Brasília, DF – A aguardada obra de requalificação da W3 Norte começou, marcando um "dia muito importante" para o governo Ibaneis Rocha. A iniciativa cumpre a promessa de revitalizar uma das vias mais emblemáticas de Brasília, conforme destacou o Secretário de Estado de Governo do Distrito Federal, José Humberto.
"Desde o princípio do governo, ele tem encomendado esses projetos a Seduh tão logo ficasse pronto iria licitar e está cumprindo hoje essa palavra de governo, que é muito importante", afirmou José Humberto, durante o início das obras, que contemplarão a totalidade da W3 Norte, das quadras 500 às 700.
O secretário pediu paciência aos moradores e comerciantes da região durante a execução dos trabalhos, que prometem transformar a W3 em um espaço mais moderno e funcional. A requalificação, que abrangerá as 14 avenidas, prevê melhorias significativas na infraestrutura e urbanismo da via.
A requalificação da W3 Norte é um dos maiores projetos de revitalização urbana do governo do Distrito Federal e promete trazer um novo fôlego para a região, impactando positivamente a vida de milhares de brasilienses.
Brasília, DF – A aguardada obra de requalificação da W3 Norte começou, marcando um "dia muito importante" para o governo Ibaneis Rocha. A iniciativa cumpre a promessa de revitalizar uma das vias mais emblemáticas de Brasília, conforme destacou o Secretário de Estado de Governo do Distrito Federal, José Humberto.
"Desde o princípio do governo, ele tem encomendado esses projetos a Seduh tão logo ficasse pronto iria licitar e está cumprindo hoje essa palavra de governo, que é muito importante", afirmou José Humberto, durante o início das obras, que contemplarão a totalidade da W3 Norte, das quadras 500 às 700.
O secretário pediu paciência aos moradores e comerciantes da região durante a execução dos trabalhos, que prometem transformar a W3 em um espaço mais moderno e funcional. A requalificação, que abrangerá as 14 avenidas, prevê melhorias significativas na infraestrutura e urbanismo da via.
A requalificação da W3 Norte é um dos maiores projetos de revitalização urbana do governo do Distrito Federal e promete trazer um novo fôlego para a região, impactando positivamente a vida de milhares de brasilienses.
Candangolândia, DF – A Candangolândia está vivenciando um período de significativas melhorias, resultado da atuação do deputado distrital Hermeto. Com foco em infraestrutura, cultura, educação e esporte, a cidade tem recebido investimentos que visam proporcionar mais dignidade, segurança e qualidade de vida aos seus moradores.
"Cada canto dessa cidade tem recebido nossa atenção, porque quem mora aqui merece viver com mais dignidade, segurança e qualidade de vida", afirma o deputado Hermeto, ressaltando o compromisso de seu mandato com a comunidade local.
Obras de Infraestrutura e Lazer
Um dos destaques é a revitalização da tradicional Praça dos Estados. O espaço está passando por uma reforma completa que inclui a instalação de um novo parquinho, uma quadra de beach tennis, piso em concreto e iluminação de LED. A iniciativa busca oferecer mais conforto, lazer e segurança para os frequentadores da praça.
Incentivo à Cultura e à Arte
No âmbito cultural, o deputado Hermeto celebrou o lançamento do projeto-piloto dos Estúdios Sociais Culturais na Candangolândia. Este espaço gratuito oferece a músicos locais a oportunidade de gravar suas músicas com estrutura de qualidade. O projeto, que já é uma realidade, nasceu de uma lei de autoria do próprio deputado, demonstrando o apoio à cena artística da região.
Investimento na Educação e Inclusão
A educação também tem sido prioridade. O mandato de Hermeto destinou recursos para a construção do dojô do projeto Judô Sobrinho, localizado na EC Sara Kubitschek. Essa iniciativa, que une educação, disciplina e inclusão, reforça o compromisso com o desenvolvimento integral dos jovens da Candangolândia.
Apoio ao Esporte e à Comunidade
A promoção da qualidade de vida por meio do esporte e da integração comunitária é outro pilar da atuação do deputado. Seu mandato tem participado e apoiado diversos eventos esportivos e sociais, como a Corrida da Saúde, a Copa Candanga de Futebol e o Festival de Basquete Inclusivo. Essas ações visam fomentar o lazer e a convivência entre os moradores.
"Tudo isso só é possível com muito trabalho, diálogo com a comunidade e amor por essa região! E vem mais por aí…", garante o deputado Hermeto, indicando que o processo de transformação da Candangolândia é contínuo.
A Candangolândia está, de fato, se transformando, com ações concretas que refletem o compromisso do mandato do deputado Hermeto com o futuro da cidade e de seus habitantes.
Candangolândia, DF – A Candangolândia está vivenciando um período de significativas melhorias, resultado da atuação do deputado distrital Hermeto. Com foco em infraestrutura, cultura, educação e esporte, a cidade tem recebido investimentos que visam proporcionar mais dignidade, segurança e qualidade de vida aos seus moradores.
"Cada canto dessa cidade tem recebido nossa atenção, porque quem mora aqui merece viver com mais dignidade, segurança e qualidade de vida", afirma o deputado Hermeto, ressaltando o compromisso de seu mandato com a comunidade local.
Obras de Infraestrutura e Lazer
Um dos destaques é a revitalização da tradicional Praça dos Estados. O espaço está passando por uma reforma completa que inclui a instalação de um novo parquinho, uma quadra de beach tennis, piso em concreto e iluminação de LED. A iniciativa busca oferecer mais conforto, lazer e segurança para os frequentadores da praça.
Incentivo à Cultura e à Arte
No âmbito cultural, o deputado Hermeto celebrou o lançamento do projeto-piloto dos Estúdios Sociais Culturais na Candangolândia. Este espaço gratuito oferece a músicos locais a oportunidade de gravar suas músicas com estrutura de qualidade. O projeto, que já é uma realidade, nasceu de uma lei de autoria do próprio deputado, demonstrando o apoio à cena artística da região.
Investimento na Educação e Inclusão
A educação também tem sido prioridade. O mandato de Hermeto destinou recursos para a construção do dojô do projeto Judô Sobrinho, localizado na EC Sara Kubitschek. Essa iniciativa, que une educação, disciplina e inclusão, reforça o compromisso com o desenvolvimento integral dos jovens da Candangolândia.
Apoio ao Esporte e à Comunidade
A promoção da qualidade de vida por meio do esporte e da integração comunitária é outro pilar da atuação do deputado. Seu mandato tem participado e apoiado diversos eventos esportivos e sociais, como a Corrida da Saúde, a Copa Candanga de Futebol e o Festival de Basquete Inclusivo. Essas ações visam fomentar o lazer e a convivência entre os moradores.
"Tudo isso só é possível com muito trabalho, diálogo com a comunidade e amor por essa região! E vem mais por aí…", garante o deputado Hermeto, indicando que o processo de transformação da Candangolândia é contínuo.
A Candangolândia está, de fato, se transformando, com ações concretas que refletem o compromisso do mandato do deputado Hermeto com o futuro da cidade e de seus habitantes.
Primeiro período das inscrições começa, nesta segunda (21), por meio do SEI
Por Catharina Braga*, Ascom/SEEDF
Foi publicado, na sexta-feira (18), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o edital do processo seletivo de afastamento remunerado para servidores estáveis das carreiras Magistério Público do DF e Políticas Públicas de Gestão Educacional. O objetivo da concessão da licença é possibilitar a participação em programas de pós-graduação stricto sensu nos níveis de mestrado, doutorado ou pós-doutorado, referentes ao 2º semestre de 2025.
De acordo com o documento, o processo será realizado pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por intermédio da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), da Subsecretaria de Educação Básica (Subeb).
As inscrições devem ser efetuadas em dois períodos: de 21/07 a 08/08, com resultado final previsto para o dia 29/08; e entre 08 e 26/09, com divulgação do resultado final estimada para o dia 17/10. As candidaturas devem ser realizadas por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), disponível aqui.
Para participar, o servidor deve cumprir os seguintes requisitos:
↳ Estar em efetivo exercício na SEEDF, no mínimo há três anos consecutivos até a data da publicação do edital, para concorrer às vagas de afastamento para mestrado, e para doutorado ou pós-doutorado, há quatro anos consecutivos;
↳ Estar inscrito, admitido ou matriculado em programa stricto sensu, compatível com a sua área de atuação, e oferecido por Instituição de Ensino Superior (IES) credenciada e reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), para cursos realizados no Brasil;
↳ Estar inscrito, admitido ou matriculado, até o último dia do período de interposição de recurso, para cursos fora do Brasil, conforme o cronograma previsto no edital;
↳ Estar inscrito, admitido ou matriculado para frequentar curso na modalidade de ensino presencial;
↳ Estar inscrito, admitido ou matriculado para frequentar curso na modalidade de ensino semipresencial, no caso de mestrado profissional, a depender das normas do regimento do curso;
↳ Apresentar o programa do curso que frequenta ou irá frequentar;
↳ Apresentar parecer da chefia imediata, com justificativa para afastamento remunerado para estudos e com informações de possíveis impactos de melhoria na atividade desenvolvida;
↳ Apresentar a relação do projeto de pesquisa com a atividade desenvolvida na SEEDF;
↳ Planejar com a chefia imediata, antes do afastamento, a compensação de horário para curso que exija atividade laboral concomitante com o afastamento.
A licença remunerada poderá ser concedida em tempo integral ou parcial de 20 horas para servidores em regime de trabalho de 40 horas. A autorização do afastamento remunerado para estudos será de até dois anos para cursos de mestrado e pós-doutorado e de até quatro anos para cursos de doutorado.
A autorização para licença remunerada para estudos será publicada no DODF, e poderá ocorrer em momentos distintos após a divulgação do resultado final no Portal Eape.
Primeiro período das inscrições começa, nesta segunda (21), por meio do SEI
Por Catharina Braga*, Ascom/SEEDF
Foi publicado, na sexta-feira (18), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o edital do processo seletivo de afastamento remunerado para servidores estáveis das carreiras Magistério Público do DF e Políticas Públicas de Gestão Educacional. O objetivo da concessão da licença é possibilitar a participação em programas de pós-graduação stricto sensu nos níveis de mestrado, doutorado ou pós-doutorado, referentes ao 2º semestre de 2025.
De acordo com o documento, o processo será realizado pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por intermédio da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), da Subsecretaria de Educação Básica (Subeb).
As inscrições devem ser efetuadas em dois períodos: de 21/07 a 08/08, com resultado final previsto para o dia 29/08; e entre 08 e 26/09, com divulgação do resultado final estimada para o dia 17/10. As candidaturas devem ser realizadas por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), disponível aqui.
Para participar, o servidor deve cumprir os seguintes requisitos:
↳ Estar em efetivo exercício na SEEDF, no mínimo há três anos consecutivos até a data da publicação do edital, para concorrer às vagas de afastamento para mestrado, e para doutorado ou pós-doutorado, há quatro anos consecutivos;
↳ Estar inscrito, admitido ou matriculado em programa stricto sensu, compatível com a sua área de atuação, e oferecido por Instituição de Ensino Superior (IES) credenciada e reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), para cursos realizados no Brasil;
↳ Estar inscrito, admitido ou matriculado, até o último dia do período de interposição de recurso, para cursos fora do Brasil, conforme o cronograma previsto no edital;
↳ Estar inscrito, admitido ou matriculado para frequentar curso na modalidade de ensino presencial;
↳ Estar inscrito, admitido ou matriculado para frequentar curso na modalidade de ensino semipresencial, no caso de mestrado profissional, a depender das normas do regimento do curso;
↳ Apresentar o programa do curso que frequenta ou irá frequentar;
↳ Apresentar parecer da chefia imediata, com justificativa para afastamento remunerado para estudos e com informações de possíveis impactos de melhoria na atividade desenvolvida;
↳ Apresentar a relação do projeto de pesquisa com a atividade desenvolvida na SEEDF;
↳ Planejar com a chefia imediata, antes do afastamento, a compensação de horário para curso que exija atividade laboral concomitante com o afastamento.
A licença remunerada poderá ser concedida em tempo integral ou parcial de 20 horas para servidores em regime de trabalho de 40 horas. A autorização do afastamento remunerado para estudos será de até dois anos para cursos de mestrado e pós-doutorado e de até quatro anos para cursos de doutorado.
A autorização para licença remunerada para estudos será publicada no DODF, e poderá ocorrer em momentos distintos após a divulgação do resultado final no Portal Eape.
Vacinas salvam vidas e mudaram o curso de várias doenças no mundo. Ainda assim, muita gente tem dúvidas sobre sua segurança. Porém, antes de serem aplicadas, elas passam por etapas rígidas de testes e controle que garantem sua eficácia.
O desenvolvimento de uma vacina começa muito antes da aplicação, e quase sempre dentro de um laboratório, quando pesquisadores tentam entender qual é a melhor maneira de estimular o sistema imunológico contra determinada doença.
Para isso, o primeiro passo é identificar o antígeno, ou seja, a parte do microrganismo que será usada para induzir a resposta imunológica do corpo de forma segura.
“Esse antígeno pode ser uma parte do vírus, uma bactéria atenuada ou uma versão modificada em laboratório. O importante é que ele seja capaz de gerar uma resposta eficiente e proteger contra a infecção”, explica a enfermeira Mayra Moura, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
O antígeno é escolhido com base nas características da doença. No caso da Covid-19, por exemplo, o alvo foi a proteína spike, usada pelo coronavírus para invadir as células humanas. “Ao produzir anticorpos contra essa proteína, o corpo impede o vírus de se multiplicar”, lembra Mayra.
Depois de definir a composição da vacina, os cientistas passam para a fase dos testes laboratoriais e pré-clínicos, feitos em animais como ratos, coelhos ou macacos, dependendo da vacina. O objetivo é verificar se a formulação é segura e se gera uma resposta imune adequada.
Somente após bons resultados nessa etapa é que os testes em seres humanos podem começar — e isso também passa por uma série de aprovações éticas e regulatórias.
Três fases até a liberação
Os estudos clínicos em humanos são divididos em três fases principais. Antes de cada uma delas começar, é preciso obter o aval de comitês de ética e, no Brasil, também da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que analisa cada detalhe do protocolo.
A fase 1 envolve um grupo pequeno de voluntários e tem foco total na segurança. “Já se observa um pouco da resposta imunológica, mas o principal é garantir que a vacina não oferece risco às pessoas”, diz Mayra. É nesta etapa que está a vacina contra a zika desenvolvida por pesquisadores da USP.
Na fase 2, o número de participantes aumenta e os cientistas aprofundam a análise da eficácia. Mesmo assim, a segurança continua sendo monitorada de perto. Qualquer efeito adverso grave e inesperado é imediatamente analisado por um comitê independente e pode até levar à interrupção do estudo, caso se entenda que existe um risco associado.
A fase 3 é a mais ampla. Envolve milhares de voluntários, de diferentes perfis, e também serve para avaliar os diferentes lotes de produção.
A especialista explica que é a partir dos dados reunidos nessas três etapas que se define, por exemplo, para quais faixas etárias a vacina será indicada e quais reações podem ser esperadas. “É com base nesses estudos que a bula é construída”, esclarece a enfermeira.
Toda essa documentação — com os resultados dos testes pré-clínicos, os dados clínicos, as notificações de eventos adversos e os protocolos usados — é submetida à Anvisa. A agência então avalia se a vacina pode ou não receber o registro para ser comercializada no Brasil.
A produção de vacinas envolve várias etapas e métodos, dependendo do tipo de vacina
Quem regula as vacinas no Brasil e no mundo
No país, a Anvisa é a principal responsável pela avaliação e liberação de vacinas. Mas cada nação tem seu próprio órgão regulador.
“Nos Estados Unidos, essa função é da Food and Drug Administration (FDA). Na União Europeia, da European Medicines Agency (EMA)”, explica a alergista e imunologista Brianna Nicolletti, do Hospital Albert Einstein.
Esses órgãos analisam se os testes foram feitos com base em protocolos éticos, se os dados demonstram segurança e se a eficácia é suficiente para justificar a aplicação em larga escala.
Monitoramento continua mesmo após a aprovação
A fase pós-aprovação, quando a vacina já está no mercado, é conhecida como farmacovigilância ou vigilância pós-comercialização. Nela, os órgãos de saúde acompanham de perto possíveis reações adversas, especialmente aquelas raras, que podem não ter aparecido nos estudos clínicos.
“Esse monitoramento é feito por meio de sistemas nacionais de notificação, estudos de segurança de longo prazo e bancos de dados internacionais que compartilham informações entre países. É esse acompanhamento constante que garante o uso seguro das vacinas para toda a população”, explica Brianna.
Vacinas salvam vidas e mudaram o curso de várias doenças no mundo. Ainda assim, muita gente tem dúvidas sobre sua segurança. Porém, antes de serem aplicadas, elas passam por etapas rígidas de testes e controle que garantem sua eficácia.
O desenvolvimento de uma vacina começa muito antes da aplicação, e quase sempre dentro de um laboratório, quando pesquisadores tentam entender qual é a melhor maneira de estimular o sistema imunológico contra determinada doença.
Para isso, o primeiro passo é identificar o antígeno, ou seja, a parte do microrganismo que será usada para induzir a resposta imunológica do corpo de forma segura.
“Esse antígeno pode ser uma parte do vírus, uma bactéria atenuada ou uma versão modificada em laboratório. O importante é que ele seja capaz de gerar uma resposta eficiente e proteger contra a infecção”, explica a enfermeira Mayra Moura, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
O antígeno é escolhido com base nas características da doença. No caso da Covid-19, por exemplo, o alvo foi a proteína spike, usada pelo coronavírus para invadir as células humanas. “Ao produzir anticorpos contra essa proteína, o corpo impede o vírus de se multiplicar”, lembra Mayra.
Depois de definir a composição da vacina, os cientistas passam para a fase dos testes laboratoriais e pré-clínicos, feitos em animais como ratos, coelhos ou macacos, dependendo da vacina. O objetivo é verificar se a formulação é segura e se gera uma resposta imune adequada.
Somente após bons resultados nessa etapa é que os testes em seres humanos podem começar — e isso também passa por uma série de aprovações éticas e regulatórias.
Três fases até a liberação
Os estudos clínicos em humanos são divididos em três fases principais. Antes de cada uma delas começar, é preciso obter o aval de comitês de ética e, no Brasil, também da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que analisa cada detalhe do protocolo.
A fase 1 envolve um grupo pequeno de voluntários e tem foco total na segurança. “Já se observa um pouco da resposta imunológica, mas o principal é garantir que a vacina não oferece risco às pessoas”, diz Mayra. É nesta etapa que está a vacina contra a zika desenvolvida por pesquisadores da USP.
Na fase 2, o número de participantes aumenta e os cientistas aprofundam a análise da eficácia. Mesmo assim, a segurança continua sendo monitorada de perto. Qualquer efeito adverso grave e inesperado é imediatamente analisado por um comitê independente e pode até levar à interrupção do estudo, caso se entenda que existe um risco associado.
A fase 3 é a mais ampla. Envolve milhares de voluntários, de diferentes perfis, e também serve para avaliar os diferentes lotes de produção.
A especialista explica que é a partir dos dados reunidos nessas três etapas que se define, por exemplo, para quais faixas etárias a vacina será indicada e quais reações podem ser esperadas. “É com base nesses estudos que a bula é construída”, esclarece a enfermeira.
Toda essa documentação — com os resultados dos testes pré-clínicos, os dados clínicos, as notificações de eventos adversos e os protocolos usados — é submetida à Anvisa. A agência então avalia se a vacina pode ou não receber o registro para ser comercializada no Brasil.
A produção de vacinas envolve várias etapas e métodos, dependendo do tipo de vacina
Quem regula as vacinas no Brasil e no mundo
No país, a Anvisa é a principal responsável pela avaliação e liberação de vacinas. Mas cada nação tem seu próprio órgão regulador.
“Nos Estados Unidos, essa função é da Food and Drug Administration (FDA). Na União Europeia, da European Medicines Agency (EMA)”, explica a alergista e imunologista Brianna Nicolletti, do Hospital Albert Einstein.
Esses órgãos analisam se os testes foram feitos com base em protocolos éticos, se os dados demonstram segurança e se a eficácia é suficiente para justificar a aplicação em larga escala.
Monitoramento continua mesmo após a aprovação
A fase pós-aprovação, quando a vacina já está no mercado, é conhecida como farmacovigilância ou vigilância pós-comercialização. Nela, os órgãos de saúde acompanham de perto possíveis reações adversas, especialmente aquelas raras, que podem não ter aparecido nos estudos clínicos.
“Esse monitoramento é feito por meio de sistemas nacionais de notificação, estudos de segurança de longo prazo e bancos de dados internacionais que compartilham informações entre países. É esse acompanhamento constante que garante o uso seguro das vacinas para toda a população”, explica Brianna.
Infraestrutura dos prédios que compõem a construção está pronta; local poderá receber até 188 crianças
Por Fernando Jordão, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader
No espaço terá oito salas de atividades com solários e banheiros, dois berçários com fraldários, sala de amamentação, refeitório, pátio coberto e áreas administrativas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Falta pouco para os moradores do Taquari ganharem mais um equipamento público. As obras do primeiro Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) do setor habitacional estão na fase de acabamento. Toda a infraestrutura dos dois prédios que compõem a construção está pronta e a previsão é de que o espaço já possa receber alunos no próximo ano letivo.
“Hoje nós estamos instalando os peitoris de janela para dar início à instalação de esquadrias e portas, isso dentro dos prédios. Na parte de implantação , nós fizemos toda a parte de base e sub-base do nosso estacionamento e estamos indo para a progressão de meios-fios e calçadas”, explicou Marcos Aires, um dos engenheiros responsáveis pela obra.Na parte interna, o espaço terá oito salas de atividades com solários e banheiros, dois berçários com fraldários, sala de amamentação, refeitório, pátio coberto e áreas administrativas.
Do lado de fora, haverá um anfiteatro e duchas. “Em um terreno maior, a gente pode explorar mais essas áreas de recreação descoberta”, apontou a arquiteta da Secretaria de Educação, Aline Lima. São, ao todo, 1.637,63 m² de área construída e capacidade para atender 188 estudantes, de até 5 anos de idade. O local ficará sob responsabilidade da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Plano Piloto. “Não só beneficiará o Taquari, como todas as regiões adjacentes — Grande Colorado, Vale da Palha, Varjão…”, pontua a coordenadora regional de ensino do Plano Piloto, Sandra Cristina de Brito.
Sandra Cristina de Brito: “O Taquari está em expansão e tem famílias muito novas, que estão começando, com crianças na faixa etária que será atendida no Cepi“
“O Taquari está em expansão e tem famílias muito novas, que estão começando, com crianças na faixa etária que será atendida no Cepi. E essas crianças serão atendidas em período integral, vão permanecer na escola das 8h às 18h, com todas as refeições, incluindo café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e a pequena ceia também antes de irem embora”, acrescentou.
“É muito importante para as pessoas que trabalham fora ter onde deixar as crianças. Você pode deixá-las na creche e ir trabalhar ー vai economizar ônibus, vai economizar tempo, é qualidade de vida para as pessoas que moram nessa região”, emendou Marcelo Ferreira, administrador regional do Lago Norte, RA à qual o Taquari está ligado.
Hoje, o Distrito Federal conta com 66 Cepis em funcionamento. A coordenação regional com mais equipamentos do tipo é Samambaia, com 22. Em seguida, aparecem Ceilândia, com 11, e Plano Piloto e Taguatinga, com 5, cada.
Infraestrutura dos prédios que compõem a construção está pronta; local poderá receber até 188 crianças
Por Fernando Jordão, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader
No espaço terá oito salas de atividades com solários e banheiros, dois berçários com fraldários, sala de amamentação, refeitório, pátio coberto e áreas administrativas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Falta pouco para os moradores do Taquari ganharem mais um equipamento público. As obras do primeiro Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) do setor habitacional estão na fase de acabamento. Toda a infraestrutura dos dois prédios que compõem a construção está pronta e a previsão é de que o espaço já possa receber alunos no próximo ano letivo.
“Hoje nós estamos instalando os peitoris de janela para dar início à instalação de esquadrias e portas, isso dentro dos prédios. Na parte de implantação , nós fizemos toda a parte de base e sub-base do nosso estacionamento e estamos indo para a progressão de meios-fios e calçadas”, explicou Marcos Aires, um dos engenheiros responsáveis pela obra.Na parte interna, o espaço terá oito salas de atividades com solários e banheiros, dois berçários com fraldários, sala de amamentação, refeitório, pátio coberto e áreas administrativas.
Do lado de fora, haverá um anfiteatro e duchas. “Em um terreno maior, a gente pode explorar mais essas áreas de recreação descoberta”, apontou a arquiteta da Secretaria de Educação, Aline Lima. São, ao todo, 1.637,63 m² de área construída e capacidade para atender 188 estudantes, de até 5 anos de idade. O local ficará sob responsabilidade da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Plano Piloto. “Não só beneficiará o Taquari, como todas as regiões adjacentes — Grande Colorado, Vale da Palha, Varjão…”, pontua a coordenadora regional de ensino do Plano Piloto, Sandra Cristina de Brito.
Sandra Cristina de Brito: “O Taquari está em expansão e tem famílias muito novas, que estão começando, com crianças na faixa etária que será atendida no Cepi“
“O Taquari está em expansão e tem famílias muito novas, que estão começando, com crianças na faixa etária que será atendida no Cepi. E essas crianças serão atendidas em período integral, vão permanecer na escola das 8h às 18h, com todas as refeições, incluindo café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e a pequena ceia também antes de irem embora”, acrescentou.
“É muito importante para as pessoas que trabalham fora ter onde deixar as crianças. Você pode deixá-las na creche e ir trabalhar ー vai economizar ônibus, vai economizar tempo, é qualidade de vida para as pessoas que moram nessa região”, emendou Marcelo Ferreira, administrador regional do Lago Norte, RA à qual o Taquari está ligado.
Hoje, o Distrito Federal conta com 66 Cepis em funcionamento. A coordenação regional com mais equipamentos do tipo é Samambaia, com 22. Em seguida, aparecem Ceilândia, com 11, e Plano Piloto e Taguatinga, com 5, cada.
Um estudo internacional publicado na revista Nature Medicine aponta que o envelhecimento do cérebro pode ser impactado de forma relevante por fatores sociais e políticos. A pesquisa reuniu dados de 161.981 pessoas de 40 países, entre eles o Brasil, e envolveu 41 cientistas.
Os pesquisadores utilizaram modelos de inteligência artificial e ferramentas de modelagem epidemiológica para analisar as chamadas lacunas de idade biocomportamentais (BBAGs, na sigla em inglês). O indicador mede a diferença entre a idade cronológica de uma pessoa e a idade estimada com base em variáveis como saúde geral, cognição, educação, funcionalidade e presença de fatores de risco, como doenças cardiovasculares ou perdas sensoriais.
A conclusão foi que o envelhecimento cerebral não depende apenas de questões individuais, como genética ou estilo de vida. O ambiente onde a pessoa vive também exerce um peso importante e, em muitos casos, pode acelerar esse processo.
Diversos fatores influenciam o envelhecimento do cérebro
A análise mostra que viver em regiões com renda mais baixa, má qualidade do ar, desigualdade de gênero e pouco acesso a direitos políticos tende a contribuir para um envelhecimento mais rápido.
Outros fatores associados a esse quadro incluem contextos migratórios complexos, falta de representação política, liberdade partidária limitada, restrições ao voto e democracias frágeis.
A pesquisa aponta ainda que países com altos níveis de corrupção e baixa transparência também registram níveis mais altos de envelhecimento acelerado. A confiança na estrutura política local, por outro lado, aparece como um fator de proteção.
Os cientistas observam que a exposição prolongada a ambientes de governança instável pode levar a um estado crônico de estresse, afetando tanto a saúde cardiovascular quanto as funções cognitivas com o passar dos anos.
Entre os países analisados, os europeus (como França, Suíça e Alemanha) e asiáticos (como China, Coreia do Sul, Israel e Índia) apresentaram os melhores resultados, com um envelhecimento mais lento. Já países africanos, como Egito e África do Sul, lideraram os casos de envelhecimento acelerado. O Brasil aparece em posição intermediária no panorama global.
O estudo também mostra que as BBAGs são preditoras de declínios funcionais e cognitivos futuros. Quanto maior essa lacuna entre a idade biocomportamental e a cronológica, maior a chance de perda de autonomia e de comprometimento da memória e do raciocínio com o tempo.
Um estudo internacional publicado na revista Nature Medicine aponta que o envelhecimento do cérebro pode ser impactado de forma relevante por fatores sociais e políticos. A pesquisa reuniu dados de 161.981 pessoas de 40 países, entre eles o Brasil, e envolveu 41 cientistas.
Os pesquisadores utilizaram modelos de inteligência artificial e ferramentas de modelagem epidemiológica para analisar as chamadas lacunas de idade biocomportamentais (BBAGs, na sigla em inglês). O indicador mede a diferença entre a idade cronológica de uma pessoa e a idade estimada com base em variáveis como saúde geral, cognição, educação, funcionalidade e presença de fatores de risco, como doenças cardiovasculares ou perdas sensoriais.
A conclusão foi que o envelhecimento cerebral não depende apenas de questões individuais, como genética ou estilo de vida. O ambiente onde a pessoa vive também exerce um peso importante e, em muitos casos, pode acelerar esse processo.
Diversos fatores influenciam o envelhecimento do cérebro
A análise mostra que viver em regiões com renda mais baixa, má qualidade do ar, desigualdade de gênero e pouco acesso a direitos políticos tende a contribuir para um envelhecimento mais rápido.
Outros fatores associados a esse quadro incluem contextos migratórios complexos, falta de representação política, liberdade partidária limitada, restrições ao voto e democracias frágeis.
A pesquisa aponta ainda que países com altos níveis de corrupção e baixa transparência também registram níveis mais altos de envelhecimento acelerado. A confiança na estrutura política local, por outro lado, aparece como um fator de proteção.
Os cientistas observam que a exposição prolongada a ambientes de governança instável pode levar a um estado crônico de estresse, afetando tanto a saúde cardiovascular quanto as funções cognitivas com o passar dos anos.
Entre os países analisados, os europeus (como França, Suíça e Alemanha) e asiáticos (como China, Coreia do Sul, Israel e Índia) apresentaram os melhores resultados, com um envelhecimento mais lento. Já países africanos, como Egito e África do Sul, lideraram os casos de envelhecimento acelerado. O Brasil aparece em posição intermediária no panorama global.
O estudo também mostra que as BBAGs são preditoras de declínios funcionais e cognitivos futuros. Quanto maior essa lacuna entre a idade biocomportamental e a cronológica, maior a chance de perda de autonomia e de comprometimento da memória e do raciocínio com o tempo.
Selecionados atuarão como alfabetizadores ou tradutores intérpretes de Libras em ações de alfabetização para adultos. Voluntários que já atuam assinarão um termo aditivo vigente até dezembro
Por Thays de Oliveira, Ascom/SEEDF
Legenda: Os voluntários selecionados desenvolverão atividades em turmas de alfabetização destinadas a adultos | Foto: Mary Mara Leal, Ascom/SEEDF.
Estão abertas as inscrições para o processo seletivo para novas turmas do Programa DF Alfabetizado Saldo Remanescente – Edição 2025 da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF). Interessados em atuar nas novas turmas podem inscrever-se entre os dias 21 de julho e 3 de agosto de 2025, por meio de formulário eletrônico.
Acesse e veja as informações completas
Além disso, o compromisso dos alfabetizadores e coordenadores que estão atuando desde do início do primeiro semestre será estendido até dezembro de 2025. Para tanto, a assinatura do Termo Aditivo pelos voluntários que alcançarem, no mínimo, 70% de aproveitamento no processo avaliativo, ocorrerá no dia 1º de agosto de 2025.
O objetivo é atender jovens (a partir dos 15 anos), adultos e pessoas idosas da classe trabalhadora, promovendo o acesso à alfabetização em todo o DF. Os voluntários selecionados receberão bolsa-auxílio mensal no valor de R$ 1.600. As atividades ocorrerão nos turnos matutino, vespertino ou noturno, de acordo com a necessidade da comunidade.
Critérios exigidos para candidatar-se:
• Ser brasileiro ou estrangeiro em situação legal.
• Ter 18 anos completos até a data de divulgação do edital.
• Possuir, no mínimo, diploma ou declaração de conclusão de licenciatura (preferencialmente em • Pedagogia).
• Estar quite com a Justiça Eleitoral.
• Ter Certificado de Reservista (homens).
• Realizar busca ativa e captação dos alfabetizandos para formar as turmas.
A carga horária mínima semanal é de 15 horas, com, no mínimo, 240 horas de atividades de alfabetização no total.
Voluntários e coordenadores já atuantes terão o Termo Aditivo firmado até dezembro
As aulas deverão ser realizadas em espaços públicos autorizados com apenas uma turma por turno e local. Professores da rede pública do DF podem participar, havendo compatibilidade de horários.
Após preencher o formulário de inscrição, o candidato deverá enviar, entre os dias 21 de julho e 3 de agosto de 2025, um único e-mail para o endereço: dfalfabetizado.subeb@se.df.gov.br, contendo todos os documentos exigidos no edital. Os arquivos devem estar em formato PDF.
Selecionados atuarão como alfabetizadores ou tradutores intérpretes de Libras em ações de alfabetização para adultos. Voluntários que já atuam assinarão um termo aditivo vigente até dezembro
Por Thays de Oliveira, Ascom/SEEDF
Legenda: Os voluntários selecionados desenvolverão atividades em turmas de alfabetização destinadas a adultos | Foto: Mary Mara Leal, Ascom/SEEDF.
Estão abertas as inscrições para o processo seletivo para novas turmas do Programa DF Alfabetizado Saldo Remanescente – Edição 2025 da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF). Interessados em atuar nas novas turmas podem inscrever-se entre os dias 21 de julho e 3 de agosto de 2025, por meio de formulário eletrônico.
Acesse e veja as informações completas
Além disso, o compromisso dos alfabetizadores e coordenadores que estão atuando desde do início do primeiro semestre será estendido até dezembro de 2025. Para tanto, a assinatura do Termo Aditivo pelos voluntários que alcançarem, no mínimo, 70% de aproveitamento no processo avaliativo, ocorrerá no dia 1º de agosto de 2025.
O objetivo é atender jovens (a partir dos 15 anos), adultos e pessoas idosas da classe trabalhadora, promovendo o acesso à alfabetização em todo o DF. Os voluntários selecionados receberão bolsa-auxílio mensal no valor de R$ 1.600. As atividades ocorrerão nos turnos matutino, vespertino ou noturno, de acordo com a necessidade da comunidade.
Critérios exigidos para candidatar-se:
• Ser brasileiro ou estrangeiro em situação legal.
• Ter 18 anos completos até a data de divulgação do edital.
• Possuir, no mínimo, diploma ou declaração de conclusão de licenciatura (preferencialmente em • Pedagogia).
• Estar quite com a Justiça Eleitoral.
• Ter Certificado de Reservista (homens).
• Realizar busca ativa e captação dos alfabetizandos para formar as turmas.
A carga horária mínima semanal é de 15 horas, com, no mínimo, 240 horas de atividades de alfabetização no total.
Voluntários e coordenadores já atuantes terão o Termo Aditivo firmado até dezembro
As aulas deverão ser realizadas em espaços públicos autorizados com apenas uma turma por turno e local. Professores da rede pública do DF podem participar, havendo compatibilidade de horários.
Após preencher o formulário de inscrição, o candidato deverá enviar, entre os dias 21 de julho e 3 de agosto de 2025, um único e-mail para o endereço: dfalfabetizado.subeb@se.df.gov.br, contendo todos os documentos exigidos no edital. Os arquivos devem estar em formato PDF.