Sem Zezé, SBT faz especial com Latino e amarga baixa audiência

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Após o cancelamento do especial de Natal de Zezé Di Camargo pelo SBT, o cantor Latino foi anunciado como substituto para comandar o show de Ano-Novo da emissora. A atração foi exibida na última terça-feira (30/12), mas não teve bom desempenho na audiência.


O programa, intitulado Baile da Latinera, marcou 2,5 pontos na Grande São Paulo, das 23h03 à 0h35. No mesmo horário, a Record exibiu um especial do grupo Raça Negra, que alcançou 3,2 pontos entre 22h45 e 0h23, ficando à frente do SBT no Ibope. Cada ponto equivale a 77.488 domicílios ou ou 199.632 pessoas sintonizadas.


Sem Zezé, SBT faz especial com Latino e amarga baixa audiência - destaque galeria4 imagensLatino e Raffa RarbieLatino usa PMMA em cirurgia peitoralLatinoFechar modal.MetrópolesLatino e João Silva em especial do SBT1 de 4

Latino e João Silva em especial do SBT

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Latino e Raffa Rarbie

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Latino usa PMMA em cirurgia peitoral

Arquivo PessoalLatino4 de 4

Latino

Reprodução/Instagram
Latino celebrou a exibição do programa nas redes sociais. “Ficou para história”, escreveu o cantor.

A mudança na programação ocorreu após Zezé Di Camargo criticar publicamente a emissora no início de dezembro. O sertanejo afirmou ter se incomodado com a presença do presidente Lula e do ministro Alexandre de Moraes na inauguração do SBT News e pediu o cancelamento do especial, dizendo que o canal estaria se “prostituindo”.



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Diante da repercussão, o SBT decidiu suspender a exibição do programa. Em seguida, a presidente da emissora, Daniela Beyruti, divulgou uma carta aberta em defesa da família, destacando o legado de Silvio Santos e reforçando o compromisso do canal com o diálogo.






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Atuação integrada da PMDF assegura segurança no Celebra DF 2026

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Milhares de pessoas participaram das festividades do Celebra DF 2026, na Esplanada dos Ministérios, entre os dias 31 de dezembro e 2 de janeiro, em um ambiente marcado pela segurança e pela organização. A tranquilidade do evento foi garantida por uma operação especial da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), estruturada com foco na prevenção, no ordenamento dos espaços e na proteção da vida.


Desde a noite de Réveillon, a PMDF colocou em prática um esquema de segurança que envolveu mais de 800 policiais militares, distribuídos estrategicamente em toda a área do evento. O efetivo atuou em diferentes modalidades de policiamento, com patrulhamento ostensivo, presença fixa em pontos sensíveis, fiscalização de acessos e uso de tecnologia para acompanhamento em tempo real. Unidades especializadas reforçaram a operação, ampliando a capacidade de resposta e prevenção.


O planejamento adotado refletiu diretamente nos resultados. A virada do ano transcorreu sem registro de ocorrências de maior gravidade, permitindo que o público celebrasse com segurança e tranquilidade.


Nos dias seguintes, 1º e 2 de janeiro, quando o público estimado chegou a cerca de 200 mil pessoas, a PMDF manteve o mesmo nível de atenção e presença policial. As ações priorizaram a prevenção de delitos, o controle do fluxo de pessoas e a preservação do patrimônio público, com policiamento constante nas áreas de maior concentração.


Durante esse período, foram registradas apenas situações pontuais, prontamente solucionadas pelas equipes no local, como a recuperação de um telefone celular com registro de roubo ou furto, o rápido reencontro de uma criança com sua responsável e duas apreensões de entorpecentes durante abordagens preventivas.


A Polícia Militar do Distrito Federal destaca que o sucesso da operação foi resultado do planejamento antecipado, da integração entre as unidades, da gestão eficiente dos recursos e do profissionalismo do efetivo, que atuou de forma técnica, responsável e alinhada aos princípios da legalidade, do respeito aos direitos humanos e da proteção da vida.






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Retorno de Rogério agita Três Graças: saiba como e quando será a cena

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Em cenas previstas para irem ao ar a partir do próximo sábado (3/1), Rogério (Eduardo Moscovis) vai reaparecer em Três Graças, revelando a todos que está vivo.


O empresário, que sobreviveu à uma explosão planejada por Ferette (Murilo Benício) e Arminda (Grazi Massafera), está disposto a tudo para se vingar da dupla. Para isso, armou um plano nos mínimos detalhes, contando, inclusive com a ajuda de Claudia (Lorrana Moussinho), ex funcionária na mansão.



O personagem chocará a dupla ao surgir com a mesma roupa que vestia na data em que foi dado como morto. Ele conseguirá o figurino com Claudia.


Como será o retorno de Rogério


Antes de confrontar diretamente seus inimigos, Rogério circulará pela casa em silêncio. Josefa (Arlete Salles) será a primeira a encontrá-lo, em uma cena marcada pela emoção.



Em seguida, ele observará o filho, Raul (Paulo Mendes), enquanto o jovem dorme. A presença do pai, no entanto, terá efeitos negativos: o adolescente se afundará ainda mais no consumo de drogas e acabará indo parar nas ruas.


O confronto com Arminda acontecerá no quarto que os dois dividiam. Diante da vilã, Rogério afirmará ter sofrido amnésia e dirá não se lembrar da noite da explosão. A versão, porém, não convencerá a loira e o amante, Ferette.






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Trânsito terá interdições na região da Ponte JK neste domingo

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O trânsito nas imediações da Ponte JK passará por mudanças na manhã deste domingo (4) devido à realização da Corrida Number #1 2026. As intervenções serão coordenadas pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) e têm como foco a segurança dos participantes do evento esportivo.


A prova terá percurso de 5 km, com início e término na orla da Ponte JK, em frente à Mormaii. Durante a corrida, os atletas seguirão pela orla, utilizarão a contramão da marginal da via JK e percorrerão trechos da pista principal e da ciclovia do SCES Trecho 2.


A largada está marcada para as 7h. Em razão disso, as vias que dão acesso ao percurso ficarão completamente interditadas das 6h30 às 9h. Apenas atletas e equipes de apoio terão permissão para circular nas áreas bloqueadas.


Para organizar o tráfego e orientar os motoristas, o Detran-DF instalará dois pontos de controle de trânsito: um na alça de acesso à via JK e outro nas proximidades do Clube de Golfe. Agentes estarão no local para realizar as operações necessárias e garantir a segurança viária.


Motoristas devem evitar a região durante o período das interdições e buscar rotas alternativas.






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O experimento secreto dos EUA que inspirou Stranger Things

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Stranger Things aborda fenômenos que fogem da realidade humana, mas alguns dos eventos retratados na série podem ter sido inspirados em um suposto caso real. Em uma entrevista concedida em 2017 à revista Wired, os atores Gaten Matarazzo (Dustin) e Joe Keery (Steve) comentaram que um experimento realizado durante a Guerra Fria pode ter influenciado na produção.


Na conversa, os atores respondiam perguntas baseadas nos resultados de autocompletar do Google. A primeira delas, direcionada a Keery, foi: “Stranger Things é baseada em uma história real?”. Foi então que Matarazzo acabou revelando detalhes curiosos.


O experimento secreto dos EUA que inspirou Stranger Things - destaque galeria4 imagensMillie Bobby Brown como Eleven em Stranger ThingsHolly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things Cena de Stranger ThingsFechar modal.MetrópolesWinona Ryder como Joyce Byers em Stranger Things1 de 4

Winona Ryder como Joyce Byers em Stranger Things

Divulgação/NetflixMillie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things2 de 4

Millie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things

Netflix/DivulgaçãoHolly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things 3 de 4

Holly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things

Cena de Stranger Things4 de 4

Cena de Stranger Things

Reprodução/Netflix

“É baseada em um lugar em Montauk, Nova York, chamado Camp Hero”, afirmou. “Havia rumores de espiões secretos do governo realizando experimentos em humanos para enfrentar a Guerra Fria. Isso ficou conhecido como Projeto Montauk”, completou.


Segundo os atores, o nome original da série seria Montauk, mas a Netflix e os produtores optaram por Stranger Things. O local das gravações também mudou: inicialmente, as cenas seriam filmadas em Long Island — onde o suposto Projeto Montauk teria ocorrido —, mas a produção acabou sendo transferida para o estado de Indiana.



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O contato entre Eleven e o Demogorgon, responsável pela abertura do portal para o Mundo Invertido, teria raízes em um incidente que teóricos da conspiração acreditam ter ocorrido em Montauk, em 1983. De acordo com esses relatos, o local abrigaria uma instalação subterrânea onde teriam sido realizados experimentos genéticos secretos envolvendo crianças e animais.


Os rumores ganharam força nos anos 1980, quando homens — hoje com cerca de 70 anos — afirmaram ter sido cobaias dos supostos experimentos.


O que foi o Projeto Montauk?


O Projeto Montauk passou a ganhar notoriedade a partir de 1992, com o lançamento do livro The Montauk Project: Experiments in Time (O Projeto Montauk: Experimentos no Tempo), escrito por Preston B. Nichols. Ainda assim, desde o início da década de 1980 já circulavam rumores de que militares norte-americanos realizavam experimentos de guerra psicológica no extremo leste de Long Island.



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Segundo essas alegações, as supostas pesquisas teriam ocorrido em Camp Hero — uma antiga base militar da Guerra Fria — e na Estação da Força Aérea de Montauk.


Nichols afirmou ter escrito o livro após “recuperar” memórias de quando teria atuado como pesquisador no projeto. Após a publicação, outras pessoas também surgiram dizendo ter conhecimento ou participação nos experimentos.


De acordo com os relatos apresentados na obra, o Projeto Montauk teria conduzido experiências envolvendo controle mental e telepatia, abertura de portais espaço-temporais para outras dimensões, contato com seres de outras realidades e até o sequestro de crianças.


Apesar da repercussão e do imaginário criado em torno do tema, não há comprovação de que o Projeto Montauk tenha realmente existido.


Stranger Things chegou ao fim na última quarta-feira (31/12)





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Ações da Secretaria da Mulher beneficiam mais de 172 mil pessoas em 2025

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A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) encerrou 2025 com resultados que evidenciam a expansão e o fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres. Ao longo do ano, mais de 172 mil pessoas foram impactadas por ações da pasta, que somaram atendimentos diretos, projetos executados em parceria com a sociedade civil e investimentos superiores a R$ 86 milhões.


Do total registrado, mais de 70 mil atendimentos foram realizados pela própria rede da secretaria, enquanto cerca de 102 mil mulheres foram alcançadas por iniciativas viabilizadas por termos de fomento. A execução orçamentária acima de 90% reforça a capacidade de planejamento e execução das políticas implementadas em todo o Distrito Federal.


As ações abrangeram mulheres em situação de violência, homens autores de violência acompanhados em programas de responsabilização, dependentes acolhidos e famílias em condição de vulnerabilidade. A estratégia da SMDF é baseada na atuação integrada entre prevenção, acolhimento, proteção social, geração de renda e estímulo à autonomia feminina.


Para a vice-governadora Celina Leão, os números demonstram o impacto positivo das ações. “O fortalecimento da rede de proteção gera reflexos diretos na vida das mulheres e de suas famílias. É um investimento social que contribui para um DF mais justo e seguro”, afirmou.


A atuação da Secretaria se dá por meio de cinco subsecretarias. Em 2025, a Subsecretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres realizou mais de 16 mil atendimentos a mulheres e acompanhou homens autores de violência em mais de 10 mil atendimentos nos Espaços Acolher. A Casa Abrigo garantiu acolhimento a mulheres e dependentes sob risco iminente, enquanto a Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia registrou mais de 13 mil atendimentos no período.


Outras áreas também apresentaram resultados expressivos. A Subsecretaria de Proteção à Mulher realizou atendimentos voltados à garantia de direitos; a Subsecretaria de Ações Temáticas e Participação Política levou serviços e orientações a diferentes regiões por meio de ações itinerantes; a Subsecretaria de Transformação Tecnológica e Inovação Feminina promoveu capacitações e palestras; e a Subsecretaria de Promoção das Mulheres certificou milhares de mulheres em programas de qualificação.


A ampliação da empregabilidade feminina foi outro destaque do ano. Desde o início da atual gestão, parcerias firmadas pela SMDF possibilitaram a inserção de 365 mulheres vítimas de violência no mercado formal de trabalho, com acompanhamento especializado. Em 2025, a secretaria também manteve programas de apoio social, como o Acolher Eles e Elas, o Aluguel Social e o Passe Livre – Transporte Por Elas, beneficiando centenas de mulheres no DF.


De acordo com a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, os avanços registrados em 2025 fortalecem a base para novos desafios. “Em 2026, vamos ampliar a capilaridade da rede de proteção e qualificar ainda mais os atendimentos, garantindo que as políticas cheguem a quem mais precisa”, destacou.


Com alcance ampliado e políticas consolidadas, a Secretaria da Mulher fecha 2025 reforçando o compromisso com a proteção, a autonomia e os direitos das mulheres do Distrito Federal.






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Criadores de Stranger Things revelam a verdade sobre o fim de Eleven

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Stranger Things chegou ao fim após nove anos e meio na última quarta-feira (31/12). O episódio final, com mais de duas horas de duração, encerrou a trajetória dos personagens, mas deixou diversas perguntas em aberto.


Um dos principais questionamentos envolve o destino de Eleven. No desfecho, a personagem interpretada por Millie Bobby Brown aparentemente se sacrifica no momento em que o Mundo Invertido é finalmente destruído.


Criadores de Stranger Things revelam a verdade sobre o fim de Eleven - destaque galeria

Winona Ryder como Joyce Byers em Stranger Things
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Winona Ryder como Joyce Byers em Stranger Things

Divulgação/Netflix
Vecna, interpretado por Jamie Campbell Bower
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Vecna, interpretado por Jamie Campbell Bower

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Holly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things
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Holly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things

Cena de Stranger Things
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Cena de Stranger Things

Reprodução/Netflix
Cena de Stranger Things
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Cena de Stranger Things

Reprodução/Netflix

No entanto, nos minutos finais do episódio, Mike apresenta a teoria de que a cena pode ter sido apenas uma projeção criada por Kali, sugerindo que Eleven teria conseguido escapar.


O encerramento ambíguo de Stranger Things alimentou a curiosidade dos fãs, que agora se perguntam se a personagem realmente morreu ou se permanece viva.



Irmãos Duffer revelam a verdade sobre o fim de Stranger Things


Em entrevista à Variety, Matt e Ross Duffer, criadores de Stranger Things, comentaram o que realmente aconteceu com Eleven no desfecho da série. A cena final — ambientada após um salto temporal de 18 meses, durante a formatura da turma de 1989 — se passa no porão da casa dos Wheeler, onde o grupo se reúne para jogar Dungeons & Dragons pela última vez.


Nesse momento, Mike compartilha com Will, Lucas, Max e Dustin sua visão sobre o futuro de cada um, à medida que seguem caminhos diferentes. É também ali que ele revela acreditar que Eleven pode estar viva.


Os criadores explicaram que a escolha foi deixar a interpretação em aberto para o público. “Obviamente, mostramos o que os personagens escolhem acreditar”, afirmaram.


Eleven e Mike juntos em Stranger Things

Questionados sobre a ambiguidade em torno do destino de Eleven, os irmãos Duffer explicaram que a personagem simboliza, em muitos aspectos, a magia da infância. “Eleven representa, de muitas maneiras, a magia da infância. E sabíamos que, para que nossos filhos pudessem crescer, a magia precisava deixar Hawkins. Nunca houve uma versão que escrevemos em que Eleven estivesse naquele porão. Nunca seria tão simples e fácil. O desafio era encontrar um final que não fosse tão simples, mas também agridoce, e que ainda houvesse esperança”, disse Ross.


Matt acrescentou que houve longas discussões na sala dos roteiristas sobre o destino da personagem. “Tentamos colocar na tela exatamente o que debatíamos ali. O discurso de Hopper para Eleven representa uma parte dessa discussão, enquanto o que Kali diz expressa o outro lado”, explicou.

Segundo Matt, a questão central era entender qual escolha Eleven faria. “Se você, assim como Mike e os outros, decide acreditar que ela está viva em algum lugar, então ela escolheu um caminho intermediário. De qualquer forma, trata-se de um ato profundamente altruísta e heroico. Pense em todas aquelas mulheres grávidas, nas crianças que podem nascer a partir do sangue dela, em como esse ciclo poderia continuar. Eleven garante que isso nunca mais aconteça.”


Por fim, os criadores de Stranger Things comentaram se Eleven voltaria a entrar em contato com o grupo. “Se ela estivesse viva, na minha opinião, não. Qualquer contato correria o risco de trazê-la de volta à tona e recomeçar o ciclo. Então, na história que Mike está contando, não acho que ele veja uma versão em que eles se reencontrem”, concluíram.


foto com cor. millie bobby brown em stranger things - metrópoles
Millie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things





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Celebra DF une música, cultura e inclusão no início de 2026

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Brasília começou 2026 em ritmo de festa. A Esplanada dos Ministérios voltou a receber um grande público nesta quinta-feira (1º), durante a segunda noite do Celebra DF, que manteve o clima de comemoração iniciado na virada do ano. Com uma programação diversificada, o evento reuniu milhares de pessoas para assistir aos shows de Ana Castela, Murilo Huff, Calcinha Preta, Adriana Samartini, além da apresentação conjunta de Pedro Paulo & Matheus e Belluco.


Consolidado no calendário cultural do Distrito Federal, o Celebra DF atraiu moradores e turistas, impulsionando setores como hotelaria, comércio e serviços. Para a vice-governadora Celina Leão, o evento representa não apenas lazer, mas também inclusão social e geração de renda. Segundo ela, a oferta de transporte gratuito pelo programa Vai de Graçaampliou o acesso da população às comemorações.


“O evento movimenta a economia, gera empregos e fortalece o turismo. A cada edição, vemos mais pessoas participando e ocupando os espaços públicos com segurança”, destacou.


O secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, ressaltou o caráter familiar da festa e a importância da cultura como ferramenta de integração social. “O público encontra um ambiente acolhedor, seguro e pensado para todas as idades. Isso reflete uma política cultural que valoriza as pessoas”, afirmou.


Programação musical


A noite começou com a cantora brasiliense Adriana Samartini, que levou o axé ao palco e abriu espaço para a sequência sertaneja. Na sequência, Pedro Paulo & Matheus dividiram a apresentação com Belluco, celebrando o início do ano em casa.


Um dos momentos mais aguardados foi o show de Murilo Huff, que reuniu fãs próximos ao palco e fez o público cantar seus principais sucessos. Já Ana Castela, um dos maiores nomes do sertanejo atual, levou crianças e jovens ao delírio, com forte presença de famílias na plateia.


O encerramento ficou por conta do Calcinha Preta, que trouxe clássicos do forró romântico e manteve a animação até o fim da madrugada.


Segurança e transporte


Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, os dois dias de festa transcorreram sem ocorrências graves. O esquema de segurança contou com a atuação integrada das forças públicas, garantindo tranquilidade ao público presente.


Na volta para casa, os participantes tiveram à disposição transporte coletivo gratuito, além de reforço nas linhas de ônibus e funcionamento estendido do metrô até 2h30 na estação Central.


Virada do ano e outras atrações


A programação de Ano-Novo na Esplanada teve início na quarta-feira (31), com shows de Israel & Rodolffo, Lauana Prado e Carlinhos Brown, responsável pela contagem regressiva da virada, acompanhada por uma queima de fogos de 12 minutos.


Além disso, o público segue podendo visitar o Nosso Natal, em funcionamento até domingo (4), a partir das 17h. Desde sua abertura, a estrutura já recebeu mais de 900 mil visitantes.


Outros pontos da cidade também receberam programação especial, como a Praça dos Orixás, onde ocorreram apresentações musicais e a tradicional Festa de Iemanjá, reunindo manifestações culturais e religiosas afro-brasileiras para marcar o encerramento do ano.






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Primeiro centro especializado em autismo do DF já transforma atendimento a crianças e famílias

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Entregue em dezembro pelo Governo do Distrito Federal (GDF), o primeiro Centro de Referência Especializado em Transtorno do Espectro Autista (Cretea) do DF já começa a impactar positivamente a vida de crianças e famílias brasilienses. Localizada na Estação 108 Sul do Metrô, a unidade passa a integrar a rede pública de atenção psicossocial, com foco no diagnóstico precoce, no atendimento especializado e no acompanhamento multidisciplinar de crianças com transtorno do espectro autista (TEA).


Entre os usuários do serviço está a dona de casa Adriana Aparecida de Almeida Moresco, de 45 anos, mãe de Enzo Miguel, de 8 anos, diagnosticado com TEA. Ela relata que a trajetória em busca de atendimento começou ainda nos primeiros anos de vida do filho e foi marcada por desafios até a chegada do novo centro. “Graças a Deus chegamos aonde estamos hoje. Esse espaço é muito importante para a continuidade do procedimento do Enzo”, afirma.


Segundo Adriana, a estrutura física e o ambiente adaptado fazem diferença no cuidado oferecido. “Por ser um espaço preparado para crianças autistas, mais tranquilo e com menos estímulos, isso é essencial para eles. Dá para ver que foi tudo pensado realmente para atender esse público”, destaca. Para ela, a criação do centro representa um alívio para muitas famílias atípicas que enfrentam dificuldades semelhantes.


Com investimento de aproximadamente R$ 747 mil, o Cretea passou por reforma completa e foi estruturado para atender crianças de até dez anos que já estejam nas filas da rede pública de saúde. A unidade funciona no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), com atendimento gratuito, e o acesso ocorre por meio das unidades básicas de saúde (UBSs) e da Central de Regulação do GDF, sem a criação de uma nova fila específica.


A equipe multiprofissional é formada por psiquiatra infantil, neuropediatra, pediatra, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e assistente social. O espaço conta com oito consultórios, salas para atendimentos em grupo, ginásio terapêutico, sala multissensorial, cozinha terapêutica e ambientes voltados ao acolhimento e às atividades lúdicas.


De acordo com a gerente do Cretea, Viviane Felipe Cantos Veras, o centro atende tanto crianças com diagnóstico confirmado quanto aquelas com suspeita de TEA, sempre mediante encaminhamento da rede pública. “O nosso foco é trabalhar de forma integrada, com diagnóstico, terapias individuais e em grupo, além de um trabalho muito próximo com as famílias, porque a orientação parental faz toda a diferença no desenvolvimento”, explica.


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o Distrito Federal tem cerca de 34,1 mil pessoas diagnosticadas com TEA. A proposta do Cretea é concentrar, em um único local, as etapas de avaliação, diagnóstico e intervenção, reduzindo o tempo de espera e facilitando o acesso das famílias aos serviços especializados. Além dos atendimentos clínicos, o centro também atua como polo de apoio técnico e de formação para profissionais da rede pública, contribuindo para a qualificação do cuidado em outras unidades de saúde do DF.






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A Empregada: a cena icônica do livro que foi ignorada no filme

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O filme A Empregada, inspirado no livro homônimo de Freida McFadden, chega aos cinemas nesta quinta-feira (1º/1). O longa-metragem, dirigido por Paul Feig, traz Sydney Sweeney, Amanda Seyfried e Brandon Sklenar como protagonistas.


McFadden conquistou legiões de fãs pelo mundo com a obra, lançada no Brasil pela editora Arqueiro. Estes mesmo apaixonados pela história se questionam se o filme trará os principais pontos do livro.


Feig conseguiu manter a essência da história dos protagonistas em A Empregada, mas precisou fazer mudanças já esperadas na adaptação. O “sumiço” de uma das cenas mais polêmicas do livro, no entanto, pode incomodar os leitores.


A Empregada: a cena icônica do livro que foi ignorada no filme - destaque galeria5 imagensAmanda Seyfried e Brandon Sklenar como Nina e Andrew no filme A EmpregadaAmanda Seyfried como Nina no filme A EmpregadaSydney Sweeney como Millie no filme A EmpregadaMichele Morrone como Enzo em cena do filme A EmpregadaFechar modal.MetrópolesSydney Sweeney como Millie em A Empregada1 de 5

Sydney Sweeney como Millie em A Empregada

Daniel McFadden/LionsgateAmanda Seyfried e Brandon Sklenar como Nina e Andrew no filme A Empregada2 de 5

Amanda Seyfried e Brandon Sklenar como Nina e Andrew no filme A Empregada

Daniel McFadden/LionsgateAmanda Seyfried como Nina no filme A Empregada3 de 5

Amanda Seyfried como Nina no filme A Empregada

Courtesy of LionsgateSydney Sweeney como Millie no filme A Empregada4 de 5

Sydney Sweeney como Millie no filme A Empregada

Daniel McFadden/LionsgateMichele Morrone como Enzo em cena do filme A Empregada5 de 5

Michele Morrone como Enzo em cena do filme A Empregada

Daniel McFadden/Lionsgate

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Cuidado, o texto contém spoilers!


Fãs do livro de McFadden lembram da icônica cena de Millie empilhando livros no abdômen por ordem de Andrew. O personagem de Sklenar penaliza Millie por ler livros de sua estante pessoal. Trancada no sótão, ela é obrigada a empilhar três livros pesados na barriga por mais de três horas.


A cena foi retirada do livro e substituída por um momento semelhante, mas mais sangrento e cruel.


No longa, Millie quebra um prato de porcelana da família de Andrew, dada por sua mãe. Como punição, a empregada da família Winchester precisa fazer cortes profundos na região da barriga.

Além de Sydney Sweeney, Amanda Seyfried e Brandon Sklenar, o elenco conta com Michele Morrone (Enzo) e Elizabeth Perkins (Evelyn Winchester).





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