Ser real tem um preço

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Luísa Sonza não gostou das críticas recebidas pelo lançamento do novo álbum Brutal Paraíso e resolveu desabafar nas redes sociais. No X, a cantora abriu o coração e falou sobre as músicas.


“Esse álbum é o melhor, mais real e mais eu que já fiz na vida. Escrevi praticamente o álbum todo sozinha, e sim, talvez eu seja uma bagunça, talvez vocês não gostem do que sou, do que penso, ou só estejam me conhecendo agora e achando diferente demais, e eu sempre soube que ser real tem um preço”, iniciou ela.

Luísa Sonza reage após críticas ao novo álbum: “Ser real tem um preço” - destaque galeria

Luísa Sonza divulgou a capa de seu novo álbum, intitulado Brutal Paraíso, na quinta-feira (12/3). O novo trabalho estreia em abril
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Luísa Sonza divulgou a capa de seu novo álbum, intitulado Brutal Paraíso, na quinta-feira (12/3). O novo trabalho estreia em abril

Instagram/Reprodução
A cantora Luisa Sonza
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A cantora Luisa Sonza

Reprodução/Instagram
Produção de Luisa Sonza para o primeiro dia de Lollapalooza 2026
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Produção de Luisa Sonza para o primeiro dia de Lollapalooza 2026

@luisasonza/Instagram/Reprodução
Luísa Sonza
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Luísa Sonza

Reprodução/Redes sociais.
Luisa Sonsa
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Luisa Sonsa

RT Fotografia/Imagem cedida ao Metrópoles


Em seguida, Luísa Sonza disse que não abre mão da liberdade conquistada nos últimos anos.


“Eu amo o que me tornei e nunca mais vou voltar atrás. Esse álbum é a primeira vez que eu não fugi em nenhum momento de mim e eu desejo que nunca mais fuja de mim como um dia tentei com tanta força. E sinceramente? Acho que vocês vão entender com o tempo”, finalizou.


O novo álbum Brutal Paraíso está disponível nas plataformas de streaming e conta com 23 músicas.





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Celina Leão reforça ações para doenças raras e acompanha debate sobre novo tratamento para ELA

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A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), tem intensificado ações voltadas a pacientes com doenças raras e passou a acompanhar de perto o debate nacional sobre novos tratamentos para a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).


O tema ganhou força com a abertura de uma consulta pública do Ministério da Saúde que avalia a inclusão da edaravona no Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento, já aprovado pela Anvisa, é indicado para retardar a progressão da doença em estágios iniciais.


A ELA é uma condição neurodegenerativa grave e progressiva, que compromete movimentos voluntários e, com o tempo, pode afetar funções como fala, deglutição e respiração. O avanço da doença impacta diretamente a rotina dos pacientes e de seus familiares.


No Distrito Federal, a gestão de Celina tem apostado na ampliação do atendimento a esse público, com discussões sobre criação de centros de referência, reabilitação neuromotora e parcerias para inovação em tratamentos.


A possível incorporação da edaravona no SUS é vista por especialistas e associações de pacientes como um avanço no acesso à terapia, hoje restrita. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), no entanto, emitiu recomendação preliminar contrária à inclusão.


A consulta pública segue aberta até 13 de abril e permite a participação de pacientes, profissionais de saúde e demais interessados. As contribuições podem influenciar a decisão final do Ministério da Saúde sobre a oferta do medicamento na rede pública.


A articulação ocorre em meio à tentativa de ampliar políticas públicas para doenças raras, área que ainda enfrenta desafios de acesso a diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado no país.






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Indígenas pedem territórios livres da exploração de petróleo

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Os mais de 7 mil Indígenas que participam, nesta semana, do Acampamento Terra Livre, em Brasília, têm uma marcha agendada para a tarde desta quinta-feira (9), a partir das 14h.


O grupo vai andar do Eixo Monumental até a Esplanada dos Ministérios para entregar reivindicações. As lideranças vão apresentar proposta sobre a exclusão de exploração de petróleo e gás em territórios indígenas.


Na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em 2025 em Belém (PA), o Mapa do Caminho para afastamento da economia dependente de combustíveis fósseis, uma das prioridades do governo brasileiro, não entrou na lista de consensos. No evento, porém, representantes ministeriais de mais de 80 países declararam apoio oficial à proposta, segundo o governo.



“Como foi uma proposta do governo brasileiro para a construção do mapa do caminho e o desmatamento zero e também para a não exploração de petróleo e gás, nós estamos apresentando algumas propostas ao governo para ser incluída no texto”, disse  o coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinaman Tuxá. 



O documento deve ser recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.  As reivindicações direcionadas ao Poder Executivo incluem também o pedido de mais demarcações e outras políticas públicas. “Nós vamos entregar documentações nos ministérios dos Povos Indígenas, do Meio Ambiente, da Agricultura e Pecuária, e no Itamaraty”, afirmou o coordenador da Apib.







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Novas regras para mobilidade no Rio dependem de mais infraestrutura

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As novas regras para a circulação de equipamentos elétricos de micromobilidade como ciclomotores (duas ou três rodas e a velocidade máxima de 50 quilômetros por hora) e autopropelidos (podem ter uma ou mais rodas e a velocidade máxima de 32 quilômetros por hora) na cidade do Rio vêm promovendo debate entre especialistas de engenharia viária, planejamento urbano e usuários.


A medida veio uma semana após o atropelamento e morte de mãe e filho que estavam em uma bicicleta elétrica por um ônibus na Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro.


As regras já estão em vigor, com exceção da exigência de emplacamento, que terá prazo até 31 de dezembro deste ano.


Passa a ser obrigatório o uso de capacete para todos os usuários. Além disso, é proibido transportar na garupa mais de uma pessoa que também deverá utilizar equipamento de segurança. Outro ponto é a exigência de registro, licenciamento e emplacamento para ciclomotores — incluindo equipamentos autopropelidos com assento, que passam a ser equiparados a essa categoria.


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O condutor precisará estar devidamente habilitado com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) enquadrada na categoria A. Ciclomotores e autopropelidos, a partir de agora, não podem circular nas ciclovias da cidade, que passam a ser restritas a bicicletas, patinetes e bicicletas elétricas, com velocidade limitada de 25km/h.


Nas vias com BRS, sistema de faixas exclusivas para ônibus no Rio de Janeiro (Bus Rapid Service), está proibida a circulação de bicicletas elétricas, ciclomotores e patinetes elétricas.


Para o professor do curso de Engenharia Civil e do Programa de Engenharia Urbana da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Victor Hugo Souza de Abreu, as novas regras implementadas pela Prefeitura do Rio representam um avanço relevante no esforço de organizar a circulação dos novos modos de micromobilidade, atuando de forma complementar à Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nº 996/2023.


“De maneira geral, a iniciativa é positiva. A exigência de emplacamento e habilitação para veículos autopropelidos — definidos pelo novo decreto como aqueles dotados de sistema próprio de propulsão, que dispensam esforço físico contínuo, de uso individual, dimensões reduzidas e sem pedal — quando conduzidos na posição sentada e, portanto, equiparados aos ciclomotores, contribui para o aumento da segurança viária, o ordenamento do espaço urbano e a responsabilização dos condutores”, avalia o professor.


Segundo o pesquisador, nesse contexto, o emplacamento favorece a identificação e a fiscalização, enquanto a exigência de habilitação assegura um nível mínimo de conhecimento das normas de trânsito, elemento essencial para a convivência segura entre os diferentes modos de transporte.


Ele acrescenta que, no entanto, há desafios relevantes. “Parte significativa dos usuários utiliza esses veículos como alternativa acessível de mobilidade, e a exigência de habilitação pode se tornar uma barreira de acesso. Além disso, o poder público ainda precisa estruturar adequadamente os processos de registro, fiscalização e comunicação com a população. Portanto, é uma medida viável, mas que exige implementação gradual e bem planejada”.


Victor Hugo avalia que quanto aos impactos na circulação viária, as medidas têm potencial tanto de melhorar quanto de gerar novos conflitos. “A retirada de autopropelidos na posição sentada das ciclovias e ciclofaixas, por exemplo, é tecnicamente coerente, pois esses veículos tendem a operar com maior velocidade e massa, aumentando o risco para ciclistas e pedestres. Por outro lado, se não houver infraestrutura adequada nas vias, essa mudança pode deslocar o problema para o tráfego geral, aumentando a exposição ao risco”.


O pesquisador destaca que a definição de limites de velocidade das vias (até 40 km/h e até 60 km/h) também é uma diretriz correta do ponto de vista normativo, pois busca compatibilizar o desempenho dos veículos com o ambiente viário. “Entretanto, a efetividade dessa medida depende diretamente das condições reais de operação — como sinalização, fiscalização e, principalmente, infraestrutura adequada. Sem isso, há o risco de que a norma tenha baixo impacto prático”, afirma.


 





Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil



O que pode ser melhorado


• Investimento em infraestrutura segregada para micromobilidade motorizada;


• Campanhas de educação no trânsito voltadas a todos os usuários;


• Fiscalização efetiva e contínua;


• Regulamentação mais diferenciada, considerando potência e velocidade dos veículos; • Integração dessas medidas ao planejamento urbano e de transportes.


Para o especialista, é fundamental fortalecer o chamado tripé da engenharia de tráfego — internacionalmente conhecido como “3 E’s of Traffic Engineering” — baseado na atuação integrada em Engineering (Engenharia), Education (Educação) e Enforcement (Fiscalização). “Esses pilares são essenciais para garantir a efetividade das medidas, promover mudanças de comportamento e assegurar condições seguras de circulação para todos os usuários do sistema viário”, disse Victor Hugo.


Território nacional


De acordo com o professor da UFRJ, em âmbito nacional, o principal desafio é a convivência entre modos tão distintos — veículos motorizados, bicicletas, ciclomotores, patinetes e pedestres — em um mesmo espaço viário. Para ele, essa coexistência só é possível de forma segura quando há uma clara hierarquização do sistema viário, com definição adequada de espaços, velocidades e prioridades.


“O Brasil ainda enfrenta dificuldades nesse aspecto, especialmente pela falta de infraestrutura e pela cultura de priorização do automóvel. A tendência, no entanto, é que a micromobilidade ganhe cada vez mais espaço, exigindo regulamentações mais integradas, consistentes e alinhadas com os princípios da segurança viária e da mobilidade sustentável”, afirmou.


“Em síntese, a regulamentação do Rio é um passo necessário e tecnicamente justificável, mas seu sucesso dependerá da capacidade de implementação, fiscalização e, sobretudo, da criação de condições reais para uma convivência segura entre os diferentes modos de transporte”, completou Victor Hugo.


 





Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil



Regulamentação necessária


Na avaliação da professora Marina Baltar, do Programa de Engenharia de Transportes do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe/UFRJ), há anos era necessário um regramento para esses tipos de transportes.


“Mas a cidade precisa se preparar para essa regulamentação, que é baseada em velocidades nas vias. É preciso questionar as velocidades que a gente tem hoje na cidade, ver se elas realmente fazem sentido. Quando a gente pensa em segurança viária, o pilar central é a redução da velocidade na cidade como um todo. Primeiro é necessário esse estudo das velocidades e instalar placas de sinalização. Quem usa bicicleta elétrica e ciclomotores precisa saber quais são as vias com até 40 km/h e até 60 km/h”, disse a professora.


Marina avalia que para se ter uma cidade mais atrativa para esses modos mais sustentáveis como a bicicleta é preciso planejamento e engajamento da comunidade. “Precisa planejar e expandir as ciclovias. A cidade teve expansão pequena de ciclovias concentradas na zona sul”.


Ela destaca que a proibição dos ciclomotores e bicicletas elétricas em vias com BRS vai atrapalhar muito porque é onde há pontos de interesse como o comércio. “Para esses pontos, a gente precisa ter um grupo de trabalho que realmente consiga definir, não apenas proibir a circulação das bicicletas em vias com BRS”, disse a professora.


Novos meios de transporte


O técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Erivelton Pires Guedes avalia, a princípio, como positiva a iniciativa de tentar normatizar e de alguma forma disciplinar o grande problema que é a micromobilidade urbana hoje.


“As tecnologias rapidamente evoluíram, principalmente no modo elétrico, e surgiram vários equipamentos diferentes que nós não estávamos acostumados. Além disso, surgiu um novo mundo com muitas motos e bicicletas para entregas, além de motos por aplicativos para passageiros. Esta grande diversidade de interesses gera grandes conflitos, difíceis de serem resolvidos”, pontuou o pesquisador.


Segundo o técnico do Ipea, por outro lado, o decreto traz divergências conceituais em relação aos veículos normatizados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). 


“Isso possivelmente vai gerar insegurança jurídica e questionamentos. Este é um grande desafio, pois todos estes veículos possuem características muitas vezes próximas, que dificultam sua exata classificação. Isso confunde tanto os fornecedores quanto os cidadãos e todos têm muitas dúvidas a respeito do que pode e o que não pode”, afirmou Guedes.


Para ele, é importante que governos federal, estadual e municipal tratem o problema da segurança viária de forma integrada. “Os problemas são grandes e esta situação tratada neste decreto é apenas parte do grande problema. Estamos assistindo a um crescente aumento do número de mortes no trânsito, em especial com motocicletas”.


“Dentro das ações integradas podemos destacar a principal ação, disponível a todas as prefeituras: a redução e o controle da velocidade. Esta é uma ação que muitas vezes gera reações negativas, mas que precisa ser enfrentada”, disse o especialista.


“Reforçando: a segurança viária precisa ser vista como um todo. Ações isoladas não resolvem os problemas. A ação da prefeitura é oportuna mas ainda incipiente. É necessária uma coordenação nacional e um esforço em diversas frentes para que possamos reduzir (com foco em zero) os sinistros de trânsito”, ponderou o técnico do Ipea.


Bicicleta elétrica


Moradora de Copacabana, na zona sul do Rio, a produtora de eventos Ananda Ruschel Sayão, de 48 anos, adotou a bicicleta elétrica há 3 anos para o seu dia a dia. Ela usa bastante o equipamento para levar e buscar a filha de 7 anos ao colégio, para supermercado, além de outras tarefas cotidianas.





Rio de Janeiro (RJ), 07/04/2026 - A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 07/04/2026 - A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil


A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto:  Rovena Rosa/Agência Brasil



“Na pista eu fico insegura porque os carros e as motos principalmente ignoram as bicicletas. Tiram fino. A gente fica sem espaço. Não tenho ciclovias em todos os meus trajetos. Existem algumas ruas com ciclofaixas que estão quase apagadas, mas os carros não respeitam essas faixas pintadas no chão. Quando não tem ciclovia eu ando pela esquerda onde não está a pista de ônibus”, comenta Ananda.


Ela acredita que é preciso um projeto de planejamento urbano para mais ciclovias. E acrescenta que a convivência com os ciclomotores é sempre ruim. “Essas motinhas andam na calçada como se fosse bicicleta, têm velocidade maior e são maiores. Isso causa um estranhamento para quem está de bicicleta e para o pedestre. Como tem muito motoboy usando essas motinhas para entrega, eles andam como uns loucos. Isso acaba afetando as pessoas que andam direito. A gente tem que ter muito cuidado com eles, que andam na contramão, não respeitam os sinais”, observa a produtora de eventos.


Ananda completa que é a favor das novas regras para ciclomotores, autopropelidas e bicicletas elétricas. “Tem que ter regras, e mais ciclovias internas”.


Detran           


O Departamento de Trânsito do Rio (Detran-RJ) informou nesta quarta-feira (8) que, no Brasil, o sistema de registro de veículos é nacional, regulamentado pelo Contran e administrado pela Senatran. Para que qualquer veículo seja emplacado, é necessário que a informação seja incluída na Base Índice Nacional (BIN), do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Não é possível registrar um veículo apenas na base de dados de qualquer Detran, e nem emplacar um veículo que não esteja registrado na BIN.    


 De acordo com Artigo 12 da Resolução nº 996/2023 do Contran, “as bicicletas elétricas e os equipamentos de mobilidade individual autopropelidos não são sujeitos ao registro, ao licenciamento e ao emplacamento para circulação nas vias, conforme o artigo 134-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB)”.


 Segundo o Detran-RJ, o CTB é a principal legislação de trânsito do país. O artigo 134-A do CTB estabelece: “O Contran especificará as bicicletas motorizadas e equiparados não sujeitos ao registro, ao licenciamento e ao emplacamento para circulação nas vias”. Esta especificação está na Resolução 996/2023.


 “Portanto, o Detran RJ não pode emplacar um veículo sem autorização do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e sem que o veículo, de qualquer tipo, esteja registrado na Base Índice Nacional (BIN)”, afirma a nota.


*Matéria alterada às 12h43min. para acréscimo de informação.


 



 







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Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster

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Jim Caviezel, o ator norte-americano que viverá o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme Dark Horse (O Azarão, em tradução livre), compartilhou nesta quarta-feira (8/4) o primeiro pôster do longa que promete retratar a campanha presidencial do ex-presidente em 2018. Além disso, o astro também revelou quando o filme chegará às telonas.


No pôster, é possível ver Caviezel completamente caracterizado como Bolsonaro. Ele usa a faixa presidencial enquanto posa em frente ao Palácio do Planalto. Um céu coberto por nuvens negras dá pistas sobre a conotação trágica e dramática da obra.


Veja:


Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster - destaque galeria

Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente
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Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente

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Jair Bolsonaro e Jim Caviezel
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Jair Bolsonaro e Jim Caviezel

Hugo Barreto/Metrópoles e @therealjimcaviezel/Instagram/Reprodução
Jim Caviezel caracterizado como o ex-presidente Jair Bolsonaro
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Jim Caviezel caracterizado como o ex-presidente Jair Bolsonaro

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Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster - imagem 4
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Filme sobre Jair Bolsonaro, que teve cena gravada no Museu das Favelas
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Filme sobre Jair Bolsonaro, que teve cena gravada no Museu das Favelas

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A estreia do filme Dark Horse será em 2026
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A estreia do filme Dark Horse será em 2026

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Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente
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Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente

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“Se você se importa com as eleições, meu novo filme estreia no dia 11 de setembro de 2026”, anunciou o ator nas redes sociais.

Como será Dark Horse


O projeto, segundo o diretor Cyrus Nowrasteh, pretende fazer “um retrato honesto” do ex-presidente e trazer bastidores da emblemática campanha presidencial de Bolsonaro em 2018. O atentado contra o então candidato, esfaqueado durante um comício em Juiz de Fora (MG), será um dos grandes destaques da trama.



Bolsonaro será interpretado por Jim Caviezel, que ficou mundialmente conhecido por interpretar Jesus Cristo no filme A Paixão de Cristo. O ator norte-americano ganhou notoriedade por declarações antivacina e pelo alinhamento a teorias conspiratórias.


O roteiro é de autoria do deputado federal Mario Frias (PL-SP), ex-Secretário de Cultura e aliado próximo de Bolsonaro. Frias tem defendido publicamente que o filme pretende mostrar “a verdade” sobre os acontecimentos de 2018, em uma abordagem que deve interessar sobretudo ao público já simpático ao ex-presidente.


Para interpretar os filhos de Jair Bolsonaro foram escalados: o mexicano Marcus Ornellas, como Flávio; o brasileiro Sérgio Barreto, que dará vida a Carlos; e o norte-americano Eddie Finlay, que interpretará Eduardo.









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Governo de Goiás nomeia novo secretário do Entorno

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O governador de Goiás Daniel Vilela (MDB) nomeou Rafael Henrique Lustosa como o novo secretário do Entorno do Distrito Federal, cargo responsável por cuidar das demandas dos municípios que fazem parte da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE). A nomeação do novo titular da pasta foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (8/4).


O novo secretário irá substituir Pábio Mossoró, que pediu desligamento do cargo para concorrer à uma vaga como deputado estadual em Goiás.


Quem é o novo secretário do Entorno


Rafael Henrique é advogado com mais de 10 anos de experiência em gestão pública e administrativa e estava atuando na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, onde exerce o cargo de chefe de gabinete. Possui trajetória consolidada em planejamento estratégico, governança e gestão de projetos no setor público, além de experiência como assessor jurídico parlamentar e gestor empresarial.


Ao assumir a função, Lustosa afirma que seguirá a diretriz do governo estadual para a região.


“Assumo essa missão seguindo a orientação do governador Daniel Vilela, que é de fortalecer a integração entre o Entorno e o Distrito Federal, com planejamento, responsabilidade e foco em resultados. Vamos avançar em mobilidade, estimular o desenvolvimento econômico e consolidar o turismo como uma vocação estratégica para a região”, destaca.


Secretaria de Estado do Entorno


Criada em 2023 pelo governo de Goiás, Secretaria de Estado do Entorno do Distrito Federal tem como principal função atuar na articulação entre o governo de Goiás, o Distrito Federal e os municípios que compõem a região do Entorno, buscando soluções para problemas comuns e melhorias na qualidade de vida da população. Na prática, a secretaria trabalha para integrar políticas públicas, especialmente nas áreas de transporte, saúde, segurança e infraestrutura, já que grande parte dos moradores dessas cidades depende de serviços e empregos no DF.


Além disso, uma das funções do secretário será atuar no incentivo ao desenvolvimento econômico da região, com o objetivo de gerar mais oportunidades locais e reduzir essa dependência, bem como no planejamento urbano e regional, ajudando a organizar o crescimento das cidades e evitar problemas estruturais.


Entre as prioridades estão a viabilização de projetos estruturantes, como o BRT que liga Luziânia a Santa Maria (DF), e a efetivação do Consórcio Interfederativo da Região Metropolitana do Entorno do Distrito Federal para o transporte.


Além do governo de Goiás, o GDF também possui um secretário na pasta. Nomeado pelo ex-governador Ibaneis Rocha (MDB-DF), Cristian Viana, atua desde 2025 na função.





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June aparece em Os Testamentos, sequência de O Conto da Aia?

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A série Os Testamentos: das Filhas de Gilead (The Testaments, em inglês) estreou nesta quarta-feira (8/4) e movimentou os fãs de O Conto da Aia (The Handmaid’s Tale, em inglês). Apesar de seguir no mesmo universo, a série conta com novas protagonistas e uma história que se passa cinco anos no futuro, o que levantou um questionamentos: personagens da história original vão aparecer na continuação?



Atenção: o texto a seguir contém spoilers sobre Os Testamentos: Das Filhas de Gilead e revela detalhes importantes dos primeiros episódios da nova série.


Os três primeiros episódios, liberados nesta quarta-feira (8/4), mostram os diferentes núcleos da história, incluindo o dia a dia das jovens e cenas do passado. Em uma dessas cenas, o público tem uma resposta sobre a presença de personagens da série original.


Sim, June Osborne aparece na nova série. Interpretada por Elisabeth Moss, a protagonista de O Conto da Aia aparece já nos primeiros episódios, inicialmente apenas observando Daisy, antes dela se mudar para Gilead, e depois se envolve diretamente na história ao revelar informações decisivas sobre o passado da jovem.


June aparece em Os Testamentos, sequência de O Conto da Aia? - destaque galeria

Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Tia Lydia (Ann Dowd) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Tia Lydia (Ann Dowd) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Cena da na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Cena da na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Agnes Mackenzie (Chase Infiniti) e Daisy (Lucy Halliday) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Agnes Mackenzie (Chase Infiniti) e Daisy (Lucy Halliday) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Becka (Mattea Conforti) e Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Becka (Mattea Conforti) e Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Além de retornar ao papel, a atriz também atua como produtora executiva da série. Segundo ela, o novo cargo foi uma forma de continuar ligada à história. “Produzir significou que eu não precisei dizer adeus a esse mundo, o que me deixou muito feliz”, afirmou durante participação no programa The View.


Outra personagem confirmada é a Tia Lydia, vivida por Ann Dowd. Na nova fase, a personagem assume um papel dentro de uma instituição voltada à formação de futuras esposas de Gilead, um ambiente marcado por regras rígidas e forte influência religiosa, que impacta diretamente as vidas das protagonistas.



Entenda a história de Os Testamentos


Baseada no livro de Margaret Atwood de mesmo nome, a série marca um novo capítulo em Gilead e acompanha novas protagonistas: jovens que foram criadas dentro do regime autoritário e vão se tornar as futuras esposas de Comandantes.


Entre as protagonista estão Agnes Mackenzie (Chase Infiniti), filha do Comandante Mackenzie, homem poderoso que ocupa alto cargo no governo de Gilead, e Daisy (Lucy Halliday), uma jovem criada fora de Gilead mas que se muda para o país.





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UPAs do DF ganham fôlego com teleconsulta e mais de 18 mil atendimentos remotos

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A rotina nas unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal começa a mudar com o avanço da teleconsulta. Desde que o modelo passou a funcionar, em maio de 2025, mais de 18,9 mil atendimentos já foram realizados de forma remota, até 25 de março deste ano, em um movimento que tem ajudado a desafogar as emergências e acelerar o cuidado com os pacientes.


A estratégia adotada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) reposiciona o fluxo dentro das unidades. Pacientes com quadros leves, identificados com pulseira verde, podem ser atendidos por médicos à distância, enquanto as equipes presenciais ficam concentradas em ocorrências mais graves, como casos de urgência clínica e neurológica.


O serviço já está presente em dez UPAs e segue em expansão. As unidades de Vicente Pires, Gama, Ceilândia II, Samambaia, Paranoá e Brazlândia realizam atendimentos voltados a adultos. No Recanto das Emas e em Sobradinho, o foco é o público infantojuvenil. Já Ceilândia I e São Sebastião operam com atendimento para todas as idades. A próxima etapa prevê a chegada da teleconsulta às UPAs do Núcleo Bandeirante e do Riacho Fundo.


Os indicadores reforçam a consolidação do modelo. Dados do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) mostram que cerca de 31,6% dos pacientes classificados como de baixo risco aderem à modalidade remota. Entre esses, mais de 87% têm a demanda resolvida sem necessidade de encaminhamento para consulta presencial.


Responsável pelo Núcleo de Inovação e Saúde Digital do IgesDF, Amandha Roberta explica que a iniciativa busca corrigir um comportamento comum nas unidades. Segundo ela, muitos pacientes procuram atendimento presencial mesmo em situações simples, o que acaba gerando filas e longos períodos de espera.


Ela ressalta que a falta de atendimento nesses casos pode trazer consequências. Pacientes com quadros leves que deixam a unidade sem assistência podem retornar em estado mais grave, exigindo mais recursos do sistema. Com a teleconsulta, esse público passa a ser atendido de forma mais rápida, enquanto os profissionais que estão na UPA ficam livres para atuar em situações críticas.


Na central de atendimento remoto, localizada no Setor de Indústrias de Abastecimento (SIA), os médicos acompanham todo o histórico do paciente registrado na triagem. A médica de família e comunidade Mônica Montenegro detalha que, durante o atendimento, é possível avaliar os sintomas, orientar o paciente e, quando necessário, solicitar exames laboratoriais ou indicar medicamentos.


Segundo ela, entre as queixas mais frequentes estão sintomas respiratórios leves, episódios de diarreia e dores musculares relacionadas a esforço físico.


O atendimento começa ainda na triagem, feita pela equipe de enfermagem dentro da UPA. Se o paciente for classificado como de baixo risco e aceitar participar do modelo, ele é encaminhado para uma sala equipada para videoconferência. Durante a consulta, um técnico de enfermagem acompanha o processo, auxiliando tanto no suporte técnico quanto na observação clínica.


Caso haja necessidade de medicação ou exames complementares, o próprio time da unidade dá continuidade ao atendimento, garantindo integração entre o formato remoto e o presencial.


As UPAs funcionam 24 horas e são destinadas a atendimentos de urgência e emergência de média complexidade, com oferta de exames, medicação e estabilização de pacientes antes de eventual encaminhamento hospitalar. Desde 2019, sete unidades foram construídas no DF, e outras seis estão em fase de implantação.


Já as unidades básicas de saúde (UBSs) seguem como a principal porta de entrada da rede pública, concentrando ações de prevenção, acompanhamento de doenças crônicas e atendimentos de menor complexidade. Por meio do portal InfoSaúde DF, a população pode identificar a unidade de referência e acessar serviços como vacinação, pré-natal e controle de hipertensão e diabetes.






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https://chumbogrossodf.com.br/upas-do-df-ganham-folego-com-teleconsulta-e-mais-de-18-mil-atendimentos-remotos/?fsp_sid=286297
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Governo de Goiás lança edital para bolsas de mestrado nas melhores universidades do mundo

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Governo de Goiás lança edital para bolsas de mestrado nas melhores universidades do mundo
Programa Goiás pelo Mundo oferece até cinco bolsas para cursos presenciais em universidades estrangeiras que estejam entre as 100 melhores do mundo. Prioridade é para áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento do estado (Foto: Secti-GO)


O edital do Programa Goiás Pelo Mundo – Mestrado Internacional vai selecionar interessados em cursar mestrado pleno no exterior (cursos presenciais stricto sensu) com apoio financeiro na forma de bolsas de estudos, com 12 a 24 meses de duração e auxílio-instalação. O edital foi publicado no Diário Oficial na terça-feira (07/04).


A iniciativa é da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), em parceria com o Instituto Trajetória. As inscrições já estão abertas e seguem até às 23h59 do dia 8 de maio de 2026, por meio da plataforma Sparkx-Fapeg.


O programa oferece até cinco bolsas para cursos presenciais em universidades estrangeiras que estejam entre as 100 melhores do mundo, segundo o ranking internacional Times Higher Education 2026 (Veja lista completa no Anexo 1 do edital).


Bolsas de mestrado para áreas estratégicas


A prioridade é para o mestrado profissional em áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento do Estado.


Entre essas áreas estão:



  • Ciência;

  • Tecnologia;

  • Engenharias e matemática (STEM);

  • Tecnologia da Informação e inteligência artificial;

  • Agronegócio e alimentos;

  • Saúde;

  • Educação;

  • Gestão pública;

  • Mudanças Climáticas e Energia;

  • Mineração.


A proposta é formar profissionais altamente qualificados, capazes de trazer conhecimento e inovação para Goiás após a conclusão dos estudos.


Goiás pelo Mundo


Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto diz que o programa Goiás pelo Mundo, que também oferece intercâmbio para alunos das Escolas do Futuro, entre outras frentes de auxílio e fomento, e que foi criado com o objetivo de internacionalizar o estado.



“Entendemos que os talentos goianos devem ter chance de aprender nos principais centros do mundo e trazer esse conhecimento de volta a Goiás”, afirma o secretário.




“Levar goianos para fazer mestrado nas 100 principais universidades é uma parte importante desta política pública”, esclarece.




Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional
“Entendemos que talentos goianos devem ter chance de aprender nos principais centros do mundo e de trazer esse conhecimento de volta a Goiás”, afirma o titular da Secti-GO (Foto: Secti-GO)


Segundo o presidente da Fapeg, Marcos Arriel, o Goiás Pelo Mundo busca ampliar o acesso ao ensino de qualidade no exterior.



“A ideia é que, ao retornarem, esses estudantes contribuam com soluções inovadoras, pesquisas e melhorias em áreas estratégicas com foco no impacto regional e local, como forma de retribuição ao investimento realizado”, destaca Arriel.



Ele acrescenta, ainda, que a iniciativa tem como objetivo preparar para o mercado de trabalho profissionais de alto nível, com capacidade técnica e de pesquisa diferenciados.



Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional
Segundo presidente da Fapeg, Marcos Arriel, o Goiás Pelo Mundo busca ampliar acesso ao ensino de qualidade no exterior (Foto: Secti-GO)


A CEO do Instituto Trajetórias, Leany Lemos, destaca que somente 1% dos jovens brasileiros entre 25 e 34 anos possui mestrado – contra média de 16% dos países da OCDE.


Para ela, investir na formação de mestrado em universidades de excelência é mais do que uma experiência pessoal: é uma estratégia de política pública, com muitos impactos positivos.



“É uma enorme satisfação participar de um projeto que abre oportunidades de bolsas de estudo para talentos de Goiás. Investir na formação internacional é fortalecer o futuro de Goiás e do Brasil”, afirma.




Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional
Para a CEO do Instituto Trajetórias, Leany Lemos, investir na formação de mestrado em universidades de excelência é estratégia de política pública, com muitos impactos positivos (Foto: Secti-GO)


Investimento


O investimento total estimado é de cerca de 206 mil dólares, com apoio que inclui pagamento de taxas acadêmicas pela Secti (com limite de até US$ 50 mil ou R$ 268.500 por estudante, em até quatro parcelas, destinado à anuidade, taxa de matrícula e outras).


Os beneficiários serão Bolsistas Trajetórias nas universidades internacionais conveniadas, o que dará acesso a descontos em “tuition and fees” entre 20% e 100%, a depender da instituição de destino.


As bolsas de estudos serão implementadas a partir de agosto e serão pagas pela Fapeg no valor unitário de US$ 1.300 ou R$ 6.843,33 por mês (Cotação do Dólar estadunidense fornecida pelo Banco Central do Brasil em 16 de março de 2026).


O valor é destinado à manutenção, moradia, alimentação e outras despesas acadêmicas e pessoais no exterior.


A Fapeg também destinará um valor de US$ 10.000 ou R$ 52.641, com pagamento em uma única parcela, para a cobertura de despesas de:



  • viagem/deslocamentos e instalação/estabelecimento no exterior;

  • passagens internacionais;

  • domésticas;

  • seguro-saúde;

  • visto;

  • acomodação temporária etc.


Quem pode participar


Para concorrer, é necessário cumprir alguns requisitos. O candidato deve:



  • ter vínculo com Goiás (por formação ou atuação profissional);

  • residir no estado;

  • não possuir título de mestre;

  • já ter iniciado o processo de candidatura (“application”) ou ter sido aceito em uma universidade internacional elegível.


Além disso, os selecionados deverão concordar com critérios de retorno ao estado, contribuindo com o desenvolvimento local após a formação.


O candidato deve enviar pela plataforma Sparkx, documentos digitalizados e legíveis.


O único critério de pontuação para seleção de beneficiários será pela nota da instituição de ensino superior estrangeira a qual se obteve aprovação, com base no World University Ranking 2026, elaborado pelo Times Higher Education.


O processo de seleção será realizado em três etapas sucessivas, conduzidas pela Secti e Fapeg em parceria com o Instituto Trajetórias.


Mais informações e o edital completo estão disponíveis no site da Fapeg.


Saiba mais


Prêmio GO.IA reconhece soluções inovadoras em inteligência artificial em Goiás


Fapeg lança edital com R$ 5 milhões para aquisição de equipamentos de laboratório


Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás – Governo de Goiás






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