avalia que esse será o pontapé inicial para sensibilização dos servidores sobre o tema. “No cotidiano, nós atendemos majoritariamente a população negra, especialmente mulheres negras. Então, trazer esse debate para o servidor da Sedes é importante para pensar o cotidiano dessa população, em como ela é afetada por essa questão racial. Pensando nas especificidades dessa população, poderemos entender qual a demanda que nós temos, objetiva e subjetiva, para orientar sobre como combater a violação de direitos”.

O seminário Caminhos para a Equidade Étnico-Racial no Suas é uma versão piloto de um evento que será realizado a nível federal pelo MDS, previsto para o ano de 2025. O Distrito Federal foi escolhido para essa iniciativa inédita pela diversidade do público atendido.

“Nós fomos provocados pela Sedes, que tem um grupo de trabalho para tratar dessa questão. E nós já tínhamos esse projeto. A ideia é que, no ano que vem, eventos como esse estejam subsidiando a construção da política de promoção da igualdade étnico-racial no Suas, é uma qualificação da oferta da política pública de assistência social. Então, os debates que ocorrerão, os conceitos que surgirem, as provocações que aparecerem serão todas trabalhadas em relatoria e vão servir como fonte de estudo para trabalhar a política nacional”, explica o coordenador-geral de Programas e Ações de Combate às Discriminações, da Secretaria Nacional de Assistência Social, Bruno Alves Chaves.

Entre os temas discutidos no seminário estão os efeitos da escravidão no público, como a pobreza e a violência contra as mulheres negras.

“O DF reúne todos os tipos de etnias, raças. É o ponto espelho para todo o país para que nós consigamos implementar políticas públicas. O território é menor, mas nós sabemos que é extremamente desigual. Então, para mim, é um grande desafio. Foi importante ter ampliado esse debate para os trabalhadores da ponta, de entidades, da sociedade civil para levar a importância de combate ao racismo como instituição e qualificar o atendimento à nossa população”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Primeira noite de shows do Consciência Negra 2024 tem Ellen Oléria, Falcão e Nação Zumbi

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Ellen Oléria, Marcelo Falcão e Nação Zumbi abriram a primeira noite de shows do festival Consciência Negra 2024, nesta segunda-feira (18), na Torre de TV. Além deles, o primeiro dia do evento teve ainda apresentações de Afoxé Ogum Pá, Filhos de Dona Maria e Patakori + Folha Seca.

“Estou super lisonjeada de estar aqui, de ser parte desse grande encontro, e acho que voltar para casa para falar desses assuntos que nos tocam, nos atravessam é muito importante para nós, a gente estar junto enquanto comunidade. A gente sai de Brasília e as pessoas não entendem muito o que é esse lugar, mas a gente que é daqui sabe, a gente sente Brasília. Então, acho que para a gente é mais um momento de encontro, de fortalecimento, de compreensão da nossa identidade cultural enquanto cidade jovem que somos”, pontuou Ellen Oléria.

Ellen Oléria: “Voltar para casa para falar desses assuntos que nos tocam, nos atravessam é muito importante para nós” | Fotos: Tony Oliveira/ Agência Brasília

O público marcou presença para conferir as atrações. “É maravilhoso a gente na cidade poder contar com um evento tão grandioso, com tantas atrações bacanas, com uma estrutura maravilhosa. O Dia da Consciência Negra merece realmente essa importância toda”, exaltou a professora Fabiana Sabino, que aguardava a banda Nação Zumbi.

Já o jornalista Paulo Matos esperava principalmente pelo ex-Rappa Marcelo Falcão, mas aproveitou também para conferir os artistas locais: “Prestigiar o nosso povo daqui de Brasília, prestigiar nossas bandas, prestigiar essa mistura cultural que a gente tem em Brasília é lindo demais. A gente é uma mistura de essência, de energia, de povo que, se você rodar o país inteiro, você não tem como a gente tem aqui no Distrito Federal”.

Fã de Marcelo Falcão, o jornalista Paulo Matos aproveitou para prestigiar atrações locais também

O Consciência Negra 2024, um festival de exaltação à cultura afro-brasileira, é promovido pelas secretarias de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), com apoio da Associação de Educação, Cultura e Economia Criativa (Aecec), do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Ministério do Turismo. O investimento total foi de cerca de R$ 7 milhões.

“É uma grande festa e que tende a crescer e se tornar um marco. Brasília, como capital do país, dá uma uma sinalização muito forte para todos os cantos do Brasil”, destacou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “A expectativa para os shows é a melhor possível. Grandes artistas da nossa música brasileira, da música negra brasileira, mas também grandes expoentes daqui de Brasília. Tem tanta gente boa vindo de fora, mas a gente também tem muita gente boa aqui do nosso quadradinho”, completou.

“A comemoração que vai durar três dias, de muito reconhecimento e defesa da igualdade racial, já pode ser considerada a maior manifestação do Brasil”

Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

“O tamanho do evento, por si só, mostra a relevância do tema da consciência negra, que é de responsabilidade da nossa pasta. A comemoração que vai durar três dias, de muito reconhecimento e defesa da igualdade racial, já pode ser considerada a maior manifestação do Brasil. E é a primeira vez, em 13 anos, que a data de 20 de novembro será comemorada nacionalmente”, reforçou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

O Dia da Consciência Negra foi instituído em 2011, em memória de Zumbi dos Palmares, importante líder quilombola, assassinado em 20 de novembro de 1695, mas só foi oficializado como feriado nacional em dezembro do ano passado. No DF — onde 57,3% da população se autodeclara negra, segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD) —, a data vinha sendo considerada ponto facultativo desde 2019.

Oficinas e palestras

Ana Beatriz Souza: “É um momento para demonstrar, não só para nós, mas para toda a escola e para todas as pessoas, que nós somos importantes”

Antes dos shows, durante a tarde, o evento recebeu estudantes da rede pública para oficinas, palestras e uma visita guiada pela estrutura montada no local, que conta com exposições, gastronomia, feira de artesanato e moda, e espaço para crianças. “Nós tiramos esse dia para vir aqui nesse evento e eu estou achando super especial, porque eu acho que é um momento para demonstrar, não só para nós, mas para toda a escola e para todas as pessoas, que nós somos importantes. Também estou bem feliz que agora [o Dia da Consciência Negra] vai ser feriado, então acho que a gente ganhou ali mais um reconhecimento”, celebrou Ana Beatriz Souza, 15 anos, aluna do Centro de Ensino Médio (CEM) 123 de Samambaia. “É bom mostrar que a gente tem nossos valores”, emendou Diego Cardoso, 15, também do CEM 123.

“É importante falar do povo negro, é importante nós termos aqui um espaço em que eles estejam presentes e que a população conheça a cultura, a história e, o mais importante, o combate ao racismo. Não é possível que nós até hoje tenhamos que discutir a importância de se combater o racismo sendo que todos somos iguais”, apontou o subsecretário de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial da Sejus, Juvenal Araújo Júnior. “Nós temos aqui adolescentes que estão tendo palestras, nós chamamos de letramento racial — explicar sobre o racismo e a importância de combatê-lo. Um público de adolescentes, para nós, é primordial, porque são eles realmente que começam a discutir a necessidade de que nós não tenhamos racismo nas escolas”, acrescentou.

Mais cedo, também nesta segunda, estudantes participaram de uma palestra com o cantor Toni Garrido. A programação do Consciência Negra segue até a próxima quarta-feira (20). Nesta terça (19), pela manhã, haverá uma oficina de breaking dance. Na parte musical, entre as atrações da terça estão Dhi Ribeiro, Seu Jorge e Raça Negra. Já na quarta, será a vez de Olodum, Vanessa da Mata e Tribo da Periferia. Todas as atividades são gratuitas, mas, para os shows, é preciso retirar o ingresso antecipado na plataforma Sympla.

Primeira noite de shows do Consciência Negra 2024 tem Ellen Oléria, Falcão e Nação Zumbi

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DF estreia no triatlo nos Jogos da Juventude com aluna da rede pública

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O Distrito Federal vai estrear no triatlo dos Jogos da Juventude, em João Pessoa (PB), nesta terça-feira (19). Larissa Ribeiro da Silva, 16 anos, aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 16 de Ceilândia e moradora do Sol Nascente, será a única representante de escola pública do DF na modalidade, que faz parte do programa dos Jogos desde o ano passado.

Em 2024, a atleta chegou a ir a Ribeirão Preto, mas competiu com a equipe do atletismo. Neste ano, Larissa disputa primeiro o triatlo e depois retorna para as provas de salto em distância e salto triplo. Por isso, o nervosismo é diferente. “É incrível estar aqui, viajando novamente pelo esporte. Estou animada, mas também é um grande desafio, já que é a primeira vez que vou nadar no mar como atleta”, disse Larissa.

Larissa disputará primeiro o triatlo e depois retorna para as provas de salto em distância e salto triplo | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF

Na capital federal, a estudante costuma praticar a natação em piscinas e mais esporadicamente no Lago Paranoá. Em João Pessoa, a prova do triatlo será realizada na orla de Cabo Branco e os 300 metros da natação serão percorridos no mar.

Larissa começou sua trajetória no esporte há três anos na ONG Escolinha de Triathlon, localizada em Ceilândia. A iniciativa oferece acesso à modalidade para jovens de comunidades com poucas oportunidades esportivas, quebrando barreiras em um esporte historicamente elitizado.

A vinda aos Jogos da Juventude só foi possível graças à realização, em junho de 2024, da primeira seletiva de triatlo em Brasília, no Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Guará. Essa iniciativa faz parte dos esforços da Secretaria de Educação (SEEDF) em fomentar o esporte como ferramenta de inclusão e transformação social.

O técnico Daniel Castro e os estudantes Kenzo e Larissa formam a equipe de triatlo brasiliense

O técnico Daniel Castro, que também já treinou a Seleção Brasileira Paralímpica de natação sub-20, destacou a importância do momento. “O triatlo é um esporte muito elitizado e, a partir do momento, que nós, enquanto Secretaria de Educação, conseguimos oportunizar a modalidade como um direito de todos, precisamos celebrar”, disse.

A expectativa é que, a partir da estreia do DF na modalidade nos Jogos da Juventude, os Centros de Iniciação Desportiva possam incluir o triatlo, ampliando ainda mais o acesso para estudantes da rede pública. “O mais importante é conseguir fomentar a questão da formação integral para esses alunos”, completou Daniel.

O triatlo

A modalidade olímpica desde 2000, conhecida pela complexidade, combina três provas realizadas em sequência: natação, ciclismo e corrida, exigindo preparo físico, estratégia e resistência dos atletas.

Além da estudante da rede pública, o DF também será representado por Kenzo Franco Sampaio, 17 anos, aluno do Colégio La Salle. A dupla disputará na categoria super sprint, que abrange 300 metros de natação, 6 quilômetros de ciclismo e 1,7 quilômetro de corrida, tanto nas provas individuais quanto nas competições por equipes mistas, previstas na programação.

Vôlei de praia

Sofia Leão e Maitê Araujo venceram as donas da casa na estreia em um jogo emocionante por 2 x 1

Outra modalidade disputada na orla de Cabo Branco, em João Pessoa, na segunda fase dos Jogos da Juventude é o vôlei de praia. A dupla feminina do Colégio Marista, Sofia Leão e Maitê Araújo, participa dos Jogos da Juventude pela primeira vez, e venceu as donas da casa na estreia em um jogo emocionante que só terminou com tie break.

“A nossa maior dificuldade foi o vento. Em Brasília, não temos esse fator e jogar aqui na praia exigiu mais paciência para que a gente encaixasse o jogo”, disse Sofia, que também é capitã do time de vôlei de quadra de Brasília.

A outra dupla brasiliense do vôlei de praia formada pelos irmãos gêmeos Lorenzo e Aquiles Boner, do Colégio Sigma, perdeu o jogo de estreia para a dupla do Sergipe. A segunda etapa dos Jogos ainda tem basquete, ginástica artística, natação e wrestling.

*Com informações da SEEDF

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GDF e UnB firmam parceria para criar a primeira UBS Escola do DF

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A Secretaria de Saúde (SES-DF) e a Universidade de Brasília (UnB) assinaram, nesta segunda-feira (18), um protocolo de intenções para a criação da primeira Unidade Básica de Saúde (UBS) Escola do Distrito Federal. O novo modelo irá funcionar como campo de prática para estudantes de graduação e pós-graduação na área da saúde.

As UBSs Escola são definidas como unidades voltadas à saúde, ensino, pesquisa e preceptoria de graduandos, pós-graduandos e servidores | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF

“É um espaço que irá auxiliar tanto alunos como pacientes. Nele, teremos as etapas técnica, científica e cultural. Vamos cuidar da saúde das pessoas. Teremos qualificação, crescimento, quebra de barreiras e rompimento de bolhas. O objetivo é trabalhar essa vocação para os hospitais”, declara a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.

“Para nós, a UBS Escola é a possibilidade de termos uma formação direcionada para um SUS melhor, mais resolutivo. Essa construção será riquíssima e vai nos dar luz para muitas outras unidades de excelência”

Sandra Araújo, coordenadora de Atenção Primária à Saúde

Presentes na Portaria n.º 77/2017, que estabelece os protocolos da Atenção Primária na capital federal, as UBSs Escolas são definidas como unidades voltadas à saúde, ensino, pesquisa e preceptoria para estudantes de nível técnico, superior, pós-graduação modalidade lato sensu e stricto sensu, aperfeiçoamento de servidores, desenvolvimento e inovação tecnológica e científica.

A reitora da UnB, Márcia Abrahão, reconhece o Sistema Único de Saúde (SUS) como instrumento de promoção do bem-estar entre os cidadãos. “A UBS Escola é um avanço. Para preservar a saúde do DF, precisamos também cuidar da saúde de quem está aqui dentro [na UnB]. Ela será um elo entre a universidade e a população. É uma construção da área técnica, principalmente”, enfatiza.

Formação direcionada

Segundo a coordenadora de Atenção Primária à Saúde (APS), Sandra Araújo, a iniciativa, iniciada ainda em 2022, foi elaborada de forma coletiva e representa um momento histórico. “Para nós, a UBS Escola é a possibilidade de termos uma formação direcionada para um SUS melhor, mais resolutivo. Essa construção será riquíssima e vai nos dar luz para muitas outras unidades de excelência”, avalia.

*Com informações da SES-DF

 

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Oferta de serviços de home care será ampliada na rede pública de saúde

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Está em andamento, pela Secretaria de Saúde (SES-DF), o credenciamento de empresas para prestar o Serviço de Atenção Domiciliar de Alta Complexidade (SAD-AC), também conhecido como home care. O serviço é destinado a pacientes adultos, pediátricos e neonatais totalmente dependentes, atualmente internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e com necessidade de ventilação mecânica invasiva, mas que podem seguir o tratamento em casa. Além de ampliar o atendimento, a medida permite desobstruir vagas de UTI para pacientes com maior gravidade.

O atendimento em casa prevê visitação semanal de médico e enfermeiro, presença contínua de técnico de enfermagem, visita quinzenal de nutricionista, duas sessões de fonoaudiologia por semana e sessão diária de fisioterapia motora e respiratória | Foto: Tony Winston/Agência Saúde-DF

Com o credenciamento em curso, a SES-DF vai ampliar de 100 para 200 os leitos de home care disponibilizados. O investimento anual é de mais R$ 76 milhões e inclui visitas multiprofissionais e assistência 24 horas por dia, sete dias por semana. “Oferecer o serviço de home care é uma parte relevante do esforço para entregar um atendimento integral a cada paciente, conforme as necessidades, trazendo qualidade de vida”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.

O atendimento em casa prevê visitação semanal de médico e enfermeiro, presença contínua de técnico de enfermagem, visita quinzenal de nutricionista, duas sessões de fonoaudiologia por semana e sessão diária de fisioterapia motora e respiratória. Também são disponibilizados equipamentos, mobiliários e insumos – como máquinas de ventilação mecânica, nebulizadores, oxímetros, aspiradores e estimuladores de tosse, por exemplo.

Gerente de Serviços de Atenção Domiciliar (Gesad) da SES-DF, a fisioterapeuta Silvana Leal destaca que o home care é um componente importante do Programa Melhor em Casa, iniciativa de âmbito nacional executada no DF pelos Núcleos Regionais de Atenção Domiciliar (NRAD) da secretaria. “O programa tem por finalidade proporcionar a humanização do atendimento, a redução de internações, a eficiência do sistema de saúde e a promoção da qualidade de vida dos pacientes”, pontua.

Leal ainda enfatiza que o SAD-AC possibilita a oferta de vagas de UTI para pacientes mais graves. “Os núcleos trabalham em parceria com as unidades hospitalares para proporcionar o giro de leitos, ampliando assim a rotatividade e o acesso à hospitalização de outros usuários do Sistema de Saúde”.

Para serem elegíveis ao SAD-AC, os pacientes precisam preencher requisitos clínicos e administrativos, como apresentar dependência crônica de ventilação mecânica invasiva, ter traqueostomia e gastrostomia instaladas e estar adaptados ao ventilador pulmonar portátil. Também é necessário que tenham residência fixa e sejam domiciliados no Distrito Federal. A lista completa de critérios exigidos consta na página 2 do edital de credenciamento, tópico 2.5.

O quantitativo de pacientes pelas empresas que serão contratadas será distribuído de forma equânime entre as instituições credenciadas até o limite da capacidade operacional de cada uma. O quantitativo de empresas a serem credenciadas dependerá da disponibilização de vagas no momento do credenciamento.

*Com informações da SES-DF

 

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Praça da Resistência ganha reforço na iluminação pública após solicitação de deputado na Vila Telebrasília

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Por: Jornalista Kelven Andrade

O deputado distrital Robério Negreiros anunciou que sua solicitação à Companhia Energética de Brasília (CEB) por melhorias na iluminação pública da Vila Telebrasília foi atendida. A iniciativa teve como prioridade a Praça da Resistência, espaço central de lazer e convivência para crianças e famílias da região.

Segundo Robério, a falta de iluminação adequada na área tem gerado preocupações relacionadas à segurança e à qualidade de vida dos moradores. “A iluminação pública é essencial para a segurança da nossa comunidade, especialmente em locais como a Praça da Resistência, onde muitas crianças brincam e se divertem”, destacou.

A Praça da Resistência é um ponto de encontro fundamental para os moradores da Vila Telebrasília, mas a falta de iluminação adequada vinha limitando seu uso no período noturno e gerando preocupações sobre a segurança. A ação da CEB, fruto do pedido do deputado, contribui para transformar o ambiente em um local mais acolhedor e funcional para a população.

Além de aumentar a sensação de segurança, a iluminação pública eficiente valoriza os espaços urbanos, incentiva o uso das áreas de lazer e promove o fortalecimento dos laços comunitários. Para o deputado, garantir que locais como a Praça da Resistência recebam atenção é uma maneira de atender diretamente às necessidades dos moradores.

O parlamentar concluiu reafirmando sua disposição em trabalhar pelas demandas das comunidades e ressaltou que seguirá atento às questões que impactam o dia a dia da população. Ele destacou que ações como esta refletem a importância de ouvir as reivindicações dos moradores e transformá-las em resultados concretos.

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Praça da Resistência ganha reforço na iluminação pública após solicitação de deputado na Vila Telebrasília

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Por: Jornalista Kelven Andrade

O deputado distrital Robério Negreiros anunciou que sua solicitação à Companhia Energética de Brasília (CEB) por melhorias na iluminação pública da Vila Telebrasília foi atendida. A iniciativa teve como prioridade a Praça da Resistência, espaço central de lazer e convivência para crianças e famílias da região.

Segundo Robério, a falta de iluminação adequada na área tem gerado preocupações relacionadas à segurança e à qualidade de vida dos moradores. “A iluminação pública é essencial para a segurança da nossa comunidade, especialmente em locais como a Praça da Resistência, onde muitas crianças brincam e se divertem”, destacou.

A Praça da Resistência é um ponto de encontro fundamental para os moradores da Vila Telebrasília, mas a falta de iluminação adequada vinha limitando seu uso no período noturno e gerando preocupações sobre a segurança. A ação da CEB, fruto do pedido do deputado, contribui para transformar o ambiente em um local mais acolhedor e funcional para a população.

Além de aumentar a sensação de segurança, a iluminação pública eficiente valoriza os espaços urbanos, incentiva o uso das áreas de lazer e promove o fortalecimento dos laços comunitários. Para o deputado, garantir que locais como a Praça da Resistência recebam atenção é uma maneira de atender diretamente às necessidades dos moradores.

O parlamentar concluiu reafirmando sua disposição em trabalhar pelas demandas das comunidades e ressaltou que seguirá atento às questões que impactam o dia a dia da população. Ele destacou que ações como esta refletem a importância de ouvir as reivindicações dos moradores e transformá-las em resultados concretos.

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Com presenças de Lula e Gilberto Gil, último dia do Festival Aliança Global reúne música, cultura e política contra a fome

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Com a noite temática Pro Dia Nascer Feliz, diferentes sonoridades e estilos musicais marcaram o encerramento do Festival Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, na Praça Mauá, no Rio de Janeiro, neste sábado (16).

O público prestigiou grandes nomes da cena musical brasileira. Trazendo uma mensagem inspirada nos povos amazônicos, Fafá de Belém abriu o festival, seguido por Kleber Lucas, que emocionou a plateia com uma apresentação cheia de fé.

A primeira-dama, Janja Lula da Silva, deu início às falas da noite ao lado da ministra da Cultura, Margareth Menezes. “Estou muito feliz, obrigada por estarem com a gente nesse movimento da Aliança Global”, disse Janja.

A noite contou ainda com a participação do poeta Antônio Marinho, que declamou um cordel com mensagens de justiça e sustentabilidade.

Ao lado de Gilberto Gil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância de tratar a fome como uma questão política.

“Quando decidimos colocar a questão da fome no G20, foi porque queríamos transformá-la numa questão política. Enquanto é tratada como uma questão social, a fome se torna apenas um número estatístico que as pessoas utilizam em época de eleição e depois esquecem. Quem tem fome é tratado como invisível. É aquela parte da sociedade que todo mundo sabe que existe, mas que muita gente nunca enxerga”, pontuou.

O presidente aproveitou para agradecer ao público presente, aos que acompanharam a live ao vivo no canal G20orgBrasil e, também, aos artistas que dedicaram seu talento e tempo ao evento.

Em seguida, a ministra Margareth Menezes reforçou o tom de celebração e resistência ao chamar a próxima atração. “O show tem que continuar”, disse, abrindo espaço para a banda Jovem Dionísio, que trouxe ritmos de indie pop. Tássia Reis seguiu, dividindo os vocais com Jota.pê na clássica Comida, de Os Paralamas do Sucesso e Titãs.

A programação continuou com apresentações de Lukinhas, Romero Ferro, Jaloo e Maria Gadú, culminando em um show vibrante de Alceu Valença e um encerramento memorável com Ney Matogrosso.

Ao final, todos os artistas voltaram ao palco e se apresentaram, juntos, com a música Pro dia Nascer Feliz.

A celebração cultural faz parte da agenda paralela à Cúpula Social do G20 e antecede a Cúpula de Líderes do G20, marcada para os dias 18 e 19 de novembro. O propósito do evento foi lançar uma mensagem sobre o compromisso do Brasil em construir uma rede colaborativa e de impacto duradouro, envolvendo países, organizações e cidadãos na luta pela justiça alimentar.

Realização

O Aliança Global Festival Contra Fome e a Pobreza foi uma realização do Governo do Brasil, tem correalização da Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e o apoio do Serpro na infraestrutura de conectividade. Contou com a parceria do Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Caixa Econômica Federal (CEF), Itaipu, Petrobras, Prefeitura do Rio de Janeiro, Única, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

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Feira de negócios em Igarassu: inscrições para expositor já estão abertas

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A partir da sexta-feira (29) até o dia 01 de dezembro, das 10h às 22h, acontece a 3° edição da Feira de Empreendedorismo, Negócios e Inovação de Igarassu (FENIG), desta vez, sendo realizada no pátio do Centro de Artes Narciso Félix.

A feira, que apresenta três dias de programação ao público, terá dois grandes espaços no local: um direcionado aos expositores de indústria, serviços e artesanato da terra, e outro, dedicado à celebração da riqueza gastronômica da região.

Neste ano, o tema central do evento será “Sustentabilidade e Economia Regenerativa”, com o objetivo de fomentar as práticas sustentáveis e regenerativas que visam restaurar ecossistemas e revitalizar a biodiversidade.

Os interessados em apresentar seus produtos na feira podem se inscrever no site oficial (https://fenig.igarassu.pe.gov.br/) ou através das redes sociais @ademig.pe e @amaigpe. A lista de expositores será divulgada nesta quinta-feira (21), às 12h no site.

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Administração da Estrutural anuncia avanços no projeto da ponte definitiva para a 26 de Setembro

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Por: Jornalista Kelven Andrade

A Administração Regional da Cidade Estrutural trouxe boas notícias para os moradores que utilizam a passagem provisória, conhecida como pinguela, que conecta a Estrutural à região da 26 de Setembro. O administrador Alceu Prestes informou que, apesar dos desafios recentes, as melhorias no local estão em andamento e a segurança dos usuários continua sendo uma prioridade.

Segundo Alceu, o principal avanço é o projeto da ponte definitiva, que substituirá a pinguela. Ele destacou que o planejamento já está bem encaminhado e deve ser concluído no próximo ano. “Tivemos um contratempo na pinguela, mas já estamos resolvendo. Isso só vai acabar quando fizermos a ponte, e o projeto já está avançado. Ano que vem finalizamos isso”, afirmou o administrador.

O fim de ano limita o andamento de obras maiores, mas a Administração Regional assegura que as condições atuais da passagem já representam uma melhoria em relação ao estado anterior. A comunidade pode esperar uma solução definitiva que trará mais segurança e mobilidade para quem transita entre as duas regiões.

A nova ponte será um marco para a infraestrutura local, resolvendo de forma permanente os problemas enfrentados pelos moradores e promovendo uma integração mais eficiente entre a Cidade Estrutural e a 26 de Setembro. O administrador reiterou o compromisso da gestão em acompanhar cada etapa do projeto até a sua conclusão.

A obra é uma resposta às demandas da população, que há muito tempo solicita uma passagem mais segura e adequada. A Administração Regional reafirma seu foco em atender as necessidades da comunidade, garantindo melhorias contínuas e planejadas.

Com a expectativa de conclusão no próximo ano, a ponte definitiva promete transformar a mobilidade local, beneficiando não apenas os moradores da Cidade Estrutural, mas também aqueles que dependem da conexão com a 26 de Setembro. A Administração Regional seguirá monitorando e atualizando a comunidade sobre o andamento do projeto.

SAIBA MAIS:

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Administração da Estrutural anuncia avanços no projeto da ponte definitiva para a 26 de Setembro

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Por: Jornalista Kelven Andrade

A Administração Regional da Cidade Estrutural trouxe boas notícias para os moradores que utilizam a passagem provisória, conhecida como pinguela, que conecta a Estrutural à região da 26 de Setembro. O administrador Alceu Prestes informou que, apesar dos desafios recentes, as melhorias no local estão em andamento e a segurança dos usuários continua sendo uma prioridade.

Segundo Alceu, o principal avanço é o projeto da ponte definitiva, que substituirá a pinguela. Ele destacou que o planejamento já está bem encaminhado e deve ser concluído no próximo ano. “Tivemos um contratempo na pinguela, mas já estamos resolvendo. Isso só vai acabar quando fizermos a ponte, e o projeto já está avançado. Ano que vem finalizamos isso”, afirmou o administrador.

O fim de ano limita o andamento de obras maiores, mas a Administração Regional assegura que as condições atuais da passagem já representam uma melhoria em relação ao estado anterior. A comunidade pode esperar uma solução definitiva que trará mais segurança e mobilidade para quem transita entre as duas regiões.

A nova ponte será um marco para a infraestrutura local, resolvendo de forma permanente os problemas enfrentados pelos moradores e promovendo uma integração mais eficiente entre a Cidade Estrutural e a 26 de Setembro. O administrador reiterou o compromisso da gestão em acompanhar cada etapa do projeto até a sua conclusão.

A obra é uma resposta às demandas da população, que há muito tempo solicita uma passagem mais segura e adequada. A Administração Regional reafirma seu foco em atender as necessidades da comunidade, garantindo melhorias contínuas e planejadas.

Com a expectativa de conclusão no próximo ano, a ponte definitiva promete transformar a mobilidade local, beneficiando não apenas os moradores da Cidade Estrutural, mas também aqueles que dependem da conexão com a 26 de Setembro. A Administração Regional seguirá monitorando e atualizando a comunidade sobre o andamento do projeto.

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