Vacinação no Zoológico de Brasília une saúde e lazer e aplica mais de 250 doses no primeiro dia

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 Por: Jornalista Kelven Andrade

Neste fim de semana, o Zoológico de Brasília se transformou em ponto de imunização. A ação, promovida pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), aconteceu no sábado (26) e segue neste domingo (27), das 10h às 16h30, em frente ao Lago dos Babuínos. Com uma proposta que alia cuidado com a saúde e diversão em família, a campanha atraiu visitantes de todas as idades e aplicou mais de 250 doses de vacinas já no primeiro dia.

A iniciativa disponibiliza os imunizantes do calendário vacinal de rotina — com exceção das vacinas contra a dengue e a BCG. O objetivo é facilitar o acesso à vacinação, especialmente para quem tem dificuldade de comparecer às unidades básicas de saúde (UBSs) durante a semana.



Entre os participantes estava o servidor público André Pereira, de 39 anos, que foi ao zoológico com a esposa, os filhos e outros familiares. “É uma iniciativa excelente. Se não fosse aqui, talvez a gente demorasse para vacinar. Assim, conseguimos manter tudo em dia e ainda curtir o passeio”, afirmou.

Também aproveitando a ação, Inara Franco, de 31 anos, atualizou as vacinas dos filhos Miguel, de 6 anos, e Gael, de 2, e ainda recebeu a dose da vacina contra a gripe. “Soube da vacinação, trouxe a carteirinha deles e consegui colocar tudo em dia. Até eu tomei a vacina da gripe. É muito bom poder cuidar da saúde no meio de um programa divertido.”


A enfermeira Manoela Costa, que participou da ação, destacou a importância de levar a vacinação para além dos espaços tradicionais. “Muitos pais não conseguem tempo durante a semana, então a ação em um local de lazer é uma grande oportunidade”, explicou.

Até visitantes de fora do Distrito Federal foram beneficiados. A professora Perliane Moura, de 35 anos, veio de Uberlândia (MG) acompanhar o marido em um concurso e aproveitou para vacinar os filhos durante o passeio. “Como trabalho o dia inteiro lá na minha cidade, estava difícil vacinar meus filhos. Aqui conseguimos nos divertir e atualizar as vacinas deles”, contou.

A SES-DF reforça que, para se vacinar, é necessário levar um documento com foto e a caderneta de vacinação. Caso o cartão tenha sido perdido, é possível procurar a UBS onde as vacinas anteriores foram aplicadas ou, na ausência do histórico, a equipe seguirá a indicação por faixa etária e emitirá um novo documento.

Além do Zoológico, a vacinação ocorreu em outros pontos do DF, como o Shopping Boulevard (Plano Piloto), o condomínio Maranata (Sol Nascente), o supermercado + Barato (DF-130, Paranoá) e em 49 UBSs espalhadas pelo território. A lista dos locais de vacinação é atualizada semanalmente no site da Secretaria de Saúde.

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Expor tristeza nas redes sociais ajuda ou atrapalha a saúde mental?

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A exposição da própria tristeza nas redes sociais é um fenômeno cada vez mais comum. Para algumas pessoas, falar sobre o sofrimento, especialmente após um término, pode parecer uma forma de catarse. É uma tentativa de organizar pensamentos e encontrar apoio em um espaço que muitas vezes substitui a escuta que falta na vida offline.


“Pode funcionar como catarse, especialmente se a pessoa não encontra espaços íntimos de escuta na vida real, e o ato de escrever ou gravar sobre o que se sente, ajuda a liberar emoções reprimidas”, explica a psicóloga Débora Porto, de Brasília. No entanto, essa abertura pública pode ter efeitos ambíguos — e, em muitos casos, dolorosos.

Débora ressalta que, embora o compartilhamento traga um sentimento de autenticidade e conexão com os seguidores, ele também pode dificultar o processo de luto emocional.


“O luto exige tempo, introspecção e, muitas vezes, privacidade para ser elaborado. Ao expor a dor publicamente, o indivíduo corre risco de ser julgado, cobrado a performar sofrimento ou até ser explorado pela mídia”, alerta. Em vez de ajudar, essa sobrecarga de visibilidade pode prolongar a dor, reabrindo feridas a cada comentário ou mensagem.



Leia também



A psiquiatra Vanessa Greghi, diretora médica do Instituto de Psiquiatria Paulista (IPP), reforça que o impacto pode ser intenso. “Expor publicamente um término ou luto pode agravar quadros de depressão ou ansiedade. O excesso de estímulo gera um estado de alerta, fazendo a pessoa reviver o sofrimento a cada nova exposição”, explica.


Esse ciclo pode desencadear crises de pânico, insônia ou até depressão, especialmente em adolescentes, grupo mais vulnerável ao bullying e à superexposição digital. Outro ponto crítico é a comparação com a vida “perfeita” que aparece nos feeds. Ver casais felizes e legendas de superação pode ser devastador para quem está emocionalmente fragilizado.


“A autoestima despenca não só pelo término, mas pela comparação com um  ideal inatingível de amor e felicidade. Isso pode gerar ansiedade, retraimento social e até comportamentos impulsivos, como retomar a relação ou ficar ‘stalkeando’ a vida do outro”, explica Débora.

O feedback das redes também é uma faca de dois gumes. As curtidas e mensagens podem gerar alívio e senso de pertencimento, mas criam uma dependência emocional perigosa. “Curtidas e mensagens podem motivar a buscar ajuda, mas também criam dependência de validação. Quando o fluxo diminui, a dor volta com mais força”, diz a psicóloga.


Mulher reagindo a julgamentos nas redes sociaias - Metrópoles. A exposição nas redes sociais em momentos delicados pode desencadear crises de pânico, insônia e até depressão

Além disso, os comentários muitas vezes reforçam narrativas simplistas, impedindo a elaboração saudável do luto, que precisa passar por sentimentos contraditórios como dúvida, raiva e saudade. A psiquiatra lembra que, durante momentos de fragilidade, a nossa capacidade de julgamento diminui.


“É preciso pensar muito antes de se expor nas redes em momentos assim. O sistema psíquico está enfraquecido, o que reduz a capacidade de tomar boas decisões. As pessoas podem acabar dizendo algo que vão se arrepender depois”, afirma Vanessa.


Para pessoas com transtornos de personalidade, como o borderline, a reação à exposição tende a ser ainda mais explosiva e impulsiva, intensificando o sofrimento.


Sinais de que a exposição não é mais saudável


Nestas condições, há sinais claros de alerta para perceber quando a exposição ultrapassa o limite saudável. Compartilhar tudo para se sentir visto, depender do retorno da audiência para regular o humor ou sentir que não consegue viver o luto fora das telas são indícios preocupantes.


Quando surgem sintomas como insônia, pensamentos intrusivos ou até comportamentos autolesivos, buscar ajuda profissional torna-se essencial.


No fundo, o ato de dividir a dor nas redes sociais pode até trazer alívio momentâneo, mas raramente substitui o processo interno necessário para lidar com as perdas.


A pergunta que fica é: será que vale a pena se expor tanto? Talvez seja mais saudável reservar um espaço íntimo para elaborar os sentimentos e,  se for preciso, buscar um olhar profissional para atravessar o luto ou o término com mais profundidade e menos ruído externo.


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Expor tristeza nas redes sociais ajuda ou atrapalha a saúde mental?

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A exposição da própria tristeza nas redes sociais é um fenômeno cada vez mais comum. Para algumas pessoas, falar sobre o sofrimento, especialmente após um término, pode parecer uma forma de catarse. É uma tentativa de organizar pensamentos e encontrar apoio em um espaço que muitas vezes substitui a escuta que falta na vida offline.


“Pode funcionar como catarse, especialmente se a pessoa não encontra espaços íntimos de escuta na vida real, e o ato de escrever ou gravar sobre o que se sente, ajuda a liberar emoções reprimidas”, explica a psicóloga Débora Porto, de Brasília. No entanto, essa abertura pública pode ter efeitos ambíguos — e, em muitos casos, dolorosos.

Débora ressalta que, embora o compartilhamento traga um sentimento de autenticidade e conexão com os seguidores, ele também pode dificultar o processo de luto emocional.


“O luto exige tempo, introspecção e, muitas vezes, privacidade para ser elaborado. Ao expor a dor publicamente, o indivíduo corre risco de ser julgado, cobrado a performar sofrimento ou até ser explorado pela mídia”, alerta. Em vez de ajudar, essa sobrecarga de visibilidade pode prolongar a dor, reabrindo feridas a cada comentário ou mensagem.



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A psiquiatra Vanessa Greghi, diretora médica do Instituto de Psiquiatria Paulista (IPP), reforça que o impacto pode ser intenso. “Expor publicamente um término ou luto pode agravar quadros de depressão ou ansiedade. O excesso de estímulo gera um estado de alerta, fazendo a pessoa reviver o sofrimento a cada nova exposição”, explica.


Esse ciclo pode desencadear crises de pânico, insônia ou até depressão, especialmente em adolescentes, grupo mais vulnerável ao bullying e à superexposição digital. Outro ponto crítico é a comparação com a vida “perfeita” que aparece nos feeds. Ver casais felizes e legendas de superação pode ser devastador para quem está emocionalmente fragilizado.


“A autoestima despenca não só pelo término, mas pela comparação com um  ideal inatingível de amor e felicidade. Isso pode gerar ansiedade, retraimento social e até comportamentos impulsivos, como retomar a relação ou ficar ‘stalkeando’ a vida do outro”, explica Débora.

O feedback das redes também é uma faca de dois gumes. As curtidas e mensagens podem gerar alívio e senso de pertencimento, mas criam uma dependência emocional perigosa. “Curtidas e mensagens podem motivar a buscar ajuda, mas também criam dependência de validação. Quando o fluxo diminui, a dor volta com mais força”, diz a psicóloga.


Mulher reagindo a julgamentos nas redes sociaias - Metrópoles. A exposição nas redes sociais em momentos delicados pode desencadear crises de pânico, insônia e até depressão

Além disso, os comentários muitas vezes reforçam narrativas simplistas, impedindo a elaboração saudável do luto, que precisa passar por sentimentos contraditórios como dúvida, raiva e saudade. A psiquiatra lembra que, durante momentos de fragilidade, a nossa capacidade de julgamento diminui.


“É preciso pensar muito antes de se expor nas redes em momentos assim. O sistema psíquico está enfraquecido, o que reduz a capacidade de tomar boas decisões. As pessoas podem acabar dizendo algo que vão se arrepender depois”, afirma Vanessa.


Para pessoas com transtornos de personalidade, como o borderline, a reação à exposição tende a ser ainda mais explosiva e impulsiva, intensificando o sofrimento.


Sinais de que a exposição não é mais saudável


Nestas condições, há sinais claros de alerta para perceber quando a exposição ultrapassa o limite saudável. Compartilhar tudo para se sentir visto, depender do retorno da audiência para regular o humor ou sentir que não consegue viver o luto fora das telas são indícios preocupantes.


Quando surgem sintomas como insônia, pensamentos intrusivos ou até comportamentos autolesivos, buscar ajuda profissional torna-se essencial.


No fundo, o ato de dividir a dor nas redes sociais pode até trazer alívio momentâneo, mas raramente substitui o processo interno necessário para lidar com as perdas.


A pergunta que fica é: será que vale a pena se expor tanto? Talvez seja mais saudável reservar um espaço íntimo para elaborar os sentimentos e,  se for preciso, buscar um olhar profissional para atravessar o luto ou o término com mais profundidade e menos ruído externo.


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“Casos de HIV cairão em 2025”, avalia diretor do Ministério da Saúde

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O Brasil irá registrar, a partir de 2025, uma queda prolongada na incidência de novos casos de HIV. A avaliação é do médico sanitarista Draurio Barreira, diretor do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde. “Os dados parciais já mostram uma queda e acredito que ela será robusta”, afirma ele em entrevista exclusiva ao Metrópoles.


Barreira aponta que a expansão do uso da profilaxia pré-exposição (PrEP) nos últimos meses no Brasil, tendo atingido mais de 185 mil usuários, é um fator central para esta redução.


“O Brasil atingiu em janeiro deste ano, 3,1 pessoas tomando PrEP para cada pessoa nova detectada com HIV. Quando se chega a essa razão de três, os estudos mostram que começamos a observar uma queda duradoura ao longo do tempo. Os dados que temos agora em julho já indicam que veremos esta resposta nos números”, antecipa (veja o vídeo completo da entrevista abaixo).





O que é o HIV e sua diferença para a aids?



  • O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é um microrganismo que ataca o sistema imunológico. Quando não é tratado, ele pode evoluir para a aids (síndrome da imunodeficiência adquirida), que representa o estágio mais avançado da infecção.

  • Embora não exista a cura para a aids, o tratamento antirretroviral pode controlar a infecção, permitindo que pessoas vivendo com HIV tenham uma vida longa e saudável.

  • O tratamento correto pode fazer com que o paciente atinja a carga viral indetectável para o HIV, ou seja, tão baixa que não pode ser detectada por testes padrão. Nesse caso, a pessoa também não transmite o vírus.

  • O HIV é transmitido principalmente através de fluidos corporais específicos, durante o sexo sem proteção, compartilhamento de seringas e de mãe para filho durante o parto, quando não for bem assistido.

  • Beijos, suor, ou qualquer outra forma de contato íntimo, incluindo o sexo feito com preservativo, não transmite o HIV.

  • O SUS disponibiliza testes rápidos para o HIV e também o tratamento preventivo com a profilaxia pré-exposição (PrEP), com o uso de um remédio diário. Procure um serviço de saúde e informe-se para saber se você tem indicação para PrEP.




O futuro da PrEP injetável no SUS


A PrEP usada atualmente no Brasil é oral e deve ser tomada diariamente. Novas drogas têm surgido como opção a ela, como o lenacapavir, uma injeção semestral que demonstrou oferecer o mesmo efeito de prevenção dos comprimidos diários.


“Estas drogas devem revolucionar a prevenção do HIV. Eu sou relutante em acreditar em uma solução única, acho que o melhor é termos várias frentes para lidar com o problema, mas sabemos da importância do medicamento e queremos oferecer esta alternativa. Estamos negociando diretamente com a farmacêutica. Até o momento, não sabemos com que preço ele deve ser oferecido“, conta o médico.

Barreira ressalta que o lenacapavir ainda precisa de aprovações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) para, eventualmente, ser distribuído pela rede pública.


“Faltam etapas para o registro da droga aqui no Brasil, então não sabemos quando teremos todas as aprovações, se os conselhos recomendarão o uso no SUS. Por isso não podemos ainda pensar em prazos para o uso”, explica o diretor.


Segundo ele, o objetivo do governo é oferecer um leque de opções para que cada pessoa escolha a tecnologia que melhor se adapte à sua realidade e contexto social.



Sífilis preocupa, mas resposta melhora


Ainda entre as novidades para enfrentar as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), Barreira comentou o avanço de estratégias para combater a sífilis, um problema crescente no Brasil e em vários países do mundo.


Nos últimos anos, a doença causada pela bactéria Treponema pallidum teve aumento de diagnósticos em cerca de 30%. Parte deste problema, segundo o diretor, é de fato a maior circulação do patógeno, mas para ele, o número de casos inflado também é fruto da maior testagem.


“Ano passado nós adquirimos 6 milhões de testes ‘dois em um’, que detectam de forma rápida tanto HIV como sífilis. Ele passou a ser usado como padrão para as gestantes, o que pode justificar o aumento de diagnósticos entre elas e também será adotado em breve como teste rápido padrão nacional. Então é possível que tenhamos uma detecção aumentada nos próximos meses, mas a gente sabe bem como tratar sífilis. Quanto mais detectarmos, mais trataremos”, esclarece.

Uma das estratégias para diminuir os número da sífilis que tem sido adotada paulatinamente no mundo é o uso da doxiPEP, uma espécie de pílula do dia seguinte de antibióticos usada de forma off-label para a prevenção da clamídia, sífilis e gonorreia após as relações sexuais desprotegidas. O método tem sido adotado inclusive no Brasil.


“Me parece muito provável que nós, do Ministério da Saúde, incorporemos a doxiPEP em um futuro próximo. Os estudos mais recentes mostram que é uma estratégia eficaz, mas o que é fundamental é respeitar a decisão dos conselheiros e do comitê técnico, que ainda não concluíram seus pareceres, mas me parece que eles serão favoráveis”, indica o médico.

Além da avaliação das evidências científicas, porém, Barreira destaca que é preciso levar em consideração a viabilidade financeira da adoção desta estratégia na saúde pública.


Ampliação do acesso e distribuição


Segundo Barreira, o foco do Ministério da Saúde tem sido em apostar em estratégias para alcançar populações vulneráveis que ainda têm pouco acesso à prevenção. Pessoas trans, profissionais do sexo, em situação de rua ou privadas de liberdade estão entre as prioridades.


Para ampliar o diagnóstico, o governo está investindo em unidades móveis para fazer exames em locais de risco, e na distribuição gratuita de autotestes e medicamentos por meio dos Correios. Máquinas de distribuição automática de PrEP e preservativos, como as testadas em São Paulo, também devem ser adotadas nacionalmente.


Essas medidas têm como objetivo facilitar o acesso e reduzir barreiras estruturais, econômicas e sociais que dificultam a prevenção em comunidades marginalizadas.


Para Barreira, a ampliação do acesso é urgente. “Uma pessoa em situação de rua não consegue tomar um remédio todos os dias. Mas pode conseguir ir duas vezes por ano a um posto de saúde para tomar uma injeção”, afirmou.


1 de 3

Em entrevista ao Metrópoles, diretor do MS destacou as ações da pasta para fomentar o diagnóstico e a prevenção de ISTs

Jéssica Marschner/Metrópoles/@jmarschnerfotografia
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O médico falou sobre as chances de incorporar o lenacapavir como uma prevenção ao HIV no Brasil

Jéssica Marschner/Metrópoles/@jmarschnerfotografia
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Para Draurio, a chance de uma incorporação da doxiPEP contra síflis em um futuro próximo é alta

Jéssica Marschner/Metrópoles/@jmarschnerfotografia

Prevenção e diagnóstico são prioridade


A atual gestão do Ministério da Saúde considera que as prioridades no combate ao HIV devem ser o diagnóstico precoce e a prevenção combinada. O tratamento continua garantido por lei e segue como direito de todas as pessoas.


“É muito melhor fechar a torneira do que lidar com os efeitos da epidemia”, afirmou. Para o sanitarista, políticas de testagem e novas tecnologias são o caminho para reduzir casos e custos futuros.

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O Brasil irá registrar, a partir de 2025, uma queda prolongada na incidência de novos casos de HIV. A avaliação é do médico sanitarista Draurio Barreira, diretor do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde. “Os dados parciais já mostram uma queda e acredito que ela será robusta”, afirma ele em entrevista exclusiva ao Metrópoles.


Barreira aponta que a expansão do uso da profilaxia pré-exposição (PrEP) nos últimos meses no Brasil, tendo atingido mais de 185 mil usuários, é um fator central para esta redução.


“O Brasil atingiu em janeiro deste ano, 3,1 pessoas tomando PrEP para cada pessoa nova detectada com HIV. Quando se chega a essa razão de três, os estudos mostram que começamos a observar uma queda duradoura ao longo do tempo. Os dados que temos agora em julho já indicam que veremos esta resposta nos números”, antecipa (veja o vídeo completo da entrevista abaixo).





O que é o HIV e sua diferença para a aids?



  • O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é um microrganismo que ataca o sistema imunológico. Quando não é tratado, ele pode evoluir para a aids (síndrome da imunodeficiência adquirida), que representa o estágio mais avançado da infecção.

  • Embora não exista a cura para a aids, o tratamento antirretroviral pode controlar a infecção, permitindo que pessoas vivendo com HIV tenham uma vida longa e saudável.

  • O tratamento correto pode fazer com que o paciente atinja a carga viral indetectável para o HIV, ou seja, tão baixa que não pode ser detectada por testes padrão. Nesse caso, a pessoa também não transmite o vírus.

  • O HIV é transmitido principalmente através de fluidos corporais específicos, durante o sexo sem proteção, compartilhamento de seringas e de mãe para filho durante o parto, quando não for bem assistido.

  • Beijos, suor, ou qualquer outra forma de contato íntimo, incluindo o sexo feito com preservativo, não transmite o HIV.

  • O SUS disponibiliza testes rápidos para o HIV e também o tratamento preventivo com a profilaxia pré-exposição (PrEP), com o uso de um remédio diário. Procure um serviço de saúde e informe-se para saber se você tem indicação para PrEP.




O futuro da PrEP injetável no SUS


A PrEP usada atualmente no Brasil é oral e deve ser tomada diariamente. Novas drogas têm surgido como opção a ela, como o lenacapavir, uma injeção semestral que demonstrou oferecer o mesmo efeito de prevenção dos comprimidos diários.


“Estas drogas devem revolucionar a prevenção do HIV. Eu sou relutante em acreditar em uma solução única, acho que o melhor é termos várias frentes para lidar com o problema, mas sabemos da importância do medicamento e queremos oferecer esta alternativa. Estamos negociando diretamente com a farmacêutica. Até o momento, não sabemos com que preço ele deve ser oferecido“, conta o médico.

Barreira ressalta que o lenacapavir ainda precisa de aprovações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) para, eventualmente, ser distribuído pela rede pública.


“Faltam etapas para o registro da droga aqui no Brasil, então não sabemos quando teremos todas as aprovações, se os conselhos recomendarão o uso no SUS. Por isso não podemos ainda pensar em prazos para o uso”, explica o diretor.


Segundo ele, o objetivo do governo é oferecer um leque de opções para que cada pessoa escolha a tecnologia que melhor se adapte à sua realidade e contexto social.



Sífilis preocupa, mas resposta melhora


Ainda entre as novidades para enfrentar as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), Barreira comentou o avanço de estratégias para combater a sífilis, um problema crescente no Brasil e em vários países do mundo.


Nos últimos anos, a doença causada pela bactéria Treponema pallidum teve aumento de diagnósticos em cerca de 30%. Parte deste problema, segundo o diretor, é de fato a maior circulação do patógeno, mas para ele, o número de casos inflado também é fruto da maior testagem.


“Ano passado nós adquirimos 6 milhões de testes ‘dois em um’, que detectam de forma rápida tanto HIV como sífilis. Ele passou a ser usado como padrão para as gestantes, o que pode justificar o aumento de diagnósticos entre elas e também será adotado em breve como teste rápido padrão nacional. Então é possível que tenhamos uma detecção aumentada nos próximos meses, mas a gente sabe bem como tratar sífilis. Quanto mais detectarmos, mais trataremos”, esclarece.

Uma das estratégias para diminuir os número da sífilis que tem sido adotada paulatinamente no mundo é o uso da doxiPEP, uma espécie de pílula do dia seguinte de antibióticos usada de forma off-label para a prevenção da clamídia, sífilis e gonorreia após as relações sexuais desprotegidas. O método tem sido adotado inclusive no Brasil.


“Me parece muito provável que nós, do Ministério da Saúde, incorporemos a doxiPEP em um futuro próximo. Os estudos mais recentes mostram que é uma estratégia eficaz, mas o que é fundamental é respeitar a decisão dos conselheiros e do comitê técnico, que ainda não concluíram seus pareceres, mas me parece que eles serão favoráveis”, indica o médico.

Além da avaliação das evidências científicas, porém, Barreira destaca que é preciso levar em consideração a viabilidade financeira da adoção desta estratégia na saúde pública.


Ampliação do acesso e distribuição


Segundo Barreira, o foco do Ministério da Saúde tem sido em apostar em estratégias para alcançar populações vulneráveis que ainda têm pouco acesso à prevenção. Pessoas trans, profissionais do sexo, em situação de rua ou privadas de liberdade estão entre as prioridades.


Para ampliar o diagnóstico, o governo está investindo em unidades móveis para fazer exames em locais de risco, e na distribuição gratuita de autotestes e medicamentos por meio dos Correios. Máquinas de distribuição automática de PrEP e preservativos, como as testadas em São Paulo, também devem ser adotadas nacionalmente.


Essas medidas têm como objetivo facilitar o acesso e reduzir barreiras estruturais, econômicas e sociais que dificultam a prevenção em comunidades marginalizadas.


Para Barreira, a ampliação do acesso é urgente. “Uma pessoa em situação de rua não consegue tomar um remédio todos os dias. Mas pode conseguir ir duas vezes por ano a um posto de saúde para tomar uma injeção”, afirmou.


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Prevenção e diagnóstico são prioridade


A atual gestão do Ministério da Saúde considera que as prioridades no combate ao HIV devem ser o diagnóstico precoce e a prevenção combinada. O tratamento continua garantido por lei e segue como direito de todas as pessoas.


“É muito melhor fechar a torneira do que lidar com os efeitos da epidemia”, afirmou. Para o sanitarista, políticas de testagem e novas tecnologias são o caminho para reduzir casos e custos futuros.

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Estudantes selecionados para o Pontes para o Mundo se reúnem neste sábado (26) – Secretaria de Estado de Educação

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Encontro preparatório teve como objetivo orientar as famílias dos alunos que participarão de imersão em instituições educacionais do Reino Unido

Por João Pedro Eliseu, Ascom/SEEDF


 


Encontro com famílias de estudantes selecionados para intercâmbio ocorreu neste sábado (26), na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, neste sábado (26), um encontro com os estudantes selecionados para o Programa Pontes para o Mundo e seus familiares, com o objetivo de orientar sobre os documentos necessários para o processo de intercâmbio. Durante a reunião, foram repassadas informações detalhadas sobre a emissão de autorizações, atestados médicos e outros trâmites obrigatórios.


 


Ao todo, 120 estudantes selecionados receberam as primeiras instruções sobre os principais procedimentos que devem ser realizados para viabilizar a viagem internacional ao Reino Unido. As famílias também puderam esclarecer dúvidas e obter orientações diretas, o que contribuiu para oferecer mais segurança e tranquilidade durante o planejamento da experiência.


 


Com entusiasmo visível, os jovens celebraram a oportunidade de vivenciar uma imersão cultural no exterior, conhecer pessoas de diferentes partes do mundo e desenvolver a proficiência na língua inglesa. “O intercâmbio sempre foi um sonho pra mim, e um sonho que parecia impossível, que agora vai se tornar realidade”, afirmou Pietra Miguel, 17 anos, estudante do Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Brazlândia.


 


Durante o encontro, a jovem contou com empolgação o que espera da nova experiência. “A expectativa tá muito alta, porque o intercâmbio sempre significa conhecer novas culturas, novas pessoas. Me divertir e, é claro, estudar muito, então a expectativa tá cada vez mais alta”, destacou.


 


Equipe multidisciplinar da SEEDF acompanhará os estudantes selecionados para o intercâmbio, garantindo suporte emocional, pedagógico e logístico durante toda a experiência no Reino Unido | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


Direcionamento


 


Assim como ela, outros estudantes demonstraram grande entusiasmo com a oportunidade, que representa um marco importante em suas trajetórias educacionais e pessoais. A chance de vivenciar uma nova cultura, aprender em outro idioma e expandir os próprios horizontes tem gerado sentimentos de orgulho, ansiedade e gratidão entre os selecionados e suas famílias.


 


Durante a atividade, os estudantes também foram informados sobre um teste que será enviado por e-mail. A avaliação tem o objetivo de identificar diferentes perfis de aprendizado e garantir uma melhor distribuição dos intercambistas entre as instituições educacionais parceiras no Reino Unido. O embarque está previsto para o final do mês de agosto, marcando o início de uma jornada que promete ser transformadora.


 


Escuta, cuidado e mobilização das famílias


 


O encontro também teve como foco central a orientação e mobilização das famílias dos estudantes selecionados. Representantes da SEEDF reforçaram a importância da entrega imediata da documentação obrigatória, que tem por data final para envio o dia 15 de agosto,  incluindo o atestado médico com declaração de aptidão para viagem internacional e o passaporte.


 


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, compartilhou sua própria vivência como intercambista e tranquilizou os pais e responsáveis quanto à condução do programa. “Sabemos o quanto é difícil para uma mãe ou pai abrir mão da presença diária de um filho, mesmo que por um período. Mas confiar é essencial. Deixar que eles vão, se lancem, aprendam e voltem com mais autonomia e amadurecimento faz parte desse processo. O intercâmbio transforma e posso dizer por experiência própria que é um divisor de águas na vida de qualquer estudante.”


 


Além da secretária, também estiveram presentes a subsecretária de Gestão de Pessoas, Ana Paula Oliveira Aguiar, e a diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante, Larissa Cavalcante. A apresentação detalhada do programa foi conduzida pelo servidor David Nogueira, coordenador do Pontes para o Mundo, que esclareceu etapas, cronogramas e requisitos do intercâmbio, orientando os presentes sobre a importância da articulação entre escola, família e SEEDF.


 


Equipe multidisciplinar da SEEDF acompanhará os estudantes selecionados para o intercâmbio, garantindo suporte emocional, pedagógico e logístico durante toda a experiência no Reino Unido | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF


Preparação completa e suporte contínuo


 


Para garantir que a experiência seja segura, acolhedora e proveitosa, a SEEDF oferecerá suporte contínuo aos estudantes durante toda a estadia no Reino Unido. Uma equipe multidisciplinar, com profissionais da saúde, psicologia e assistência pedagógica, acompanhará os intercambistas.


 


A comunicação entre famílias, estudantes e Secretaria será permanente, com canais sempre abertos para acolher dúvidas, oferecer apoio e estreitar vínculos. Antes do embarque, os estudantes também receberão um kit completo com mochila, moletom, guarda-chuva, mala e telefone celular, além de um auxílio financeiro no valor de 300 euros.


 


Para a mãe Ivonildes Botelho, que acompanha a preparação do filho Felipe Berg, 16 anos, do CEM 06 de Ceilândia, a oportunidade é motivo de emoção e orgulho. “É uma oportunidade única, um sonho realizado na vida do meu filho. Ele é muito dedicado aos estudos e sempre teve autonomia. Claro que vou sentir saudades, mas sei que ele voltará diferente, mais maduro. Estou muito feliz e agradecida por essa porta que se abriu.”


 


Uma nova reunião já está marcada para o dia 9 de agosto, no Museu da República, desta vez com a presença da agência de viagens responsável, que vai apresentar os detalhes logísticos e operacionais da viagem.


 


O Programa Pontes para o Mundo representa um investimento no presente e no futuro dos estudantes da rede pública do DF. Ao promover vivências internacionais e conexões culturais, a iniciativa amplia horizontes, fortalece trajetórias e constrói pontes sólidas entre os sonhos e as oportunidades.


 







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Estudantes selecionados para o Pontes para o Mundo se reúnem neste sábado (26) – Secretaria de Estado de Educação

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Encontro preparatório teve como objetivo orientar as famílias dos alunos que participarão de imersão em instituições educacionais do Reino Unido

Por João Pedro Eliseu, Ascom/SEEDF


 


Encontro com famílias de estudantes selecionados para intercâmbio ocorreu neste sábado (26), na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, neste sábado (26), um encontro com os estudantes selecionados para o Programa Pontes para o Mundo e seus familiares, com o objetivo de orientar sobre os documentos necessários para o processo de intercâmbio. Durante a reunião, foram repassadas informações detalhadas sobre a emissão de autorizações, atestados médicos e outros trâmites obrigatórios.


 


Ao todo, 120 estudantes selecionados receberam as primeiras instruções sobre os principais procedimentos que devem ser realizados para viabilizar a viagem internacional ao Reino Unido. As famílias também puderam esclarecer dúvidas e obter orientações diretas, o que contribuiu para oferecer mais segurança e tranquilidade durante o planejamento da experiência.


 


Com entusiasmo visível, os jovens celebraram a oportunidade de vivenciar uma imersão cultural no exterior, conhecer pessoas de diferentes partes do mundo e desenvolver a proficiência na língua inglesa. “O intercâmbio sempre foi um sonho pra mim, e um sonho que parecia impossível, que agora vai se tornar realidade”, afirmou Pietra Miguel, 17 anos, estudante do Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Brazlândia.


 


Durante o encontro, a jovem contou com empolgação o que espera da nova experiência. “A expectativa tá muito alta, porque o intercâmbio sempre significa conhecer novas culturas, novas pessoas. Me divertir e, é claro, estudar muito, então a expectativa tá cada vez mais alta”, destacou.


 


Equipe multidisciplinar da SEEDF acompanhará os estudantes selecionados para o intercâmbio, garantindo suporte emocional, pedagógico e logístico durante toda a experiência no Reino Unido | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF.


 


Direcionamento


 


Assim como ela, outros estudantes demonstraram grande entusiasmo com a oportunidade, que representa um marco importante em suas trajetórias educacionais e pessoais. A chance de vivenciar uma nova cultura, aprender em outro idioma e expandir os próprios horizontes tem gerado sentimentos de orgulho, ansiedade e gratidão entre os selecionados e suas famílias.


 


Durante a atividade, os estudantes também foram informados sobre um teste que será enviado por e-mail. A avaliação tem o objetivo de identificar diferentes perfis de aprendizado e garantir uma melhor distribuição dos intercambistas entre as instituições educacionais parceiras no Reino Unido. O embarque está previsto para o final do mês de agosto, marcando o início de uma jornada que promete ser transformadora.


 


Escuta, cuidado e mobilização das famílias


 


O encontro também teve como foco central a orientação e mobilização das famílias dos estudantes selecionados. Representantes da SEEDF reforçaram a importância da entrega imediata da documentação obrigatória, que tem por data final para envio o dia 15 de agosto,  incluindo o atestado médico com declaração de aptidão para viagem internacional e o passaporte.


 


A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, compartilhou sua própria vivência como intercambista e tranquilizou os pais e responsáveis quanto à condução do programa. “Sabemos o quanto é difícil para uma mãe ou pai abrir mão da presença diária de um filho, mesmo que por um período. Mas confiar é essencial. Deixar que eles vão, se lancem, aprendam e voltem com mais autonomia e amadurecimento faz parte desse processo. O intercâmbio transforma e posso dizer por experiência própria que é um divisor de águas na vida de qualquer estudante.”


 


Além da secretária, também estiveram presentes a subsecretária de Gestão de Pessoas, Ana Paula Oliveira Aguiar, e a diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante, Larissa Cavalcante. A apresentação detalhada do programa foi conduzida pelo servidor David Nogueira, coordenador do Pontes para o Mundo, que esclareceu etapas, cronogramas e requisitos do intercâmbio, orientando os presentes sobre a importância da articulação entre escola, família e SEEDF.


 


Equipe multidisciplinar da SEEDF acompanhará os estudantes selecionados para o intercâmbio, garantindo suporte emocional, pedagógico e logístico durante toda a experiência no Reino Unido | Foto: Felipe de Noronha, Ascom/SEEDF


Preparação completa e suporte contínuo


 


Para garantir que a experiência seja segura, acolhedora e proveitosa, a SEEDF oferecerá suporte contínuo aos estudantes durante toda a estadia no Reino Unido. Uma equipe multidisciplinar, com profissionais da saúde, psicologia e assistência pedagógica, acompanhará os intercambistas.


 


A comunicação entre famílias, estudantes e Secretaria será permanente, com canais sempre abertos para acolher dúvidas, oferecer apoio e estreitar vínculos. Antes do embarque, os estudantes também receberão um kit completo com mochila, moletom, guarda-chuva, mala e telefone celular, além de um auxílio financeiro no valor de 300 euros.


 


Para a mãe Ivonildes Botelho, que acompanha a preparação do filho Felipe Berg, 16 anos, do CEM 06 de Ceilândia, a oportunidade é motivo de emoção e orgulho. “É uma oportunidade única, um sonho realizado na vida do meu filho. Ele é muito dedicado aos estudos e sempre teve autonomia. Claro que vou sentir saudades, mas sei que ele voltará diferente, mais maduro. Estou muito feliz e agradecida por essa porta que se abriu.”


 


Uma nova reunião já está marcada para o dia 9 de agosto, no Museu da República, desta vez com a presença da agência de viagens responsável, que vai apresentar os detalhes logísticos e operacionais da viagem.


 


O Programa Pontes para o Mundo representa um investimento no presente e no futuro dos estudantes da rede pública do DF. Ao promover vivências internacionais e conexões culturais, a iniciativa amplia horizontes, fortalece trajetórias e constrói pontes sólidas entre os sonhos e as oportunidades.


 







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https://jornalismodigitaldf.com.br/estudantes-selecionados-para-o-pontes-para-o-mundo-se-reunem-neste-sabado-26-secretaria-de-estado-de-educacao/?fsp_sid=169810
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Jovem perde 16 kg e rins deixam de funcionar após picada de aranha

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O jovem Noah Johnson (foto em destaque), de 16 anos, foi picado por uma aranha no fim de junho. Na realidade, ele não percebeu o momento em que o animal o atacou, mas dias depois, a ferida piorou. No dia seguinte, quando perceberam o inchaço na nádega do jovem, a família procurou atendimento médico. Ali se iniciou uma jornada que comprometeu seus rins e quase o matou.


Os médicos perceberam que se tratava de uma picada de aranha, mas não foi possível determinar a espécie. Como não há aranhas fatais no estado de Iowa, onde o jovem vive, os médicos ficaram mais preocupados com a infecção que se apresentava na área.



Noah recebeu antibióticos e voltou para casa, mas em poucos dias o quadro se agravou e a ferida triplicou de tamanho. O estudante foi internado e exames confirmaram presença da bactéria Staphylococcus aureus, causadora da infecção MRSA, resistente a antibióticos comuns. Em poucas horas, ele entrou em estado crítico.


Médicos realizaram uma cirurgia de emergência para retirar focos da infecção. Em menos de um dia em que ele estava no hospital, porém, os rins pararam de funcionar e Noah foi transferido para uma UTI pediátrica especializada.


Rins paralisados e diálise diária


Durante o tratamento, médicos removeram 11 litros de líquido purulento acumulado no corpo do rapaz. A retenção estava sobrecarregando o funcionamento dos órgãos. Noah passou a fazer diálise todos os dias enquanto os rins permaneciam inativos.


A equipe identificou novas áreas de infecção. Cirurgias adicionais foram programadas para conter o avanço. Mesmo com sinais de melhora, o quadro clínico oscilava. A cada progresso, surgia uma nova complicação.


Durante a internação, que durou três semanas, o menino perdeu 16 quilos. O emagrecimento grande tornou a recuperação do menino mais difícil e levou à necessidade constante de suporte intensivo. Apesar disso, os pais relatam momentos de esperança e a partir da segunda semana de internação os rins dele foram lentamente se recuperando.


Foto mostrao crescimento de uma colônia de bactérias Staphylococcus aureus em um gel de laboratório
Colonia de bactérias Staphylococcus aureus cultivada em laboratório

Alta hospitalar após três semanas


Em 22 de julho, Noah recebeu alta. O retorno para casa marcou o fim da fase mais aguda da doença. A família agradeceu o apoio de amigos e vizinhos da comunidade de Ballard, onde o menino estuda.


Brandy Johnson, mãe do garoto, disse que a recuperação ainda exige cuidados. “Ele precisará ganhar peso e retomar as funções renais, mas agora poderá fazer isso fora do ambiente hospitalar. Os médicos seguem monitorando a evolução”, afirmou na página do financiamento coletivo aberto para lidar com as despesas da internação.

Segundo ela, o afeto da comunidade foi essencial. “As orações, ligações e mensagens fizeram parte do processo de cura”, afirmou Brandy. “Agora, o caminho será reconstruir aos poucos.”


A bactéria na picada de aranha


A bactéria que causou a infecção é o S. aureus é resistente a antibióticos comuns. Trata-se de um microrganismo comum: esta bactéria é comumente encontrada na pele, está em cerca de 20% das pessoas, mas se torna perigosa se cai na corrente sanguínea.


Ela pode ingressar no corpo a partir de machucados, hematomas e cortes. Quando alguém estoura uma acne ou tira um cravo, por exemplo, este caminho fica aberto para a infecção, ainda mais por que a ponta do nariz, onde aparecem mais deste tipo de impurezas da pele, é também onde a bactéria mais usualmente se encontra.


“A infecção por Staphylococcus aureus imita um quadro de meningite. É difícil de diagnosticar porque o paciente evolui muito rápido, a bactéria demora para crescer no laboratório e muitas vezes a gente só descobre qual é a bactéria quando já é tarde”, disse o infectologista Claudio Stadnik, de Porto Alegre, em entrevista anterior ao Metrópoles.

Assim como na meningite, esta infecção leva a uma rigidez da nuca, náuseas, vômitos e crises convulsivas. “É uma infecção que não acontece fácil, mas todo médico de emergência e infectologista tem receio de deparar com esse tipo de estafilococos, porque é uma luta árdua entre a vida e a morte”, afirma Stadnik.


O tratamento é feito por derivados da penicilina, mas a bactéria evolui rápido e pode se provar muito resistente. Especialistas alertam para os sinais de alerta: vermelhidão, calor, inchaço e dor em feridas devem ser avaliados por médicos, especialmente se houver febre ou piora rápida do estado geral.


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Jovem perde 16 kg e rins deixam de funcionar após picada de aranha

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O jovem Noah Johnson (foto em destaque), de 16 anos, foi picado por uma aranha no fim de junho. Na realidade, ele não percebeu o momento em que o animal o atacou, mas dias depois, a ferida piorou. No dia seguinte, quando perceberam o inchaço na nádega do jovem, a família procurou atendimento médico. Ali se iniciou uma jornada que comprometeu seus rins e quase o matou.


Os médicos perceberam que se tratava de uma picada de aranha, mas não foi possível determinar a espécie. Como não há aranhas fatais no estado de Iowa, onde o jovem vive, os médicos ficaram mais preocupados com a infecção que se apresentava na área.



Noah recebeu antibióticos e voltou para casa, mas em poucos dias o quadro se agravou e a ferida triplicou de tamanho. O estudante foi internado e exames confirmaram presença da bactéria Staphylococcus aureus, causadora da infecção MRSA, resistente a antibióticos comuns. Em poucas horas, ele entrou em estado crítico.


Médicos realizaram uma cirurgia de emergência para retirar focos da infecção. Em menos de um dia em que ele estava no hospital, porém, os rins pararam de funcionar e Noah foi transferido para uma UTI pediátrica especializada.


Rins paralisados e diálise diária


Durante o tratamento, médicos removeram 11 litros de líquido purulento acumulado no corpo do rapaz. A retenção estava sobrecarregando o funcionamento dos órgãos. Noah passou a fazer diálise todos os dias enquanto os rins permaneciam inativos.


A equipe identificou novas áreas de infecção. Cirurgias adicionais foram programadas para conter o avanço. Mesmo com sinais de melhora, o quadro clínico oscilava. A cada progresso, surgia uma nova complicação.


Durante a internação, que durou três semanas, o menino perdeu 16 quilos. O emagrecimento grande tornou a recuperação do menino mais difícil e levou à necessidade constante de suporte intensivo. Apesar disso, os pais relatam momentos de esperança e a partir da segunda semana de internação os rins dele foram lentamente se recuperando.


Foto mostrao crescimento de uma colônia de bactérias Staphylococcus aureus em um gel de laboratório
Colonia de bactérias Staphylococcus aureus cultivada em laboratório

Alta hospitalar após três semanas


Em 22 de julho, Noah recebeu alta. O retorno para casa marcou o fim da fase mais aguda da doença. A família agradeceu o apoio de amigos e vizinhos da comunidade de Ballard, onde o menino estuda.


Brandy Johnson, mãe do garoto, disse que a recuperação ainda exige cuidados. “Ele precisará ganhar peso e retomar as funções renais, mas agora poderá fazer isso fora do ambiente hospitalar. Os médicos seguem monitorando a evolução”, afirmou na página do financiamento coletivo aberto para lidar com as despesas da internação.

Segundo ela, o afeto da comunidade foi essencial. “As orações, ligações e mensagens fizeram parte do processo de cura”, afirmou Brandy. “Agora, o caminho será reconstruir aos poucos.”


A bactéria na picada de aranha


A bactéria que causou a infecção é o S. aureus é resistente a antibióticos comuns. Trata-se de um microrganismo comum: esta bactéria é comumente encontrada na pele, está em cerca de 20% das pessoas, mas se torna perigosa se cai na corrente sanguínea.


Ela pode ingressar no corpo a partir de machucados, hematomas e cortes. Quando alguém estoura uma acne ou tira um cravo, por exemplo, este caminho fica aberto para a infecção, ainda mais por que a ponta do nariz, onde aparecem mais deste tipo de impurezas da pele, é também onde a bactéria mais usualmente se encontra.


“A infecção por Staphylococcus aureus imita um quadro de meningite. É difícil de diagnosticar porque o paciente evolui muito rápido, a bactéria demora para crescer no laboratório e muitas vezes a gente só descobre qual é a bactéria quando já é tarde”, disse o infectologista Claudio Stadnik, de Porto Alegre, em entrevista anterior ao Metrópoles.

Assim como na meningite, esta infecção leva a uma rigidez da nuca, náuseas, vômitos e crises convulsivas. “É uma infecção que não acontece fácil, mas todo médico de emergência e infectologista tem receio de deparar com esse tipo de estafilococos, porque é uma luta árdua entre a vida e a morte”, afirma Stadnik.


O tratamento é feito por derivados da penicilina, mas a bactéria evolui rápido e pode se provar muito resistente. Especialistas alertam para os sinais de alerta: vermelhidão, calor, inchaço e dor em feridas devem ser avaliados por médicos, especialmente se houver febre ou piora rápida do estado geral.


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Obras na BR-020: tráfego será alterado a partir de terça-feira (29) para implantação da terceira faixa

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Por: Jornalista Kelven Andrade



Motoristas que utilizam a BR-020 devem ficar atentos às mudanças no tráfego a partir das 9h da próxima terça-feira (29). O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) dará início a uma nova etapa das obras de implantação da terceira faixa na rodovia, uma intervenção que visa melhorar o fluxo de veículos em um dos principais eixos viários da região.



A obra contempla um total de 50 km de extensão e conta com um investimento de R$ 25 milhões. Nesta fase, a intervenção ocorrerá entre o Viaduto do Complexo Viário Padre Jonas Vettoraci, no km 9,44, e a passarela no km 10,14. Para garantir a fluidez do tráfego durante os trabalhos, será implantada uma faixa reversa no sentido Sobradinho–Planaltina.



A expectativa é de que a intervenção temporária tenha duração de 60 dias. Durante esse período, o tráfego na região será mantido com duas faixas em operação para cada sentido da rodovia, mesmo com os ajustes no traçado. A medida busca minimizar os impactos no deslocamento diário de mais de 70 mil motoristas que passam pelo trecho diariamente.



Essa ação dá continuidade à intervenção iniciada no dia 29 de maio, entre a Fazenda Embrapa (km 13) e o Núcleo Rural do Arrozal (km 16), onde também foi criada uma faixa reversa. As obras integram um esforço maior do DER-DF para ampliar a capacidade da via e melhorar a mobilidade na região norte do Distrito Federal.



O DER orienta os condutores a redobrarem a atenção ao trafegar pelos trechos em obras. A autarquia destaca a importância de respeitar a sinalização provisória instalada ao longo da rodovia, essencial para garantir a segurança dos trabalhadores e dos próprios motoristas.



Com essas intervenções, o Governo do Distrito Federal reafirma o compromisso com a melhoria da infraestrutura viária e a segurança no trânsito. A ampliação da BR-020 é uma resposta direta ao crescimento populacional e ao aumento da demanda por deslocamentos entre Sobradinho, Planaltina e o Plano Piloto.




https://jornalismodigitaldf.com.br/obras-na-br-020-trafego-sera-alterado-a-partir-de-terca-feira-29-para-implantacao-da-terceira-faixa/?fsp_sid=169778
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Obras na BR-020: tráfego será alterado a partir de terça-feira (29) para implantação da terceira faixa

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Por: Jornalista Kelven Andrade



Motoristas que utilizam a BR-020 devem ficar atentos às mudanças no tráfego a partir das 9h da próxima terça-feira (29). O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) dará início a uma nova etapa das obras de implantação da terceira faixa na rodovia, uma intervenção que visa melhorar o fluxo de veículos em um dos principais eixos viários da região.



A obra contempla um total de 50 km de extensão e conta com um investimento de R$ 25 milhões. Nesta fase, a intervenção ocorrerá entre o Viaduto do Complexo Viário Padre Jonas Vettoraci, no km 9,44, e a passarela no km 10,14. Para garantir a fluidez do tráfego durante os trabalhos, será implantada uma faixa reversa no sentido Sobradinho–Planaltina.



A expectativa é de que a intervenção temporária tenha duração de 60 dias. Durante esse período, o tráfego na região será mantido com duas faixas em operação para cada sentido da rodovia, mesmo com os ajustes no traçado. A medida busca minimizar os impactos no deslocamento diário de mais de 70 mil motoristas que passam pelo trecho diariamente.



Essa ação dá continuidade à intervenção iniciada no dia 29 de maio, entre a Fazenda Embrapa (km 13) e o Núcleo Rural do Arrozal (km 16), onde também foi criada uma faixa reversa. As obras integram um esforço maior do DER-DF para ampliar a capacidade da via e melhorar a mobilidade na região norte do Distrito Federal.



O DER orienta os condutores a redobrarem a atenção ao trafegar pelos trechos em obras. A autarquia destaca a importância de respeitar a sinalização provisória instalada ao longo da rodovia, essencial para garantir a segurança dos trabalhadores e dos próprios motoristas.



Com essas intervenções, o Governo do Distrito Federal reafirma o compromisso com a melhoria da infraestrutura viária e a segurança no trânsito. A ampliação da BR-020 é uma resposta direta ao crescimento populacional e ao aumento da demanda por deslocamentos entre Sobradinho, Planaltina e o Plano Piloto.




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Governo do DF avança na regularização do Assentamento Chapadinha com entrega de licença ambiental

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Por: Jornalista Kelven Andrade

O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Roney Nemer, anunciou com entusiasmo mais um importante passo rumo à regularização fundiária no Distrito Federal. As famílias do Assentamento Chapadinha, que há anos lutam pelo direito de morar e produzir dignamente, receberam nesta semana a licença ambiental necessária para dar início ao processo de legalização da área.

A medida, viabilizada por meio de ação conjunta do Governo do Distrito Federal (GDF), sob a liderança do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão, permitirá que os moradores tenham acesso a linhas de crédito rurais e políticas públicas essenciais, como infraestrutura, serviços de saúde e educação.


“Os moradores estão ali há anos aguardando serem regularizados/assentados. E, hoje, com essa licença ambiental, o governo Ibaneis e Celina Leão entrega para eles a dignidade para eles poderem ir junto aos bancos oficiais e conseguir créditos, para que eles possam produzir também e virarem produtores com larga experiência, com investimento. Ou seja, traz dignidade para todas as famílias que há anos esperavam essa licença ambiental”, reforçou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer.

Além do aspecto social e econômico, a iniciativa também contempla a preservação ambiental. A licença prevê a adoção de medidas de proteção ao bioma Cerrado, promovendo o uso sustentável da terra e garantindo que a produção agrícola ocorra de forma compatível com a conservação do meio ambiente.



Segundo Roney Nemer, o gesto representa mais do que um avanço burocrático — é um compromisso com a dignidade humana e com o fortalecimento das famílias. “Aprendi isso com o ex-governador Joaquim Roriz, quando iniciei minha trajetória política, e mantenho-me fiel a esses valores. Esse é um governo que cuida do povo e da família”, destacou o presidente.

O caso do Assentamento Chapadinha mostra que, quando há vontade política e compromisso com a população, é possível transformar realidades. A entrega da licença ambiental é o início de uma nova etapa para essas famílias, que agora vislumbram um futuro com mais segurança, desenvolvimento e qualidade de vida.


VEJA MAIS:






https://jornalismodigitaldf.com.br/governo-do-df-avanca-na-regularizacao-do-assentamento-chapadinha-com-entrega-de-licenca-ambiental/?fsp_sid=169752
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Governo do DF avança na regularização do Assentamento Chapadinha com entrega de licença ambiental

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O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Roney Nemer, anunciou com entusiasmo mais um importante passo rumo à regularização fundiária no Distrito Federal. As famílias do Assentamento Chapadinha, que há anos lutam pelo direito de morar e produzir dignamente, receberam nesta semana a licença ambiental necessária para dar início ao processo de legalização da área.



A medida, viabilizada por meio de ação conjunta do Governo do Distrito Federal (GDF), sob a liderança do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão, permitirá que os moradores tenham acesso a linhas de crédito rurais e políticas públicas essenciais, como infraestrutura, serviços de saúde e educação.









“Os moradores estão ali há anos aguardando serem regularizados/assentados. E, hoje, com essa licença ambiental, o governo Ibaneis e Celina Leão entrega para eles a dignidade para eles poderem ir junto aos bancos oficiais e conseguir créditos, para que eles possam produzir também e virarem produtores com larga experiência, com investimento. Ou seja, traz dignidade para todas as famílias que há anos esperavam essa licença ambiental”, reforçou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer.



Além do aspecto social e econômico, a iniciativa também contempla a preservação ambiental. A licença prevê a adoção de medidas de proteção ao bioma Cerrado, promovendo o uso sustentável da terra e garantindo que a produção agrícola ocorra de forma compatível com a conservação do meio ambiente.









Segundo Roney Nemer, o gesto representa mais do que um avanço burocrático — é um compromisso com a dignidade humana e com o fortalecimento das famílias. “Aprendi isso com o ex-governador Joaquim Roriz, quando iniciei minha trajetória política, e mantenho-me fiel a esses valores. Esse é um governo que cuida do povo e da família”, destacou o presidente.



O caso do Assentamento Chapadinha mostra que, quando há vontade política e compromisso com a população, é possível transformar realidades. A entrega da licença ambiental é o início de uma nova etapa para essas famílias, que agora vislumbram um futuro com mais segurança, desenvolvimento e qualidade de vida.



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