Festa de Nossa Senhora Aparecida, padroeira de Brasília, reúne centenas na Esplanada dos Ministérios 

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As celebrações pelo Dia de Nossa Senhora Aparecida reuniram, ao longo deste sábado (12), centenas de pessoas na Esplanada dos Ministérios. Fiéis do Distrito Federal e Entorno se reuniram na área central da capital para celebrar a padroeira do Brasil e de Brasília em festa iniciada às 9h com a missa das crianças – em alusão à data comemorativa dos pequenos – e que se estendeu até o fim da tarde, com a procissão luminosa comandada pelo cardeal Dom Paulo Cezar Costa.

“Sabemos que o país é laico e as pessoas têm a possibilidade de escolher a sua fé, então fazemos com muito orgulho a regularização dos templos religiosos, mostrando que a nossa capital tem liberdade para cultuar”

Celina Leão, vice-governadora

“É um evento que traz uma mensagem muito importante, que relembra às nossas crianças o momento de fé também”, afirmou a vice-governadora Celina Leão, que participou da missa solene. “Sabemos que Brasília é uma capital de muita fé, onde as pessoas vêm realmente para entregar o seu coração para Jesus.”

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=paPALwWSEvk[/embed]

Celina Leão destacou também o trabalho do Governo do Distrito Federal (GDF) em prol das religiões, garantindo a regularização de mais de 600 templos de diferentes crenças na capital. “Sabemos que o país é laico e as pessoas têm a possibilidade de escolher a sua fé, então fazemos com muito orgulho a regularização dos templos religiosos, mostrando que a nossa capital tem liberdade para cultuar a sua fé”, definiu.

Grande encontro

“Essa festa já é um encontro tradicional da nossa amada Arquidiocese de Brasília, onde o povo vem para celebrarmos juntos a nossa mãe, Maria, que é a padroeira do povo brasileiro”

Cardeal Dom Paulo Cezar Costa

Responsável por conduzir a solenidade final da festa, o arcebispo de Brasília interrompeu a participação no Sínodo no Vaticano só para estar presente à celebração de Nossa Senhora na Esplanada dos Ministérios, que já ocorre desde 1996. “Essa festa já é um encontro tradicional da nossa amada Arquidiocese de Brasília, onde o povo vem para celebrarmos juntos a nossa mãe, Maria, que é a padroeira do povo brasileiro”, definiu o cardeal.

Há três anos, em todo 12 de outubro, o cerimoniário Emerson de Assis, 24, vem do Novo Gama, em Goiás, até Brasília para vivenciar a celebração a Nossa Senhora Aparecida. “Sempre venho para poder estar rezando por ela”, disse. “Aqui é meu lugar, é onde eu convivo e posso estar na casa da mãe. Venho por mim e pela minha família”.

A freira e intérprete de Libras Liliane Nascimento, 24, também participa todos os anos da festa da padroeira. Mais do que rezar pela santa, ela auxilia pessoas surdas e com baixa visão fazendo a interpretação na Língua Brasileira dos Sinais. “Venho com os nossos fiéis do Instituto da Senhora do Brasil, porque é sempre um evento muito importante”, pontuou. “O nosso objetivo é estar ajudando na acessibilidade para que todos possam participar efetivamente da missa e de todos os momentos que acontecem aqui”.

Preparação e segurança

Dias antes da festa da padroeira, a região central começou a ser preparada, com serviços de zeladoria e manutenção na Catedral Metropolitana de Brasília executados pelas equipes do GDF e a reativação dos sinos – que, restaurados por meio de uma doação do Escritório de Taiwan no Brasil, voltaram a tocar após seis anos.

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), em parceria com o GDF Presente, fez a limpeza dos vitrais e das estátuas dos evangelistas, a lavagem do estacionamento e da parte da entrada da Catedral e a coleta de lixo em toda a área ao redor do monumento.

“Nós queremos que a nossa Catedral seja cada vez mais bonita”, ressaltou o cardeal Dom Paulo Cezar Costa. “Nós queremos que ela exerça sua missão de monumento de fé, mas também de monumento histórico, onde todo turista possa contemplá-la e encontrá-la bem-cuidada.”

Durante a festa, o policiamento foi reforçado para garantir a organização do evento e a segurança dos participantes. “As pessoas vêm com senso mais humanizado e espiritualizado”, observou a comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), coronel Ana Paula Habka. “É uma festa de tranquilidade, mas a corporação está sempre em todos os eventos e não poderia deixar de estar aqui. Nossos policiais estão todos aí para ajudar e colaborar”.

Convite ao papa Francisco

Na celebração de Nossa Senhora Aparecida, o cardeal Dom Paulo Cezar e a vice-governadora Celina Leão anunciaram o convite que foi feito pela Arquidiocese de Brasília e pelo GDF para que o papa Francisco participe das comemorações dos 60 anos da capital federal, em 2025.

O arcebispo disse que as cartas foram entregues durante sua passagem pelo Vaticano. Já a vice-governadora explicou que o governador Ibaneis Rocha também pretende levar o convite em mão ao principal representante da Igreja Católica. “Ficamos na expectativa de que ele venha mesmo atendendo um pedido não só de Brasília, mas de todo o Brasil”, comentou Celina Leão.

Festa de Nossa Senhora Aparecida, padroeira de Brasília, reúne centenas na Esplanada dos Ministérios

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As celebrações pelo Dia de Nossa Senhora Aparecida reuniram, ao longo deste sábado (12), centenas de pessoas na Esplanada dos Ministérios. Fiéis do Distrito Federal e Entorno se reuniram na área central da capital para celebrar a padroeira do Brasil e de Brasília em festa iniciada às 9h com a missa das crianças – em alusão à data comemorativa dos pequenos – e que se estendeu até o fim da tarde, com a procissão luminosa comandada pelo cardeal Dom Paulo Cezar Costa.

Missa solene foi celebrada, este ano, com uma novidade: a reativação dos sinos, que estavam sem tocar havia seis anos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

“Sabemos que o país é laico e as pessoas têm a possibilidade de escolher a sua fé, então fazemos com muito orgulho a regularização dos templos religiosos, mostrando que a nossa capital tem liberdade para cultuar”

Celina Leão, vice-governadora

“É um evento que traz uma mensagem muito importante, que relembra às nossas crianças o momento de fé também”, afirmou a vice-governadora Celina Leão, que participou da missa solene. “Sabemos que Brasília é uma capital de muita fé, onde as pessoas vêm realmente para entregar o seu coração para Jesus.”

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=paPALwWSEvk[/embed]

Celina Leão destacou também o trabalho do Governo do Distrito Federal (GDF) em prol das religiões, garantindo a regularização de mais de 600 templos de diferentes crenças na capital. “Sabemos que o país é laico e as pessoas têm a possibilidade de escolher a sua fé, então fazemos com muito orgulho a regularização dos templos religiosos, mostrando que a nossa capital tem liberdade para cultuar a sua fé”, definiu.

Grande encontro

“Essa festa já é um encontro tradicional da nossa amada Arquidiocese de Brasília, onde o povo vem para celebrarmos juntos a nossa mãe, Maria, que é a padroeira do povo brasileiro”

Cardeal Dom Paulo Cezar Costa

Responsável por conduzir a solenidade final da festa, o arcebispo de Brasília interrompeu a participação no Sínodo no Vaticano só para estar presente à celebração de Nossa Senhora na Esplanada dos Ministérios, que já ocorre desde 1996. “Essa festa já é um encontro tradicional da nossa amada Arquidiocese de Brasília, onde o povo vem para celebrarmos juntos a nossa mãe, Maria, que é a padroeira do povo brasileiro”, definiu o cardeal.

Emerson de Assis, cerimoniário: “Aqui é meu lugar, é onde eu convivo e posso estar na casa da mãe. Venho por mim e pela minha família”

Há três anos, em todo 12 de outubro, o cerimoniário Emerson de Assis, 24, vem do Novo Gama, em Goiás, até Brasília para vivenciar a celebração a Nossa Senhora Aparecida. “Sempre venho para poder estar rezando por ela”, disse. “Aqui é meu lugar, é onde eu convivo e posso estar na casa da mãe. Venho por mim e pela minha família”.

Irmã Liliane Nascimento, freira e intérprete de Libras: “O nosso objetivo é estar ajudando na acessibilidade para que todos possam participar efetivamente da missa e de todos os momentos que acontecem aqui”

A freira e intérprete de Libras Liliane Nascimento, 24, também participa todos os anos da festa da padroeira. Mais do que rezar pela santa, ela auxilia pessoas surdas e com baixa visão fazendo a interpretação na Língua Brasileira dos Sinais. “Venho com os nossos fiéis do Instituto da Senhora do Brasil, porque é sempre um evento muito importante”, pontuou. “O nosso objetivo é estar ajudando na acessibilidade para que todos possam participar efetivamente da missa e de todos os momentos que acontecem aqui”.

Preparação e segurança

Dias antes da festa da padroeira, a região central começou a ser preparada, com serviços de zeladoria e manutenção na Catedral Metropolitana de Brasília executados pelas equipes do GDF e a reativação dos sinos – que, restaurados por meio de uma doação do Escritório de Taiwan no Brasil, voltaram a tocar após seis anos.

Na Esplanada, fiéis se agruparam em uma cerimônia tranquila, com toda a segurança

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), em parceria com o GDF Presente, fez a limpeza dos vitrais e das estátuas dos evangelistas, a lavagem do estacionamento e da parte da entrada da Catedral e a coleta de lixo em toda a área ao redor do monumento.

“Nós queremos que a nossa Catedral seja cada vez mais bonita”, ressaltou o cardeal Dom Paulo Cezar Costa. “Nós queremos que ela exerça sua missão de monumento de fé, mas também de monumento histórico, onde todo turista possa contemplá-la e encontrá-la bem-cuidada.”

Durante a festa, o policiamento foi reforçado para garantir a organização do evento e a segurança dos participantes. “As pessoas vêm com senso mais humanizado e espiritualizado”, observou a comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), coronel Ana Paula Habka. “É uma festa de tranquilidade, mas a corporação está sempre em todos os eventos e não poderia deixar de estar aqui. Nossos policiais estão todos aí para ajudar e colaborar”.

Convite ao papa Francisco

Na celebração de Nossa Senhora Aparecida, o cardeal Dom Paulo Cezar e a vice-governadora Celina Leão anunciaram o convite que foi feito pela Arquidiocese de Brasília e pelo GDF para que o papa Francisco participe das comemorações dos 60 anos da capital federal, em 2025.

O arcebispo disse que as cartas foram entregues durante sua passagem pelo Vaticano. Já a vice-governadora explicou que o governador Ibaneis Rocha também pretende levar o convite em mão ao principal representante da Igreja Católica. “Ficamos na expectativa de que ele venha mesmo atendendo um pedido não só de Brasília, mas de todo o Brasil”, comentou Celina Leão.

Festa de Nossa Senhora Aparecida, padroeira de Brasília, reúne centenas na Esplanada dos Ministérios

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Missa solene foi celebrada, este ano, com uma novidade: a reativação dos sinos, que estavam sem tocar havia seis anos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

“Sabemos que o país é laico e as pessoas têm a possibilidade de escolher a sua fé, então fazemos com muito orgulho a regularização dos templos religiosos, mostrando que a nossa capital tem liberdade para cultuar”

Celina Leão, vice-governadora

“É um evento que traz uma mensagem muito importante, que relembra às nossas crianças o momento de fé também”, afirmou a vice-governadora Celina Leão, que participou da missa solene. “Sabemos que Brasília é uma capital de muita fé, onde as pessoas vêm realmente para entregar o seu coração para Jesus.”

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=paPALwWSEvk[/embed]

Celina Leão destacou também o trabalho do Governo do Distrito Federal (GDF) em prol das religiões, garantindo a regularização de mais de 600 templos de diferentes crenças na capital. “Sabemos que o país é laico e as pessoas têm a possibilidade de escolher a sua fé, então fazemos com muito orgulho a regularização dos templos religiosos, mostrando que a nossa capital tem liberdade para cultuar a sua fé”, definiu.

Grande encontro

“Essa festa já é um encontro tradicional da nossa amada Arquidiocese de Brasília, onde o povo vem para celebrarmos juntos a nossa mãe, Maria, que é a padroeira do povo brasileiro”

Cardeal Dom Paulo Cezar Costa

Responsável por conduzir a solenidade final da festa, o arcebispo de Brasília interrompeu a participação no Sínodo no Vaticano só para estar presente à celebração de Nossa Senhora na Esplanada dos Ministérios, que já ocorre desde 1996. “Essa festa já é um encontro tradicional da nossa amada Arquidiocese de Brasília, onde o povo vem para celebrarmos juntos a nossa mãe, Maria, que é a padroeira do povo brasileiro”, definiu o cardeal.

Emerson de Assis, cerimoniário: “Aqui é meu lugar, é onde eu convivo e posso estar na casa da mãe. Venho por mim e pela minha família”

Há três anos, em todo 12 de outubro, o cerimoniário Emerson de Assis, 24, vem do Novo Gama, em Goiás, até Brasília para vivenciar a celebração a Nossa Senhora Aparecida. “Sempre venho para poder estar rezando por ela”, disse. “Aqui é meu lugar, é onde eu convivo e posso estar na casa da mãe. Venho por mim e pela minha família”.

Irmã Liliane Nascimento, freira e intérprete de Libras: “O nosso objetivo é estar ajudando na acessibilidade para que todos possam participar efetivamente da missa e de todos os momentos que acontecem aqui”

A freira e intérprete de Libras Liliane Nascimento, 24, também participa todos os anos da festa da padroeira. Mais do que rezar pela santa, ela auxilia pessoas surdas e com baixa visão fazendo a interpretação na Língua Brasileira dos Sinais. “Venho com os nossos fiéis do Instituto da Senhora do Brasil, porque é sempre um evento muito importante”, pontuou. “O nosso objetivo é estar ajudando na acessibilidade para que todos possam participar efetivamente da missa e de todos os momentos que acontecem aqui”.

Preparação e segurança

Dias antes da festa da padroeira, a região central começou a ser preparada, com serviços de zeladoria e manutenção na Catedral Metropolitana de Brasília executados pelas equipes do GDF e a reativação dos sinos – que, restaurados por meio de uma doação do Escritório de Taiwan no Brasil, voltaram a tocar após seis anos.

Na Esplanada, fiéis se agruparam em uma cerimônia tranquila, com toda a segurança

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), em parceria com o GDF Presente, fez a limpeza dos vitrais e das estátuas dos evangelistas, a lavagem do estacionamento e da parte da entrada da Catedral e a coleta de lixo em toda a área ao redor do monumento.

“Nós queremos que a nossa Catedral seja cada vez mais bonita”, ressaltou o cardeal Dom Paulo Cezar Costa. “Nós queremos que ela exerça sua missão de monumento de fé, mas também de monumento histórico, onde todo turista possa contemplá-la e encontrá-la bem-cuidada.”

Durante a festa, o policiamento foi reforçado para garantir a organização do evento e a segurança dos participantes. “As pessoas vêm com senso mais humanizado e espiritualizado”, observou a comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), coronel Ana Paula Habka. “É uma festa de tranquilidade, mas a corporação está sempre em todos os eventos e não poderia deixar de estar aqui. Nossos policiais estão todos aí para ajudar e colaborar”.

Convite ao papa Francisco

Na celebração de Nossa Senhora Aparecida, o cardeal Dom Paulo Cezar e a vice-governadora Celina Leão anunciaram o convite que foi feito pela Arquidiocese de Brasília e pelo GDF para que o papa Francisco participe das comemorações dos 60 anos da capital federal, em 2025.

O arcebispo disse que as cartas foram entregues durante sua passagem pelo Vaticano. Já a vice-governadora explicou que o governador Ibaneis Rocha também pretende levar o convite em mão ao principal representante da Igreja Católica. “Ficamos na expectativa de que ele venha mesmo atendendo um pedido não só de Brasília, mas de todo o Brasil”, comentou Celina Leão.

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Asfalto leva dignidade, inclusão e acessibilidade a moradores do Sol Nascente

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À primeira vista, o asfalto pode até parecer um detalhe no cotidiano urbano, algo tão trivial que não chama a atenção nem mesmo de quem o percorre diariamente, apressado, em meio à rotina. Porém, para Alessandra Morais de Andrade, moradora do Sol Nascente há 14 anos, essa simples melhoria na infraestrutura tem um significado enorme: é sinônimo de acessibilidade, dignidade e liberdade especialmente para o seu filho Felipe, de 24 anos, que tem paralisia cerebral.

Ao ver a rua onde mora com a família pavimentada, a vigilante Alessandra de Andrade empurrou sem dificuldades a cadeira de rodas que o filho Felipe usa diariamente para se locomover e acessar serviços básicos, como saúde e educação | Foto: Lucio Bernardo Jr/Agência Brasília

Residente da Chácara 142 A, a vigilante de 41 anos, ao ver a rua onde mora com a família pavimentada, não conteve a emoção e registrou em vídeo a felicidade de quem, pela primeira vez, pôde empurrar sem dificuldades a cadeira de rodas que o jovem usa diariamente para se locomover e acessar serviços básicos, como saúde e educação.

“Aqui, não tinha como ele chegar na esquina; era impossível por conta dos buracos e já aconteceu até mesmo de ele cair, porque a cadeira acabou virando”, lembra. “A chegada do asfalto foi um verdadeiro divisor de águas para a gente. Há muitos anos que a gente vinha pedindo por essa infraestrutura básica, que só veio graças a este Governo do Distrito Federal (GDF)”, completa.

 

Para garantir que Felipe continuasse a frequentar o Centro de Ensino Especial 01, em Ceilândia, foi preciso contar com a solidariedade do motorista do ônibus escolar Gabriel Lins e da monitora Brenda Campos. Eles se desdobravam para buscar o jovem na porta de casa. “Mesmo assim, tinha dias em que eles não podiam descer do ônibus para buscá-lo e meu filho não ia à aula. Eu sentia que sem o asfalto meu filho ficava ilhado”, conta Alessandra.

Uma realidade que, segundo a mãe, o filho não precisará viver novamente. “Um asfalto muda a realidade de uma pessoa. É uma infraestrutura básica e, por mais que para boa parte da sociedade pareça bobagem, para quem vive uma realidade como a nossa é outra vida. Isso sem falar nos dias em que passamos aperto por conta da poeira e da lama, que entravam na nossa casa”.

Para Alessandra Morais de Andrade, moradora do Sol Nascente há 14 anos, essa simples melhoria na infraestrutura tem um significado enorme: é sinônimo de acessibilidade, dignidade e liberdade especialmente para o seu filho Felipe, de 24 anos, que tem paralisia cerebral

Dignidade

Histórias como a de Alessandra e vizinhos encontram eco entre os mais de 95 mil moradores do Sol Nascente/Pôr do Sol, uma cidade que abandonou, com este Governo do Distrito Federal (GDF), o rótulo de “maior favela do país” para se tornar uma região administrativa.

“Desde que o governador Ibaneis Rocha criou a 32ª RA do DF, o Sol Nascente vem passando por grandes transformações, principalmente em relação às obras de infraestrutura. Essas melhorias fortalecem o sentido de comunidade e cidadania entre os moradores do Sol Nascente”, destaca o administrador regional da cidade, Cláudio Ferreira.

A mudança do status veio acompanhada de um investimento significativo em obras de saneamento básico, água, luz e equipamentos públicos. Desde 2019, o Executivo já investiu mais de R$ 630 milhões em obras de infraestrutura na cidade, incluindo a pavimentação de ruas e avenidas.

“Cada metro de pavimento que colocamos não é apenas um asfalto ou piso intertravado, é dignidade, conforto e qualidade de vida para as pessoas que mais precisam. Nosso compromisso é fazer com que essa transformação chegue a todas as famílias, levando esperança e melhores condições de vida a toda a comunidade”

                           Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura

“A chegada do asfalto é mais do que uma obra de infraestrutura. É a realização de um sonho para quem vive aqui, enfrentando desafios diários por falta de pavimentação”, enfatiza o secretário de Obras e Infraestrutura do DF, Valter Casimiro. “Cada metro de pavimento que colocamos não é apenas um asfalto ou piso intertravado, é dignidade, conforto e qualidade de vida para as pessoas que mais precisam. Nosso compromisso é fazer com que essa transformação chegue a todas as famílias, levando esperança e melhores condições de vida a toda a comunidade”, prossegue o titular da pasta.

Obras

Mais do que pavimentar ruas, o GDF trabalha para mudar a vida de quem mora na cidade. Um dos pontos críticos enfrentados pelo governo é o recorrente problema de enxurradas e alagamentos que assolam a região nos períodos de chuva.

Para deixar essa realidade no passado, equipes da Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF trabalham na instalação de uma extensa e moderna rede de drenagem de águas pluviais composta por bacias de retenção e galerias feitas com aduelas de concreto de 6,76 m² de área, cada uma.

No âmbito do saneamento básico, são investidos mais de R$ 60 milhões para ampliar o acesso dos moradores à água potável e esgoto tratado.

Já são mais de 90 mil pessoas atendidas pela nova rede de esgotamento e 95% dos lares com redes de abastecimento de água. Além disso, 26 mil imóveis têm ligações de água regulares, e 20 mil, ligações de esgoto legais.

Esse marco só foi alcançado com a construção de 259 km de rede de esgoto e 177 km de rede de água nos três trechos da cidade. Essa extensão de rede equivale ao percurso entre Brasília e Goiânia. Toda essa infraestrutura está integrada a seis estações elevatórias de esgoto bruto (EEBs) construídas na região administrativa.

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Asfalto leva dignidade, inclusão e acessibilidade a moradores do Sol Nascente

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À primeira vista, o asfalto pode até parecer um detalhe no cotidiano urbano, algo tão trivial que não chama a atenção nem mesmo de quem o percorre diariamente, apressado, em meio à rotina. Porém, para Alessandra Morais de Andrade, moradora do Sol Nascente há 14 anos, essa simples melhoria na infraestrutura tem um significado enorme: é sinônimo de acessibilidade, dignidade e liberdade especialmente para o seu filho Felipe, de 24 anos, que tem paralisia cerebral.

Ao ver a rua onde mora com a família pavimentada, a vigilante Alessandra de Andrade empurrou sem dificuldades a cadeira de rodas que o filho Felipe usa diariamente para se locomover e acessar serviços básicos, como saúde e educação | Foto: Lucio Bernardo Jr/Agência Brasília

Residente da Chácara 142 A, a vigilante de 41 anos, ao ver a rua onde mora com a família pavimentada, não conteve a emoção e registrou em vídeo a felicidade de quem, pela primeira vez, pôde empurrar sem dificuldades a cadeira de rodas que o jovem usa diariamente para se locomover e acessar serviços básicos, como saúde e educação.

“Aqui, não tinha como ele chegar na esquina; era impossível por conta dos buracos e já aconteceu até mesmo de ele cair, porque a cadeira acabou virando”, lembra. “A chegada do asfalto foi um verdadeiro divisor de águas para a gente. Há muitos anos que a gente vinha pedindo por essa infraestrutura básica, que só veio graças a este Governo do Distrito Federal (GDF)”, completa.

 

Para garantir que Felipe continuasse a frequentar o Centro de Ensino Especial 01, em Ceilândia, foi preciso contar com a solidariedade do motorista do ônibus escolar Gabriel Lins e da monitora Brenda Campos. Eles se desdobravam para buscar o jovem na porta de casa. “Mesmo assim, tinha dias em que eles não podiam descer do ônibus para buscá-lo e meu filho não ia à aula. Eu sentia que sem o asfalto meu filho ficava ilhado”, conta Alessandra.

Uma realidade que, segundo a mãe, o filho não precisará viver novamente. “Um asfalto muda a realidade de uma pessoa. É uma infraestrutura básica e, por mais que para boa parte da sociedade pareça bobagem, para quem vive uma realidade como a nossa é outra vida. Isso sem falar nos dias em que passamos aperto por conta da poeira e da lama, que entravam na nossa casa”.

Para Alessandra Morais de Andrade, moradora do Sol Nascente há 14 anos, essa simples melhoria na infraestrutura tem um significado enorme: é sinônimo de acessibilidade, dignidade e liberdade especialmente para o seu filho Felipe, de 24 anos, que tem paralisia cerebral

Dignidade

Histórias como a de Alessandra e vizinhos encontram eco entre os mais de 95 mil moradores do Sol Nascente/Pôr do Sol, uma cidade que abandonou, com este Governo do Distrito Federal (GDF), o rótulo de “maior favela do país” para se tornar uma região administrativa.

“Desde que o governador Ibaneis Rocha criou a 32ª RA do DF, o Sol Nascente vem passando por grandes transformações, principalmente em relação às obras de infraestrutura. Essas melhorias fortalecem o sentido de comunidade e cidadania entre os moradores do Sol Nascente”, destaca o administrador regional da cidade, Cláudio Ferreira.

A mudança do status veio acompanhada de um investimento significativo em obras de saneamento básico, água, luz e equipamentos públicos. Desde 2019, o Executivo já investiu mais de R$ 630 milhões em obras de infraestrutura na cidade, incluindo a pavimentação de ruas e avenidas.

“Cada metro de pavimento que colocamos não é apenas um asfalto ou piso intertravado, é dignidade, conforto e qualidade de vida para as pessoas que mais precisam. Nosso compromisso é fazer com que essa transformação chegue a todas as famílias, levando esperança e melhores condições de vida a toda a comunidade”

                           Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura

“A chegada do asfalto é mais do que uma obra de infraestrutura. É a realização de um sonho para quem vive aqui, enfrentando desafios diários por falta de pavimentação”, enfatiza o secretário de Obras e Infraestrutura do DF, Valter Casimiro. “Cada metro de pavimento que colocamos não é apenas um asfalto ou piso intertravado, é dignidade, conforto e qualidade de vida para as pessoas que mais precisam. Nosso compromisso é fazer com que essa transformação chegue a todas as famílias, levando esperança e melhores condições de vida a toda a comunidade”, prossegue o titular da pasta.

Obras

Mais do que pavimentar ruas, o GDF trabalha para mudar a vida de quem mora na cidade. Um dos pontos críticos enfrentados pelo governo é o recorrente problema de enxurradas e alagamentos que assolam a região nos períodos de chuva.

Para deixar essa realidade no passado, equipes da Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF trabalham na instalação de uma extensa e moderna rede de drenagem de águas pluviais composta por bacias de retenção e galerias feitas com aduelas de concreto de 6,76 m² de área, cada uma.

No âmbito do saneamento básico, são investidos mais de R$ 60 milhões para ampliar o acesso dos moradores à água potável e esgoto tratado.

Já são mais de 90 mil pessoas atendidas pela nova rede de esgotamento e 95% dos lares com redes de abastecimento de água. Além disso, 26 mil imóveis têm ligações de água regulares, e 20 mil, ligações de esgoto legais.

Esse marco só foi alcançado com a construção de 259 km de rede de esgoto e 177 km de rede de água nos três trechos da cidade. Essa extensão de rede equivale ao percurso entre Brasília e Goiânia. Toda essa infraestrutura está integrada a seis estações elevatórias de esgoto bruto (EEBs) construídas na região administrativa.

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“Culpa da Enel”, “cadê o prefeito”: como Nunes e Boulos usam o apagão

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São Paulo — O temporal que atingiu parte do estado de São Paulo noite dessa sexta-feira (11/10) e que chegou a provocar interrupção do fornecimento de energia em mais de 2 milhões de imóveis atendidos pela Enel foi politicamente explorado nas redes sociais dos dois candidatos ao segundo turno das eleições para a Prefeitura da capital. O deputado federal Guilherme Boulos (PSol) usou os problemas provocados pela falta de luz e quedas de árvores para questionar a gestão de Ricardo Nunes (MDB). O prefeito, por sua vez, voltou suas críticas à distribuidora de energia.

Boulos começou a publicar vídeos no Instagram ainda na noite de sexta. O candidato mora no Campo Limpo, na zona sul da cidade, uma das áreas mais afetadas pela falta de energia. “Bom dia, 12 horas sem energia”, dizia ele em uma postagem feita de sua residência.

“Descaso completo, essa é a situação de uma cidade que ao mesmo tempo não tem prefeito e tem uma companhia elétrica que, a gente já sabe, é uma tragédia”, criticou. Boulos fez uma sequência de Stories em que visitou locais afetados por quedas de árvores.

1 de 4

Árvore caída no bairro Jaguaré, na zona oeste

Camila Olivo/ Metrópoles
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Queda de árvore em Perdizes, bairro na zona oeste de SP

Luiz Vassalo/ Metrópoles
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Entrada de condomínio residencial interditada pela queda de árvores

Jéssica Bernardo/ Metrópoles
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Condomínio residencial na zona sul de SP

Jéssica Bernardo/ Metrópoles

No Morro da Lua, comunidade na zona sul, conversou com uma moradora que reclamava da falta de poda e corte de árvores por parte da prefeitura. “Apararam dois galhos e foram embora dois anos atrás”, disse a mulher. Depois, na Comunidade do Mangue, na zona leste, Boulos visitou uma casa parcialmente destruída pela queda de uma árvore.

“O prefeito de São Paulo precisa assumir a sua responsabilidade”, dizia o candidato, que compartilhou vídeos de outros moradores afetados que usavam a hashtag “cadê o prefeito”.

“Culpa da Enel”

Nunes, por sua vez, começou as postagens na noite de sexta-feira enfatizando o trabalho de equipes da prefeitura nas ruas e mudou o tom já na madrugada deste sábado (12/10), responsabilizando a Enel pelo caos na cidade.

O candidato a reeleição fez publicações mostrando locais onde funcionários da Defesa Civil atuavam na remoção de árvores e galhos caídos. “Paciência, né, pessoal, esses ventos muito fortes acabaram derrubando árvores, gerando problema, mas estamos aqui com toda a equipe”, disse em um vídeo.

Ele também citou a compra de caminhões para a Defesa Civil, que estavam contribuindo para os trabalhos que classificou como uma “pronta-resposta” da prefeitura.

Um comitê de crise foi montado na central de monitoramento da cidade, chamada de SmartSampa. De lá, Nunes postou vídeos em que mostrava a ação de equipes da prefeitura em tempo real. “Da nossa parte tudo ok, só aguardando a Enel”.

“A Enel está dando problema novamente”, disse em outro vídeo. O prefeito explicava, nas postagens, que a prefeitura dependia da presença de funcionários da empresa, seja para desenergizar a rede e permitir a retirada de galhos, seja para retomar o fornecimento de energia.

Sobre os semáforos sem funcionar na cidade, disse: “118 apagados por fala de energia, culpa da Enel e não da prefeitura”.

“Mais uma vez, a Enel dando problema para a nossa cidade”, reclamou Nunes, que também jogou a responsabilidade para o governo federal do PT, que apoia a chapa de Boulos, lembrando que a “Enel é concessão, regulação, fiscalização do governo federal”.

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“Culpa da Enel”, “cadê o prefeito”: como Nunes e Boulos usam o apagão

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São Paulo — O temporal que atingiu parte do estado de São Paulo noite dessa sexta-feira (11/10) e que chegou a provocar interrupção do fornecimento de energia em mais de 2 milhões de imóveis atendidos pela Enel foi politicamente explorado nas redes sociais dos dois candidatos ao segundo turno das eleições para a Prefeitura da capital. O deputado federal Guilherme Boulos (PSol) usou os problemas provocados pela falta de luz e quedas de árvores para questionar a gestão de Ricardo Nunes (MDB). O prefeito, por sua vez, voltou suas críticas à distribuidora de energia.

Boulos começou a publicar vídeos no Instagram ainda na noite de sexta. O candidato mora no Campo Limpo, na zona sul da cidade, uma das áreas mais afetadas pela falta de energia. “Bom dia, 12 horas sem energia”, dizia ele em uma postagem feita de sua residência.

“Descaso completo, essa é a situação de uma cidade que ao mesmo tempo não tem prefeito e tem uma companhia elétrica que, a gente já sabe, é uma tragédia”, criticou. Boulos fez uma sequência de Stories em que visitou locais afetados por quedas de árvores.

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Árvore caída no bairro Jaguaré, na zona oeste

Camila Olivo/ Metrópoles
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Queda de árvore em Perdizes, bairro na zona oeste de SP

Luiz Vassalo/ Metrópoles
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Entrada de condomínio residencial interditada pela queda de árvores

Jéssica Bernardo/ Metrópoles
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Condomínio residencial na zona sul de SP

Jéssica Bernardo/ Metrópoles

No Morro da Lua, comunidade na zona sul, conversou com uma moradora que reclamava da falta de poda e corte de árvores por parte da prefeitura. “Apararam dois galhos e foram embora dois anos atrás”, disse a mulher. Depois, na Comunidade do Mangue, na zona leste, Boulos visitou uma casa parcialmente destruída pela queda de uma árvore.

“O prefeito de São Paulo precisa assumir a sua responsabilidade”, dizia o candidato, que compartilhou vídeos de outros moradores afetados que usavam a hashtag “cadê o prefeito”.

“Culpa da Enel”

Nunes, por sua vez, começou as postagens na noite de sexta-feira enfatizando o trabalho de equipes da prefeitura nas ruas e mudou o tom já na madrugada deste sábado (12/10), responsabilizando a Enel pelo caos na cidade.

O candidato a reeleição fez publicações mostrando locais onde funcionários da Defesa Civil atuavam na remoção de árvores e galhos caídos. “Paciência, né, pessoal, esses ventos muito fortes acabaram derrubando árvores, gerando problema, mas estamos aqui com toda a equipe”, disse em um vídeo.

Ele também citou a compra de caminhões para a Defesa Civil, que estavam contribuindo para os trabalhos que classificou como uma “pronta-resposta” da prefeitura.

Um comitê de crise foi montado na central de monitoramento da cidade, chamada de SmartSampa. De lá, Nunes postou vídeos em que mostrava a ação de equipes da prefeitura em tempo real. “Da nossa parte tudo ok, só aguardando a Enel”.

“A Enel está dando problema novamente”, disse em outro vídeo. O prefeito explicava, nas postagens, que a prefeitura dependia da presença de funcionários da empresa, seja para desenergizar a rede e permitir a retirada de galhos, seja para retomar o fornecimento de energia.

Sobre os semáforos sem funcionar na cidade, disse: “118 apagados por fala de energia, culpa da Enel e não da prefeitura”.

“Mais uma vez, a Enel dando problema para a nossa cidade”, reclamou Nunes, que também jogou a responsabilidade para o governo federal do PT, que apoia a chapa de Boulos, lembrando que a “Enel é concessão, regulação, fiscalização do governo federal”.

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Radar que mais multa em SP flagra 112 infrações ao dia. Veja onde fica

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São Paulo — O radar que mais multa em São Paulo está longe de ser aquele onde há mais tráfego de veículos. O equipamento que flagra o excesso de velocidade na altura do número 2.453 da Alameda Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins, detectou quase 17 mil infrações somente entre janeiro e maio deste ano.

O radar da Gabriel Monteiro da Silva multa apenas quem trafega no sentido da Marginal Pinheiros para a região central da cidade. O limite de velocidade no local é de 40 km/h, porque nas proximidades há uma praça e escola infantil.

O zelador Ernane Silva, 52 anos, diz que o radar da Gabriel Monteiro da Silva é o que mais multa porque os motoristas abusam do excesso de velocidade. “O pessoal que circula aqui na região é irresponsável com a velocidade, porque tem uma escola infantil aqui do lado. [Também] Não têm respeito com a faixa de pedestre”, afirma.

Segundo o zelador, o desrespeito leva até a acidentes. “De dez motoristas, nove não respeitam a velocidade. É normal você ver o cara pisando no freio perto do radar. Em dois meses, já teve dois engavetamentos aqui”, afirma. “Se não houvesse excesso de velocidade, não teria multa.”

Veja os radares que mais multam em SP*

  1. Al. Gabriel Monteiro da Silva (Marg. Pinheiros/Centro), 2.453 – 16.968
  2. Marginal Pinheiros Pista Expressa (Interlagos/Castelo Branco) a menos 15 metros da Ponte Eusébio Matoso – 15.803
  3. Av Embaixador Macedo Soares (Castelo Branco/Ayrton Senna) N10001 – 15.598
  4. Av. Eusébio Matoso (Centro/Bairro) a mais 70 metros da R. Cardeal Arcoverde – 15.420
  5. Av. Nove de Julho (Centro/Bairro), 2.054 – 14.916
  6. Av. Eusébio Matoso (Bairro/Centro) a menos 5 metros da R. São Columbano – 14.803
  7. Marg. Tietê, Pista Central (Ayrton Senna/Castelo Branco) a menos 28 metros da Ponte das Bandeiras – 14.659
  8. Av. Queiroz Filho (Centro/Bairro), 1.700 – 13.605
  9. Av. Paulo 6º (Pinheiros/Sumaré) a mais 35 metros da R. Lisboa – 13.570
  10. Av. Alcântara Machado (Centro/Bairro), 638 – 13.409

*Entre janeiro e maio

A opinião do zelador é compartilhada pela professora Talita Moreira, 30 anos. “O pessoal acelera muito, principalmente para passar no semáforo. Não respeitam”, diz.

A professora afirma que em outros pontos da via, onde a velocidade também é limitada a 40 km/h, pedestres correm riscos. “É um grande perigo para atravessar”, diz.

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Veículo trafega pela Alameda Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins, em São Paulo

William Cardoso/Metrópoles
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Veículo trafega pela Alameda Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins, em São Paulo

William Cardoso/Metrópoles
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Veículo trafega pela Alameda Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins, em São Paulo

William Cardoso/Metrópoles
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Veículo trafega pela Alameda Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins, em São Paulo

William Cardoso/Metrópoles
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Veículo trafega pela Alameda Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins, em São Paulo

William Cardoso/Metrópoles
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Veículo trafega pela Alameda Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins, em São Paulo

William Cardoso/Metrópoles
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Veículo trafega pela Alameda Gabriel Monteiro da Silva, nos Jardins, em São Paulo

William Cardoso/Metrópoles

Também professora, Aline Paiva, 31 anos, caminha diariamente pela Gabriel Monteiro da Silva e reclama do excesso de velocidade dos veículos. “É difícil para atravessar, temos que ficar esperando os carros [pararem]”, diz.

Como o radar multa apenas veículos que circulam no sentido centro, motoristas que seguem em direção à Marginal Pinheiros abusam da velocidade.

Histórico

De forma geral, os motoristas têm sido menos multados na capital paulista em 2024. No primeiro semestre, foram registradas 2,3 milhões de infrações, ante 4,6 milhões em 2023, uma queda de 48,8%, segundo o Observatório Mobilidade Segura, da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT), da prefeitura.

A modernização dos radares na cidade pode ter contribuído para que locais que, historicamente, aparecem na liderança das multas tenham cedido o topo do ranking ao equipamento da Gabriel Monteiro da Silva.

O que diz a prefeitura

A Prefeitura de São Paulo diz que o desrespeito à sinalização e às leis de trânsito é a principal causa de sinistros de trânsito. “Somente em 2023, a CET [Companhia de Engenharia de Tráfego] destinou R$ 54,1 milhões para atividades de educação no trânsito, um aumento de 30% em relação ao ano anterior. Desde 2021, foram aplicados em educação de trânsito R$ 185 milhões”, afirma.

A Secretaria de Mobilidade e Trânsito e a CET dizem que monitoram constantemente o fluxo de trânsito, posicionando os equipamentos de fiscalização eletrônica nas áreas de maior risco de acidentes.

“Os radares não apenas registram, mas também têm o objetivo de coibir infrações. Todos os dispositivos de fiscalização eletrônica estão devidamente sinalizados, conforme a legislação vigente. Além disso, a fiscalização na cidade é reforçada por rondas realizadas pelas equipes”, afirma.

A CET diz que em seu site é possível consultar um mapa georreferenciado com a localização de todos os radares da cidade, além dos tipos de infrações que cada um fiscaliza.

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Temporal deixa três mortos no interior de São Paulo

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Três pedestres –  uma mulher, uma criança e um idoso  – foram atingidos pela queda de um muro de blocos por volta das 18h, no bairro Samambaia, em Bauru, no interior paulista, segundo a Defesa Civil estadual. A região foi atingida por fortes chuvas e rajadas de vento, que atravessaram o interior do estado do Oeste em direção ao litoral, atingindo a capital no começo da noite.

As chuvas atingiram diversas cidades do interior, com registro de precipitação com granizo e queda de árvores em Presidente Prudente e em Nova Odessa. 

Na Região Metropolitana de São Paulo, houve registros nas redes sociais de queda de árvores e de falta de luz em bairros da zona oeste da capital, como Pinheiros, e interrupção nas regiões da Vila Leopoldina e Barra Funda. A linha 9 da CPTM, que liga Osasco à zona sul de São Paulo, teve trechos interrompidos e maior tempo de parada. As estações Mendes-Vila Natal e Socorro estão sem energia, sem previsão de normalização. 

O Centro de Gerenciamento de Emergências da prefeitura de São Paulo confirmou seis pontos de alagamento na cidade, um deles intransitável. Segundo o Corpo de Bombeiros, a região teve registro de 14 quedas de árvores e 2 desabamentos. Em um deles, em Cotia, a Defesa Civil informou que a queda de um muro feriu outras três pessoas, duas com gravidade.

Aeroporto

A Aena, concessionária responsável pelo aeroporto de Congonhas, informou que teve as operações de pousos e decolagens suspensas das 19h53 às 20h12, e recomendou aos passageiros que entrem em contato com as companhias aéreas para verificar a situação de seus voos. 

Neste período, seis voos que pousariam em Congonhas foram alternados para outros aeroportos e duas decolagens foram canceladas.

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