Duas vacinas comuns podem reduzir o risco de demência, sugere estudo

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Duas vacinas recomendadas para idosos podem ser capazes de reduzir o risco de demência em até 38%. O achado foi revelado por um estudo publicado na revista NPJ Vaccines em junho, após a análise de dados de mais de 130 mil pessoas nos Estados Unidos.


A pesquisa indica que as vacinas contra herpes-zóster e contra o vírus sincicial respiratório (VSR), recomendadas para uso em idosos, podem aumentar as defesas do corpo contra o declínio cognitivo. Ambas contêm o adjuvante AS01, um estimulador do sistema imunológico.



O que é demência?



  • Demência é um conjunto de sinais e sintomas, incluindo esquecimentos frequentes, repetição de perguntas, perda de compromissos ou dificuldade em lembrar nomes.

  • Atualmente, o SUS oferece diagnóstico e tratamento multidisciplinar para pessoas com demência em centros de referência e unidades básicas de saúde.

  • Um diagnóstico precoce permite ações terapêuticas que podem retardar sintomas, aliviar a carga familiar e melhorar a qualidade de vida.

  • Dados do Ministério da Saúde mostram que até 45% dos casos de demência podem ser prevenidos ou retardados.

  • Os principais tipos de demência incluem: Alzheimer, demência vascular, demência com corpos de Lewy e a demência frontotemporal.



A comparação para o estudo foi feita com idosos imunizados com a vacina anual contra a gripe, que não contém esse adjuvante. Os resultados mostram que quem tomou o imunizante contra a herpes-zóster teve risco 18% menor de demência em 18 meses. Com o do VSR, a redução foi de 29%.


Pessoas que receberam as duas vacinas apresentaram redução de 37% no risco de demência ao serem comparadas com aquelas que receberam apenas a vacina da gripe.



Leia também



Sistema imunológico pode estar envolvido


A pesquisa, no entanto, mostra que o efeito combinado não foi tão grande quanto o das doses individualizadas. Isso sugere que a proteção não vem da resposta contra os vírus, mas de algo ligado ao adjuvante AS01.


Além disso, o benefício aparece logo após a vacinação, o que descarta a proteção viral direta como principal causa.


As conclusões reforçam uma hipótese recente: a de que a demência pode estar ligada ao sistema imunológico do cérebro. Se isso for verdade, vacinas podem influenciar esse sistema mesmo sem infecção.


Em vez de impedir doenças, elas ativariam vias imunológicas que ajudam o cérebro a manter funções saudáveis. Estudos anteriores já ligaram infecções comuns a maior risco de demência, mostrando que depressões do sistema imune causadas por enfermidades como herpes labial, mononucleose e pneumonia se associam ao risco de declínio cognitivo no futuro.


8 imagensPor ser uma doença que tende a se agravar com o passar dos anos, o diagnóstico precoce é fundamental para retardar o avanço. Portanto, ao apresentar quaisquer sintomas da doença é fundamental consultar um especialista  Apesar de os sintomas serem mais comuns em pessoas com idade superior a 70 anos, não é incomum se manifestarem em jovens por volta dos 30. Aliás, quando essa manifestação “prematura” acontece, a condição passa a ser denominada Alzheimer precoceNa fase inicial, uma pessoa com Alzheimer tende a ter alteração na memória e passa a esquecer de coisas simples, tais como: onde guardou as chaves, o que comeu no café da manhã, o nome de alguém ou até a estação do anoDesorientação, dificuldade para lembrar do endereço onde mora ou o caminho para casa, dificuldades para tomar simples decisões, como planejar o que vai fazer ou comer, por exemplo, também são sinais da manifestação da doençaAlém disso, perda da vontade de praticar tarefas rotineiras, mudança no comportamento (tornando a pessoa mais nervosa ou agressiva), e repetições são alguns dos sintomas mais comunsFechar modal.1 de 8

Alzheimer é uma doença degenerativa causada pela morte de células cerebrais e que pode surgir décadas antes do aparecimento dos primeiros sintomas

PM Images/ Getty Images2 de 8

Por ser uma doença que tende a se agravar com o passar dos anos, o diagnóstico precoce é fundamental para retardar o avanço. Portanto, ao apresentar quaisquer sintomas da doença é fundamental consultar um especialista

Andrew Brookes/ Getty Images3 de 8

Apesar de os sintomas serem mais comuns em pessoas com idade superior a 70 anos, não é incomum se manifestarem em jovens por volta dos 30. Aliás, quando essa manifestação “prematura” acontece, a condição passa a ser denominada Alzheimer precoce

Westend61/ Getty Images4 de 8

Na fase inicial, uma pessoa com Alzheimer tende a ter alteração na memória e passa a esquecer de coisas simples, tais como: onde guardou as chaves, o que comeu no café da manhã, o nome de alguém ou até a estação do ano

urbazon/ Getty Images5 de 8

Desorientação, dificuldade para lembrar do endereço onde mora ou o caminho para casa, dificuldades para tomar simples decisões, como planejar o que vai fazer ou comer, por exemplo, também são sinais da manifestação da doença

OsakaWayne Studios/ Getty Images6 de 8

Além disso, perda da vontade de praticar tarefas rotineiras, mudança no comportamento (tornando a pessoa mais nervosa ou agressiva), e repetições são alguns dos sintomas mais comuns

Kobus Louw/ Getty Images7 de 8

Segundo pesquisa realizada pela fundação Alzheimer’s Drugs Discovery Foundation (ADDF), a presença de proteínas danificadas (Amilóide e Tau), doenças vasculares, neuroinflamação, falha de energia neural e genética (APOE) podem estar relacionadas com o surgimento da doença

Rossella De Berti/ Getty Images8 de 8

O tratamento do Alzheimer é feito com uso de medicamentos para diminuir os sintomas da doença, além de ser necessário realizar fisioterapia e estimulação cognitiva. A doença não tem cura e o cuidado deve ser feito até o fim da vida

Towfiqu Barbhuiya / EyeEm/ Getty Images

Recomendações médicas seguem as mesmas


Tanto a vacina de herpes-zóster como a de VSR estão disponíveis no Brasil, mas apenas em clínicas particulares. A primeira é indicada no país para adultos com mais de 50 anos. A segunda, para os que já passaram dos 60.


Há expectativas de que o Sistema Único de Saúde (SUS) passe a incluir o imunizante contra o herpes-zóster em 2026.


Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores alertam que os mecanismos por trás da proteção ainda não foram esclarecidos. Novos estudos serão necessários para entender as causas e as vacinas não podem ser interpretadas, ainda, como um preventivo para a demência.


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Certificados e Diplomas – Secretaria de Estado de Educação

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As instituições educacionais (IE) das redes pública e privada de ensino do DF são responsáveis pela emissão dos certificados e diplomas de seus respectivos estudantes. Conforme a legislação vigente (Portaria nº 1.101/2023) esses documentos devem estar à disposição dos concluintes, no prazo de:


 


• até 120 dias, após a data de conclusão do curso correspondente


• até 45 dias ao participante/concluinte de exames nacionais


 


Os Certificados são expedidos para a conclusão do Ensino Médio, enquanto os Diplomas são emitidos para a conclusão da Educação Profissional Técnica de Nível Médio (o que confere um título e o correspondente direito ao exercício de uma profissão).


 


Para o registro e emissão desses documentos, as instituições educacionais devem encaminhar à Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação Educacional (SUPLAV) a relação dos concluintes de curso, nos termos da citada Portaria, para fins de publicação no Diário Oficial do Distrito Federal.


 


Para publicação de concluintes, retificação ou cancelamento, a instituição educacional deve entrar em contato com a Gerência de Documentação e Acervo escolar (GEDA).


 


Cabe às instituições educacionais cumprirem as normas e regras referentes à emissão de certificados e diplomas, atendendo aos prazos de entrega dos mesmos, bem como solicitar orientações à Gerência de Documentação e Acervo Escolar (GEDA) quando necessário.


 






 


No Distrito Federal não há emissão de certificado após o término do Ensino Fundamental. O aluno recebe o histórico escolar, documento de comprovação da conclusão dessa etapa de educação.


 



INFORMAÇÕES 


Gerência de Documentação e Acervo Escolar – GEDA


concluintes.suplav@se.df.gov.br


 (61) 3318-2848


Atendimento à rede pública e à rede privada de ensino do DF para fins de publicação de concluintes de curso



 


 







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As instituições educacionais (IE) das redes pública e privada de ensino do DF são responsáveis pela emissão dos certificados e diplomas de seus respectivos estudantes. Conforme a legislação vigente (Portaria nº 1.101/2023) esses documentos devem estar à disposição dos concluintes, no prazo de:


 


• até 120 dias, após a data de conclusão do curso correspondente


• até 45 dias ao participante/concluinte de exames nacionais


 


Os Certificados são expedidos para a conclusão do Ensino Médio, enquanto os Diplomas são emitidos para a conclusão da Educação Profissional Técnica de Nível Médio (o que confere um título e o correspondente direito ao exercício de uma profissão).


 


Para o registro e emissão desses documentos, as instituições educacionais devem encaminhar à Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação Educacional (SUPLAV) a relação dos concluintes de curso, nos termos da citada Portaria, para fins de publicação no Diário Oficial do Distrito Federal.


 


Para publicação de concluintes, retificação ou cancelamento, a instituição educacional deve entrar em contato com a Gerência de Documentação e Acervo escolar (GEDA).


 


Cabe às instituições educacionais cumprirem as normas e regras referentes à emissão de certificados e diplomas, atendendo aos prazos de entrega dos mesmos, bem como solicitar orientações à Gerência de Documentação e Acervo Escolar (GEDA) quando necessário.


 






 


No Distrito Federal não há emissão de certificado após o término do Ensino Fundamental. O aluno recebe o histórico escolar, documento de comprovação da conclusão dessa etapa de educação.


 



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Gerência de Documentação e Acervo Escolar – GEDA


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 (61) 3318-2848


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Cirurgiões reanimam coração de bebê fora do corpo durante transplante

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Cirurgiões das universidades Duke e de Vanderbilt, nos Estados Unidos, conseguiram reanimar o coração de um bebê que havia parado de pulsar por mais de cinco minutos. O órgão foi retirado do doador após a confirmação da morte circulatória, e transplantado para um recém-nascido de 3 meses após voltar a bater na mesa de operação.


O procedimento, realizado de forma inédita, foi um sucesso. O bebê que recebeu o coração apresentou função cardíaca normal nos seis meses seguintes, sem sinais de rejeição, segundo os relatórios publicados no New England Journal of Medicine por cada universidade (aqui e aqui) em 16 de julho.


“Esta inovação nasceu da necessidade”, afirmou o médico Joseph Turek, líder da pesquisa e chefe de cirurgia cardíaca pediátrica da Duke Health. “Estávamos determinados a encontrar uma maneira de ajudar as crianças menores e mais doentes, que antes não tinham acesso à doação de corações por sistemas que permitam manter os órgãos funcionando fora do corpo”.


Como foi feito o transplante de coração?


Com autorização da família do doador, os médicos usaram uma máquina desenvolvida especificamente para o procedimento. O sistema continha oxigenador, bomba centrífuga e um reservatório para coleta do sangue expelido durante a reanimação.


Os aparelhos já existentes para manter órgãos vivos fora do corpo não funcionam para corações de bebês. As dimensões exigem soluções em escala reduzida, ajustadas às particularidades anatômicas dos recém-nascidos.


A técnica adotada foi a desenvolvida pela equipe da Universidade de Vanderbilt, que preserva o coração do bebê doador logo após a morte. Ela utiliza uma pinça na aorta e uma solução oxigenada para isolar a circulação do coração, preservando sua saúde após a morte do bebê.

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De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), doenças cardiovasculares são algumas das principais causas de mortes no Brasil. Segundo a instituição, a maioria dos óbitos poderiam ser evitados ou postergados com cuidados preventivos e medidas terapêuticas

Peter Dazeley/ Getty Images
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Para a SBC, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças do coração podem ser o suficientes para reverter quadros graves. Para isso, é necessário saber identificar os principais sintomas de problemas cardiovasculares e tratá-los, caso apresente algum deles

bymuratdeniz/ Getty Images
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Dentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outros

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
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Imagem ilustrativa de pessoa com dor no peito

katleho Seisa/Getty Images
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A cardiomiopatia é outra grave doença que acomete o coração. A enfermidade, que deixa o músculo cardíaco inflamado e inchado, pode enfraquecer o coração a ponto de ser necessário realizar transplante. Entre os sintomas da doença estão: fraqueza frequente, inchaços e fadiga

SolStock/ Getty Images
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O infarto do miocárdio acontece quando o fluxo sanguíneo no músculo miocárdio é interrompido por longo período. A ausência do sangue na região pode causar sérios problemas e até a morte do tecido. Obesidade, cigarro, colesterol alto e tendência genética podem causar a doença. Entre os sintomas estão: dor no peito que dura 20 minutos, formigamento no braço, queimação no peito, etc.

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
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Uma das doenças do coração mais comuns, e grave é a insuficiência cardíaca. Ela é caracterizada pela incapacidade do coração de bombear o sangue para o organismo. A enfermidade provoca fadiga, dificuldade para respirar, fraqueza, etc. Entre as principais causas da enfermidade estão: infecções, diabetes, hábitos não saudáveis, etc.

bymuratdeniz/ Getty Images
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A doença arterial periférica, assim como a maioria das doenças do coração, é provocada pela formação de placas de gordura e outras substâncias nas artérias que levam o sangue para membros inferiores do corpo, como pés e pernas. Colesterol alto e tabagismo contribuem para o problema. Entre os sintomas estão: feridas que não cicatrizam, disfunção erétil e inchaços no corpo

manusapon kasosod/ Getty Images
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Causada por bactérias, fungos ou vírus de outras partes do corpo que migram para o coração e infeccionam o endocárdio, a endocardite é uma doença que pode causar calafrios, febre e fadigas. O tratamento da doença dependerá do quadro do paciente e, algumas vezes, a cirurgia pode ser indicada

FG Trade/ Getty Images
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Causada devido à inflamação de outros músculos cárdicos, a miocardite pode causar enfraquecimento do coração, frequência cardíaca anormal e morte súbita. Dores no peito, falta de ar e batimentos cardíacos anormais são alguns dos principais sintomas

Peter Dazeley/ Getty Images
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Além dos sintomas comuns de cada uma das doenças cardiovasculares, cansaço excessivo sem motivo aparente, enjoo ou perda do apetite, dificuldade em respirar, inchaços, calafrio, tonturas, desmaio, taquicardia e tosse persistente podem ser sinais de problemas no coração

Peter Dazeley/ Getty Images
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Segundo a cartilha de Diretriz de Prevenção Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), apesar de alguns casos específicos, é possível prevenir problemas no coração mantendo bons hábitos alimentares, praticando exercícios físicos e cuidando da mente

andresr/ Getty Images

Três casos de sucesso


A equipe de Vanderbilt conseguiu recuperar três corações com o novo método. Todos foram transplantados com sucesso e os pacientes receptores apresentaram bom desempenho nos exames pós-operatórios. Mesmo no caso em que o coração parou por cinco minutos durante o procedimento, eles alcançaram o objetivo.


A técnica de cirurgia ousada reforça a viabilidade da reanimação extracorpórea como alternativa para aumentar o número de transplantes cardíacos em bebês. Nos Estados Unidos, 20% das crianças em fila de espera morrem antes de receber um órgão compatível.


Segundo os pesquisadores, a técnica de reanimação na mesa pode ampliar em até 30% o número de corações disponíveis para transplantes.


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Cirurgiões reanimam coração de bebê fora do corpo durante transplante

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Cirurgiões das universidades Duke e de Vanderbilt, nos Estados Unidos, conseguiram reanimar o coração de um bebê que havia parado de pulsar por mais de cinco minutos. O órgão foi retirado do doador após a confirmação da morte circulatória, e transplantado para um recém-nascido de 3 meses após voltar a bater na mesa de operação.


O procedimento, realizado de forma inédita, foi um sucesso. O bebê que recebeu o coração apresentou função cardíaca normal nos seis meses seguintes, sem sinais de rejeição, segundo os relatórios publicados no New England Journal of Medicine por cada universidade (aqui e aqui) em 16 de julho.


“Esta inovação nasceu da necessidade”, afirmou o médico Joseph Turek, líder da pesquisa e chefe de cirurgia cardíaca pediátrica da Duke Health. “Estávamos determinados a encontrar uma maneira de ajudar as crianças menores e mais doentes, que antes não tinham acesso à doação de corações por sistemas que permitam manter os órgãos funcionando fora do corpo”.


Como foi feito o transplante de coração?


Com autorização da família do doador, os médicos usaram uma máquina desenvolvida especificamente para o procedimento. O sistema continha oxigenador, bomba centrífuga e um reservatório para coleta do sangue expelido durante a reanimação.


Os aparelhos já existentes para manter órgãos vivos fora do corpo não funcionam para corações de bebês. As dimensões exigem soluções em escala reduzida, ajustadas às particularidades anatômicas dos recém-nascidos.


A técnica adotada foi a desenvolvida pela equipe da Universidade de Vanderbilt, que preserva o coração do bebê doador logo após a morte. Ela utiliza uma pinça na aorta e uma solução oxigenada para isolar a circulação do coração, preservando sua saúde após a morte do bebê.

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De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), doenças cardiovasculares são algumas das principais causas de mortes no Brasil. Segundo a instituição, a maioria dos óbitos poderiam ser evitados ou postergados com cuidados preventivos e medidas terapêuticas

Peter Dazeley/ Getty Images
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Para a SBC, a prevenção e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças do coração podem ser o suficientes para reverter quadros graves. Para isso, é necessário saber identificar os principais sintomas de problemas cardiovasculares e tratá-los, caso apresente algum deles

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Dentre as doenças cardiovasculares que mais fazem vítimas fatais, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) se destaca. Ele é causado devido à presença de placas de gordura que entopem os vasos sanguíneos cerebrais. Entre os sintomas estão: dificuldade para falar, tontura, dificuldade para engolir, fraqueza de um lado do corpo, entre outros

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
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Imagem ilustrativa de pessoa com dor no peito

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A cardiomiopatia é outra grave doença que acomete o coração. A enfermidade, que deixa o músculo cardíaco inflamado e inchado, pode enfraquecer o coração a ponto de ser necessário realizar transplante. Entre os sintomas da doença estão: fraqueza frequente, inchaços e fadiga

SolStock/ Getty Images
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O infarto do miocárdio acontece quando o fluxo sanguíneo no músculo miocárdio é interrompido por longo período. A ausência do sangue na região pode causar sérios problemas e até a morte do tecido. Obesidade, cigarro, colesterol alto e tendência genética podem causar a doença. Entre os sintomas estão: dor no peito que dura 20 minutos, formigamento no braço, queimação no peito, etc.

KATERYNA KON/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
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Uma das doenças do coração mais comuns, e grave é a insuficiência cardíaca. Ela é caracterizada pela incapacidade do coração de bombear o sangue para o organismo. A enfermidade provoca fadiga, dificuldade para respirar, fraqueza, etc. Entre as principais causas da enfermidade estão: infecções, diabetes, hábitos não saudáveis, etc.

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A doença arterial periférica, assim como a maioria das doenças do coração, é provocada pela formação de placas de gordura e outras substâncias nas artérias que levam o sangue para membros inferiores do corpo, como pés e pernas. Colesterol alto e tabagismo contribuem para o problema. Entre os sintomas estão: feridas que não cicatrizam, disfunção erétil e inchaços no corpo

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Causada por bactérias, fungos ou vírus de outras partes do corpo que migram para o coração e infeccionam o endocárdio, a endocardite é uma doença que pode causar calafrios, febre e fadigas. O tratamento da doença dependerá do quadro do paciente e, algumas vezes, a cirurgia pode ser indicada

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Causada devido à inflamação de outros músculos cárdicos, a miocardite pode causar enfraquecimento do coração, frequência cardíaca anormal e morte súbita. Dores no peito, falta de ar e batimentos cardíacos anormais são alguns dos principais sintomas

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Além dos sintomas comuns de cada uma das doenças cardiovasculares, cansaço excessivo sem motivo aparente, enjoo ou perda do apetite, dificuldade em respirar, inchaços, calafrio, tonturas, desmaio, taquicardia e tosse persistente podem ser sinais de problemas no coração

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Segundo a cartilha de Diretriz de Prevenção Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), apesar de alguns casos específicos, é possível prevenir problemas no coração mantendo bons hábitos alimentares, praticando exercícios físicos e cuidando da mente

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Três casos de sucesso


A equipe de Vanderbilt conseguiu recuperar três corações com o novo método. Todos foram transplantados com sucesso e os pacientes receptores apresentaram bom desempenho nos exames pós-operatórios. Mesmo no caso em que o coração parou por cinco minutos durante o procedimento, eles alcançaram o objetivo.


A técnica de cirurgia ousada reforça a viabilidade da reanimação extracorpórea como alternativa para aumentar o número de transplantes cardíacos em bebês. Nos Estados Unidos, 20% das crianças em fila de espera morrem antes de receber um órgão compatível.


Segundo os pesquisadores, a técnica de reanimação na mesa pode ampliar em até 30% o número de corações disponíveis para transplantes.


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