Saory Cardoso sofre tentativa de assalto a caminho da Record em SP

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Saory Cardoso foi vítima de uma tentativa de assalto em São Paulo (SP) na noite da última sexta-feira (19/12). Ela estava a caminho dos estúdios da Record para a última gravação como finalista de A Fazenda 17, quando foi alvo do crime.


“Ontem, a caminho da última gravação na emissora, Saory passou por uma tentativa de assalto a pouco minutos de chegar na Record. Felizmente, não houve ferimentos e ela está bem”, divulgou a equipe da cirurgiã dentista em nota.



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Dudu Camargo e Saory  Cardoso posam após a vitória do jornalista
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Dudu Camargo e Saory Cardoso posam após a vitória do jornalista

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Dudu Camargo e Saory  Cardoso estiveram no Hoje em Dia
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Dudu Camargo e Saory Cardoso estiveram no Hoje em Dia

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Dudu Camargo e Saory  Cardoso posam com os finalistas e Lucas Selfie
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Dudu Camargo e Saory Cardoso posam com os finalistas e Lucas Selfie

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Dudu Camargo e Saory  Cardoso batem papo na cozinha
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Dudu Camargo e Saory Cardoso batem papo na cozinha

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Dudu Camargo e Saory  Cardoso falam de futuro e revelam se dormiram juntos
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Dudu Camargo e Saory Cardoso falam de futuro e revelam se dormiram juntos

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Dudu Camargo e Saory  Cardoso começaram a namorada no reality
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Dudu Camargo e Saory Cardoso começaram a namorada no reality

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Dudu Camargo e Saory  Cardoso dão beijão
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Dudu Camargo e Saory Cardoso dão beijão

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Saory Cardoso
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Saory Cardoso

Reprodução/Instagram

“Logo após o susto, (Saory) conseguiu se tranquilizar, encontrou o assessor e seguiu para a gravação no Link Podcast”, acrescenta a nota. Ela participou da gravação do programa normalmente, ao lado do atual companheiro e vencedor do reality show, Dudu Camargo.


A equipe da ex-peoa detalhou ainda que ela não comentou sobre o ocorrido para “preservar esse momento tão especial e de tanto carinho que ela e as pessoas que gostam dela estavam vivendo após o confinamento”.


“Ela segue no hotel com Dudu, descansando e aproveitando os momentos antes da volta pra Belo Horizonte (MG) amanhã (domingo, 21/12). Em breve, ela fará alguns stories para tranquilizar todos, agradecer o carinho e a preocupação que tem recebido desde que saiu”, completa o comunicado.






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O que está por trás do PL do Streaming que irritou Wagner Moura

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Em tramitação no Congresso desde 2022, o Projeto de Lei do Streaming (PL 2.331/2022) se tornou um dos temas mais controversos do setor cultural nos últimos meses. A proposta, que regulamenta a atuação das plataformas no Brasil e cria uma taxação sobre seu faturamento, ganhou ainda mais atenção após as críticas feitas pelo ator Wagner Moura


O texto mais recente, relatado pelo deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), foi aprovado na Câmara em novembro e aguarda votação no Senado. A análise, porém, ficou para 2026, já que o recesso parlamentar começa na próxima terça-feira (23/12) e vai até fevereiro.


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O principal motivo da polêmica está no formato da regulamentação. Embora haja consenso sobre a necessidade de regras para os streamings, artistas, produtores e entidades do audiovisual questionam a alíquota considerada baixa e as brechas que permitem às plataformas controlar parte dos recursos que deveriam fomentar o setor independente.


A ministra da Cultura, Margareth Menezes, defendeu a regulamentação, mas ressaltou que o ministério não atua na elaboração do texto. “Estamos debruçados sobre esse tema, defendendo melhoras nas pautas que são propostas”, disse. “Quem faz a proposta é o relator. Nós, no ministério, apenas fazemos a defesa do que pode ser melhorado.”



O que é o PL do Streaming


O projeto estabelece a cobrança de uma taxa sobre o faturamento bruto das plataformas. A alíquota prevista é de 4% para serviços fechados, como Netflix, Prime Video, Globoplay e Disney+, e de 0,8% para plataformas abertas, como YouTube e TikTok. O Governo Federal defende que esse percentual seja de 3% para todas as empresas.


A cobrança se dá por meio da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), existente desde 2001. O PL cria uma nova modalidade, o Condecine-streaming, voltada especificamente às plataformas digitais.


Os recursos arrecadados alimentam o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por financiar produções nacionais. Ainda assim, especialistas apontam que o percentual proposto não acompanha o peso do mercado brasileiro. Em 2024, por exemplo, a Netflix alcançou cerca de 25 milhões de usuários no país.


“Uma alíquota de 3% é muito baixa, ainda mais para um país que é considerado o segundo país em ordem de importância de arrecadação para streamings como Netflix”, afirma a cineasta Cibele Amaral. “Não é suficiente para fomentar a produção nacional, porque hoje ela está amparada em 12% de arrecadação da Condecine, que é da TV paga.”

Outro ponto considerado crítico é a possibilidade de dedução. O texto permite que até 60% do valor devido seja investido diretamente pelas plataformas em produções nacionais escolhidas por elas. Dentro desse percentual, até 40% pode ser destinado a conteúdos originais próprios. O restante deve ir para projetos independentes e formação de mão de obra. Plataformas abertas não têm essa possibilidade.


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Marjorie Estiano interpreta Ângela Diniz na série Ângela Diniz: Assassinada e Condenada - HBO Max

Divulgação/HBO Max

Na prática, o projeto abre espaço para que grande parte dos recursos destinados ao fomento do mercado nacional sejam direcionados a produções das próprias plataformas de streaming, como Tremembé e Os Donos do Jogo, séries brasileiras realizadas pelo Prime Video e Netflix, empresas estadunidenses.


“O que mais afeta a produção independente é, sem dúvida, o incentivo direto, que permite aos streamings usar 60% do que teriam de pagar para investir neles mesmos”, critica Igor Bastos, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Animação (Abranima).

Diante da reação negativa, o Governo Federal divulgou nota defendendo a exclusão da possibilidade de reinvestimento em conteúdos nacionais produzidos pelas grandes plataformas e a adoção de uma alíquota unificada de 3% para todas as empresas.


Para Tiago de Aragão, um dos diretores da Associação de Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro (API), a unificação pode reduzir distorções. “Taxar igualmente as diferentes plataformas evita brechas regulatórias e garante que o fomento acompanhe a convergência digital, embora o valor de 3% ainda esteja aquém do potencial de investimento”, avalia.


O PL também prevê que os catálogos tenham ao menos 10% de obras nacionais, com prazo de seis anos para adequação. Um relatório da Ancine, de 2024, mostra que apenas o Globoplay supera esse índice, com 28%. A Netflix tinha 3% e o Prime Video, 4%. Outro ponto é a criação de uma janela obrigatória de nove semanas entre a estreia nos cinemas e a chegada aos streamings.


Repercussão e críticas


A proposta provocou forte reação no meio artístico e escancarou divisões internas no setor. Um dos principais críticos é Wagner Moura, que em 10 de dezembro publicou um vídeo classificando a alíquota como “muito baixa” e cobrando maior envolvimento do governo.


“São projetos muito ruins, não só para o setor audiovisual brasileiro da cultura —um setor que gera emprego, gera renda, um setor econômico importante—, como, de um modo geral, ruim para o Brasil”, disse. “Queria deixar aqui esse recado para que o Ministério da Cultura do Brasil entre nesse jogo defendendo a autonomia do país nessa questão e que o presidente Lula fique atento a isso.”


O ator também criticou a possibilidade de as plataformas aplicarem os recursos em produções próprias. “É um dinheiro que deveria estar indo para o Fundo Setorial do Audiovisual e um dinheiro que deveria estar indo para fomentar a produção independente brasileira.”


Após o vídeo, áudios de Paula Lavigne, empresária da música e esposa de Caetano Veloso, passaram a circular nas redes. No material, ela sugere que o vídeo de Moura teria sido incentivado pela deputada estadual Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e por Paulo Alcoforado, diretor da Ancine, para enfraquecer a ministra Margareth Menezes.


Em resposta, a Associação Paulista de Cineastas (Apaci) saiu em defesa dos citados e classificou os áudios como difamatórios. “Clara tentativa de enfraquecer o debate público e atacar agentes comprometidos com a construção de uma regulação justa e à altura do audiovisual brasileiro”, diz a nota.


A controvérsia ultrapassou o debate nacional. Entidades como a European Producers Club (EPC) e a European Audiovisual Production (Cepi) manifestaram apoio à produção independente e criticaram o texto do PL.


Atualmente, 17 países europeus adotam mecanismos semelhantes à Condecine, com alíquotas que variam de 0,5% a 25%, conforme o tamanho do mercado. No Brasil, o Conselho Superior de Cinema chegou a recomendar uma taxa de 12%, considerada mais compatível com a relevância do país no cenário global.


Apesar das críticas e divergências, especialistas concordam que a regulamentação é inevitável. “Não podemos permitir que o maior mercado audiovisual da América Latina opere sem qualquer diretriz nacional no ambiente digital. A aprovação deste projeto é o primeiro passo para tirarmos o Brasil desse vazio regulatório”, conclui Tiago.





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5 filmes emocionantes para assistir com a família no fim de ano

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O fim de ano já chegou e é hora de aproveitar os melhores momentos em família. E não há nada melhor do que aproveitar o descanso, o recesso de fim de ano e as férias escolares com um filme de aquecer o coração.


Pensando no espírito de união e celebração, o Metrópoles separou cinco filmes emocionantes para assistir com todo mundo reunido na frente do sofá. Confira a lista a seguir.



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De Repente Uma Família



Pete (Mark Wahlberg) e Ellie (Rose Byrne) são especialistas em consertar casas e finalmente decidem realizar o sonho de construir uma família. No programa de adoção, eles imediatamente se conectam com Lizzy (Isabela Merced), uma adolescente rebelde irmã de duas crianças problemáticas, Juan (Gustavo Escobar) e Lita (Julianna Gamiz). Os pais de primeira viagem passam por muitos desafios, mas descobrem que, no final, não há problema grande demais que o amor não possa resolver. Disponível no Prime Video.


A Estrela de Belém


Filme A Estrela de Belém

Disponível na Netflix, A Estrela de Belém é uma animação ideal para assistir com as crianças. O filme acompanha Bo, um pequeno, mas corajoso asno, que sonha com uma vida melhor. Ao encontrar a coragem para se libertar, ele se junta a novos amigos e embarca em uma jornada guiada por uma estrela, tornando-se, sem querer, um herói improvável.


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Nesta comédia nacional que se tornou um clássico de Natal da Netflix, Leandro Hassum interpreta Jorge, um homem rabugento que sempre odiou o Natal e costuma fazer de tudo para evitar as comemorações da data. No dia 24, porém, ele cai do telhado e bate a cabeça. Quando acorda, percebe que está acorda no Natal do ano seguinte, e continua vivendo de Natal em Natal, em um ciclo interminável que o ensina o verdadeiro significado da família..





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