Distrito Junino 2025 encerra edição histórica com cerca de 250 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios

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O Distrito Junino 2025 terminou neste sábado (30) em clima de celebração, consolidando-se como o maior circuito junino do Centro-Oeste. A segunda noite de encerramento reuniu cerca de 150 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, somando um público de aproximadamente 250 mil nos dois dias de festa.


O público foi recebido pelo Trio Asa Branca, que abriu a m onoite com muito arrasta-pé. Em seguida, subiram ao palco as quadrilhas Rasga o Fole, Si Bobiá a Gente Pimba, Sabugo de Milho, Arroxa o Nó e Pau Melado, campeãs de suas etapas e reconhecidas pela força cênica, originalidade e riqueza cultural.


Forró dominou



“O Distrito Junino não é apenas entretenimento: é um investimento estratégico que movimentou territórios criativos, gerou milhares de empregos e aproximou a cultura popular das comunidades em todas as regiões”


Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa


A programação musical levou ao palco grandes nomes da música brasileira. Wesley Safadão comandou a multidão com sucessos que arrastam plateias em todo o país. Chambinho do Acordeon, intérprete de Luiz Gonzaga no cinema, empolgou o público ao reafirmar a força do forró tradicional. A dupla George Henrique & Rodrigo, por sua vez,  encerrou a noite com hits do sertanejo.


“O que vimos na Esplanada foi a consagração de uma política pública que veio para ficar no calendário cultural do DF”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. “O Distrito Junino não é apenas entretenimento: é um investimento estratégico que movimentou territórios criativos, gerou milhares de empregos e aproximou a cultura popular das comunidades em todas as regiões.”


Impacto cultural e econômico


Ao longo de 41 dias de programação, o Distrito Junino 2025 promoveu 261 exibições de quadrilhas juninas, contemplando as três entidades que estruturam o movimento no Distrito Federal: a Federação de Quadrilhas Juninas do DF, a União Junina Brasiliense e a Liga Independente de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno.


No total, 63 grupos culturais se apresentaram, reforçando a identidade nordestina no coração do Centro-Oeste. O público médio ultrapassou 110 mil pessoas por etapa, entre presença física e transmissões online, ampliando o alcance da festa e colocando o projeto entre os maiores eventos do gênero no Brasil.


O impacto econômico e social também foi expressivo. O circuito possibilitou a criação de quatro mil empregos diretos, envolvendo desde organização e produção até quadrilheiros, artistas, comerciantes, artesãos, seguranças, brigadistas e prestadores de serviço. De forma complementar, mais de dois mil postos indiretos foram originados para ambulantes, costureiras, fornecedores de cenários, bordados e adereços, evidenciando o fortalecimento da economia criativa local.


Mais do que uma festa


O cuidado com os grupos também esteve presente: mais de 15 mil kits-lanche foram distribuídos aos dançarinos ao longo das apresentações. A programação ainda contou com 49 trios de forró e 13 artistas regionais, que animaram os intervalos das competições e garantiram que a música popular estivesse sempre presente como fio condutor da celebração.


R$ 10 milhões


Total investido no Distrito Junino deste ano


O Distrito Junino 2025 mostrou que celebrar a tradição é também investir em identidade e desenvolvimento. Promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), e executado pelo Instituto Orgulho de Ser Nordestino por meio de edital de chamamento público, o circuito representou o maior investimento já realizado em festas juninas no DF, com R$ 10 milhões destinados ao fortalecimento da cultura popular.


O circuito passou por Brazlândia, Riacho Fundo II, Taguatinga, Ceilândia, Paranoá, Sobradinho, Samambaia, Santa Maria e Planaltina de Goiás, em uma edição marcada pela descentralização cultural e pelo protagonismo das comunidades. Cada etapa reforçou o valor das quadrilhas como patrimônio imaterial do DF, ao mesmo tempo que promoveu a economia criativa em escala inédita.



”As quadrilhas foram as verdadeiras protagonistas de uma festa que ficará marcada na memória da cidade e no coração de quem participou”


Affonso Gomes, presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino


Para Affonso Gomes, presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino, a edição consolidou um marco cultural e social no DF. “É uma alegria imensa ver nossa cultura viva chegar a tantas regiões do Distrito Federal”, comemora.
“Foi emocionante acompanhar o envolvimento das comunidades em cada etapa”, relata. ”Encerramos esta edição com celebração, integração e orgulho de ser nordestino. As quadrilhas foram as verdadeiras protagonistas de uma festa que ficará marcada na memória da cidade e no coração de quem participou.”
Como legado, o Distrito Junino 2025 reafirma a cultura nordestina como um dos pilares da identidade brasiliense, aproximando a população de suas raízes e tornando-se referência nacional no calendário cultural.


*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa






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https://jornalismodigitaldf.com.br/distrito-junino-2025-encerra-edicao-historica-com-cerca-de-250-mil-pessoas-na-esplanada-dos-ministerios/?fsp_sid=190502
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Distrito Junino 2025 encerra edição histórica com cerca de 250 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios

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O Distrito Junino 2025 terminou neste sábado (30) em clima de celebração, consolidando-se como o maior circuito junino do Centro-Oeste. A segunda noite de encerramento reuniu cerca de 150 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, somando um público de aproximadamente 250 mil nos dois dias de festa.


O público foi recebido pelo Trio Asa Branca, que abriu a m onoite com muito arrasta-pé. Em seguida, subiram ao palco as quadrilhas Rasga o Fole, Si Bobiá a Gente Pimba, Sabugo de Milho, Arroxa o Nó e Pau Melado, campeãs de suas etapas e reconhecidas pela força cênica, originalidade e riqueza cultural.


Forró dominou



“O Distrito Junino não é apenas entretenimento: é um investimento estratégico que movimentou territórios criativos, gerou milhares de empregos e aproximou a cultura popular das comunidades em todas as regiões”


Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa


A programação musical levou ao palco grandes nomes da música brasileira. Wesley Safadão comandou a multidão com sucessos que arrastam plateias em todo o país. Chambinho do Acordeon, intérprete de Luiz Gonzaga no cinema, empolgou o público ao reafirmar a força do forró tradicional. A dupla George Henrique & Rodrigo, por sua vez,  encerrou a noite com hits do sertanejo.


“O que vimos na Esplanada foi a consagração de uma política pública que veio para ficar no calendário cultural do DF”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. “O Distrito Junino não é apenas entretenimento: é um investimento estratégico que movimentou territórios criativos, gerou milhares de empregos e aproximou a cultura popular das comunidades em todas as regiões.”


Impacto cultural e econômico


Ao longo de 41 dias de programação, o Distrito Junino 2025 promoveu 261 exibições de quadrilhas juninas, contemplando as três entidades que estruturam o movimento no Distrito Federal: a Federação de Quadrilhas Juninas do DF, a União Junina Brasiliense e a Liga Independente de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno.


No total, 63 grupos culturais se apresentaram, reforçando a identidade nordestina no coração do Centro-Oeste. O público médio ultrapassou 110 mil pessoas por etapa, entre presença física e transmissões online, ampliando o alcance da festa e colocando o projeto entre os maiores eventos do gênero no Brasil.


O impacto econômico e social também foi expressivo. O circuito possibilitou a criação de quatro mil empregos diretos, envolvendo desde organização e produção até quadrilheiros, artistas, comerciantes, artesãos, seguranças, brigadistas e prestadores de serviço. De forma complementar, mais de dois mil postos indiretos foram originados para ambulantes, costureiras, fornecedores de cenários, bordados e adereços, evidenciando o fortalecimento da economia criativa local.


Mais do que uma festa


O cuidado com os grupos também esteve presente: mais de 15 mil kits-lanche foram distribuídos aos dançarinos ao longo das apresentações. A programação ainda contou com 49 trios de forró e 13 artistas regionais, que animaram os intervalos das competições e garantiram que a música popular estivesse sempre presente como fio condutor da celebração.


R$ 10 milhões


Total investido no Distrito Junino deste ano


O Distrito Junino 2025 mostrou que celebrar a tradição é também investir em identidade e desenvolvimento. Promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), e executado pelo Instituto Orgulho de Ser Nordestino por meio de edital de chamamento público, o circuito representou o maior investimento já realizado em festas juninas no DF, com R$ 10 milhões destinados ao fortalecimento da cultura popular.


O circuito passou por Brazlândia, Riacho Fundo II, Taguatinga, Ceilândia, Paranoá, Sobradinho, Samambaia, Santa Maria e Planaltina de Goiás, em uma edição marcada pela descentralização cultural e pelo protagonismo das comunidades. Cada etapa reforçou o valor das quadrilhas como patrimônio imaterial do DF, ao mesmo tempo que promoveu a economia criativa em escala inédita.



”As quadrilhas foram as verdadeiras protagonistas de uma festa que ficará marcada na memória da cidade e no coração de quem participou”


Affonso Gomes, presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino


Para Affonso Gomes, presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino, a edição consolidou um marco cultural e social no DF. “É uma alegria imensa ver nossa cultura viva chegar a tantas regiões do Distrito Federal”, comemora.
“Foi emocionante acompanhar o envolvimento das comunidades em cada etapa”, relata. ”Encerramos esta edição com celebração, integração e orgulho de ser nordestino. As quadrilhas foram as verdadeiras protagonistas de uma festa que ficará marcada na memória da cidade e no coração de quem participou.”
Como legado, o Distrito Junino 2025 reafirma a cultura nordestina como um dos pilares da identidade brasiliense, aproximando a população de suas raízes e tornando-se referência nacional no calendário cultural.


*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa






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Clínica onde incêndio matou cinco homens no DF funcionava sem alvará

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O Instituto Terapêutico Liberte-se, onde um incêndio matou cinco pessoas e deixou 11 com sintomas de intoxicação por fumaça, funcionava sem alvará. As chamas consumiram a casa na madrugada deste domingo (31/8), no Paranoá (DF), onde havia dependentes químicos em recuperação.


O proprietário e diretor da clínica, Douglas Costa de Oliveira Ramos, 33 anos, confessou em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) que solicitou o alvará, mas a autorização não foi expedida ainda. O instituto também não obteve aprovação de licenciamento do Corpo de Bombeiros, que sequer fez a vistoria no local.


A clínica clandestina funcionava há cinco meses, segundo o dono. O tratamento oferecido consistia na internação de dependentes químicos por seis meses, com visitas mensais e ligações semanais.



O que se sabe sobre o caso



  • O Instituto Terapêutico Liberte-se, casa de reabilitação de dependentes químicos no Paranoá (DF), pegou fogo na madrugada deste domingo (31/8), por volta das 3h.

  • Cinco pessoas morreram e ao menos 11 ficaram feridas.

  • Darley Fernandes de Carvalho, José Augusto, Lindemberg Nunes Pinho, Daniel Antunes e João Pedro Santos morreram no local.

  • Atualmente, a clínica contava com 46 internos. Não se sabe ainda, porém, quantos deles estavam no local no momento do incêndio.

  • As causas do início do fogo são desconhecidas. A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) investiga o caso.

  • O Corpo de Bombeiros conteve as chamas e levou as vítimas aos hospitais regionais de Sobradinho (HRS) e da Região Leste, no Paranoá (HRL).



Veja imagens feitas após o incêndio:

4 imagensCasa estava trancada no momento do incêndioLocal pegou fogo neste domingo (31/8). Cinco pessoas morreramClínica fica no ParanoáFechar modal.1 de 4

Além das cinco vítimas que não resistiram, 11 foram ao hospital com suspeita de intoxicação por inalação de fumaça

Divulgação/CBMDF2 de 4

Casa estava trancada no momento do incêndio

Divulgação/CBMDF3 de 4

Local pegou fogo neste domingo (31/8). Cinco pessoas morreram

Divulgação/CBMDF4 de 4

Clínica fica no Paranoá

Francisco Dutra/Metrópoles

Testemunhas contaram que os internos tiveram dificuldade de deixar o local quando as chamas tomaram de conta da casa porque a residência estava trancada com cadeado e tinha janelas com grades de ferro.


Funcionário do instituto, Sérgio Rodrigo Rodrigues Gomes, 38, disse à polícia ter recebido a chave do cadeado da porta de acesso principal de um outro empregado.


No depoimento, Gomes revelou que o fogo já havia se alastrado pelo ambiente de forma intensa e que o cadeado estava muito quente, chegando a queimar a mão dele.


O homem contou que, “após muita dificuldade”, conseguiu liberar a porta. Ele disse que arrombou grades e quebrou vidros das janelas para retirar algumas pessoas. O Instituto Terapêutico Liberte-se tinha 46 internos.


A causa do incêndio ainda não foi revelada. A PCDF investiga o caso.


Feridos

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) informou que encontrou corpos de cinco homens durante a etapa de rescaldo, etapa na qual os profissionais eliminam os focos remanescentes para evitar novo incêndio.


Outras 11 pessoas foram levadas a hospitais próximos da região com sintomas de intoxicação por inalação de fumaça.


Os feridos têm entre 21 e 55 anos. Somente as iniciais e a idade foram divulgadas. Veja:


D.S., 24 anos;
L.G., 21 anos;
L.S., 21 anos;
M.D., 28 anos;
J.G.S.J., 30 anos;
R.S., 44 anos;
M.S., 24 anos;
E.G.S., 33 anos;
R.F.M., 33 anos;
G.S.D.S.Q., 34 anos; e
R.Q., 55 anos.


O que diz o GDF


A Administração Regional do Paranoá informou à reportagem que não detém competência legal para conceder, de forma isolada, o alvará de funcionamento, nem para autorizar a operação definitiva de estabelecimentos. Ao órgão, cabe apenas o deferimento da viabilidade locacional, de forma que a continuidade do processo de autorização de funcionamento depende obrigatoriamente de vistorias e autorizações posteriores emitidas pelos demais órgãos competentes.


Segundo a administração, a licença de localização da casa de recuperação foi deferida na quinta-feira (28/8). No entanto, essa licença não equivale ao alvará de funcionamento, sendo tão somente a primeira fase do processo. Ou seja, não se trata de documento apto a autorizar a prestação de serviço que estava sendo realizada no local.


A administração lamentou o trágico incêndio. “Manifestamos nossa solidariedade às vítimas, familiares e a toda comunidade impactada pelo ocorrido, e nos colocamos à disposição dos órgãos competentes para colaborar no que estiver ao nosso alcance”, ressaltou, em nota enviada ao Metrópoles.


Clínica se pronuncia

Após o incêndio, o Instituto Terapêutico Liberte-se divulgou uma nota na qual lamentou o caso e informou que está “em contato com as autoridades competentes”.


“Colocamo-nos inteiramente à disposição para colaborar com as investigações, fornecendo todas as informações necessárias para esclarecer as circunstâncias do ocorrido. Reiteramos nosso compromisso com a transparência e com a apuração rigorosa dos fatos”, afirmou.





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https://jornalismodigitaldf.com.br/clinica-onde-incendio-matou-cinco-homens-no-df-funcionava-sem-alvara/?fsp_sid=190488
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Clínica onde incêndio matou cinco homens no DF funcionava sem alvará

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O Instituto Terapêutico Liberte-se, onde um incêndio matou cinco pessoas e deixou 11 com sintomas de intoxicação por fumaça, funcionava sem alvará. As chamas consumiram a casa na madrugada deste domingo (31/8), no Paranoá (DF), onde havia dependentes químicos em recuperação.


O proprietário e diretor da clínica, Douglas Costa de Oliveira Ramos, 33 anos, confessou em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) que solicitou o alvará, mas a autorização não foi expedida ainda. O instituto também não obteve aprovação de licenciamento do Corpo de Bombeiros, que sequer fez a vistoria no local.


A clínica clandestina funcionava há cinco meses, segundo o dono. O tratamento oferecido consistia na internação de dependentes químicos por seis meses, com visitas mensais e ligações semanais.



O que se sabe sobre o caso



  • O Instituto Terapêutico Liberte-se, casa de reabilitação de dependentes químicos no Paranoá (DF), pegou fogo na madrugada deste domingo (31/8), por volta das 3h.

  • Cinco pessoas morreram e ao menos 11 ficaram feridas.

  • Darley Fernandes de Carvalho, José Augusto, Lindemberg Nunes Pinho, Daniel Antunes e João Pedro Santos morreram no local.

  • Atualmente, a clínica contava com 46 internos. Não se sabe ainda, porém, quantos deles estavam no local no momento do incêndio.

  • As causas do início do fogo são desconhecidas. A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) investiga o caso.

  • O Corpo de Bombeiros conteve as chamas e levou as vítimas aos hospitais regionais de Sobradinho (HRS) e da Região Leste, no Paranoá (HRL).



Veja imagens feitas após o incêndio:

4 imagensCasa estava trancada no momento do incêndioLocal pegou fogo neste domingo (31/8). Cinco pessoas morreramClínica fica no ParanoáFechar modal.1 de 4

Além das cinco vítimas que não resistiram, 11 foram ao hospital com suspeita de intoxicação por inalação de fumaça

Divulgação/CBMDF2 de 4

Casa estava trancada no momento do incêndio

Divulgação/CBMDF3 de 4

Local pegou fogo neste domingo (31/8). Cinco pessoas morreram

Divulgação/CBMDF4 de 4

Clínica fica no Paranoá

Francisco Dutra/Metrópoles

Testemunhas contaram que os internos tiveram dificuldade de deixar o local quando as chamas tomaram de conta da casa porque a residência estava trancada com cadeado e tinha janelas com grades de ferro.


Funcionário do instituto, Sérgio Rodrigo Rodrigues Gomes, 38, disse à polícia ter recebido a chave do cadeado da porta de acesso principal de um outro empregado.


No depoimento, Gomes revelou que o fogo já havia se alastrado pelo ambiente de forma intensa e que o cadeado estava muito quente, chegando a queimar a mão dele.


O homem contou que, “após muita dificuldade”, conseguiu liberar a porta. Ele disse que arrombou grades e quebrou vidros das janelas para retirar algumas pessoas. O Instituto Terapêutico Liberte-se tinha 46 internos.


A causa do incêndio ainda não foi revelada. A PCDF investiga o caso.


Feridos

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) informou que encontrou corpos de cinco homens durante a etapa de rescaldo, etapa na qual os profissionais eliminam os focos remanescentes para evitar novo incêndio.


Outras 11 pessoas foram levadas a hospitais próximos da região com sintomas de intoxicação por inalação de fumaça.


Os feridos têm entre 21 e 55 anos. Somente as iniciais e a idade foram divulgadas. Veja:


D.S., 24 anos;
L.G., 21 anos;
L.S., 21 anos;
M.D., 28 anos;
J.G.S.J., 30 anos;
R.S., 44 anos;
M.S., 24 anos;
E.G.S., 33 anos;
R.F.M., 33 anos;
G.S.D.S.Q., 34 anos; e
R.Q., 55 anos.


O que diz o GDF


A Administração Regional do Paranoá informou à reportagem que não detém competência legal para conceder, de forma isolada, o alvará de funcionamento, nem para autorizar a operação definitiva de estabelecimentos. Ao órgão, cabe apenas o deferimento da viabilidade locacional, de forma que a continuidade do processo de autorização de funcionamento depende obrigatoriamente de vistorias e autorizações posteriores emitidas pelos demais órgãos competentes.


Segundo a administração, a licença de localização da casa de recuperação foi deferida na quinta-feira (28/8). No entanto, essa licença não equivale ao alvará de funcionamento, sendo tão somente a primeira fase do processo. Ou seja, não se trata de documento apto a autorizar a prestação de serviço que estava sendo realizada no local.


A administração lamentou o trágico incêndio. “Manifestamos nossa solidariedade às vítimas, familiares e a toda comunidade impactada pelo ocorrido, e nos colocamos à disposição dos órgãos competentes para colaborar no que estiver ao nosso alcance”, ressaltou, em nota enviada ao Metrópoles.


Clínica se pronuncia

Após o incêndio, o Instituto Terapêutico Liberte-se divulgou uma nota na qual lamentou o caso e informou que está “em contato com as autoridades competentes”.


“Colocamo-nos inteiramente à disposição para colaborar com as investigações, fornecendo todas as informações necessárias para esclarecer as circunstâncias do ocorrido. Reiteramos nosso compromisso com a transparência e com a apuração rigorosa dos fatos”, afirmou.





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Chá anti-inflamatório ajuda a emagrecer e previne doenças no coração

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Originário do Japão, o gengibre é uma especiaria de sabor forte, picante e levemente doce. Quando consumido por meio de chá, ele é uma boa alternativa natural para prevenir doenças cardiovasculares através de suas propriedades anti-inflamatórias. Infusão também pode ajudar no processo de perda de peso.


O chá de gengibre possui outros benefícios, podendo aliviar náuseas, vômitos e fortalecer o sistema imunológico. Segundo um estudo publicado na revista científica Complementary Therapies in Medicine, em 2022, o alimento ainda consegue controlar a glicose em pacientes com diabetes tipo 2.



A nutricionista Letícia Lenzi, de Santa Catarina, revela que as propriedades do chá não são apenas anti-inflamatórias. “Além de ser termogênico, o gengibre possui propriedades analgésicas, anticoagulantes, antibactericidas, antioxidantes, antieméticas (contra vômitos), desintoxicantes, digestivas, diuréticas e vasodilatadoras”, diz a profissional.


No entanto, para atingir o efeito desejado, o consumo da infusão deve ser aliado a uma rotina alimentar saudável, além da prática regular de atividades físicas.




Nutrientes e compostos bioativos do chá de gengibre



  • Gingeróis: responsáveis pelas propriedades anti-inflamatórias e digestivas da bebida.

  • Shogaóis: são compostos químicos que possuem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e citotóxicas.

  • Zingerona: tem ação anti-inflamatória, carminativa e antiemética.

  • Terpênicos: possuem ação antibiótica e contra fungos.

  • Vitaminas A, C e B: ajudam na estimulação do metabolismo e na produção de energia.

  • Minerais (cálcio, ferro e fósforo): auxiliam no combate de dores de cabeça, dores musculares e na prevenção de doenças cardiovasculares.




 Efeito diurético e proteção


O chá de gengibre ajuda no processo de emagrecimento através de sua ação diurética e termogênica. Enquanto uma ajuda a eliminar o excesso de líquidos do corpo, a outra aumenta a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e elevando o gasto energético.


Através das propriedades anti-inflamatórias, relaxantes, antioxidantes, vasodilatadoras e anticoagulantes, a infusão ainda é capaz de proteger o coração. O consumo da bebida promove o relaxamento e a elasticidade das artérias, melhora a circulação sanguínea e ajuda no equilíbrio da pressão arterial.


Foto colorida de chá de gengibre - Metrópoles
Chá de gengibre ajuda a reduzir a inflamação e também contribui para a redução dos sintomas da cólica

Por ser versátil, o chá de gengibre pode ser combinado com outros ingredientes para potencializar ainda mais suas vantagens. Entre as principais sugestões estão:



  • Chá de limão e gengibre: aumenta a ação antioxidante e anti-inflamatória;

  • Chá de gengibre e canela: aumenta a ação emagrecedora;

  • Chá de gengibre com hortelã: aumenta o fortalecimento da imunidade;

  • Chá de gengibre com cúrcuma: potencializa os efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes.




Como preparar:


Ingredientes: 



  • 2 cm de gengibre fresco;

  • 200 ml de água.


ou



  • 1 colher de sopa de gengibre em pó;

  • 1 litro de água.




Modo de preparo: 


Coloque os ingredientes em uma panela e deixe ferver por 8 a 10 minutos. Desligue o fogo, tampe a panela e, quando estiver morno, beba.




Contraindicações da bebida


Segundo a nutricionista Priscila Desterro, do Instituto Gourmet, o consumo do chá de gengibre não é recomendado para gestantes e crianças menores de 2 anos. “O chá de gengibre deve ser consumido com cautela, especialmente por crianças. Para adultos, o ideal são uma ou duas xícaras por dia”, ensina a especialista.


Além do cuidado com os pequenos e gestantes, pessoas com problemas de coagulação ou que utilizem anticoagulantes devem evitar o consumo, pois há risco de interação medicamentosa perigosa.


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Chá anti-inflamatório ajuda a emagrecer e previne doenças no coração

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Originário do Japão, o gengibre é uma especiaria de sabor forte, picante e levemente doce. Quando consumido por meio de chá, ele é uma boa alternativa natural para prevenir doenças cardiovasculares através de suas propriedades anti-inflamatórias. Infusão também pode ajudar no processo de perda de peso.


O chá de gengibre possui outros benefícios, podendo aliviar náuseas, vômitos e fortalecer o sistema imunológico. Segundo um estudo publicado na revista científica Complementary Therapies in Medicine, em 2022, o alimento ainda consegue controlar a glicose em pacientes com diabetes tipo 2.



A nutricionista Letícia Lenzi, de Santa Catarina, revela que as propriedades do chá não são apenas anti-inflamatórias. “Além de ser termogênico, o gengibre possui propriedades analgésicas, anticoagulantes, antibactericidas, antioxidantes, antieméticas (contra vômitos), desintoxicantes, digestivas, diuréticas e vasodilatadoras”, diz a profissional.


No entanto, para atingir o efeito desejado, o consumo da infusão deve ser aliado a uma rotina alimentar saudável, além da prática regular de atividades físicas.




Nutrientes e compostos bioativos do chá de gengibre



  • Gingeróis: responsáveis pelas propriedades anti-inflamatórias e digestivas da bebida.

  • Shogaóis: são compostos químicos que possuem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e citotóxicas.

  • Zingerona: tem ação anti-inflamatória, carminativa e antiemética.

  • Terpênicos: possuem ação antibiótica e contra fungos.

  • Vitaminas A, C e B: ajudam na estimulação do metabolismo e na produção de energia.

  • Minerais (cálcio, ferro e fósforo): auxiliam no combate de dores de cabeça, dores musculares e na prevenção de doenças cardiovasculares.




 Efeito diurético e proteção


O chá de gengibre ajuda no processo de emagrecimento através de sua ação diurética e termogênica. Enquanto uma ajuda a eliminar o excesso de líquidos do corpo, a outra aumenta a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e elevando o gasto energético.


Através das propriedades anti-inflamatórias, relaxantes, antioxidantes, vasodilatadoras e anticoagulantes, a infusão ainda é capaz de proteger o coração. O consumo da bebida promove o relaxamento e a elasticidade das artérias, melhora a circulação sanguínea e ajuda no equilíbrio da pressão arterial.


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Chá de gengibre ajuda a reduzir a inflamação e também contribui para a redução dos sintomas da cólica

Por ser versátil, o chá de gengibre pode ser combinado com outros ingredientes para potencializar ainda mais suas vantagens. Entre as principais sugestões estão:



  • Chá de limão e gengibre: aumenta a ação antioxidante e anti-inflamatória;

  • Chá de gengibre e canela: aumenta a ação emagrecedora;

  • Chá de gengibre com hortelã: aumenta o fortalecimento da imunidade;

  • Chá de gengibre com cúrcuma: potencializa os efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes.




Como preparar:


Ingredientes: 



  • 2 cm de gengibre fresco;

  • 200 ml de água.


ou



  • 1 colher de sopa de gengibre em pó;

  • 1 litro de água.




Modo de preparo: 


Coloque os ingredientes em uma panela e deixe ferver por 8 a 10 minutos. Desligue o fogo, tampe a panela e, quando estiver morno, beba.




Contraindicações da bebida


Segundo a nutricionista Priscila Desterro, do Instituto Gourmet, o consumo do chá de gengibre não é recomendado para gestantes e crianças menores de 2 anos. “O chá de gengibre deve ser consumido com cautela, especialmente por crianças. Para adultos, o ideal são uma ou duas xícaras por dia”, ensina a especialista.


Além do cuidado com os pequenos e gestantes, pessoas com problemas de coagulação ou que utilizem anticoagulantes devem evitar o consumo, pois há risco de interação medicamentosa perigosa.


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Expoabra 2025 tem estande de adoção com pets castrados e vacinados

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Histórias de abandono e resgate vão ganhar um novo capítulo durante a 33ª edição da Expoabra. Durante este sábado (30) e domingo (31), além do próximo fim de semana (6 e 7 de setembro), cães que viveram nas ruas estarão em busca de um novo lar no estande especial de adoção instalado no Parque de Exposições Granja do Torto. A iniciativa é da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF), que organiza o espaço para conectar os animais a futuros adotantes.


“A participação na Expoabra reforça o compromisso da Secretaria de Proteção Animal em incentivar a adoção responsável”, afirma o titular da pasta, Cristiano Lopes da Cunha. “Para isso, contamos com a atuação da rede dos protetores do DF, que luta diariamente pela saúde e bem-estar animal. Nosso objetivo é abrir caminhos para que esses animais encontrem novos lares e recebam os cuidados e o carinho que merecem.”


Adoção responsável


Cada cão passou por um processo de cuidado antes de chegar à feira. Além do acolhimento temporário, todos foram castrados e vacinados contra a raiva e doenças múltiplas. Os animais também foram microchipados e avaliados por veterinários. O objetivo é garantir que cheguem prontos para uma nova vida cercados de segurança e afeto.


Para adotar, é preciso ter mais de 18 anos, apresentar comprovante de residência e documento de identidade com foto, além de preencher e assinar um termo de responsabilidade. Os interessados também recebem orientações sobre os cuidados necessários com os animais.


Feira aberta ao público


A 33ª edição da Expoabra segue até 7 de setembro com a expectativa de receber cerca de 100 mil visitantes. A feira tem entrada gratuita e reúne atrações ligadas ao agronegócio, cultura e lazer.


Trata-se de iniciativa conjunta do Serviço Social Autônomo Parque Granja do Torto (PGT) com as secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento (Seagri-DF), com o apoio de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), empresas privadas e organizações e associações de criadores de animais e de produtores rurais.


R$ 9 milhões


Montante movimentado pela Expoabra na edição de 2024


 


“Além de ser um evento que exalta o agronegócio do Distrito Federal e região, a 33ª Expoabra é também um ponto de encontro da família brasiliense”, enfatiza o diretor-executivo do PGT, Luciano Mendes.


“Poder contar com a Feira de Adoção de Pets dentro da Expoabra é promover o amor, é criar uma ponte para esse momento em que um animal ganha uma nova família e essa família passa a ter um novo membro”, prossegue o gestor. “Dessa forma, ficamos muito felizes em fazer com que esta edição da Expoabra deixe essa marca, fique na história dessas famílias que vierem a sair daqui com um novo integrante.” 


Agronegócio e cultura


Em 2024, a Expoabra movimentou R$ 9 milhões em negócios, e a expectativa para este ano é superar os resultados. A exposição agropecuária reúne produtores, criadores, empresários, pesquisadores, instituições e o público em geral para experiências ligadas ao agronegócio, com atividades pecuárias, comerciais, técnicas, culturais e gastronômicas, além de shows de artistas nacionais.


Em 4 de setembro, o palco fica por conta de Pablo, o ídolo da sofrência, que divide a noite com a dupla Edson e Hudson e com o Galã do Piseiro. No dia seguinte haverá show da dupla Guilherme & Benuto, do icônico Amado Batista e de Evoney Fernandes, o pai da seresta. As apresentações se encerram no sábado (6), com Binho Seresteiro, seguido por atrações anunciadas como surpresa. Os artistas locais também têm espaço de destaque na Expoabra, no happy hour, com shows todos os dias.


 






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https://jornalismodigitaldf.com.br/expoabra-2025-tem-estande-de-adocao-com-pets-castrados-e-vacinados/?fsp_sid=190453
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Expoabra 2025 tem estande de adoção com pets castrados e vacinados

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Histórias de abandono e resgate vão ganhar um novo capítulo durante a 33ª edição da Expoabra. Durante este sábado (30) e domingo (31), além do próximo fim de semana (6 e 7 de setembro), cães que viveram nas ruas estarão em busca de um novo lar no estande especial de adoção instalado no Parque de Exposições Granja do Torto. A iniciativa é da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF), que organiza o espaço para conectar os animais a futuros adotantes.


“A participação na Expoabra reforça o compromisso da Secretaria de Proteção Animal em incentivar a adoção responsável”, afirma o titular da pasta, Cristiano Lopes da Cunha. “Para isso, contamos com a atuação da rede dos protetores do DF, que luta diariamente pela saúde e bem-estar animal. Nosso objetivo é abrir caminhos para que esses animais encontrem novos lares e recebam os cuidados e o carinho que merecem.”


Adoção responsável


Cada cão passou por um processo de cuidado antes de chegar à feira. Além do acolhimento temporário, todos foram castrados e vacinados contra a raiva e doenças múltiplas. Os animais também foram microchipados e avaliados por veterinários. O objetivo é garantir que cheguem prontos para uma nova vida cercados de segurança e afeto.


Para adotar, é preciso ter mais de 18 anos, apresentar comprovante de residência e documento de identidade com foto, além de preencher e assinar um termo de responsabilidade. Os interessados também recebem orientações sobre os cuidados necessários com os animais.


Feira aberta ao público


A 33ª edição da Expoabra segue até 7 de setembro com a expectativa de receber cerca de 100 mil visitantes. A feira tem entrada gratuita e reúne atrações ligadas ao agronegócio, cultura e lazer.


Trata-se de iniciativa conjunta do Serviço Social Autônomo Parque Granja do Torto (PGT) com as secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento (Seagri-DF), com o apoio de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), empresas privadas e organizações e associações de criadores de animais e de produtores rurais.


R$ 9 milhões


Montante movimentado pela Expoabra na edição de 2024


 


“Além de ser um evento que exalta o agronegócio do Distrito Federal e região, a 33ª Expoabra é também um ponto de encontro da família brasiliense”, enfatiza o diretor-executivo do PGT, Luciano Mendes.


“Poder contar com a Feira de Adoção de Pets dentro da Expoabra é promover o amor, é criar uma ponte para esse momento em que um animal ganha uma nova família e essa família passa a ter um novo membro”, prossegue o gestor. “Dessa forma, ficamos muito felizes em fazer com que esta edição da Expoabra deixe essa marca, fique na história dessas famílias que vierem a sair daqui com um novo integrante.” 


Agronegócio e cultura


Em 2024, a Expoabra movimentou R$ 9 milhões em negócios, e a expectativa para este ano é superar os resultados. A exposição agropecuária reúne produtores, criadores, empresários, pesquisadores, instituições e o público em geral para experiências ligadas ao agronegócio, com atividades pecuárias, comerciais, técnicas, culturais e gastronômicas, além de shows de artistas nacionais.


Em 4 de setembro, o palco fica por conta de Pablo, o ídolo da sofrência, que divide a noite com a dupla Edson e Hudson e com o Galã do Piseiro. No dia seguinte haverá show da dupla Guilherme & Benuto, do icônico Amado Batista e de Evoney Fernandes, o pai da seresta. As apresentações se encerram no sábado (6), com Binho Seresteiro, seguido por atrações anunciadas como surpresa. Os artistas locais também têm espaço de destaque na Expoabra, no happy hour, com shows todos os dias.


 






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“Todos começaram a desmaiar”, diz interno de clínica onde 5 morreram

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Um dos internos do Instituto Terapêutico Liberte-se que conseguiu se salvar do incêndio ocorrido no local, neste domingo (31/8), narra os momentos de terror vividos durante a tragédia que tirou a vida de cinco pacientes e deixou outros 11 feridos.


A clínica de reabilitação para dependentes químicos localizada no Núcleo Rural Desembargador Colombo Cerqueira, no Paranoá (DF), pegou fogo por volta das 3h.


Daniel Fernandes, 24 anos, contou ao Metrópoles que estava dormindo quando internos de outro quarto pediram ajuda. “Eles vieram buscar a chave da porta da frente da casa, que é trancada toda noite”, comentou.


“Levantamos desesperados e fomos. Quando eu vi a sala, percebi que o fogo já havia se alastrado enquanto todo mundo gritava por socorro, pedindo para não deixar que eles morressem”, lembrou Daniel.


Nesse momento, Daniel Fernandes, outros internos e um coordenador do instituto saíram em busca de objetos para quebrar as grades das janela. Todas as portas e janelas estavam trancadas ou gradeadas no momento do incêndio, segundo testemunhas.


“Conseguimos quebrar uma janela e chamar os acolhidos para o quarto cujo qual essa janela dava acesso. Uns conseguiram ir, outros não. Mas, de repente, todo mundo começou a desmaiar por causa da fumaça”, relata o interno.


Os rapazes que estavam do lado de fora do quarto conseguiram entrar pela janela e retirar as vítimas, mas não a tempo de salvar todas.


“Vi um rapaz sendo queimado e um se arrastando enquanto o corpo dele pegava fogo. Outro interno estava quase desmaiando por causa da fumaça, quando o fogo alastrou e começou a cair por cima dele”, lembrou. “Fiquei em estado de choque, muito triste.”

Daniel Fernandes disse que foi acolhido no instituto há cinco meses. “Sou muito grato por aquele lugar. Eles me deram oportunidade e me ensinaram uma nova maneira de viver”, afirmou.


1 de 6

Daniel Fernandes, 24 anos

Francisco Dutra/Metrópoles
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Rapaz é interno do Instituto Liberte-se e ajudou a salvar os colegas

Francisco Dutra/Metrópoles
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Local pegou fogo neste domingo (31/8). Cinco pessoas morreram

Divulgação/CBMDF
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Além das cinco vítimas que não resistiram, 11 foram ao hospital com suspeita de intoxicação por inalação de fumaça

Divulgação/CBMDF
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Casa estava trancada no momento do incêndio

Divulgação/CBMDF
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Clínica fica no Paranoá

Francisco Dutra/Metrópoles

Alguns dos internos que testemunharam a tragédia prestaram depoimento à Polícia Civil do DF (PCDF), que investiga o caso. Um deles, um rapaz de 27 anos que estava na clínica há dois meses para tratar da dependência de cocaína, contou que não viu extintores de incêndio no local.


Ele disse que acordou e viu a casa tomada por fumaça. Por conta da intoxicação, chegou a desmaiar, mas acordou a tempo de pular pela janela quebrada por Daniel Fernandes.


O interno afirmou que muitos dos colegas não conseguiram sair da clínica por causa do cadeado instalado do lado de fora da porta de entrada e saída.




O que se sabe sobre o caso



  • O Instituto Terapêutico Liberte-se, casa de reabilitação de dependentes químicos no Paranoá (DF), pegou fogo na madrugada deste domingo (31/8), por volta das 3h.

  • Cinco pessoas morreram e ao menos 11 ficaram feridas.

  • Darley Fernandes de Carvalho, José Augusto, Lindemberg Nunes Pinho, Daniel Antunes e João Pedro Santos morreram no local.

  • Atualmente, a clínica contava com mais de 20 internos. Não se sabe ainda, porém, quantos deles estavam no local no momento do incêndio.

  • As causas do início do fogo são desconhecidas. A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) investiga o caso.

  • O Corpo de Bombeiros conteve as chamas e levou as vítimas aos hospitais regionais de Sobradinho (HRS) e da Região Leste, no Paranoá (HRL).





Proprietário confirma casa trancada


Em depoimento à PCDF, o proprietário do Instituto Terapêutico Liberte-se, Douglas Costa Ramos, 33 anos, disse que dormia em um quarto do lado de fora da clínica, quando foi acordado pelos internos. Decidiu, então, acionar o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) assim que percebeu o incêndio.


Ramos confirmou que a única porta de entrada e saída da clínica estava trancada com cadeado, em razão de furtos anteriores sofridos. Ele confessou que a casa não possuía alvará nem liberação de funcionamento do CBMDF. O dono da clínica disse que deu início ao processo de licenciamento junto ao Governo do Distrito Federal (GDF), mas o alvará ainda não teria sido expedido.


O voluntário Sergio Rodrigo Gomes, 38 anos, também estava na clínica na madrugada deste domingo (31/8). Foi ele quem recebeu a chave de um interno chamado Ronaldo e conseguiu destrancar o cadeado da porta de entrada e saída, segundo afirmou em depoimento, após muita dificuldade. Ele contou que ajudou a quebrar janelas e grades para salvar as vítimas e que chegou a se queimar porque o fogo se alastrou rapidamente.


A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) investiga o caso.


O que diz o GDF


A Administração Regional do Paranoá informou à reportagem que não detém competência legal para conceder, de forma isolada, o alvará de funcionamento, nem para autorizar a operação definitiva de estabelecimentos. Ao órgão, cabe apenas o deferimento da viabilidade locacional, de forma que a continuidade do processo de autorização de funcionamento depende obrigatoriamente de vistorias e autorizações posteriores emitidas pelos demais órgãos competentes.


Segundo a administração, a licença de localização da casa de recuperação foi deferida na quinta-feira (28/8). No entanto, essa licença não equivale ao alvará de funcionamento, sendo tão somente a primeira fase do processo. Ou seja, não se trata de documento apto a autorizar a prestação de serviço que estava sendo realizada no local.


A administração lamentou o trágico incêndio. “Manifestamos nossa solidariedade às vítimas, familiares e a toda comunidade impactada pelo ocorrido, e nos colocamos à disposição dos órgãos competentes para colaborar no que estiver ao nosso alcance”, ressaltou, em nota enviada ao Metrópoles.






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“Todos começaram a desmaiar”, diz interno de clínica onde 5 morreram

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Um dos internos do Instituto Terapêutico Liberte-se que conseguiu se salvar do incêndio ocorrido no local, neste domingo (31/8), narra os momentos de terror vividos durante a tragédia que tirou a vida de cinco pacientes e deixou outros 11 feridos.


A clínica de reabilitação para dependentes químicos localizada no Núcleo Rural Desembargador Colombo Cerqueira, no Paranoá (DF), pegou fogo por volta das 3h.


Daniel Fernandes, 24 anos, contou ao Metrópoles que estava dormindo quando internos de outro quarto pediram ajuda. “Eles vieram buscar a chave da porta da frente da casa, que é trancada toda noite”, comentou.


“Levantamos desesperados e fomos. Quando eu vi a sala, percebi que o fogo já havia se alastrado enquanto todo mundo gritava por socorro, pedindo para não deixar que eles morressem”, lembrou Daniel.


Nesse momento, Daniel Fernandes, outros internos e um coordenador do instituto saíram em busca de objetos para quebrar as grades das janela. Todas as portas e janelas estavam trancadas ou gradeadas no momento do incêndio, segundo testemunhas.


“Conseguimos quebrar uma janela e chamar os acolhidos para o quarto cujo qual essa janela dava acesso. Uns conseguiram ir, outros não. Mas, de repente, todo mundo começou a desmaiar por causa da fumaça”, relata o interno.


Os rapazes que estavam do lado de fora do quarto conseguiram entrar pela janela e retirar as vítimas, mas não a tempo de salvar todas.


“Vi um rapaz sendo queimado e um se arrastando enquanto o corpo dele pegava fogo. Outro interno estava quase desmaiando por causa da fumaça, quando o fogo alastrou e começou a cair por cima dele”, lembrou. “Fiquei em estado de choque, muito triste.”

Daniel Fernandes disse que foi acolhido no instituto há cinco meses. “Sou muito grato por aquele lugar. Eles me deram oportunidade e me ensinaram uma nova maneira de viver”, afirmou.


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Daniel Fernandes, 24 anos

Francisco Dutra/Metrópoles
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Rapaz é interno do Instituto Liberte-se e ajudou a salvar os colegas

Francisco Dutra/Metrópoles
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Local pegou fogo neste domingo (31/8). Cinco pessoas morreram

Divulgação/CBMDF
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Além das cinco vítimas que não resistiram, 11 foram ao hospital com suspeita de intoxicação por inalação de fumaça

Divulgação/CBMDF
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Casa estava trancada no momento do incêndio

Divulgação/CBMDF
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Clínica fica no Paranoá

Francisco Dutra/Metrópoles

Alguns dos internos que testemunharam a tragédia prestaram depoimento à Polícia Civil do DF (PCDF), que investiga o caso. Um deles, um rapaz de 27 anos que estava na clínica há dois meses para tratar da dependência de cocaína, contou que não viu extintores de incêndio no local.


Ele disse que acordou e viu a casa tomada por fumaça. Por conta da intoxicação, chegou a desmaiar, mas acordou a tempo de pular pela janela quebrada por Daniel Fernandes.


O interno afirmou que muitos dos colegas não conseguiram sair da clínica por causa do cadeado instalado do lado de fora da porta de entrada e saída.




O que se sabe sobre o caso



  • O Instituto Terapêutico Liberte-se, casa de reabilitação de dependentes químicos no Paranoá (DF), pegou fogo na madrugada deste domingo (31/8), por volta das 3h.

  • Cinco pessoas morreram e ao menos 11 ficaram feridas.

  • Darley Fernandes de Carvalho, José Augusto, Lindemberg Nunes Pinho, Daniel Antunes e João Pedro Santos morreram no local.

  • Atualmente, a clínica contava com mais de 20 internos. Não se sabe ainda, porém, quantos deles estavam no local no momento do incêndio.

  • As causas do início do fogo são desconhecidas. A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) investiga o caso.

  • O Corpo de Bombeiros conteve as chamas e levou as vítimas aos hospitais regionais de Sobradinho (HRS) e da Região Leste, no Paranoá (HRL).





Proprietário confirma casa trancada


Em depoimento à PCDF, o proprietário do Instituto Terapêutico Liberte-se, Douglas Costa Ramos, 33 anos, disse que dormia em um quarto do lado de fora da clínica, quando foi acordado pelos internos. Decidiu, então, acionar o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) assim que percebeu o incêndio.


Ramos confirmou que a única porta de entrada e saída da clínica estava trancada com cadeado, em razão de furtos anteriores sofridos. Ele confessou que a casa não possuía alvará nem liberação de funcionamento do CBMDF. O dono da clínica disse que deu início ao processo de licenciamento junto ao Governo do Distrito Federal (GDF), mas o alvará ainda não teria sido expedido.


O voluntário Sergio Rodrigo Gomes, 38 anos, também estava na clínica na madrugada deste domingo (31/8). Foi ele quem recebeu a chave de um interno chamado Ronaldo e conseguiu destrancar o cadeado da porta de entrada e saída, segundo afirmou em depoimento, após muita dificuldade. Ele contou que ajudou a quebrar janelas e grades para salvar as vítimas e que chegou a se queimar porque o fogo se alastrou rapidamente.


A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) investiga o caso.


O que diz o GDF


A Administração Regional do Paranoá informou à reportagem que não detém competência legal para conceder, de forma isolada, o alvará de funcionamento, nem para autorizar a operação definitiva de estabelecimentos. Ao órgão, cabe apenas o deferimento da viabilidade locacional, de forma que a continuidade do processo de autorização de funcionamento depende obrigatoriamente de vistorias e autorizações posteriores emitidas pelos demais órgãos competentes.


Segundo a administração, a licença de localização da casa de recuperação foi deferida na quinta-feira (28/8). No entanto, essa licença não equivale ao alvará de funcionamento, sendo tão somente a primeira fase do processo. Ou seja, não se trata de documento apto a autorizar a prestação de serviço que estava sendo realizada no local.


A administração lamentou o trágico incêndio. “Manifestamos nossa solidariedade às vítimas, familiares e a toda comunidade impactada pelo ocorrido, e nos colocamos à disposição dos órgãos competentes para colaborar no que estiver ao nosso alcance”, ressaltou, em nota enviada ao Metrópoles.






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Menino de 6 anos morre após tumor cerebral ser confundido com cansaço

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O britânico Taylan Kurtul, de 6 anos, morreu pouco tempo depois de um médico ignorar seu primeiro sintoma ligado a um tumor cerebral. Com a morte repentina do menino, a família do condado de Leicestershire, no Reino Unido, busca levantar recursos para apoiar entidades que investiguem possíveis curas para a condição.



O primeiro sinal veio em maio de 2023, quando a criança passou a relatar estar com a visão turva. Após um exame de vista, o oftalmologista descartou qualquer problema sério, acalmando os pais.


No entanto, logo depois Kurtul começou a apresentar sinais de fadiga extrema, dores no estômago, instabilidade ao andar, além de tontura e alterações emocionais. Inicialmente, seus pais atribuíram os sintomas ao cansaço das atividades extracurriculares, mas resolveram escutar uma segunda opinião médica.


Após uma consulta em um clínico-geral, ele realizou uma tomografia computadorizada, que dias depois revelou uma massa em seu cérebro. Além de ressonância magnética, outros exames diagnosticaram a criança com meduloblastoma de alto grau – tipo comum de tumor cerebral cancerígeno em crianças, que começa no cerebelo e tem alta capacidade de se espalhar para o sistema nervoso central.


“Pensei que talvez ele estivesse apenas exausto e precisasse de uma pausa. Mas então eu e meu marido fomos informados do inimaginável”, relata a mãe do menino, Laura Kurtul, em entrevista ao portal britânico Daily Mail.



Sintomas mais comuns de tumores cerebrais



  • Dores de cabeça.

  • Alterações na visão.

  • Convulsões.

  • Problemas de equilíbrio.

  • Mudanças de humor e personalidade.

  • Dificuldades na fala e memória.




 Cirurgia e complicações


Após o diagnóstico, os médicos realizaram uma cirurgia que conseguiu remover 99% do tumor cerebral. Kurtul também passou por rodadas de radioterapia e quimioterapia.


No entanto, mesmo com o sucesso da operação, o britânico desenvolveu síndrome da fossa posterior, uma complicação que atinge cerca de 25 a 30% de indivíduos que passam por procedimentos na parte posterior do cérebro.


A condição pode causar perda de movimentos, alterações comportamentais, dificuldade para andar, comer e falar, além de perda do controle muscular, como a movimentação involuntária dos olhos. Os sintomas costumam melhorar lentamente, mas em algumas crianças, como no caso do britânico, os incômodos permanecem, afetando drasticamente sua qualidade de vida.


“Decisão impossível”


Ao longo do tempo, o pequeno passou a apresentar sinais de demência precoce e com a piora progressiva no quadro do filho, os pais decidiram interromper os tratamentos para não prolongar mais o seu sofrimento. Laura e o marido sentiam estar apenas adiando o inevitável, deixando o filho viver cada vez mais doente.


“Era uma decisão impossível, mas não era mais justo que o Tay continuasse lutando. Ele já tinha passado por muita coisa”, diz a mulher.

A mãe descreve o sentimento de perder um filho como “uma dor incurável”. “O mundo perde suas cores, tornando-se um lugar totalmente diferente”, diz. A criança faleceu nove meses depois da primeira consulta com o clínico-geral que diagnosticou sua condição.


Recomeço e apoio à causa


Agora, a família busca conscientizar outros pais sobre os sinais precoces de tumores cerebrais, com amigos também se engajando na causa. O avô do melhor amigo de Tay fez uma caminhada de 285 km para arrecadar fundos em apoio a Brain Tumour Research – uma instituição de caridade britânica que visa encontrar a cura para tumores no cérebro.


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O menino era torcedor do time de seu condado, o Leicester

Divulgação/Brain Tumour Research
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Após a progressão dos sintomas do filhos, os pais decidiram interromper o tratamento

Divulgação/Brain Tumour Research
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A mãe classifica a dor da perda de Tay como incurável

Divulgação/Brain Tumour Research

Atualmente, o equivalente a mais de R$ 29 mil já foram levantados em homenagem ao pequeno. “Nunca encontraremos palavras para descrever como nos sentimos depois de perder Tay. Ele tocou tantos corações com sua alma alegre e nos ensinou o verdadeiro significado do amor”, descreve a mãe.


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https://jornalismodigitaldf.com.br/menino-de-6-anos-morre-apos-tumor-cerebral-ser-confundido-com-cansaco/?fsp_sid=190432
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