Após anos de insegurança, primeira escritura muda realidade em Vicente Pires

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O processo de regularização fundiária em Vicente Pires ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (6), com a entrega da primeira escritura pública no Trecho 2. O documento foi concedido à aposentada Cleriomar Vieira Rocha, que vive no imóvel há seis anos e agora passa a ter a propriedade formalizada, encerrando um longo período de insegurança jurídica.


A ação, conduzida pela Terracap, marca o início efetivo da titulação na região, considerada uma das etapas mais relevantes dentro do processo de urbanização de áreas que cresceram de forma irregular no Distrito Federal.


Cleriomar contou que acompanhava de perto a abertura do edital e decidiu agir rapidamente assim que teve a oportunidade. “Quando viu que ia começar, não pensou duas vezes. Fez de tudo para garantir logo, porque era um sonho antigo sair dessa situação”, relatou. Ao receber o documento, resumiu o sentimento: “A gente vive muito tempo sem ter certeza de nada. Hoje eu tenho paz para dizer que essa casa é minha”.


O presidente da Terracap, Izidio Santos, ressaltou que a entrega representa a consolidação de um trabalho técnico complexo, desenvolvido ao longo de vários anos. “Esse resultado é fruto de um processo longo, cheio de etapas e desafios. Tem um valor enorme para quem recebe, mas também para todos que trabalharam para tornar isso possível”, afirmou.


A situação fundiária de Vicente Pires tem origem em ocupações realizadas em áreas que pertenciam à União e foram parceladas sem planejamento urbano adequado. Após negociações entre os governos federal e distrital, essas terras passaram a integrar o patrimônio da Terracap, o que permitiu a execução de obras e a organização necessária para a legalização dos imóveis.


Dentro desse contexto, o Governo do Distrito Federal investiu cerca de R$ 500 milhões em infraestrutura, incluindo sistemas de drenagem, pavimentação e melhorias urbanas, condições essenciais para viabilizar a regularização fundiária.


Com essas etapas concluídas, foi lançado o Edital nº 03/2026, que abriu a fase de venda direta dos imóveis. Ao todo, 738 unidades residenciais estão disponíveis nesta etapa inicial. Os moradores interessados têm até o dia 30 de abril para formalizar propostas junto à Terracap.


Os preços iniciais giram em torno de R$ 42 mil para lotes com área de 125,73 m². Quem optar pelo pagamento integral à vista pode obter desconto de 25%. Já o parcelamento pode ser feito em até 360 meses, com taxa de juros de 0,2% ao mês.


O edital também prevê a utilização do FGTS como forma de pagamento. Nesses casos, o morador deve indicar a opção no momento da proposta e terá até 180 dias para obter o Habite-se do imóvel antes de iniciar o financiamento com instituições bancárias.


Há ainda a possibilidade de enquadramento na Regularização Fundiária de Interesse Social (Reurb-S). Famílias com renda de até cinco salários mínimos e imóveis de até 250 m² poderão ter o processo encaminhado à Codhab-DF, com possibilidade de regularização por meio de doação, conforme previsto na legislação.


Os trechos 1 e 3 de Vicente Pires, já regularizados desde 2017, serviram como base para o avanço atual. Nessas áreas, milhares de moradores já conseguiram obter a escritura definitiva, consolidando o modelo adotado pelo governo.


Com a entrega da primeira escritura no Trecho 2, o processo de regularização deixa de ser apenas uma expectativa e passa a produzir efeitos concretos. Para os moradores, o documento representa o fim de anos de incerteza e o reconhecimento oficial do direito à propriedade.






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Bombeiro de Goiás é investigado por matar cachorro a tiros

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Um bombeiro militar matou um cachorro a tiros na tarde de domingo (5/4), no estacionamento do Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO). O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO). Segundo a corporação, o próprio militar registrou a ocorrência, e perícias foram realizadas para esclarecer as circunstâncias do episódio.





Um vídeo obtido pelo Metrópoles mostra o cachorro já caído no chão, aparentemente morto, enquanto um homem vestido com uniforme do Corpo de Bombeiros permanece no local. Nas imagens, um casal assiste à cena de dentro de um apartamento. O homem questiona a ação: “Ô desgraçado, o que você fez aí? Matou o cachorro?”.


Já a mulher pede para que a polícia seja acionada: “Liga para a polícia, amor, corre, 190”. Na sequência, quando o homem se afasta do local, ela ainda afirma: “Olha ele lá fugindo. Matou esse cachorro. Eu escutei o tiro e ouvi o cachorro agonizando, uivando até parar”.



De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO), o bombeiro estava uniformizado quando foi cercado pelos animais e foi atacado. Para se defender, ele efetuou um disparo contra um dos cães, que não resistiu.


Após o ocorrido, o militar foi encaminhado para avaliação médica e deve seguir protocolos preventivos, incluindo medidas relacionadas à profilaxia da raiva.


Em nota, a corporação ressaltou que há registros recorrentes de ataques envolvendo cães na região.“Eles apresentam risco à população que frequenta o local para atividades físicas e de lazer”, afirmou.


“A corporação destaca que a ação do militar ocorreu em situação de risco iminente e teve como único objetivo cessar a agressão”, concluiu.





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Restaurantes comunitários do DF passam de 28 mil refeições em feriado da Sexta-Feira da Paixão

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Mesmo em pleno feriado, quando boa parte dos serviços para, os restaurantes comunitários do Distrito Federal registraram alta procura e serviram mais de 28 mil refeições em apenas um dia. Na Sexta-Feira da Paixão, foram 28.255 almoços distribuídos à população, com cardápio especial de moqueca de peixe vendido a R$ 1.


O número evidencia a dependência de milhares de famílias da rede pública de alimentação, que tem ampliado o funcionamento justamente para cobrir períodos críticos, como domingos e feriados. As unidades são administradas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF).


A pressão maior veio de regiões mais populosas e com maior vulnerabilidade. O restaurante do Sol Nascente/Pôr do Sol liderou o volume de atendimentos, com 2.296 refeições no almoço. Em seguida, aparecem Planaltina (1.998), Samambaia (1.975), Ceilândia Norte (1.867) e Estrutural (1.849). Os dados consideram apenas o período do almoço.


Por trás do prato servido no feriado há uma estratégia que vai além da alimentação básica. Os cardápios especiais são definidos por uma equipe técnica formada por nutricionistas da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan), em conjunto com a empresa responsável pela operação. A ideia é alinhar valor nutricional com hábitos culturais, adaptando as refeições a datas específicas e às condições do período, como o reforço de sopas em épocas de frio e menus temáticos em celebrações.


A abertura das unidades em datas antes não atendidas mudou o alcance da política pública. “Antes, parte dos restaurantes funcionava apenas aos sábados. O governo ampliou esse atendimento para domingos e feriados em quase toda a rede, permitindo que famílias que enfrentavam dificuldade nesses dias passassem a ter acesso à alimentação”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo. “Isso ajuda a explicar o volume registrado agora, com mais de 28 mil refeições servidas no feriado.”


Com a ampliação, o Distrito Federal consolida uma rede que opera de forma contínua e que tem sido cada vez mais acionada em momentos de maior necessidade, garantindo comida acessível mesmo fora da rotina tradicional dos serviços públicos.






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Em duas ações na Via Dutra, PF apreende 10 fuzis e 12 pistolas

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Agentes da Polícia Federal prenderam em flagrante em uma barreira policial na Rodovia Presidente Dutra, altura do município de Piraí, no sul fluminense, um casal que transportava armamento pesado. 


A barreira foi montada com foco na repressão ao tráfico interestadual de drogas e armas. 


Os dois saíram de São Paulo e iam para o Rio de Janeiro. Ao serem parados, os ocupantes apresentaram nervosismo e versões diferentes sobre o motivo e a logística da viagem durante a abordagem na barreira.


Diante das suspeitas, durante uma vistoria minuciosa na estrutura do automóvel, os policiais federais localizaram em fundos falsos na carroceria do veículo, seis fuzis e 11 pistolas, além de carregadores.


De acordo com a Delegacia de Repressão a Drogas da Polícia Federal, que coordenou a ação, “as apreensões representam um impacto direto na estrutura bélica das facções, retirando de circulação, armas de fogo cujo destino final seria o abastecimento de comunidades fluminenses dominadas pelo crime organizado”.


O casal, o veículo e todo o armamento apreendido foram encaminhados à Superintendência da PF, na Praça Mauá. 


O casal responderá pelo crime de tráfico interestadual de armas de fogo de uso restrito e ficará à disposição da Justiça, aguardando julgamento.


Outra apreensão


Em outra ação, agentes da Polícia Federal apreenderam armas, também na Via Dutra, com uma mulher que viajava em um carro de aplicativo. 


A presa viajava em um carro de aplicativo que foi parado durante barreira policial. O armamento, quatro fuzis automáticos e uma pistola, foi localizado dentro de malas de viagem, com apoio de um cão farejador.


A interceptação ocorreu durante uma barreira policial na altura do município de Itatiaia, no sul do Rio de Janeiro, altura da Serra da Mantiqueira, divisa de Minas Gerais e São Paulo. 


Após a sinalização positiva do cão adestrado para farejar drogas, os agentes fizeram uma checagem na bagagem e localizaram o armamento.


A mulher não teve a identificação divulgada. Ela contou que saiu de São Paulo e levaria as armas para uma comunidade na capital fluminense, dominada pelo crime organizado, mas se negou a dar outras informações.


A mulher foi autuada em flagrante na sede da PF no Rio de Janeiro e, em seguida, encaminhada a um presídio do estado, onde aguardará julgamento.







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Saúde vira foco central de Celina Leão, que prevê ações de curto prazo no DF

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A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, iniciou nesta segunda-feira (6) uma série de reuniões internas para reavaliar a gestão da saúde pública no DF. O primeiro encontro reuniu subsecretários e o titular da pasta, Juracy, com foco na revisão de prioridades e no uso dos recursos disponíveis.


A iniciativa ocorre em um cenário de pressão sobre o sistema, marcado pelo aumento da demanda por atendimento e pela necessidade de respostas mais rápidas à população.


Segundo a governadora, a etapa inicial do processo será dedicada a um diagnóstico direto com as equipes técnicas, para identificar os principais gargalos da rede. A proposta é reorganizar o orçamento a partir dessas informações.


“A ideia é reunir todos os responsáveis pela área para definir o que deve ser tratado como prioridade dentro da saúde”, afirmou.


Além do mapeamento dos problemas, o governo também discute a adoção de medidas imediatas, enquanto prepara mudanças estruturais mais amplas. A estratégia combina ações de curto prazo com uma revisão mais profunda do funcionamento do sistema.


“Estamos avaliando o que pode ser feito desde já, sem deixar de planejar uma reorganização mais completa. Esse é um processo contínuo, com novas reuniões previstas”, disse a governadora.


A expectativa da gestão é que os primeiros resultados comecem a aparecer nas próximas semanas, à medida que as decisões avancem dentro da estrutura da Secretaria de Saúde.


Desde que assumiu o governo, em 30 de março, a saúde tem sido um dos principais eixos de atuação de Celina Leão. Nas primeiras horas de gestão, ela anunciou o cancelamento da festa de aniversário de Brasília, com a destinação de R$ 25 milhões para a área — medida que sinalizou a prioridade dada ao setor diante das pressões sobre a rede pública.






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Com creches 100% integrais, DF muda lógica do atendimento na primeira infância

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Antes mesmo de o relógio marcar 8h, o movimento já toma conta do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Flor de Magnólia, no Riacho Fundo II. Entre mochilas, despedidas rápidas e passos ainda inseguros, começa mais um dia de uma rotina que vai muito além do cuidado básico e se consolida como etapa essencial da formação das crianças no Distrito Federal.


Na unidade, 188 crianças de até 4 anos passam cerca de dez horas por dia em um ambiente estruturado para estimular o desenvolvimento desde os primeiros meses de vida. A entrada marca o início de uma sequência organizada de atividades que equilibram alimentação, aprendizado e convivência.


O dia começa com o café da manhã, servido logo após a chegada. O cardápio, elaborado por nutricionista da rede pública, é repassado às famílias semanalmente e inclui opções como mingau, frutas, cuscuz e bolos. Em seguida, as crianças seguem para as salas, onde têm início as atividades pedagógicas.


Um dos momentos mais importantes da manhã é a interação em grupo, com músicas, histórias e rodas de conversa. A proposta pedagógica não busca antecipar a alfabetização, mas desenvolver habilidades de forma gradual, respeitando a idade de cada criança. Elementos como cores, números e linguagem aparecem inseridos nas brincadeiras e nas experiências do cotidiano.


Ao longo da manhã, atividades como pintura, colagem, uso de massinha e jogos educativos ajudam a estimular aspectos motores, cognitivos e sociais. Também há espaço para o contato com áreas externas, onde o parquinho e os ambientes abertos favorecem a interação entre as crianças.


Para muitas famílias, os resultados desse modelo aparecem rapidamente. A servidora pública Sthephanie Ribeiro conta que a filha, de 11 meses, apresentou mudanças no comportamento pouco tempo após começar a frequentar a unidade, com avanços na socialização e no desenvolvimento.


Outro exemplo vem do empresário Rodrigo Matos, que matriculou o filho com diagnóstico de autismo. Segundo ele, a adaptação foi positiva e trouxe evolução no comportamento e na interação com outras crianças, além de maior tranquilidade no dia a dia.


No meio da manhã, um lanche leve reforça a alimentação antes da retomada das atividades. Já por volta das 11h, é servido o almoço, com refeições balanceadas que incluem arroz, feijão, proteínas e vegetais. Os bebês permanecem nas salas, enquanto os maiores utilizam o refeitório adaptado.


Após o almoço, a rotina desacelera com o período de descanso. O intervalo é seguido por cuidados de higiene e novas atividades no período da tarde, além de mais uma refeição leve.


O fim do dia mantém o ritmo com brincadeiras livres, jogos coletivos e momentos ao ar livre. O jantar fecha o ciclo alimentar, garantindo cinco refeições ao longo da jornada. Antes da saída, as equipes registram as atividades realizadas e organizam o retorno das crianças para casa.


A partir das 17h, os responsáveis começam a chegar, encerrando mais um dia marcado por estímulos, aprendizado e convivência.


A dinâmica observada no Cepi Flor de Magnólia se repete em toda a rede pública do Distrito Federal, que atende atualmente 33.352 crianças em período integral. O sistema conta com 73 Centros de Educação da Primeira Infância, além de instituições parceiras, unidades privadas vinculadas ao Cartão Creche e escolas da rede pública.


A educação infantil passou por uma mudança de concepção nas últimas décadas e deixou de ser vista apenas como assistência. Hoje, integra oficialmente a educação básica e é considerada etapa estratégica para o desenvolvimento das crianças.


A ampliação da rede tem sido um dos principais eixos dessa política. Desde 2019, o Distrito Federal construiu 27 novos Cepis, o que contribuiu para reduzir a fila de espera por vagas, que já chegou a 24 mil crianças.


Nas unidades, o acompanhamento é feito de forma contínua. As equipes pedagógicas monitoram o desenvolvimento dos alunos e mantêm contato frequente com as famílias, compartilhando informações sobre a evolução de cada criança.


Com estrutura, alimentação adequada e proposta pedagógica voltada ao desenvolvimento integral, as creches do DF consolidam um modelo que alia educação e cuidado desde os primeiros anos, um investimento direto no futuro das crianças e na rotina das famílias.






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Professora de biologia é encontrada após 17h desaparecida em parque

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Após passar aproximadamente 17 horas perdida na mata dentro das dependências do Parque Nacional das Emas, a professora de biologia Isa Lúcia de Moraes, de 52 anos, foi encontrada com vida pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), por volta das 12h30 desta sexta-feira (3/4).


O parque fica na região sudoeste de Goiás, localizado a 725 km do Distrito Federal (DF). Segundo o CBMGO, a educadora foi encontrada bem, estando apenas debilitada pelo cansaço. O 16º Batalhão Bombeiro Militar de Mineiros (GO) empregou tecnologia de ponta, como drones e equipes especializadas para localizar a professora.



O CBMGO foi acionado às 18h30 dessa quinta-feira (2/4). Segundo o relato de duas alunas da docente que catalogavam plantas na região junto com a educadora desaparecida, o grupo utilizava um GPS para deslocamento na mata. Durante o trajeto de retorno ao veículo, a professora teria se distanciado das alunas e se perdido.


Após tentativas frustradas de localização por conta própria, as estudantes buscaram auxílio junto à direção do parque, que acionou o Corpo de Bombeiros para localizar a educadora, que é moradora do município de Quirinópolis (GO). Os trabalhos de busca foram foram retomados nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (3/4).





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como foram os testes dos protagonistas da série?

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O documentário À Procura de Harry: a Arte Por Trás da Magia chamou a atenção nas redes sociais ao revelar imagens inéditas das audições dos atores que vão interpretar os protagonistas da série de Harry Potter. A produção pretende recontar as histórias dos livros de J.K. Rowling e estreia no Natal de 2026.


Veja:




Como parte da divulgação da série, o documentário foi lançado nesse domingo (5/4), na HBO Max, e mostra detalhes inéditos dos bastidores da produção. Um dos momentos mais comentados foi a exibição dos testes de Dominic McLaughlin, Alastair Stout e Arabella Stanton, que interpretarão Harry, Rony e Hermione, respectivamente.



O documentário oferece ao público um primeiro vislumbre da nova geração que dará vida ao universo mágico. Além disso, mostra detalhes de cenários, figurinos e animais animatrônicos criados para a trama.


Veja quem é quem na série: 


Harry Potter: como foram os testes dos protagonistas da série? - destaque galeria

Dominic McLaughlin será Harry
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Dominic McLaughlin será Harry

Divulgação/HBO Max/Reprodução/IMDb
Alastair Stout será Rony
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Alastair Stout será Rony

Divulgação/HBO Max/Reprodução/IMDb
Arabella Stanton interpretará Hermione
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Arabella Stanton interpretará Hermione

Divulgação/HBO Max/Reprodução/IMDb
Draco Malfoy será vivido por Lox Pratt
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Draco Malfoy será vivido por Lox Pratt

Reprodução/IMDb
Johnny Flynn viverá Lúcio Malfoy, pai de Draco
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Johnny Flynn viverá Lúcio Malfoy, pai de Draco

Mike Marsland/WireImage/Reprodução
Rory Wilmot será Neville Longbottom
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Rory Wilmot será Neville Longbottom

Reprodução/IMDb
John Lithgow será Albus Dumbledore
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John Lithgow será Albus Dumbledore

Emily Aragones/IMDb/Reprodução
Janet McTeer viverá Minerva McGonagall
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Janet McTeer viverá Minerva McGonagall

Reprodução/IMDb
Paapa Essiedu fará Severus Snape
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Paapa Essiedu fará Severus Snape

Monica Schipper/Getty Images for IMDb/Reprodução

A série, produzida pela HBO, promete recontar a saga em formato mais detalhado. A primeira temporada terá oito episódios e deve adaptar o primeiro livro da saga, Harry Potter e a Pedra Filosofal. A proposta é que cada livro seja adaptado em uma temporada, totalizando sete ao todo.





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Projeto do BRT até Luziânia é retomado com base técnica e previsão de obras

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A ligação diária entre o Entorno e o Distrito Federal, marcada por longas viagens e transporte sobrecarregado, voltou ao centro das decisões públicas com a retomada do projeto de um corredor de BRT entre Santa Maria e Luziânia. Desta vez, a proposta chega acompanhada de estudos concluídos, previsão de financiamento e um cronograma definido, elementos que não estiveram reunidos nas tentativas anteriores e que reposicionam o projeto como prioridade na agenda de mobilidade.


A nova etapa foi apresentada por representantes dos governos do DF e de Goiás após a consolidação de análises técnicas e ambientais que indicaram o traçado mais viável. O modelo prevê a implantação do corredor ao longo da BR-040, apontada como a alternativa com melhor relação entre custo, eficiência operacional e integração ao sistema já existente. A escolha também considera a capacidade de expansão e adaptação diante do crescimento da demanda.


Os dados levantados reforçam a urgência da intervenção. O fluxo de passageiros no eixo entre o Entorno e Brasília segue elevado e com tendência de aumento, pressionando um sistema que já opera no limite em diversos horários. A criação de um corredor exclusivo surge, nesse cenário, como resposta direta à necessidade de reduzir o tempo de deslocamento e ampliar a oferta de transporte coletivo.


À frente da articulação, o secretário do Entorno de Goiás, Pábio Mossoró, afirmou que o projeto alcança um patamar inédito ao ser incorporado ao Programa de Aceleração do Crescimento e contar com um estudo completo de viabilidade técnica, econômica e ambiental. Segundo ele, a iniciativa deixa de ser apenas uma proposta e passa a reunir as condições necessárias para avançar de forma concreta.


O subsecretário de Políticas para Cidades e Transporte, Miguel Angelo Pricinote, também reconheceu o histórico de frustrações, mas avaliou que o cenário atual é mais consistente. De acordo com ele, o trabalho técnico já foi concluído, e o projeto avançou para a fase de estruturação financeira, o que aumenta a segurança para a execução da obra.


A previsão é que o contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal seja assinado ainda em abril, com investimento estimado em R$ 970 milhões. A liberação dos recursos ficará condicionada à apresentação dos projetos executivos finais e à validação dos estudos já realizados.


Se o cronograma for mantido, o início das obras está previsto entre outubro e novembro. A nova modelagem busca justamente evitar os entraves que impediram o avanço da proposta nos últimos anos, especialmente a ausência de estudos consolidados e de garantia de recursos.


O histórico do BRT Sul ajuda a explicar a cautela em torno do projeto. Inaugurado em 2014, o sistema nunca foi estendido até Luziânia por falta de aprovação federal e financiamento. Tentativas realizadas entre 2015 e 2017 esbarraram nos mesmos obstáculos. Agora, com base técnica estruturada e encaminhamento financeiro em curso, o projeto volta ao radar com a promessa de, enfim, sair do papel e alterar a rotina de quem depende diariamente do trajeto entre Goiás e o DF.






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Operação Semana Santa: acidentes em rodovias resultam em 57 mortes

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 808 acidentes nas rodovias brasileiras, com 57 pessoas mortas e 814 feridas. Os dados são da Operação Semana Santa 2026 realizada de quinta-feira (2) a domingo (5), em todo o país.


De acordo com a PRF, não foi possível avaliar se houve uma diminuição efetiva em relação aos números de 2025, porque no último ano LINK 1  a operação do feriado foi mais longa devido à proximidade com o feriado de Tiradentes.


Este ano, foram fiscalizados 79 mil veículos, somando um total de 101 mil pessoas alcançadas pelo reforço preventivo nas rodovias do país.


Entre as infrações mais registradas no período está trafegar acima da velocidade estabelecida para a via. Ao todo, 31.797 motoristas foram flagrados por radares portáteis, com a captura de imagens do veículo.


Segurança


As ultrapassagens irregulares, foco da fiscalização deste ano, somaram 4.744, e outros 4.795 autos de infração foram emitidos pela falta de uso do cinto de segurança ou ausência da cadeirinha para o transporte de crianças. 


Entre os motociclistas, 1.179 foram multados por deixar de usar ou transportar passageiros sem o capacete.


A fiscalização da mistura do álcool com direção foi intensa ao longo dos quatro dias, com a aplicação de 65,5 mil testes do bafômetro. Desse total, 1.293 pessoas foram autuadas e 67 motoristas foram detidos.


O uso do celular ao dirigir resultou em 455 flagrantes e por diversas irregularidades, 2.700 veículos foram recolhidos.







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Ligação entre Santa Maria e Luziânia entra no radar com novo plano de BRT

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Depois de anos restrito ao campo das promessas, o projeto de levar o BRT até Luziânia volta à cena com sinais mais concretos de avanço. A ligação entre Santa Maria e o município goiano, considerada estratégica para quem cruza diariamente a divisa entre Goiás e o Distrito Federal, entra em uma nova fase com estudos concluídos, desenho operacional definido e previsão de financiamento.


A proposta foi retomada com base em análises técnicas e ambientais que apontaram a BR-040 como o eixo mais adequado para a implantação do corredor exclusivo. O modelo escolhido prioriza o menor custo de execução, a capacidade de integração ao sistema já existente no DF e a maior flexibilidade para ajustes futuros, diante do crescimento da demanda.


O diagnóstico reforça um cenário já conhecido por quem depende do trajeto, o volume de passageiros segue elevado e tende a aumentar, pressionando ainda mais o sistema atual. A expectativa é que o BRT funcione como alternativa para reorganizar o fluxo, reduzir o tempo de deslocamento e ampliar a capacidade de atendimento.


O secretário do Entorno de Goiás, Pábio Mossoró, afirmou que o projeto avança com uma base inédita de planejamento. Segundo ele, a inclusão no Programa de Aceleração do Crescimento e a consolidação dos estudos colocam a proposta em outro nível. “Agora a gente tem o projeto estruturado, com estudo completo e inserido no PAC. É um cenário bem diferente do que já vimos antes”, destacou.


Na mesma linha, o subsecretário de Políticas para Cidades e Transporte, Miguel Angelo Pricinote, reconheceu o histórico de desconfiança da população, mas indicou que o momento é mais favorável. “Existe um receio natural por causa do passado, mas, desta vez, o trabalho técnico foi feito, e o projeto avançou. Hoje há mais segurança de que a obra pode realmente sair”, afirmou.


A previsão é de que o contrato com a Caixa Econômica Federal seja formalizado ainda em abril, garantindo um investimento estimado em R$ 970 milhões. A liberação dos recursos dependerá da entrega dos projetos executivos e da validação final dos estudos.


Se não houver entraves, a expectativa é iniciar as obras entre outubro e novembro. O novo planejamento tenta justamente evitar os problemas que travaram o projeto no passado, principalmente a falta de recursos e de aprovação federal.


O histórico pesa. Embora o BRT Sul tenha começado a operar em 2014, a expansão até Luziânia nunca foi efetivada. Entre 2015 e 2017, novas tentativas também não avançaram pelos mesmos motivos. Agora, com estrutura técnica consolidada e financiamento em negociação, o projeto volta ao debate com a promessa de sair do papel e mudar a dinâmica de deslocamento entre o Entorno e o DF.






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BRT ligando Entorno e DF dá passo para sair do papel

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Promessa antiga e que vem à tona de tempos em tempos (veja abaixo), a construção de um corredor do BRT entre Santa Maria, no Distrito Federal, e a cidade de Luziânia, em Goiás — projeto que nunca saiu do papel desde que foi cogitado — voltou a ser assunto.


Na última semana, durante um encontro que reuniu representantes dos governos do DF e de Goiás, foi apresentada uma nova etapa do projeto de implantação do sistema de transporte.


Os estudos de viabilidade técnica e ambiental avançaram, com a definição do traçado e do modelo mais viável para o corredor. A conclusão — que considerou critérios como menor custo de implantação, maior flexibilidade operacional e facilidade de integração com o sistema já existente — foi de que a solução mais adequada é a adoção do BRT ao longo da BR-040.


A análise, feita por uma empresa contratada, também confirmou a forte demanda no eixo, com tendência de crescimento significativo no número de viagens ao longo dos próximos anos, reforçando a necessidade de uma solução estruturante para melhorar a mobilidade entre o Entorno e o DF, para reduzir o tempo de deslocamento e ampliar o acesso da população.


Recurso garantido


Mas o que pode garantir que, desta vez, o projeto também não passará de uma simples promessa? Ao Metrópoles, o secretário do Entorno (SEDF-GO), Pábio Mossoró, explicou a diferença dessa para as outras tentativas de construção do corredor viário.


“Pela primeira vez, efetivamente, a obra foi incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e pela primeira vez tem um Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA)”, avaliou.


O subsecretário de Políticas para Cidades e Transporte de Goiás, Miguel Angelo Pricinote, disse à reportagem que entende o receio da população. “Outras promessas foram feitas em anos anteriores, porém, desta vez, temos garantias maiores de que, realmente, a obra será realizada. Fizemos o dever de casa”, garantiu.


Segundo Pricinote, está em fase final a negociação, com a Caixa Econômica Federal, da viabilização dos recursos. “A assinatura do contrato deve ocorrer em abril. O valor será de R$ 970 milhões. Há uma cláusula que impõe a disponibilização somente quando forem apresentados os resultados finais dos estudos e os projetos”, explicou.


O subsecretário do Governo de Goiás afirmou que, caso tudo ocorra dentro da normalidade, entre outubro e novembro tudo estará pronto para o início das obras.


Histórico


O BRT Sul foi inaugurado em 2014, durante o governo de Agnelo Queiroz, atendendo Gama e Santa Maria, mas sem chegar a Luziânia (GO).


Marconi Perillo, então governador de Goiás, chegou a se reunir com representantes da presidência da República para tentar incluir o Entorno na expansão do BRT Sul.


As tratativas, porém, esbarraram na falta de um projeto de engenharia federal aprovado e na ausência de recursos do Ministério dos Transportes para intervir na rodovia federal (BR-040).


Entre 2015 e 2017, Marconi e Rodrigo Rollemberg (governadores de Goiás e do DF na época) tentaram viabilizar a extensão até o Entorno, mas o projeto não avançou por falta de recursos federais e ausência de estudos técnicos mais consolidados.





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Quarta idade avança no Brasil e pressiona rede de saúde a se adaptar

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O envelhecimento da população brasileira já começa a redesenhar a organização dos serviços de saúde, especialmente no Distrito Federal. O aumento do número de pessoas com 80 anos ou mais — grupo conhecido como “quarta idade” — tem ampliado a demanda por acompanhamento contínuo e desafiado tanto o sistema público quanto as famílias.


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, com base no Censo de 2022, mostram que o país já soma cerca de 4,6 milhões de pessoas nessa faixa etária. Embora o maior contingente de idosos esteja entre 65 e 69 anos, com 7,9 milhões, é a população acima dos 80 que mais cresce.


O avanço da longevidade ocorre ao mesmo tempo em que a base mais jovem diminui. Hoje, brasileiros de 0 a 14 anos representam 19,7% da população. Já a expectativa de vida chegou a 77 anos — maior entre mulheres (80,5) do que entre homens (73,6).


Mudança já chega aos hospitais


No Distrito Federal, essa transformação já é percebida no dia a dia das unidades de saúde. Hospitais administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal registram aumento no número de pacientes mais idosos, muitos com necessidade de internações prolongadas.


Segundo o médico Álvaro Modesto, o novo perfil exige reorganização no atendimento.


“Temos mais pacientes acima dos 80 anos, com necessidade de cuidados contínuos e apoio para atividades básicas. Isso impacta diretamente a forma como o cuidado é estruturado”, afirma.


Além da rede de saúde, o envelhecimento também altera a rotina das famílias, que passam a assumir um papel mais ativo no acompanhamento de pais e avós.


Cuidado contínuo e equipe multiprofissional


O aumento da quarta idade exige uma abordagem mais integrada. Questões como mobilidade, uso de medicamentos, alimentação e acompanhamento clínico ganham maior relevância.


Para o ortopedista Rodrigo do Carmo, o acompanhamento adequado pode preservar a autonomia dos pacientes.


“Após os 80 anos, o cuidado regular ajuda a reduzir riscos e contribui para manter a qualidade de vida”, explica.


Nas unidades de saúde, o atendimento a esse público envolve equipes multiprofissionais e, em muitos casos, acompanhamento prolongado, sobretudo entre pacientes com maior grau de dependência.


Entre a autonomia e a necessidade de cuidados


Mesmo em contextos de internação, há casos de pacientes que conseguem manter certo nível de independência. É o caso de Gilberto Gomes Barbosa, aposentado, internado há quase três meses por problemas cardíacos.


Sem necessidade de acompanhante permanente, ele mantém parte da rotina e se dedica à escrita durante o período no hospital. “Tenho sido bem assistido e procuro me manter ativo”, relata.


O crescimento da população idosa segue uma tendência global. Projeções indicam que, até 2050, o mundo terá cerca de 2 bilhões de pessoas com 60 anos ou mais.


No Distrito Federal, esse movimento já impõe desafios concretos: ampliar a capacidade de atendimento, estruturar serviços de longa permanência e garantir que o aumento da longevidade venha acompanhado de qualidade de vida.


Mais do que viver mais, o desafio, apontam especialistas, será garantir condições para que essa parcela da população envelheça com autonomia e acesso a cuidados adequados.


*Com informações do IgesDF






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Creches do DF unem cuidado, educação e desenvolvimento integral na primeira infância

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À primeira vista, a entrada do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Flor de Magnólia, no Riacho Fundo II, pode parecer semelhante à de qualquer creche. No entanto, para as 188 crianças e bebês atendidos no local, o espaço representa o início de uma jornada diária de aprendizado, convivência e descobertas.


A rotina começa cedo. A partir das 7h30, os pequenos chegam à unidade e, após deixarem os sapatos nas salas, seguem para o café da manhã. O cardápio, elaborado por nutricionistas da rede, é compartilhado semanalmente com as famílias e inclui opções como mingau, cuscuz, frutas e bolo.


Ao longo do dia, as atividades vão além do cuidado básico. As creches do Distrito Federal adotam uma proposta pedagógica centrada no desenvolvimento integral, priorizando vivências, interações e atividades lúdicas em vez da alfabetização precoce. Elementos como cores, números e letras são introduzidos de forma indireta, respeitando a faixa etária de cada turma.


Um dos momentos mais aguardados é a “rodinha”, quando as crianças se reúnem em círculo para cantar, ouvir histórias e interagir. A prática estimula a socialização e marca o início das atividades pedagógicas, que incluem pintura, colagem, modelagem e jogos educativos. Também há espaço para brincadeiras ao ar livre, fundamentais para o desenvolvimento motor e social.


A convivência diária tem refletido no comportamento das crianças, segundo relatos de famílias. A servidora pública Sthephanie Ribeiro, mãe de uma bebê de 11 meses, afirma que já percebe avanços na socialização da filha. “Ela está mais interativa, começou a demonstrar carinho e está quase andando”, relata.


Situação semelhante é observada pelo empresário Rodrigo Matos, pai de uma criança diagnosticada com autismo. Segundo ele, o acolhimento da equipe e o ambiente coletivo contribuíram para a evolução do filho. “Hoje ele pede para vir à escola. Está mais tranquilo e sociável”, afirma.


A alimentação também é parte essencial da rotina. As crianças recebem cinco refeições diárias — café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e jantar — todas planejadas para garantir equilíbrio nutricional. Após o almoço, servido por volta das 11h, os pequenos têm um período de descanso, seguido por atividades leves no período da tarde.


Ao fim do dia, por volta das 17h, os pais começam a buscar os filhos, encerrando uma jornada de cerca de dez horas dentro da unidade.


Essa realidade se repete em toda a rede pública do Distrito Federal, que atualmente atende 33.352 crianças em tempo integral. O DF é a única unidade da federação em que 100% das creches públicas operam com essa carga horária.


A rede é composta por 73 Centros de Educação da Primeira Infância, além de instituições parceiras e unidades privadas vinculadas ao Cartão Creche. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal construiu 27 novos Cepis, ampliando significativamente a oferta de vagas e reduzindo a fila de espera, que antes chegava a 24 mil crianças.


De acordo com a ex-secretária de Educação Hélvia Paranaguá, as creches desempenham papel fundamental no processo educacional desde os primeiros anos de vida. “A creche deixou de ser apenas assistencial e passou a ser parte da educação, promovendo desenvolvimento e socialização”, destaca.


A diretora do Cepi Flor de Magnólia, Tatiane Maria de Jesus, ressalta que o acompanhamento das crianças é contínuo. “Mantemos registros diários das atividades e do desenvolvimento de cada aluno, o que permite compartilhar com as famílias a evolução observada”, explica.


Além do impacto educacional, o modelo também contribui para a rotina das famílias, garantindo um ambiente seguro, estruturado e acolhedor para as crianças durante todo o dia.






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Aliança com 42 nomes estratégicos fortalece projeto eleitoral de Daniel Vilela em Goiás

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A pré-candidatura de Daniel Vilela ao governo de Goiás ganha corpo com a formação de um amplo grupo político composto por 42 lideranças estratégicas em todo o estado. O conjunto reúne prefeitos, deputados, ex-parlamentares e representantes de diferentes setores, formando uma base com forte capilaridade territorial e peso institucional.


No centro dessa articulação está o ex-governador Ronaldo Caiado, apontado como principal fiador político do projeto. Com altos índices de aprovação ao deixar o cargo, Caiado se consolida como peça-chave na transferência de capital político e na consolidação de alianças, reforçando a competitividade da candidatura.


A estrutura montada por Vilela se apoia fortemente no apoio de prefeitos de cidades estratégicas, como Leandro Vilela, Márcio Corrêa, Marden Júnior e Velomar Rios. A presença desses gestores amplia a capacidade de mobilização local, elemento considerado decisivo em disputas majoritárias.


Além da base municipal, a aliança também incorpora nomes relevantes do Congresso Nacional e das assembleias legislativas, como Zacharias Calil, Flávia Morais e José Nelto, fortalecendo a articulação institucional e ampliando o alcance político do grupo.


Outro ponto de destaque é a diversidade partidária da coalizão, que reúne siglas como MDB, União Brasil, PL, PSD, Republicanos e Podemos. A composição plural indica uma estratégia de ampliação de base, reduzindo resistências e consolidando uma frente política abrangente.


Também integram o grupo lideranças com forte influência em segmentos específicos da sociedade, como o agronegócio e o meio religioso, ampliando a capacidade de diálogo com diferentes públicos e consolidando apoio em setores estratégicos da economia e da sociedade goiana.


Na avaliação de analistas políticos, a construção dessa base não representa apenas um conjunto de apoios formais, mas sim a formação de uma engrenagem eleitoral estruturada, capaz de garantir presença territorial, mobilização coordenada e sustentação política ao longo da campanha.


Com esse arranjo, Daniel Vilela se posiciona com vantagem na corrida pelo governo estadual, ancorado em uma combinação de apoio popular, articulação institucional e capilaridade política — fatores que historicamente têm sido determinantes para o sucesso em eleições majoritárias.






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DF é a única unidade do país com creches 100% em período integral e zera fila por vagas

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O Distrito Federal se tornou a única unidade da federação a oferecer atendimento em período integral em 100% das creches públicas e conveniadas. O modelo, com jornada de até 10 horas diárias, alcança hoje mais de 33 mil crianças e, segundo dados da Secretaria de Educação, levou ao fim da fila de espera por vagas na primeira infância.


O cenário contrasta com o registrado em 2019, quando cerca de 24 mil crianças aguardavam por atendimento. Desde então, a política de ampliação da rede incluiu a construção de novos Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis) e a ampliação de parcerias com instituições privadas, o que permitiu ampliar a oferta e absorver a demanda.


A vice-governadora do DF, Celina Leão, tem destacado o papel da educação infantil como eixo estratégico da atual gestão. Em declarações recentes, afirmou que a ampliação das creches e a garantia do atendimento integral são medidas que impactam tanto o desenvolvimento das crianças quanto a rotina das famílias.


“Quando a gente amplia vagas e garante o tempo integral, está cuidando da criança e dando tranquilidade para os pais trabalharem”, disse.


Na prática, o modelo adotado no DF combina alimentação, atividades pedagógicas e cuidados ao longo de todo o dia. As crianças recebem cinco refeições — café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e jantar — e participam de uma rotina que intercala momentos de aprendizado e recreação.


A proposta pedagógica não prioriza a alfabetização precoce, mas o desenvolvimento integral. Atividades como rodas de conversa, musicalização, contação de histórias, pintura e jogos educativos fazem parte do cotidiano, com estímulos adaptados a cada faixa etária.


Além das unidades próprias, a rede conta com creches conveniadas e instituições privadas atendidas por programas públicos. Ao todo, são 73 Cepis, além de dezenas de unidades parceiras e vagas financiadas pelo Cartão Creche.


Para especialistas, a universalização do tempo integral representa um avanço na política educacional. A creche, que historicamente teve caráter assistencial, passou a ser reconhecida como etapa fundamental da educação básica, com impacto direto no desenvolvimento cognitivo, social e emocional das crianças.


Dentro das unidades, o acompanhamento é contínuo. Educadores registram o progresso dos alunos e compartilham as informações com as famílias, em um modelo que busca integrar cuidado, ensino e participação dos responsáveis.


Com a fila zerada e a cobertura integral consolidada, o Distrito Federal passa a operar em um patamar ainda incomum no país  e transforma a educação infantil em uma das vitrines da política pública local.






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MEC oferece livros grátis online; veja como acessar a plataforma

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Uma nova aposta do Ministério da Educação quer colocar milhares de livros ao alcance de qualquer leitor, sem custo e sem sair de casa. Batizada de MEC Livros, a plataforma digital reúne mais de 8 mil obras e passa a funcionar como uma biblioteca pública virtual, aberta a quem tiver acesso à internet e uma conta gov.br.


O acervo foi pensado para ser amplo e diverso. Há desde títulos consagrados da literatura brasileira até produções internacionais. Entre as opções disponíveis estão A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli, e O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna.



O modelo de uso segue a lógica já conhecida das bibliotecas tradicionais, mas adaptado ao ambiente digital. Cada usuário pode selecionar um livro por vez e mantê-lo por até duas semanas. Caso não conclua a leitura nesse período, há a opção de estender o prazo por mais 14 dias. Um novo empréstimo só é liberado após a devolução do título anterior.


Para entrar na plataforma, o caminho é fácil. O interessado pode acessar o site do MEC Livros ou instalar o aplicativo oficial, que ainda está em fase inicial de disponibilização. Em ambos os casos, o sistema exige autenticação via gov.br antes de liberar o acesso ao catálogo.


A leitura acontece dentro da própria ferramenta, que oferece ajustes para tornar a experiência mais confortável. É possível alterar o tamanho da fonte, mudar o layout das páginas, destacar trechos e adicionar anotações.


MEC Idiomas


O lançamento do MEC Livros não vem sozinho. O ministério também prepara o MEC Idiomas, uma plataforma voltada ao ensino de línguas estrangeiras.


Na estreia, a previsão inclui mais de 800 aulas de inglês e espanhol. O serviço ainda não está disponível, mas deve seguir o mesmo padrão de acesso, com login vinculado ao gov.br, e ampliar a oferta de idiomas nos próximos meses.





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Celina Leão reúne 12 partidos e consolida mega-aliança no DF

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A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), promoveu no sábado (4) uma reunião com dirigentes partidários e lideranças da base aliada em mais um gesto de articulação política. O encontro, realizado à noite, indicou um movimento para fortalecer a coesão entre as siglas que orbitam o governo e ampliar a sustentação do projeto político em curso.


Durante a conversa, a chefe do Executivo destacou o papel dos partidos na formação de uma aliança consistente, com ênfase no diálogo permanente e na convergência de interesses. O tom foi de reconhecimento ao engajamento das legendas e de reforço à necessidade de unidade em um cenário político ainda em reorganização.


Participaram da reunião nomes de peso da política distrital e nacional, como a deputada federal Bia Kicis, o senador suplente Manoel Arruda e os ex-deputados Tadeu Filippelli e Luis Miranda, além de outras lideranças.


Ao todo, representantes de 12 partidos estiveram presentes. As legendas, com presença relevante no Distrito Federal, formam uma base com capilaridade tanto na Câmara Legislativa quanto no Congresso Nacional fator que amplia o peso político do grupo e consolida a aliança em torno da reeleição da governadora.






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Zeca Veloso celebra referências em show de lançamento de seu 1º álbum

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Mal abrem-se as cortinas, apenas o canto e o violão de Zeca Veloso são ouvidos nos primeiros minutos. Os demais instrumentos entram aos poucos, na medida em que avançam letra e melodia de “Peter Gast”. Foi com a canção, lançada por Caetano Veloso no LP “Uns”, de 1983, que Zeca abriu, na noite do último sábado (4/4), o show de lançamento do seu primeiro álbum solo, “Boas novas”. A apresentação, dentro do festival Queremos!, arrebatou o público que lotou o Teatro Carlos Gomes, Centro do Rio de Janeiro, num show que contou ainda com as participações de Xamã e de Dora Morelenbaum.



E a escolha da canção de Caetano, de versos como “Escuto a música silenciosa de Peter Gast”, não é aleatória. Com ela, Zeca prenunciou suas intenções neste que é seu primeiro grande show, no qual divide o palco com sete excelentes músicos. Ele quer mostrar a essência de sua música. E este intuito é cumprido. Ao elencar as dez faixas do álbum (sem seguir a ordem com que estão no disco), Zeca acaba por louvar também as referências que o forjaram como artista – e elas abarcam de Tom Jobim (1927-1994) a Lincoln Olivetti (1954-2015), passando por Tim Maia (1942-1998) e por bambas do samba.


Leia a matéria completa no New Mag, parceiro do Metrópoles.





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BR-020 ampliada e novo viaduto marcam fase de transformação em Sobradinho

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Sobradinho, uma das regiões mais antigas do Distrito Federal, vive uma fase de reestruturação urbana impulsionada por um conjunto de obras públicas que alteram a dinâmica de mobilidade e ampliam a oferta de serviços essenciais. Com aportes que superam R$ 160 milhões, o governo local concentra esforços em intervenções viárias, modernização de equipamentos públicos e reforço da infraestrutura básica.


No eixo da mobilidade, o chamado Complexo Governador Roriz reúne obras consideradas estratégicas para desafogar o tráfego e reduzir o tempo de deslocamento. Entre elas, destacam-se o Viaduto Padre Jonas Vettoracci e a ampliação da terceira faixa da BR-020, corredor fundamental para a ligação entre Sobradinho e o Plano Piloto. As intervenções impactam diretamente o fluxo diário de motoristas e passageiros, em uma região marcada pelo crescimento populacional e pelo aumento da frota.


A requalificação da rodoviária da cidade também integra esse conjunto de melhorias, com foco na organização do transporte público e nas condições de atendimento aos usuários.


Além das mudanças no trânsito, os investimentos avançam sobre áreas sensíveis do cotidiano. Na saúde, o Hospital Regional de Sobradinho passou por reforma no pronto-socorro e recebeu novos equipamentos, ampliando a capacidade de atendimento.


Na educação, a expansão de vagas vem acompanhada da reestruturação de escolas e da recuperação de espaços esportivos, como o Estádio Augustinho Lima e o ginásio da cidade.


Outro ponto central das intervenções está no abastecimento de água. A construção de novos reservatórios elevou a segurança hídrica da região, sobretudo durante o período de estiagem, beneficiando mais de 200 mil moradores da porção norte do DF.


 






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Vítima do césio-137 em Goiânia teve braço amputado como na série?

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Quase quatro décadas depois, o acidente com césio-137 em Goiânia voltou ao centro das atenções com Emergência Radioativa, série da Netflix lançada no mês passado. A produção revisita a tragédia de 1987 —  o maior desastre radioativo do mundo fora de uma instalação nuclear  — e recria a história a partir de personagens inspirados em pessoas reais.


Uma das cenas que mais chocou o público é a amputação de um dos personagens. Mas isso realmente aconteceu?



A resposta é sim. Roberto Santos Alves — um dos responsáveis por retirar e levar para casa a cápsula de césio abandonada no Instituto Goiano de Radioterapia — teve o antebraço direito amputado no dia 14 de outubro de 1987.


A cirurgia durou uma hora e trinta minutos e foi realizada com sucesso, dizia o boletim médico divulgado pelo Serviço de Relações Públicas do 1º Distrito Naval, publicado no Jornal do Brasil do dia seguinte.


Vítima do césio-137 em Goiânia teve braço amputado como na série? - destaque galeria

Manchete do Jornal do Brasil sobre a tragédia
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Manchete do Jornal do Brasil sobre a tragédia

Reprodução
Demolição do Ferro Velho onde cápsula de Césio-137 foi aberta pela 1ª vez
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Demolição do Ferro Velho onde cápsula de Césio-137 foi aberta pela 1ª vez

Reprodução/Agência Internacional de Energia Atómica
Demolição de casas contaminadas pelo Césio-137
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Demolição de casas contaminadas pelo Césio-137

Reprodução/Agência Internacional de Energia Atómica
Leide das Neves, que inspirou a história de Celeste, personagem de Emergência Radioativa. Ela morreu cerca de 1 mês após contato com o Césio-137
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Leide das Neves, que inspirou a história de Celeste, personagem de Emergência Radioativa. Ela morreu cerca de 1 mês após contato com o Césio-137

Reprodução/TV Anhanguera
Menina de 6 anos foi uma das quatro pessoas que morreram por causa da contaminação com o material radioativo, há quase 40 anos, em Goiânia
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Menina de 6 anos foi uma das quatro pessoas que morreram por causa da contaminação com o material radioativo, há quase 40 anos, em Goiânia

Reprodução/TV Anhanguera
Cápsula de onde saiu o Césio-137 que causou desastre em Goiânia
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Cápsula de onde saiu o Césio-137 que causou desastre em Goiânia

Reprodução/Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)
Assim como mostrado na série, recipiente com Césio-137 ficou dias em uma cadeira na Vigilância Sanitária
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Assim como mostrado na série, recipiente com Césio-137 ficou dias em uma cadeira na Vigilância Sanitária

Reprodução/Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)
Manejo do recipiente com Césio-137 na Vigilância Sanitária
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Manejo do recipiente com Césio-137 na Vigilância Sanitária

Reprodução/ Livro Césio 137 - 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia
Maria Gabriela, tia de Leide e esposa de Devair Alves Ferreira, dono do ferro velho onde a cápsula de Césio foi aberta
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Maria Gabriela, tia de Leide e esposa de Devair Alves Ferreira, dono do ferro velho onde a cápsula de Césio foi aberta

Arquivo/Polícia Federal
Milhares de pessoas precisaram medir seus níveis de radioatividade
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Milhares de pessoas precisaram medir seus níveis de radioatividade

Reprodução/ Livro Césio 137 - 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia
Velório das vítimas
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Velório das vítimas

Reprodução/Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)
Radiolesão provocada pelo Césio-137 em Goiânia
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Radiolesão provocada pelo Césio-137 em Goiânia

Reprodução/ Livro Césio 137 - 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia
Vítima do acidente se despede de parentes enquanto é levada para tratamento no Rio de Janeiro (RJ)
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Vítima do acidente se despede de parentes enquanto é levada para tratamento no Rio de Janeiro (RJ)

Reprodução/ Livro Césio 137 - 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia
Equipe médica do HGG que cuidou das vítimas do Césio-137
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Equipe médica do HGG que cuidou das vítimas do Césio-137

Reprodução/ Livro Césio 137 - 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia
Local onde rejeitos do Césio foram depositados
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Local onde rejeitos do Césio foram depositados

Reprodução/Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)
Leide das Neves Ferreira tornou-se a vítima símbolo da tragédia. Ela tinha apenas 6 anos de idade
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Leide das Neves Ferreira tornou-se a vítima símbolo da tragédia. Ela tinha apenas 6 anos de idade

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Israel Batista trabalhava no ferro velho de Devair e manuseou, no local, a cápsula de Césio
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Israel Batista trabalhava no ferro velho de Devair e manuseou, no local, a cápsula de Césio

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Maria Gabriela, tia de Leide das Neves, também morreu. Ela e a sobrinha foram enterradas no mesmo dia, em Goiânia
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Maria Gabriela, tia de Leide das Neves, também morreu. Ela e a sobrinha foram enterradas no mesmo dia, em Goiânia

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Vítimas que morreram foram enterradas em túmulos especiais, com concreto reforçado
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Vítimas que morreram foram enterradas em túmulos especiais, com concreto reforçado

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Segundo lote concretado, no Setor Aeroporto, em Goiânia, onde ficava o ferro velho do Devair, que comprou as peças do aparelho que continha Césio
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Segundo lote concretado, no Setor Aeroporto, em Goiânia, onde ficava o ferro velho do Devair, que comprou as peças do aparelho que continha Césio

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Técnicos da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) fazem monitoramento periódico no local
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Técnicos da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) fazem monitoramento periódico no local

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Atualmente o terreno pertence ao estado e é monitorado para que não haja qualquer intervenção no local
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Atualmente o terreno pertence ao estado e é monitorado para que não haja qualquer intervenção no local

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Terreno isolado por concreto especial, no centro de Goiânia, onde ficava a casa de um dos atingidos pelo Césio-137
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Terreno isolado por concreto especial, no centro de Goiânia, onde ficava a casa de um dos atingidos pelo Césio-137

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Lote na Rua 57, no Centro de Goiânia, onde ficava a casa de um dos homens que coletou o aparelho abandonando contendo a cápsula de Césio em 13 de setembro de 1987
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Lote na Rua 57, no Centro de Goiânia, onde ficava a casa de um dos homens que coletou o aparelho abandonando contendo a cápsula de Césio em 13 de setembro de 1987

Vinícius Schmidt/Metrópoles

A reportagem também informava que o procedimento foi realizado após o braço de Roberto gangrenar — que é quando o tecido entra em necrose por falta de irrigação sanguínea. No caso de Roberto, a gangrena foi provocada diretamente pela ação do césio-137 sobre o organismo: a radiação ulcerou a região em contato com o material, comprometendo os vasos responsáveis pelo fluxo sanguíneo local.


A decisão pela amputação foi tomada pelos médicos do Hospital Marcílio Dias após a análise de um exame de cintilografia por hemácias marcadas, que mede o grau de comprometimento vascular, ou seja, até que ponto os vasos sanguíneos da região ainda funcionavam. O resultado indicou dano irreversível.


Roberto trabalhava junto com Wagner Pereira quando os dois encontraram o equipamento de radioterapia abandonado e, sem saber do que se tratava, o levaram para um ferro-velho de Devair Ferreira.





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