Preço é o maior entrave para incorporação de canetas emagrecedoras no SUS
Considerando as mais de 200 doenças associadas à obesidade, SBEM reforça a urgência de ofertar medicamentos para tratar a condição no SUS
Tratamento no SUS: a obesidade é a única doença crônica sem medicamento disponível no Sistema Único de Saúde;
Campanha de acesso: entidades como a SBEM e a Abeso defendem a democratização do acesso a tratamentos adequados para a condição;
Opções de mercado: a Anvisa aprovou três canetas emagrecedoras genéricas e similares em 2026, com previsão de alcançar oito opções até o fim do ano para estimular a competitividade de preços.
A obesidade é uma doença crônica, complexa e multifatorial e está relacionada a mais de 200 outras enfermidades. O tratamento adequado da condição pode refletir diretamente no controle e na remissão da diabetes tipo 2, na redução do risco cardiovascular e de mortes súbitas associadas à apneia do sono, além de melhorar quadros de depressão e qualidade de vida.
O endocrinologista Clayton Luiz Dornelles Macedo, diretor de comunicação da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), reforça que, apesar de a doença crônica ter um impacto sistêmico, ela permanece como a única sem medicamento para tratamento disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
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