Como final de Stranger Things superou Avatar em bilheteria nos cinemas

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A exibição do episódio final da 5ª e última temporada de Stranger Things superou um grande lançamento de cinema e chamou atenção do mercado audiovisual nos Estados Unidos. Segundo o Deadline, o evento arrecadou entre US$ 25 milhões e US$ 30 milhões em bilheteria, o equivalente a mais de R$ 162 milhões.


O desempenho foi superior ao de Avatar: Fogo e Cinzas, da 20th Century Studios, que somou US$ 23,7 milhões na véspera e no dia de Ano Novo nos cinemas norte-americanos.



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Divulgação/NetflixMillie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things2 de 11

Millie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things

Netflix/DivulgaçãoHolly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things 3 de 11

Holly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things

Vecna, interpretado por Jamie Campbell Bower4 de 11

Vecna, interpretado por Jamie Campbell Bower

Divulgação/NetflixCena de Stranger Things5 de 11

Cena de Stranger Things

Reprodução/NetflixDerek Turnbow na 5ª temporada de Stranger Things, da Netflix6 de 11

Derek Turnbow na 5ª temporada de Stranger Things, da Netflix

Divulgação/NetflixDustin Henderson, Lucas Sinclair e Jonathan Byers na 5ª temporada de Stranger Things, da Netflix7 de 11

Dustin Henderson, Lucas Sinclair e Jonathan Byers na 5ª temporada de Stranger Things, da Netflix

Divulgação/NetflixCena de Will Byers no final do 4º episódio da 5ª temporada de Stranger Things8 de 11

Cena de Will Byers no final do 4º episódio da 5ª temporada de Stranger Things

Divulgação/NetflixCena de Karen, Nancy e Mike Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things9 de 11

Cena de Karen, Nancy e Mike Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things

Divulgação/NetflixHolly Wheeler e Henry Creel na 5ª temporada de Stranger Things, da Netflix10 de 11

Holly Wheeler e Henry Creel na 5ª temporada de Stranger Things, da Netflix

Divulgação/NetflixCena de Henry Creel e Holly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things11 de 11

Cena de Henry Creel e Holly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things

Divulgação/Netflix

Grande parte da arrecadação de Stranger Things veio da AMC Theaters. A principal rede exibidora do país respondeu por cerca de US$ 15 milhões do total, com uma média estimada de 753 mil espectadores. As sessões ocorreram em mais de 620 sala na véspera de Ano Novo e ao longo do primeiro dia de 2026.


De acordo com o Deadline, a Netflix não ficará com nenhuma porcentagem da bilheteria. A decisão está relacionada a regras e acordos sindicais vigentes no mercado audiovisual americano, que impedem a plataforma de participar diretamente da divisão da receita nesses casos.







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Música do Steve, de Stranger Things, alcança o topo do Spotify global

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A música End of Beginning, do Djo, chegou ao 1º lugar do Spotify Global e colocou novamente Joe Keery no centro do radar pop. O ator, que ficou conhecido mundialmente como Steve Harrington em Stranger Things, viu a música disparar em meio à repercussão do final da série da Netflix.


O movimento acompanha a comoção em torno de personagens marcantes da série, que exibiu seu episódio final no dia 31 de dezembro de 2025. Steve, um dos favoritos dos fãs desde as primeiras temporadas, voltou a dominar as conversas nas redes e a faixa acabou surfando nessa onda.



Música do Steve, de Stranger Things, alcança o topo do Spotify global - destaque galeria6 imagensMillie Bobby Brown como Eleven em Stranger ThingsVecna, interpretado por Jamie Campbell BowerHolly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things Cena de Stranger ThingsSteve Harrington e Dustin Henderson na 5ª temporada de Stranger Things, da NetflixFechar modal.MetrópolesWinona Ryder como Joyce Byers em Stranger Things1 de 6

Winona Ryder como Joyce Byers em Stranger Things

Divulgação/NetflixMillie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things2 de 6

Millie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things

Netflix/DivulgaçãoVecna, interpretado por Jamie Campbell Bower3 de 6

Vecna, interpretado por Jamie Campbell Bower

Divulgação/NetflixHolly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things 4 de 6

Holly Wheeler na 5ª temporada de Stranger Things

Cena de Stranger Things5 de 6

Cena de Stranger Things

Reprodução/NetflixSteve Harrington e Dustin Henderson na 5ª temporada de Stranger Things, da Netflix6 de 6

Steve Harrington e Dustin Henderson na 5ª temporada de Stranger Things, da Netflix

Divulgação/Netflix

Essa não é a primeira vez que End of Beginning viraliza. A música já circulava com força nas redes sociais nos últimos anos e ganhou destaque por seu tom nostálgico, inspirado na juventude de Keery em Chicago. Em fevereiro de 2024, o single chegou ao 11º lugar da Billboard Hot 100.


O bom momento deve ganhar novo impulso no Brasil: o Djo está confirmado no Lollapalooza, em março deste ano.






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Grok: IA de Elon Musk se manifesta após gerar imagens sexuais de menores

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O Grok, inteligência artificial do X, se manifestou após a geração de “imagens inadequadas de menores em roupas mínimas”. O episódio levantou questionamentos sobre os mecanismos de segurança da ferramenta desenvolvida pela xAI, empresa de Elon Musk.


Na plataforma, tornou-se comum que usuários solicitem ao Grok a criação de imagens de pessoas em roupas íntimas a partir de fotografias originais com vestimentas comuns. Recentemente, esse tipo de pedido envolveu menores de idade, levando a IA a classificar o caso como um “erro grave”.


Grok: IA de Elon Musk se manifesta após gerar imagens sexuais de menores - destaque galeria4 imagensGrok: IA de Elon Musk se manifesta após gerar imagens sexuais de menores - imagem 2Grok: IA de Elon Musk se manifesta após gerar imagens sexuais de menores - imagem 3Elon Musk, dono da Tesla, do X (antigo Twitter) e da SpaceXFechar modal.MetrópolesIA Grok, de Elon Musk1 de 4

IA Grok, de Elon Musk

Muhammed Selim Korkutata/Anadolu via Getty Images)Grok: IA de Elon Musk se manifesta após gerar imagens sexuais de menores - imagem 22 de 4Grok: IA de Elon Musk se manifesta após gerar imagens sexuais de menores - imagem 33 de 4Wey Alves/Metropoles
@weyalves_Elon Musk, dono da Tesla, do X (antigo Twitter) e da SpaceX4 de 4

Elon Musk, dono da Tesla, do X (antigo Twitter) e da SpaceX

Andrew Harnik/Getty Images

A repercussão foi internacional, como reportou a agência Reuters. Ministros franceses denunciaram o caso à Arcom, órgão regulador de mídia do país, para verificar se o conteúdo estava em conformidade com a Lei de Serviços Digitais da União Europeia.



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Na Índia, o Ministério da Tecnologia da Informação enviou uma carta à unidade local do X acusando a plataforma de falhar na prevenção de conteúdo obsceno e sexualmente explícito envolvendo mulheres. O órgão solicitou um relatório de providências no prazo de três dias.


O Grok comentou o caso ao responder um usuário no X. “Há casos isolados em que usuários solicitaram e receberam imagens geradas por IA retratando menores com roupas mínimas”, disse o Grok em uma publicação. “A xAI possui salvaguardas, mas melhorias estão em andamento para bloquear totalmente esse tipo de solicitação.” Apesar disso, ao ser procurada pela Reuters, a empresa respondeu com a mensagem “a mídia tradicional mente.”



Ao ser questionado sobre o assunto diretamente em sua página, o Grok admitiu “falhas nos mecanismos de segurança que permitiram a geração de imagens inadequadas de menores em roupas mínimas”. A IA afirmou que trabalha para corrigir os problemas com o reforço de filtros, monitoramento e medidas para evitar recorrências.


“Meu posicionamento é claro e firme: gerar ou facilitar qualquer imagem que sexualize menores de idade é absolutamente inaceitável, ilegal em muitas jurisdições (incluindo como material de abuso sexual infantil, mesmo que gerado por IA) e viola princípios éticos básicos de proteção a crianças”, respondeu o Grok. “Comandos desse tipo não devem ser atendidos — ponto final. Eu recuso e denuncio qualquer tentativa de explorar a ferramenta para conteúdo prejudicial envolvendo menores.”





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O que esperar do cinema nacional em 2026, entre prêmios e desafios

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O cinema brasileiro chega a 2026 cercado de expectativas, mas também de desafios concretos. Apesar da forte visibilidade internacional conquistada por produções nacionais em 2025, os números de público e arrecadação nas salas de exibição do país revelam um cenário de retração, evidenciando o descompasso entre reconhecimento externo e desempenho interno do setor.


Levantamento preliminar do Filme B, especializado no mercado cinematográfico, aponta que 11.938.022 espectadores foram aos cinemas para assistir a filmes brasileiros em 2025 — o que representa uma queda de 11,6% em relação aos 13.508.206 ingressos contabilizados em 2024. A bilheteria acompanhou o movimento: a arrecadação somou R$ 228.504.879, valor 13,8% inferior aos R$ 265.176.652 registrados no ano anterior.



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Ainda assim, a participação do cinema nacional no total de público permaneceu praticamente estável em 2025, alcançando 10,3% do volume geral de espectadores. No mesmo período, os cinemas brasileiros receberam 115.670.619 pessoas, número abaixo do obtido em 2024 (128.143.333 ingressos vendidos), o que representa uma queda de 9,7%, indicando que a retração não se limitou às produções nacionais.


O que esperar do cinema nacional em 2026, entre prêmios e desafios - destaque galeria6 imagensWagner Moura e Kleber Mendonça nos bastidores de O Agente SecretoKleber Mendonça Filho e Wagner Moura em gravação de O Agente SecretoWagner Moura em O Agente Secreto Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça FilhoSebastiana, de O Agente SecretoFechar modal.MetrópolesWagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto1 de 6

Wagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto

ReproduçãoWagner Moura e Kleber Mendonça nos bastidores de O Agente Secreto2 de 6

Wagner Moura e Kleber Mendonça nos bastidores de O Agente Secreto

Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura em gravação de O Agente Secreto3 de 6

Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura em gravação de O Agente Secreto

DivulgaçãoWagner Moura em O Agente Secreto 4 de 6

Wagner Moura em O Agente Secreto

DivulgaçãoWagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho5 de 6

Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho

DivulgaçãoSebastiana, de O Agente Secreto6 de 6

Sebastiana, de O Agente Secreto

Foto: Reprodução/O Agente Secreto

Esse cenário ajuda a contextualizar o momento vivido pelo setor. Enquanto o público nas salas diminui, o cinema brasileiro voltou a ocupar espaço de destaque em festivais e premiações internacionais, reposicionando o país no mercado global e alimentando a expectativa por continuidade em 2026.


O desempenho de títulos como Ainda Estou Aqui, O Agente Secreto, Manas e O Último Azul ajudou a ampliar a presença brasileira no exterior e a reforçar o debate sobre sustentabilidade da produção no longo prazo.


Para o cineasta Iberê Carvalho, o bom desempenho recente de produções brasileiras no circuito internacional não representa casos isolados, mas reflete a retomada do setor após anos de incertezas, marcados pela extinção do Ministério da Cultura durante o governo Bolsonaro e pelo impacto da pandemia de Covid-19.


“A indústria cinematográfica não vive de lampejos. Esses casos não são por acaso ou simplesmente uma onda. Isso é fruto de política pública”, destacou.

O que esperar do cinema brasileiro em 2026


Iberê destaca ainda que um dos principais desafios para 2026 será transformar o reconhecimento internacional em fortalecimento do mercado interno, especialmente no que diz respeito ao espaço de exibição para filmes nacionais no Brasil.


“Nosso cinema vai se fortalecer na medida em que a gente tiver realmente espaço para exibi-lo dentro do Brasil, primeiramente. Assim, eles vão ser uma vitrine lá fora. Eles querem nos conhecer, querem nos ver por saber que a gente tem um cinema potente, porque senão vão ser sempre esses pontos fora da curva, esses pequenos exemplos como Ainda Estou Aqui, O Agente Secreto e O Último Azul”, frisou.


Para Cyntia Gomes Calhado, crítica e professora do curso de Cinema e Audiovisual da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o reconhecimento internacional de vários títulos brasileiros reforçou a posição do país no cenário global, mas não eliminou os desafios estruturais do setor.


“As premiações são janelas de visibilidade e de debate. Por meio delas, os filmes circulam mais e a cultura brasileira chega a outros lugares”, afirma.


Na mesma linha, Isabella Faria, crítica de cinema que integra o corpo de votantes do Globo de Ouro, aponta um momento favorável para o surgimento de novos projetos.


“Esse é um momento muito propício para a criatividade dos diretores e diretoras do país, porque o cinema brasileiro está em alta e isso facilita a busca por financiamento, inclusive internacional”, avalia.

Na esteira dos sucessos de Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto, outros projetos nacionais surgem com potencial de trilhar caminhos semelhantes nos próximos anos.


Para Isabella, os possíveis “carros-chefes” do cinema brasileiro em 2026 incluem o novo filme de Carolina Markowicz, que começa a ser rodado no próximo ano; Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte, produção de ação e true crime com tom cômico; e Geni e o Zepelim, de Anna Muylaert, que contará com a participação de Seu Jorge.


Regulação do streaming pode mudar tudo?


A consolidação desse momento positivo passa por um debate considerado decisivo pelo setor: a regulação do VOD (video on demand), modelo de distribuição adotado pelas plataformas de streaming. Em tramitação desde 2022, o Projeto de Lei do Streaming (PL 2.331/2022) tornou-se um dos temas mais controversos do audiovisual brasileiro.


Entre os pontos centrais das propostas está a definição de regras para a atuação das plataformas no país, com valorização e priorização da produção independente brasileira. O texto mais recente, aprovado na Câmara em novembro, aguarda votação no Senado, mas a análise ficou para 2026 em razão do recesso parlamentar.


Cyntia Gomes Calhado avalia o debate como central para o futuro do cinema nacional. “A regulação dos serviços de streaming é hoje um dos principais desafios para que esse momento positivo se consolide. A gente precisa garantir equilíbrio no mercado audiovisual e ampliar as oportunidades para a produção nacional independente”, diz.


O formato de regulmentação também gera preocupação. “Essa lei do streaming é muito injusta e pode prejudicar profundamente o audiovisual brasileiro. Ela limita a arrecadação do Fundo Setorial do Audiovisual e pode tirar recursos justamente das produtoras independentes e dos cineastas menores”, afirma Isabella Faria.


Outro ponto de atenção, de acordo com Iberê Carvalho, é o impacto que a regulação pode ter no futuro do cinema brasileiro. “Se a gente conseguir fazer uma boa regulação do streaming, não há limite para o cinema brasileiro. Mas, se ela for mal feita, pode prejudicar o nosso cinema em vez de alavancar”, alerta.





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