Biblioteca da Fepecs passa a funcionar em novo horário

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

O mês de setembro começa com uma novidade para os usuários da Biblioteca Central (BCE) da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). A partir desta segunda-feira (2), o local funcionará com novo horário, das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira.

Demanda por ampliação do horário já havia sido registrada, mas só pôde ser atendida após uma readequação da logística da biblioteca | Foto: Divulgação/Fepecs

Com a ampliação do expediente, o público-alvo poderá usufruir de todos os serviços da biblioteca, que incluem consulta e empréstimo de livros, acesso às bases de dados e ao portal de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes), além de wi-fi gratuito e utilização dos espaços de estudo.

Segundo o coordenador da BCE, Maurício Marques, a ampliação do horário era uma demanda antiga dos estudantes, e só foi possível graças a uma readequação de logística e aumento do quadro de pessoal da biblioteca. “Com a chegada de novos servidores, provenientes da nomeação do concurso da carreira de políticas públicas e gestão governamental, conseguimos realizar essa expansão”, explica. Os novos servidores chegaram há cerca de três meses.

Somente em agosto, mais de 6 mil pessoas circularam na biblioteca central, e a expectativa é que o novo horário proporcione ainda mais comodidade e acessibilidade. “[Os discentes] geralmente têm uma grade diurna e muitas vezes saem das aulas e das ações nos cenários de saúde e tutoriais e fazem uso da biblioteca para estudos e pesquisas após essas atividades”, aponta Maurício.

Melhorias na estrutura física

Pensando em atender melhor às necessidades  de estudantes, preceptores, docentes, residentes e pesquisadores que frequentam a biblioteca da Fepecs, já está em andamento um novo projeto estrutural para a BCE. A previsão é que em 2025 a unidade ganhe novas salas de estudos e uma sala direcionada para a realização de treinamentos.

Fundada em 2005, a BCE faz parte da Rede de Bibliotecas (Rebis), composta por dez delas, divididas entre hospitais e outras unidades da estrutura da Secretaria de Saúde (SES-DF). Tendo como foco as ciências da saúde, o acervo da BCE é atualizado a partir de sugestões dos professores, do centro acadêmico ou dos próprios alunos. 

*Com informações da Fepecs

[ad_2] Source link
Share:

Festival Paredão Ocupa o Museu vai tomar conta do CCBB RJ em setembro

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB RJ) recebe a partir do dia 26 de setembro o Festival Paredão Ocupa o Museu. Trata-se de um festival gratuito de grandes estruturas sonoras, os chamados “paredões”. “No Brasil, a gente tem esse sistema de som, ou paredão, que nada mais é do que uma caixa (de som) em cima de outra, formando grandes paredões sonoros”, explicou à Agência Brasil a produtora executiva e uma das idealizadoras do evento, Lisa Brito.

De acordo com ela, o festival apresenta muitos formatos, ritmos e diferentes estilos, com diversos temas musicais e formas de dançar. “Esse paredão se propõe a trazer um pouco dessa musicalidade presente no resto do Brasil”, disse.

A programação será dividida em três noites temáticas, das 20h até 2h, nos dias 26, 27 e 28 de setembro quando se apresentarão a Aparelhagem Crocodilo do Pará, a Radiola de Reggae do Maranhão e o Paredão do Hulk de Funk do Rio de Janeiro, respectivamente.

Lisa informou que a grande proposta do festival “é unir essas grandes estruturas sonoras e diferentes festas populares com a perspectiva do museu, que tem outra linguagem, outra narrativa. O Festival Paredão Ocupa o Museu vai falar um pouco sobre isso”.

Debates

Paralelo ao festival, outras atrações, como uma feira gastronômica que trará comidas típicas das regiões, serão oferecidas ao público. Está previsto também um ciclo de debates sobre a cultura dos paredões e suas influências, com a participação dos curadores e artistas de cada gênero musical.

Os debates ocorrerão nos mesmos dias, com entrada gratuita e classificação livre. O será realizado no lado de fora do CCBB RJ, tendo em vista o tamanho das estruturas, com 20 metros de altura cada, informou a produtora-executiva do festival.

Lisa Brito explicou que, embora não seja um museu, o Centro Cultural Banco do Brasil foi escolhido para abrigar essa primeira edição do Festival Paredão Ocupa o Museu porque os organizadores acharam interessante unir a perspectiva de um lugar onde, muitas vezes, se fala de uma cultura de linguajar mais intelectual, com uma questão mais periférica e popular. “Acabou que a gente achou que o CCBB se encaixava perfeitamente para esse projeto”, disse. O festival foi apresentado e aprovado no edital cultural do CCBB RJ.

Atrações

Lisa informou ainda que, em todas as três noites, se apresentará também o paredão automotivo, que está muito presente em Goiás, São Paulo e no interior do país, de maneira geral. Serão dois palcos montados, mas não funcionarão ao mesmo tempo, uma vez que está se falando de grandes estruturas sonoras, esclareceu.

Entre as atrações confirmadas, destacam-se Radiola Freedom FM, Célia Sampaio, Núbia e VJ Nayra Albuquerque, representando o Maranhão; Aparelhagem Crocodilo, Maderito e VJ Astigma, representando o Pará; A Coisona, do Rio de Janeiro, e Rayssa Dias, do brega funk de Pernambuco, no segmento de funk; além do Paredão do Hulk, no segmento de sons automotivos.

Desenvolvidos ao longo de anos por artistas periféricos, esses movimentos refletem a diversidade sonora do Brasil, abrangendo gêneros como funk, tecnobrega e reggae. A gerente-geral do CCBB RJ, Sueli Voltarelli, ressaltou a importância de se dar cada vez mais visibilidade aos ritmos e à produção cultural de todo o Brasil, “para que sejam valorizadas em sua multiplicidade e se tornem acessíveis ao público de maneira geral”.

Voltarelli disse que a diversidade é uma marca da programação do CCBB. “Esse projeto reúne diversas características do nosso propósito de ampliar a conexão dos brasileiros com a cultura. E, neste ano, em que o CCBB RJ completa 35 anos de atividade, realizar o Paredão significa “amplificar as vozes dessas pessoas e mais uma vez contribuir para que a arte inspire, sensibilize, promova o pensamento crítico e possa impactar vidas”, destacou.

A programação completa será divulgada no site e nas redes sociais do CCBB RJ.

[ad_2] Source link
Share:

Treze pessoas são presas por estelionato contra Caixa Econômica

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

A Polícia Federal, em coordenação com a Polícia Rodoviária Federal, desarticulou uma associação criminosa especializada na utilização de documentos digitais falsos para cometer estelionato contra a Caixa Econômica Federal. A operação ocorreu nessa sexta-feira (30). Segundo a corporação, o grupo operava de forma altamente organizada e sofisticada, explorando brechas no sistema financeiro digital para obter ganhos ilícitos.

Na ação, foram presos em flagrante oito homens e cinco mulheres em Santana do Livramento e Porto Alegre, ambas no Rio Grande do Sul, pelos crimes de estelionato majorado, falsificação de documentos, uso de documento falso e associação criminosa.

As investigações revelaram que o grupo iniciava suas atividades através da obtenção ilegal de informações pessoais de terceiros. Esses dados eram obtidos por meio de táticas de phishing, compra de informações em mercados ilegais e, em alguns casos, por meio da invasão de sistemas de empresas que armazenam essas informações.

De posse desses dados, os investigados utilizavam ferramentas avançadas de edição gráfica para falsificar documentos digitais, criados com um nível de qualidade que dificultava a detecção de fraude pelas instituições financeiras.

Com os documentos falsos em mãos, os criminosos se passavam por terceiros e realizavam diversos saques em espécie nas contas das vítimas. A operação criminosa causou prejuízos significativos à instituição financeira e às vítimas cujos dados foram comprometidos.

[ad_2] Source link
Share:

ONS confirma apagão em Roraima; fornecimento de energia foi retomado

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirmou a ocorrência de um apagão generalizado neste domingo (1º) em Roraima, que tem distribuição isolada do resto do país. A capital Boa Vista e partes do interior do estado foram atingidos.

Segundo o ONS, houve um desligamento automático do sistema, contava com carga ordem de 85 MW no momento. O abastecimento foi retomado às 13h40.

O órgão deve divulgar relatório após apurar a causa do problema e os responsáveis.

A Agência Brasil tenta contato com a Roraima Energia, empresa responsável pelo abastecimento do estado e pela gestão de cinco termelétricas. Roraima é o único estado do país que não tem integração com o Sistema interligado Nacional.

[ad_2] Source link
Share:

Projeto Não Temas, Maria! é lançado em parceria com a Igreja Católica

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

Na noite deste sábado (31), a Secretaria da Mulher do Distrito Federal, em parceria com a Arquidiocese de Brasília, lançou o projeto Não Temas, Maria!. O evento, realizado no Auditório Pedro Calmon, reuniu lideranças religiosas, sociais e representantes da sociedade civil para discutir a importância da dignidade feminina, a prevenção à violência e o fortalecimento de uma rede de apoio comunitária. O evento marcou o encerramento das ações do Agosto Lilás, mês dedicado ao enfrentamento à violência contra a mulher.

Brasília torna-se pioneira ao desenvolver uma ação conjunta e efetiva com a Arquidiocese. Não Temas, Maria! foi criado para promover formações, debates e ações educativas que conscientizem a população sobre a violência de gênero e incentivem a prevenção. O objetivo é que o projeto atue nas comunidades religiosas, ampliando o acesso à informação e oferecendo um apoio direto e humanizado às mulheres que, muitas vezes, não sabem a quem recorrer diante da violência.

Brasília torna-se pioneira ao desenvolver uma ação conjunta e efetiva com a Arquidiocese | Foto: Divulgação/SMDF

A Secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou a importância da iniciativa para a proteção das mulheres no Distrito Federal: “Este lançamento representa um passo importante para transformar a vida de muitas mulheres no DF. Queremos chegar a todas as mulheres que precisam de apoio e proteção, garantindo que encontrem em suas comunidades um lugar seguro e acolhedor.”

Durante o evento, a Secretaria da Mulher e a Arquidiocese de Brasília assinaram um termo de intenção para a realização de ações conjuntas baseadas no projeto. O acordo reforça o compromisso das duas instituições em colaborar ativamente no combate à violência contra as mulheres e na construção de um ambiente de acolhimento e proteção.

O Arcebispo de Brasília, Dom Paulo Cezar Costa, enfatizou a importância dessa colaboração: “O projeto nasce com a ideia de criar uma grande rede de proteção e dignificação da mulher. O conceito de dignidade humana, para nós católicos, é a base de tudo. Queremos que a Igreja seja um espaço de acolhimento e proteção para todas as mulheres que enfrentam desafios. A fé pode ser uma força transformadora na vida dessas mulheres.”

O evento também contou com um painel de debates com a participação, além da secretária e do arcebispo, de especialistas e membros da Arquidiocese, incluindo Tânia Manzur, doutora e mestre em História das Relações Internacionais pela Universidade de Brasília, e Lenise Garcia, membro da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Brasília.

Outro participante do painel, Padre Thaisson Vigário, vice-coordenador de pastoral da Arquidiocese de Brasília e assessor do projeto, destacou o compromisso da Igreja em colaborar na proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade: “Queremos reforçar o cuidado zeloso por cada mulher. A nossa ação para a proteção da mulher é uma missão que abraçamos com dedicação e fé, buscando fortalecer laços de solidariedade e acolhimento.”

*Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

[ad_2] Source link
Share:

Agosto Lilás promoveu diversas campanhas pelo fim da violência contra a mulher

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

Durante o Agosto Lilás, a Secretaria da Mulher (SMDF), com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), implementou uma série de ações estratégicas para combater a violência contra a mulher e fortalecer a rede de apoio no DF. O mês foi marcado por iniciativas voltadas para sensibilizar a sociedade, oferecer suporte e ampliar a conscientização sobre a importância do enfrentamento da violência de gênero.

De forma integrada e com o objetivo de levar informação e serviços para a população, foram realizadas mais de 60 ações, incluindo campanhas de conscientização, eventos culturais, programas educacionais nas escolas, lançamento de pesquisa sobre violência e a instalação de um canal de atendimento especializado. Essas medidas visam promover a proteção integral e o apoio às mulheres no DF.

De forma integrada e com o objetivo de levar informação e serviços para a população, foram realizadas mais de 60 ações no Agosto Lilás | Foto: Divulgação/SMDF

A vice-governadora, Celina Leão, destacou que as ações demonstram o compromisso contínuo do governo com a causa. “Chegamos ao fim do Agosto Lilás e o GDF trabalhou incansavelmente realizando diversas ações por todo o Distrito Federal com a finalidade de informar e combater a violência contra a mulher. Entretanto, mesmo o mês acabando, o nosso governo continuará trabalhando arduamente para que um dia nenhuma mulher seja brutalmente assassinada ou violentada na nossa capital. Os trabalhos continuam.”

A segunda edição da Campanha “Mulher, Não se Cale!”, lançada no início do mês, está percorrendo feiras permanentes e terminais rodoviários do DF, com o objetivo de informar e empoderar as mulheres até 22 de setembro. O projeto Educar para Proteger começou suas atividades para conscientizar alunos do Ensino Médio sobre o respeito às mulheres, levando palestras e atividades educativas a 57 escolas públicas.

Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, as ações precisam acolher o público feminino em suas mais diversas áreas para que a informação chegue igualmente a todos. “O enfrentamento à violência contra a mulher no DF é uma prioridade o ano todo, mas neste mês intensificamos nossas ações para mostrar que precisamos dar um basta. Queremos que todas as mulheres se sintam seguras e informadas para buscar ajuda e reconhecer os sinais,” afirmou a secretária.

“Chegamos ao fim do Agosto Lilás e o GDF trabalhou incansavelmente realizando diversas ações por todo o Distrito Federal com a finalidade de informar e combater a violência contra a mulher. Entretanto, mesmo o mês acabando, o nosso governo continuará trabalhando arduamente para que um dia nenhuma mulher seja brutalmente assassinada ou violentada na nossa capital. Os trabalhos continuam.”

Celina Leão, vice-governadora do Distrito Federal

Em 2024, comemorou-se também o 18º aniversário da Lei Maria da Penha, um marco importante na luta contra a violência doméstica no Brasil. A legislação tem sido fundamental para a proteção das mulheres e para a promoção de uma sociedade mais justa e igualitária. Durante o Agosto Lilás, as ações foram intensificadas para reforçar o compromisso com a aplicação efetiva desta lei e com a proteção das mulheres.

A Secretaria promoveu atividades itinerantes com uma unidade móvel que passou por 10 Regiões Administrativas e pela Rodoviária do Plano Piloto. Suzi Santos, dona de casa de 44 anos, residente no Sol Nascente, destacou a importância dessas ações: “Ultimamente, temos visto muitos casos de violência contra a mulher, como se a mulher fosse um objeto de posse. Acredito que esse tema precisa ser trabalhado tanto com homens quanto com mulheres para que essa realidade mude. Eventos como esse nos dão a oportunidade de adquirir informação e levar ela para outras mulheres que muitas vezes estão passando por situações de violência.”

Também foi inaugurado o Comitê de Proteção à Mulher do Lago Norte e, com o apoio do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e da vice-governadoria, está sendo promovida a pesquisa ‘Panorama da Violência Contra a Mulher no Distrito Federal’ para entender o perfil das vítimas e orientar políticas públicas. O evento Agosto em Ritmo Lilás, realizado no Eixão Norte, ofereceu uma programação cultural para celebrar e informar sobre a luta contra a violência de gênero.

O programa “COPOM Mulher 190″, da Secretaria de Segurança Pública (SSP), foi lançado com o intuito de oferecer um canal exclusivo de atendimento para mulheres vítimas de violência doméstica. O Secretário de Segurança, Sandro Avelar, destacou a importância da ação: “O programa oferece um atendimento humanizado e especializado, garantindo mais segurança e apoio para as mulheres que buscam ajuda.”

Outras iniciativas incluíram a instalação do “Banco Vermelho”, uma arte pública que simboliza a luta contra o feminicídio, e um acordo com o Ministério das Mulheres para a mobilização nacional “Feminicídio Zero.” Encerrando o mês, foi assinado o termo de intenções para a realização do projeto “Não Temas, Maria!”, em parceria com a Arquidiocese de Brasília, que visa promover a dignidade das mulheres e garantir apoio para vítimas de violência em ambientes religiosos.

*Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

[ad_2] Source link
Share:

DF tem mais de 150 pontos de entrega de lixo eletrônico; saiba como fazer o descarte correto

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

O descarte de equipamentos eletroeletrônicos e eletrodomésticos exige cuidado. A disposição incorreta dos itens – como no lixo comum – pode acarretar consequências ao meio ambiente e à saúde humana devido à possibilidade de contaminação do solo e da água em contato com os metais pesados presentes na composição desses materiais. Para garantir que o lixo eletrônico receba a destinação correta, o Governo do Distrito Federal (GDF) instalou mais de 150 pontos de entrega voluntária (PEVs) distribuídos pelas regiões administrativas.

“A gestão adequada dos resíduos eletroeletrônicos é fundamental para proteger tanto o meio ambiente quanto a saúde pública”, destaca o secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes. “Estamos implementando um sistema robusto de logística reversa que não só atende às exigências legais, mas também promove a reciclagem e o retorno desses materiais à cadeia produtiva, minimizando o impacto ambiental e a extração de recursos naturais”, defende.

Para garantir que o lixo eletrônico receba a destinação correta, o Governo do Distrito Federal (GDF) instalou mais de 150 pontos de entrega voluntária (PEVs) distribuídos pelas regiões administrativas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

No caso da Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), a pasta tem desde 2021 um acordo de cooperação com a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree) que, por meio do Instituto Zero Impacto, fornece o serviço de logística reversa. Nos dois últimos anos, as ações conjuntas resultaram no recolhimento de mais de 500 toneladas de lixo eletrônico.

Além dos PEVs – confira os endereços aqui –, a parceria envolve gincanas em escolas, ações de drive-thru pelas cidades e coleta em domicílio no caso de produtos acima de 30 kg – a solicitação pode ser feita gratuitamente pelo formulário online ou pelo WhatsApp: (61) 3301-3584.

“Esse acordo tem como principal objetivo oferecer opções para o consumidor descartar de forma correta e devolver os materiais à cadeia produtiva, porque o descarte irregular pode contaminar o solo e o lençol freático, prejudicando a fauna, a flora e a saúde humana”, explica o coordenador de Resíduos Sólidos da Sema, Amir Bittar. Segundo ele, o acordo será ampliado. “Vamos renovar no próximo mês. Queremos expandir o número de PEVs e retomar as ações de drive-thru de recolhimento de resíduos”, adianta.

É considerado lixo eletrônico qualquer produto ou dispositivo eletroeletrônico e eletrodoméstico que tenha chegado ao fim da vida útil ou não tenha mais valor por falta de utilização, substituição ou quebra

Reciclagem e recondicionamento

Outra iniciativa do GDF de logística reversa é o programa Reciclotech, criado em 2020 e conduzido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), que recebe os itens dispensados pela população nos PEVs e pela administração pública. Os materiais recolhidos são triados e podem ser reciclados ou recondicionados e doados para órgãos públicos e projetos de promoção à inclusão digital. O recondicionamento dos materiais é feito em cursos de capacitação de jovens e adultos em informática básica, manutenção de computadores e robótica.

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman, o programa desempenha um papel fundamental na promoção da conscientização ambiental. “O Brasil produz anualmente 2,4 milhões de toneladas de lixo eletrônico, sendo o quinto maior gerador desse tipo de resíduo no mundo. No entanto, apenas 3% desse montante é reciclado, conforme dados do setor de eletroeletrônicos. Nesse contexto, o Reciclotech é essencial por integrar um sistema de logística reversa e economia circular”, ressalta.

De acordo com Reisman, nas duas primeiras fases do programa Reciclotech, foram destinadas corretamente 1.055 toneladas de lixo eletrônico e 3.507 equipamentos foram recondicionados. Destes, mais de 1,5 mil computadores foram doados a escolas, hospitais e entidades sem fins lucrativos. Com a ampliação do projeto, em abril, para atender cinco macrorregiões do DF, foram recolhidas 70 toneladas, das quais 50 foram destinadas à indústria como matéria-prima para a fabricação de novos produtos. Confira aqui os pontos de descarte do Reciclotech. Em caso de materiais de médio ou grande volume, mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3559-1111.

O que é lixo eletrônico?

É considerado lixo eletrônico qualquer produto ou dispositivo eletroeletrônico e eletrodoméstico que tenha chegado ao fim da vida útil ou não tenha mais valor por falta de utilização, substituição ou quebra. Confira a seguir o que pode ser doado:

– Informática: Microcomputadores, monitores (tubo, LCD, LED, plasma etc.), notebooks, servidores, teclados, impressoras, estabilizadores, tablets e no-breaks.
– Televisores: Televisores de tubo de imagem, LED, LCD e plasma.
– Eletroeletrônicos: Vídeo cassete, DVD player, aparelhos de som, controles remotos, fornos micro-ondas, secadores de cabelo e pranchas de cabelo.
– Eletrodomésticos: Geladeiras, congeladores, fogões, lavadoras de roupa e louça, secadoras e condicionadores de ar.
– Aparelhos eletrônicos: Aparelhos celulares, acessórios, smartphones, aparelhos telefônicos com e sem fio, faxes e secretárias eletrônicas.
– Resíduos eletrônicos: Baterias de notebooks, baterias de no-breaks, chapas de raio X, cabos de força, cabos, carregadores e adaptadores.

Materiais que não são recolhidos nos PEVs: Lâmpadas, papel, plástico, copos, bitucas de cigarro, vidro e resíduos orgânicos.

[ad_2] Source link
Share:

Mais segurança e acessibilidade: Jardim Botânico ganha 6 km de calçadas

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

Empenhado na missão de melhorar a acessibilidade e a segurança nas regiões administrativas, o Governo do Distrito Federal (GDF) vai entregar, em breve, mais de 6 km de calçadas em diferentes pontos do Jardim Botânico.

Para melhorar a acessibilidade e a segurança da população, mais de 6 km de calçadas estão sendo construídos em diferentes pontos do Jardim Botânico | Foto: Divulgação/ Administração do Jardim Botânico

A construção dos passeios ocorre em três locais estratégicos da região administrativa. O primeiro, de 1,5 km, entre a Avenida Dom Bosco e a Estrada do Sol, já foi concluído. Outro trecho está situado entre o Condomínio Ouro Vermelho e a fronteira com São Sebastião, totalizando 3,2 km de calçadas. Esses dois trechos são executados pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).

Ainda há uma área no Jardim Botânico III que receberá 1,5 km de passeios. Nesse trecho, os serviços são conduzidos pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap).

O administrador do Jardim Botânico, Aderivaldo Martins, destaca o trabalho do GDF na infraestrutura da cidade. “Nossa meta é melhorar a mobilidade e a qualidade de vida da população do Jardim Botânico. Essas obras visam aprimorar a acessibilidade, atendendo às necessidades especiais de alguns cidadãos. É um cuidado que a população merece, e o Estado está cumprindo seu papel da melhor maneira possível”, enfatizou.

A construção dos passeios ocorre em três locais estratégicos do Jardim Botânico; obras são executadas pela Novacap e pela Terracap, em parceria com a administração regional| Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

Morador da região há 25 anos, o sanitarista João Armando, 55 anos, caminha diariamente pelos trechos beneficiados e celebra a sensibilidade do GDF e da administração regional. “Agora temos melhores condições de transitar. São obras muito importantes que, quando concluídas, vão melhorar ainda mais o acesso à cidade”, destaca.

Mais entregas

Além das calçadas, a população do Jardim Botânico também ganhou dois Pontos de Encontro Comunitário (PEC), nos bairros Mangueiral e João Cândido. A inauguração dos espaços foi celebrada por Guilherme Marcelino Holanda, de 30 anos.

“Gostamos muito de ter esses PECs. O Jardim Botânico era uma área negligenciada, e as melhorias são notáveis. O GDF e a administração estão cumprindo seu compromisso com a cidade; quem se beneficia é a população”, afirma o autônomo, morador da região há 28 anos.

Guilherme Marcelino Holanda elogia a atenção que o governo tem dedicado à região: “As melhorias são notáveis. O GDF e a administração estão cumprindo seu compromisso com a cidade” | Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

Além dessas entregas, a população do Jardim Botânico já é beneficiada com o avanço das obras do viaduto da região administrativa. Demandado há tempos pelos moradores locais, o novo complexo viário contará com dois viadutos em nível e uma trincheira com 1,5 quilômetro de extensão.

Serão três faixas em cada sentido. Quem estiver indo ou voltando da Ponte JK passará por baixo, enquanto aqueles que desejarem seguir para o Lago Sul utilizarão a parte superior. O objetivo é aliviar o trânsito na via, que recebe diariamente cerca de 50 mil veículos provenientes de regiões como Jardim Botânico, São Sebastião, Tororó, Paranoá, Jardins Mangueiral e Jardim ABC.

Em agosto, a alça que sai da Estrada Parque Contorno (DF-001) e dá acesso ao Lago Sul pela Estrada Parque Cabeça de Veado (EPCV) foi liberada para os motoristas.

O método de trincheiras é o mesmo empregado em outras intervenções viárias do DF, como o Viaduto do Riacho Fundo, que terá duas pistas subterrâneas para atender aos dois sentidos da via, contemplando tanto quem se desloca em direção a Samambaia quanto aqueles que desejam ir ao Plano Piloto.

[ad_2] Source link
Share:

Semana começa com 698 vagas de emprego nas agências do trabalhador

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 698 oportunidades de colocação profissionais disponíveis nesta segunda-feira (2). Do total, seis chances são exclusivas para pessoas com deficiência: cinco para trabalhar como auxiliar de cozinha em Taguatinga e na Asa Sul, e uma para auxiliar de limpeza no Plano Piloto. Os salários são de até R$ 1.526,80.

Para o público geral, há 70 vagas para operador de caixa no Guará, Núcleo Bandeirante, Águas Claras e Valparaíso, com remuneração máxima de R$ 1.890 e exigência de ensino médio completo. Em São Sebastião, contratam-se cinco motoristas de caminhão leve (R$ 1.890), enquanto em Águas Claras a demanda é por nove encarregados de frios (R$ 2.229).

Todos os postos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das vagas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo do Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF).

[ad_2] Source link
Share:

Para trabalhos na rede, endereço em Sobradinho ficará sem energia nesta segunda-feira (2)

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

A modernização da rede elétrica de Sobradinho provoca a interrupção temporária do fornecimento de energia na região nesta segunda-feira (2). A medida é necessária para garantir a segurança da população e das equipes da concessionária Neoenergia que trabalham na execução do serviço.

Segundo a concessionária, a interrupção afetará apenas a Chácara 67 do Núcleo Rural Sobradinho, com previsão para durar das 12h às 18h.

Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

 

[ad_2] Source link
Share:

DF fará maior compra de alimentos da agricultura familiar para escolas da história

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

Das produções de agricultores familiares direto para o prato de estudantes da rede pública de ensino. O Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 32.662.254 na compra de frutas e hortaliças que serão usadas no preparo da alimentação escolar. É o maior valor da história, representando um aumento de mais de 20% em relação ao investido no ano passado.

O GDF vai investir mais de R$ 32milhões na compra de frutas e hortaliças produzidas pela agricultura familiar do DF, que serão usadas no preparo da alimentação escolar| Fotos: Tony Oliveira/ Agência Brasília

A compra é feita por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). A chamada pública para seleção dos fornecedores foi lançada em 9 de agosto. Os acordos fechados agora garantirão o fornecimento no próximo ano letivo. Ao todo, são 32 variedades de frutas e hortaliças, que incluem, por exemplo, abacate, limão, morango, repolho, beterraba, cenoura e tomate.

Os alimentos vão para todas as 14 regionais de ensino do DF, chegando a 684 escolas e atendendo 400.370 estudantes. Há ainda um contrato específico para a compra de orgânicos que, no momento, são destinados às regionais do Guará, São Sebastião e Núcleo Bandeirante.

“Para o Programa de Alimentação Escolar do Distrito Federal, é extremamente importante e relevante a oferta de frutas e verduras frescas, principalmente os hortifrutis provenientes da agricultura familiar. Além de oferecermos uma alimentação adequada e saudável, a compra desses gêneros da agricultura familiar gera renda para os agricultores locais, fomentando dessa forma a produção agrícola sustentável e a economia local”, destaca a diretora de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação, Juliene Santos.

Participam do Pnae 634 agricultores familiares. Cliomarco Fernandes, que preside a Associação dos Produtores Rurais de Alexandre Gusmão (Aspag), em Brazlândia, é um deles. “Até hoje, está sendo o melhor programa para nós, porque a gente planta e já tem a demanda daquela venda que vai para as escolas”, exalta ele. “Os alunos gostam demais. Na hora que a gente chega em uma escola, eles já vão pedindo morango, [mexerica] ponkan… Qualquer fruta eles estão atrás”.

O agricultor familiar Cliomarco Fernandes é um dos participantes do Pnae: “Até hoje, está sendo o melhor programa para nós, porque a gente planta e já tem a demanda daquela venda que vai para as escolas”

Apoio

Todos os contratos são acompanhados por um grupo que inclui a Secretaria de Educação, a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF). Essa última é a responsável por prestar todo tipo de apoio diretamente aos produtores. “A gente, como é produtor também, entende bastante essas dificuldades, de acesso a política pública, de buscar onde essas políticas estão, estar com eles orientando o que plantar, que época plantar para poder tentar atender às demandas da instituição”, explica Hélio Roberto Dias, extensionista rural da Emater.

O profissional ainda enfatiza a importância do programa para os agricultores familiares. “O Pnae mudou a estrutura de plantios aqui na região. Na época que ele foi montado, a gente tinha aqui uma área aproximada de 80 hectares. Hoje a gente tem 180. É claro que a população aumenta, aumenta a demanda, mas houve um salto grande em algumas culturas”, aponta Hélio. “É uma poupança. Ele sabe que tem um projeto, que tem um valor justo que é pago, um valor combinado, que não tem essa flutuação de preço. Eu acho que o Pnae dá uma segurança, uma garantia para o produtor”.

Os alimentos vão para todas as 14 regionais de ensino do Distrito Federal, chegando a 684 escolas e atendendo 400.370 estudantes

“É uma qualificação”, emenda a extensionista da Gerência de Comercialização e Organização Rural da Emater-DF, Vanessa Lira. “Além de tudo, de estar fomentando a agricultura familiar, gerando renda, esse dinheiro voltando diretamente para a comunidade local, ele [o produtor] ainda está se preparando para o mercado em geral, porque para entregar no Pnae, ele precisa estar bem preparado comercialmente falando, precisa emitir nota, estar preocupado com a qualidade do produto… Então, a gente entende que, se ele está preparado para entregar no Pnae, ele está preparado para acessar qualquer mercado”, arremata.

01/09/2024 - DF fará maior compra de alimentos da agricultura familiar para escolas da história

[ad_2] Source link
Share:

Adubo orgânico: ouro verde produzido pelo SLU impulsiona produção agrícola no DF

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

O Distrito Federal é hoje um exemplo de como tratar o lixo gerado pelos seus 2,9 milhões de habitantes em sintonia com o desenvolvimento econômico local. Mais de 70 mil toneladas de resíduos e rejeitos recolhidos todo mês pela coleta convencional do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) passam a ter uma solução desenvolvida por este Governo do Distrito Federal (GDF) para geração de renda, principalmente para os agricultores locais.

Mais de 70 mil toneladas de resíduos e rejeitos recolhidos todo mês pela coleta convencional do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) passam a ter uma solução desenvolvida por este Governo do Distrito Federal (GDF) para geração de renda| Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília

Das 70 mil toneladas recolhidas pelo SLU todo mês, cerca de 40% são processadas pela usina de compostagem do órgão, em Ceilândia. Os restos de comida, cascas de frutas e vegetais, em vez de serem despejados em um lixão, gerando chorume não tratado e gases tóxicos, passam por uma transformação natural e se tornam adubos orgânicos ricos em minerais eficientes para os agricultores conseguirem produzir e prosperar, mesmo em um solo pobre em nutrientes, como o do Cerrado.

Os restos de comida, cascas de frutas e vegetais, em vez de serem despejados em um lixão, gerando chorume não tratado e gases tóxicos, passam por uma transformação natural e se tornam adubos orgânicos ricos em minerais eficientes para os agricultores conseguirem produzir e prosperar

No ano passado, foram 19.796,52 toneladas de resíduos transformados em composto orgânico. De janeiro a julho deste ano, esse número chegou a 8.765,72 toneladas. O resultado desse processo biológico é o que garante o ganha pão de muitos agricultores do Distrito Federal, como é o caso do Edivan Ferreira Machado, 48 anos. Com uma propriedade de seis hectares em Ceilândia, ele se junta a mais 299 produtores que receberam neste ano a doação do material rico em minerais e nutrientes para adubar e fertilizar o solo onde colhem as plantações.

“Já tem muitos anos que eu recebo de graça o material de compostagem do SLU. Se eu não contasse com essa doação, a minha atividade simplesmente não existiria, eu não conseguiria produzir nada. Os outros adubos no mercado são muito caros para nós, pequenos produtores, e o do governo é de graça, eu pago só o frete”, defendeu Edivan Ferreira.

Com uma propriedade de seis hectares em Ceilândia, Edivan Ferreira Machado se junta a mais 299 produtores que receberam neste ano a doação do material rico em minerais e nutrientes para adubar e fertilizar o solo onde colhem suas plantações

O agricultor conta com uma doação de 90 toneladas de adubo orgânico por ano. É graças ao composto processado pelo SLU que ele consegue fornecer elementos nutritivos à terra e melhorar a estrutura do solo e o nível de aproveitamento dos adubos minerais. A fertilidade do terreno por meio da compostagem doada é o que garante aos agricultores colheitas ideais para abastecer o mercado local com produtos frescos e de boa qualidade.

“Aqui eu produzo uma variedade de verduras. Tenho pimentão, vagem, abóbora, mas o meu ponto forte é o tomate, que é onde eu priorizo a aplicação do adubo orgânico. O composto dá mais resistência e a terra fica mais solta, úmida e fácil de trabalhar. Na safra do tomate, eu consigo colher cerca 300 caixas por semana. Levo para a Feira do Produtor de Ceilândia e vendo tudo por lá mesmo”, completou seu Edivan.

No caso do seu Edivan, por exemplo, a doação do material gera a ele uma economia de mais de R$ 54 mil reais por hectare em um ano, se levar em consideração somente a plantação de tomate

Os benefícios do composto processado pelo SLU são para além da fertilização do solo. A iniciativa sustentável deste GDF de transformar os resíduos orgânicos em adubo garante também a continuidade e o fortalecimento da atividade agrícola na capital federal, aquecendo a economia local ao gerar emprego e renda aos produtores. No caso do seu Edivan, por exemplo, a doação do material gera a ele uma economia de mais de R$ 54 mil por hectare em um ano, se levar em consideração somente a plantação de tomate.

“Essa iniciativa beneficia tanto o SLU quanto o produtor. Se não fossem as propriedades para escoar o composto, eles precisariam dar outra destinação. Trata-se de uma política pública nobre porque o adubo é utilizado para produzir alimentos com uma responsabilidade ambiental e social muito importante também, porque ajuda a produzir comida e gera renda e segurança alimentar às famílias. É uma via de mão dupla que todos saem ganhando”, defende o zootecnista e extensionista da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), Aécio Prado.

Compostagem

O gerente das UTMBs, Vinícius de Abreu, diz que itens da coleta convencional do SLU são encaminhados para as duas usinas de tratamento mecânico biológico passam por triagem para a retirada dos recicláveis e rejeitos, que são encaminhados para o Aterro Sanitário do DF

A transformação dos resíduos orgânicos em adubo ocorre por meio de um processo natural de fermentação com a presença de ar, umidade a alta temperatura, que proporcionam a decomposição desses itens de origem vegetal e animal pela ação de bactérias e fungos.

Esses microrganismos são considerados os protagonistas, uma vez que são os responsáveis pela fermentação natural que promove a transformação da matéria orgânica em composto.

A prática permite o reaproveitamento de resíduos, reduzindo a necessidade de fertilizantes químicos e diminuindo os custos de produção para os agricultores. Também ajuda a minimizar o impacto ambiental, ao evitar que rejeitos orgânicos sejam descartados de forma inadequada e contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

O o zootecnista e extensionista da Emater-DF, Aécio Prado, defende que “Essa iniciativa beneficia tanto o SLU quanto o produtor. Se não fossem as propriedades para escoar o composto, eles precisariam dar outra destinação”

No Distrito Federal, a Lei nº 6.518/2020 tornou a atividade obrigatória para entidades públicas, privadas e condomínios residenciais e comerciais. A lei estabeleceu um cronograma progressivo para que esses geradores destinem seus resíduos orgânicos para tratamento por processos biológicos, como a compostagem.

Como funciona

Os itens da coleta convencional do SLU são encaminhados para as duas usinas de tratamento mecânico biológico (UTMBs), uma na Asa Sul e outra em Ceilândia. Nesses locais, os itens passam por triagem para a retirada dos recicláveis e rejeitos, que são encaminhados para o Aterro Sanitário do DF, enquanto a parte orgânica é encaminhada para outra linha de processamento, que ocorre somente na unidade de Ceilândia.

“Nós empilhamos os resíduos orgânicos em leiras e os microrganismos começam a agir. Esse processo dura em torno de 90 dias a 100 dias. Nesse período, é necessário verificar a temperatura e umidade. Depois dessa etapa, analisamos uma amostragem do material em laboratório para verificar se atende todos os parâmetros estabelecidos e, se sim, é encaminhado para o galpão, onde há peneiras de 12 mm para reter eventuais materiais que não são compostáveis. O que passa da peneira é considerado orgânico, o que fica é considerado lixo e vai para o aterro”, detalha o gerente das UTMBs, Vinícius de Abreu.

Como ter acesso?

Para receber o composto, os produtores fazem a solicitação diretamente ao SLU ou por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural. Em 2023, foram 511 beneficiados com a iniciativa. Mas antes de atender o solicitante, é necessário que a Emater vá até a propriedade para verificar se há algum impedimento para receber o adubo orgânico. O material não pode ser utilizado em córregos, rios ou no cultivo de tubérculos.

A Emater-DF estabelece quanto cada produtor deve receber, de acordo com o tamanho de sua terra. Ao definir como o composto é usado, os técnicos da Emater e do SLU seguem a Resolução nº 1/2009 do Conselho de Política Ambiental do Distrito Federal (Conam), que determina as regras de utilização do material.

[ad_2] Source link
Share:

Com apoio do Compete Brasília, equipe de patinação artística do DF disputa mundial na Itália

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

Cinco patinadoras artísticas brasilienses estão se preparando para viajar à Itália e disputar o Campeonato Mundial de Patinação, que ocorrerá em setembro deste ano. O sonho de participar do evento poderia ter encontrado obstáculos sem o apoio de programas como o Compete Brasília, que subsidia passagens para torneios nacionais e internacionais. O grupo de patinação está entre os mais de 16 mil atletas beneficiados desde 2019 por este Governo do Distrito Federal (GDF).

Com um investimento de R$ 26 milhões, o Compete Brasília visa incentivar a participação de atletas e paratletas em campeonatos diversos, oferecendo suporte para transporte aéreo e terrestre. Em 2024, o programa já destinou R$ 4 milhões, beneficiando aproximadamente 3 mil atletas.

Patinadoras artísticas brasilienses estão se preparando para viajar à Itália e disputar o Campeonato Mundial | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

“Temos visto a importância desse programa. Em muitos estados, os atletas precisam arrecadar dinheiro para viajar para as competições. O Compete Brasília garante que eles possam ir e voltar com segurança, o que é um diferencial significativo para o DF. Muitos competidores viajam pela primeira vez ao exterior graças a esse programa”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira.

O secretário também enfatizou a relevância de outros projetos sociais do GDF, que apoiam a formação de atletas brasilienses, como os Centros Olímpicos e Paralímpicos, que oferecem esportes gratuitamente para alunos da rede pública no contraturno, e a Escola de Esporte no Complexo Aquático Cláudio Coutinho, além dos Centros de Iniciação Desportiva (CIDs).

Deslizando para a vitória

A paixão pela patinação artística faz parte da rotina das competidoras Gabriele Araújo, Letícia Fonseca, Hana Tavares e das irmãs Júlia e Luana Fontana há mais de dez anos. Elas iniciaram no esporte no Clube Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), no Setor de Clubes Esportivos Sul, e desde então não pararam mais.

Com um investimento de R$ 26 milhões, o Compete Brasília visa incentivar a participação de atletas e paratletas em campeonatos diversos, oferecendo suporte para transporte aéreo e terrestre

Para Letícia, de 20 anos, a patinação começou como uma prática saudável, mas logo se transformou em uma paixão. “O espírito competitivo e as competições me ajudaram a me desenvolver como pessoa e a ter foco. Quando competimos com atletas de outros estados e do mundo, ficamos motivadas. Não apenas competimos com nossos ídolos, mas também nos tornamos exemplos para as gerações mais novas”, afirma a patinadora.

Oportunidade de competir

As irmãs Fontana, Júlia, de 17 anos, e Luana, de 19, são motivo de orgulho para o pai, Sandro Correa Machado. Ele destaca que as filhas dedicam sua rotina ao esporte, treinando intensamente todos os dias. “São cinco brasilienses classificados para um campeonato mundial, e duas delas são minhas filhas. Isso é um orgulho imenso”, admite.

Luana destaca o alívio que o Compete Brasília trouxe para a família, que não conseguiria arcar com os custos da viagem para a Europa. “O programa é essencial, pois cobrir essas despesas seria muito caro. Desde o ano passado, temos viajado bastante para competições, e o apoio do GDF tem sido fundamental”, ressalta.

Hana Tavares, 17 anos: “Competir em grupo é uma experiência leve, apesar da pressão. A alegria de estarmos juntas nesse processo é inigualável”

Júlia complementa, lembrando que o Compete Brasília foi essencial em sua trajetória esportiva, permitindo a participação em competições que moldaram suas carreiras. “Fomos campeãs brasileiras e, com esse título, fomos convocadas para o Troféu Brasil, que também vencemos. O programa nos deu grande apoio e continuará sendo crucial para nossas futuras competições”, afirma.

Rotina intensa

O técnico Alexandre Simas acompanha as atletas há anos e explica que elas competem na modalidade quarteto e individual, com a necessidade de uma reserva que conheça todas as coreografias. “O Compete Brasília é vital para nós, pois reduz os custos com competições, viagens, hospedagem e outras despesas, que normalmente são bancadas pelos pais. Ter esse apoio financeiro é uma grande ajuda e permite que possamos investir mais em treinamento”, pontua Simas.

Referência nacional

À medida que a viagem para o World Skate Games Itália 2024 se aproxima, as atletas se dedicam intensamente aos treinos. Gabriele Araújo, de 22 anos, destaca a importância do campeonato e a preparação desde novembro do ano passado. “Estamos animadas e preparadas para competir com os melhores do mundo”, afirma.

Hana Tavares, de 17 anos, já foi campeã na modalidade individual e ressalta que, apesar de a patinação artística não ser um esporte olímpico, o Mundial é o evento mais importante da modalidade. “Competir em grupo é uma experiência leve, apesar da pressão. A alegria de estarmos juntas nesse processo é inigualável”, completa.

Bruna Santos, coordenadora-técnica da escola Impulse, onde as atletas treinam, avalia que a patinação artística no DF é agora uma das referências do Brasil. “Antes, a patinação estava mais concentrada em São Paulo, mas nos últimos anos, Brasília tem levado o nome do DF a campeonatos internacionais com boas classificações, com o apoio do GDF”, afirma.

O Compete Brasília também apoia outros esportistas brasilienses, como o atleta de marcha Caio Bonfim, que se destacou na marcha atlética nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2024 em Paris, além das atletas paralímpicas Aline Furtado, na canoagem, e Carla Maia, no tênis de mesa.

[ad_2] Source link
Share:

Separação correta de lixo reciclável tem efeito positivo até na saúde de catadores

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

Separar o lixo seco — aquele que pode ser reciclado — do orgânico é uma tarefa simples do dia a dia. Tão simples que pouca gente se dá conta do quão prejudicial pode ser não fazê-la. E os prejuízos não são apenas ao meio ambiente, mas a outras pessoas que trabalham na coleta de resíduos.

Atualmente, o SLU tem 42 contratos com cooperativas ou associações de catadores, sendo 22 para coleta seletiva e 20 para separação de materiais, um investimento de R$ 215 milhões | Fotos: Lucio Bernardo Jr/Agência Brasília

O lixo identificado como reciclável é coletado pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e por entidades contratadas. Depois, 100% do material é encaminhado para a triagem. Atualmente, são 42 contratos com cooperativas ou associações de catadores, sendo 22 para coleta seletiva e 20 para separação de materiais. De 2019 até o começo deste ano, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do SLU, investiu R$ 215 milhões nesses contratos.

Tainara Oliveira Silva, gestora administrativa da Recicla Mais Brasil, no Paranoá, diz que, das 100 toneladas de resíduos que a cooperativa recebe por mês, cerca de 20% vira rejeito, entre outras coisas, pela separação incorreta

Gestora administrativa de uma dessas cooperativas, a Recicla Mais Brasil, no Paranoá, Tainara Oliveira Silva aponta que o descarte de material orgânico como seco pode prejudicar o maquinário da entidade, além de reduzir o percentual de lixo que poderia ser reciclado. “Pegar resíduo orgânico estraga a nossa esteira, nosso equipamento, porque eles não foram feitos para esse tipo de resíduos. O material mal separado também dificulta o trabalho dos coletores, muito material fica para trás porque a gente não recolhe se ele estiver misturado com outros tipos de resíduos. Acaba que o reciclável que estiver misturado com o orgânico vai para o aterro, não vai para a reciclagem”, aponta.

Ainda segundo ela, das 100 toneladas de resíduos que a cooperativa recebe por mês, cerca de 20% vira rejeito, entre outras coisas, pela separação incorreta. É assim que uma garrafa pet — material que poderia facilmente ser reciclado — acaba descartada se estiver em meio a restos de comida, por exemplo.

Cícera Mayara Jesus, trabalhadora de uma cooperativa, já chegou a levar três pontos na mão após um corte provocado por um vidro descartado de maneira incorreta

Mas o problema mais imediato é a saúde dos catadores. Com a separação inadequada, eles são expostos a riscos diversos. A gestora lembra de casos de agulhas encontradas em meio ao lixo seco e de um episódio de um animal morto descartado como reciclável, o que acabou levando a um surto de pulgas na cooperativa. “Coloca um monte de gente em risco, porque você está expondo o catador a um resíduo que pode estar contaminado. O trabalho em si já é um risco, mas a gente tenta ao máximo diminuir”.

Cícera Mayara Jesus, uma das trabalhadoras da cooperativa, já chegou a levar três pontos na mão após um corte provocado por um vidro descartado de maneira incorreta. “É importante (fazer o descarte correto), porque acaba que os vidros vêm soltos, a gente pode acabar machucando. Também facilita muito o nosso trabalho, na rapidez da separação.” O apelo pela separação correta é reforçado pela colega Rosinete Silva: “Muitas vezes, vem tudo misturado, não tem nem como a gente separar, porque como vai meter a mão ali? Mesmo com a luva — porque a gente usa luva, usa máscara, usa óculos aqui — não tem como. Então, tudo separadinho é muito bacana”.

Descarte correto

Não há necessidade de lavar embalagens (como de refrigerante ou leite longa vida) antes do descarte, uma vez que, no processo de reciclagem, os resíduos passam por um processo de trituração e higienização. Mas os cacos de vidro devem ser acondicionados em caixas de papelão ou em embalagens de refrigerante, devidamente identificados

O lixo convencional deve ser separado entre recicláveis (plástico, isopor, papel, papelão, metal, embalagem longa vida…) e não recicláveis (restos de comida, filtro de café, lixo de banheiro, pequenas quantidades de poda…). Há dias específicos para a coleta de cada um deles. O calendário pode ser consultado no site do SLU ou pelo aplicativo SLU Coleta DF.

Segundo o SLU, não há necessidade de lavar embalagens (como de refrigerante ou leite longa vida) antes do descarte, uma vez que, no processo de reciclagem, os resíduos passam por um processo de trituração e higienização. Mas é importante ter cuidado ao descartar vidro — a fim de evitar acidentes como o de Cícera. Os cacos devem ser acondicionados em caixas de papelão ou em embalagens de refrigerante, devidamente identificados.

Resíduos de construção civil e pequenas reformas, com volumes até 1 m³, assim como grande volumes (sofás, roupeiros…) e podas, devem ser direcionados para os Pontos de Entrega Voluntários (PEV). No site do SLU, há a localização de todos os equipamentos para recebimento dos resíduos que não podem ser destinados para a coleta porta a porta, assim como de todos os Papa Recicláveis — equipamentos de apoio para a correta destinação de recicláveis.

“Você tem uma cadeia de benefícios ao realizar a separação dos resíduos na origem. Pela perspectiva ambiental, você contribui significativamente para a mitigação da exploração dos recursos naturais. Também contribui significativamente na inclusão socioprodutiva dos catadores em todo o país, gerando renda pelo trabalho de reciclagem”, explica o chefe da unidade de Sustentabilidade e Mobilização Social do SLU, Francisco Mendes. “Outro fator a ser observado é quanto à saúde pública: a separação e o descarte corretos contribuirão para que os resíduos não venham a entupir bueiros que potencializam alagamentos. O descarte incorreto ainda pode gerar proliferação de vetores nocivos à saúde como escorpiões, mosquitos e roedores, entre outros”, arremata.

31/08/2024 - Separação correta de lixo reciclável tem efeito positivo até na saúde de catadores

[ad_2] Source link
Share:

Apoie o Jornalismo Digital! Doe e nos ajude a continuar com conteúdo independente e de qualidade.

 on  with No comments 
In  

                JORNALISTA EDVALDO CAMPOS

Ajude a fortalecer o Jornalismo Digital! faça uma Sua doação, de qualquer valor, nos ajuda a continuar oferecendo conteúdo de qualidade e independente. Apoie nossa missão e faça parte dessa jornada. Obrigado pelo seu apoio!

PIX CNPJ :17726908000180

JORNAL FOGO CRUZADO DF

Clique no banner abaixo e leia a matéria completa!

Share:

Divulgado cronograma das próximas edições do GDF Mais Perto do Cidadão

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

A Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF) publicou a portaria nº 839/2024, que divulga o cronograma das próximas edições do programa GDF Mais Perto do Cidadão neste ano. A iniciativa coordenada pela Sejus já prestou cerca de 250 mil atendimentos desde o início de 2023, e reúne equipes com membros de diversos órgãos do Distrito Federal que visitam periodicamente uma região administrativa para oferecer serviços à população daquele local.

“Desde a concepção do programa GDF Mais Perto do Cidadão, o objetivo é facilitar o atendimento ao cidadão quanto aos serviços oferecidos pelo Governo do Distrito Federal, da maneira mais abrangente possível e gratuitamente. Até dezembro, ainda contemplaremos oito regiões administrativas”, explica a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

A iniciativa coordenada pela Sejus-DF já prestou cerca de 250 mil atendimentos desde o início de 2023 | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Uma cidade com um horizonte verde

Samambaia é a 12a Região Administrativa do DF e recebeu esse nome em referência ao córrego que corta a região, cuja nascente se encontra logo abaixo das quadras residenciais 127 e 327 e onde eram encontradas as plantas da espécie samambaia abundantemente. Para preservar a história da cidade, Samambaia conta com o Parque Ecológico e Vivencial Três Meninas, que se tornou uma referência cultu­ral, educativa e de preservação para a região.

Confira as regiões contempladas nas próximas edições do programa.

→ Samambaia: dias 6 e 7 de setembro
→ Riacho Fundo II: dias 20 e 21 de setembro
→ Recanto das Emas: 4 e 5 de outubro
→ Gama: 18 e 19 de outubro
→ Santa Maria: 1o e 2 de novembro
→ São Sebastião: 15 e 16 de novembro
→ Paranoá: 29 e 30 de novembro
→ Itapoã: 13 e 14 de dezembro

*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

[ad_2] Source link
Share:

Lago Sul terá interrupção na rede elétrica neste domingo (1º) para remanejamento

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

Endereços do Lago Sul terão o fornecimento de energia elétrica interrompido temporariamente neste domingo (1º). A interrupção, que ocorre para o remanejamento da rede elétrica, faz parte de um plano de melhorias contínuas da concessionária Neoenergia para aumentar a eficiência e segurança do sistema.

Os desligamentos estão programados para ocorrer das 10h às 14h nos Blocos A, E e F da SHIS QI 13, e no Bloco K da SHIS QI 11. Durante esse período, a concessionária realizará o remanejamento da rede elétrica.

Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

[ad_2] Source link
Share:

Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional traz programação diversificada para setembro

 on  with No comments 
In  
[ad_1]

A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) promoverá uma programação musical variada em setembro, destacando compositores de renome e uma gama de estilos que vão desde a música de câmara até as grandiosas sinfonias. Confira a programação especial, que começa neste domingo (1/9) e segue até a última quinta-feira do mês, dia 26.

Programação de setembro da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro será variada, com apresentação da pianista ucraniana Valentina Lisitsa e concerto temáticos internacionais| Foto: Arquivo/ Agência Brasília

→ 1/9 – Concerto de Câmara

Com acesso livre, o Concerto de Câmara será no Teatro Plínio Marcos, às 11h. O programa explora o diálogo entre piano, violino e violoncelo. Na apresentação, a pianista Anastasiya Evsina, o violinista Gustavo Surgik e a violoncelista Anna Helena Surgik interpretarão a Sonata nº 1 Op. 38 para Violoncelo e Piano, de Johannes Brahms.

Na sequência, será apresentada a Sonata nº 4 para Violino e Piano, de Cláudio Santoro, uma obra emblemática do compositor brasileiro. O programa se encerrará com o Trio Op. 15 para Violino, Violoncelo e Piano, de Bedrich Smetana.

→ 2/9 – Concerto de aniversário do BRB

O concerto comemorativo de 60 anos do Banco de Brasília (BRB) também terá acesso livre ao público e contará com um repertório variado, do erudito, com Mozart e Tchaicovsky, ao popular, com Luiz Gonzaga e Ary Barroso. Além disso, a apresentação incluirá temas de filmes, como O Poderoso Chefão. A apresentação será na Praça da Agência Central, às 12h30.

→ 3/9 – Quinteto de Metais na Colmeia

Por iniciativa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF) receberá um concerto especial do Quinteto de Metais. Com acesso restrito ao público interno, a apresentação proporcionará uma experiência única, explorando o potencial sonoro e a versatilidade dos metais.

→ 5/9 – Série Os Compositores, com Franz Liszt

A série Os Compositores foca em Franz Liszt, conhecido por sua virtuosidade e expressividade. O concerto apresentará Les Préludes, um poema sinfônico que captura a ideia romântica da música como uma narrativa, e também incluirá os Concertos para Piano nº 1 e nº 2. A pianista Valentina Lisitsa e o maestro Cláudio Cohen serão os protagonistas da apresentação. O evento, de acesso livre, será no Teatro Plínio Marcos, às 20h.

→ 12/9 – Concerto Tcheco

A apresentação vai celebrar as datas comemorativas dos compositores Bedrich Smetana e Antonin Dvorak. O programa conta com a regência do maestro Grigor Palikarov e começa com a abertura da ópera A Noiva Vendida, de Bedrich Smetana. Em seguida, será apresentado o Concerto para Corne Inglês e Orquestra, de Josef Fiala, com o solista Moisés Pena. A apresentação será concluída com a Sinfonia nº 7 Op. 70 em ré menor, de Antonín Dvořák. O evento gratuito será realizado no Teatro Plínio Marcos, às 20h.

→ 15/9 – Concerto de Câmara

O programa incluirá obras de Heitor Villa-Lobos, Joseph Haydn e Félix Mendelssohn. Rodolpho Borges será o solista no violoncelo. O concerto contará com a Orquestra de Câmara do Centro Oeste e do solista, sob a regência do maestro Cláudio Cohen. Com entrada gratuita, a apresentação está marcada para as 11h, no Teatro Plínio Marcos.

→ 19/09 – Concerto Azerbaijano

O Concerto Azerbaijano se conecta ao Brasil pela música de Villa-Lobos e do solista Carlos Gontijo. Terá como solista o azerbaijano Sakhavat Mammadov, com o instrumento típico, o Tar, com o maestro Ayyub Guliyev na regência.

O programa inclui a abertura da ópera Keroglu, de Uzeyir Hadjibeyli, a peça Don Quixote, de Gara Garayev, e a Fantasia para Sax Soprano e Orquestra, de Heitor Villa-Lobos, com Carlos Gontijo como solista. Além disso, serão executadas a Festive Overture, de O. Zulfugarov, o Concerto para Tar e Orquestra de Hadji Khanmamedov, com Sakhavat Mammadov como solista, e a Rapsody Tchahargah, de Hasan Rzayev. O programa será finalizado com o Azerbaijan Capriccio de Fikret Amirov. A apresentação gratuita ocorrerá no Teatro Plínio Marcos, às 20h.

→ 25/9 – Concerto Didático

O concerto didático, com acesso apenas para alunos de escola pública, mediante agendamento, proporcionará uma introdução acessível e educativa à música clássica. A apresentação acontecerá no Teatro Plínio Marcos, às 15h.

→ 26/9 – Sinfonia de Anton Bruckner

O mês será encerrado com um concerto para celebrar os 200 anos de nascimento do compositor austríaco Antônio Bruckner. O programa contará com a Sinfonia nº 7 em Mi Maior de Anton Bruckner, sob a regência de Claudio Cohen. O acesso é livre e a apresentação ocorrerá no Teatro Plínio Marcos, às 20h.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

[ad_2] Source link
Share: