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Planos de saúde passam a cobrir DIU hormonal para pessoas com endometriose

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Planos de saúde passam a cobrir DIU hormonal para pessoas com endometriose

Planos de saúde passam a cobrir DIU hormonal para pessoas com endometriose

Regra da ANS inclui cobertura obrigatória do dispositivo e do implante em casos específicos, como contraindicação a pílulas

Cobertura de planos: a Agência Nacional de Saúde Suplementar definiu a obrigatoriedade da cobertura do DIU hormonal para pacientes com endometriose;

Vigência da regra: a medida entra em vigor em 1º de outubro e inclui o dispositivo e a inserção;

Critérios estabelecidos: a cobertura é obrigatória quando houver indicação em bula ou contraindicação e não adesão a contraceptivos orais combinados.

Os planos de saúde passarão a cobrir o DIU hormonal para pacientes com endometriose em situações específicas. A mudança, publicada nesta terça-feira (22/9), foi definida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e entra em vigor em 1º de outubro.

A nova regra estabelece a obrigatoriedade do procedimento quando houver indicação prevista em bula ou quando a paciente não puder usar contraceptivos orais combinados ou não aderir a esse tipo de tratamento.

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Novo remédio para câncer de mama avançado é aprovado no Brasil

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Novo remédio para câncer de mama avançado é aprovado no Brasil

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Medicamento é indicado para pacientes com mutação genética e pode ser usado antes da progressão visível da doença

Aprovação da Anvisa: o órgão registrou o medicamento Etcamah para o tratamento de adultos com câncer de mama localmente avançado ou metastático;

Indicação terapêutica: o remédio é voltado para pacientes com tumor HR positivo e HER2 negativo que possuem mutação no gene ESR1;

Resultados clínicos: um estudo apontou redução de 56% no risco de progressão da doença ou morte entre pacientes que receberam a terapia combinada.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nessa segunda-feira (21/9) o registro do medicamento Etcamah para o tratamento de adultos com câncer de mama localmente avançado ou metastático. A indicação inclui casos em que o tumor já se espalhou para regiões próximas ou outros órgãos.

O remédio, desenvolvido pela farmacêutica AstraZeneca, já havia sido liberado nos Estados Unidos e na Europa e também é utilizado em outros países. No Brasil, a aprovação aumenta as opções para um grupo específico de pacientes.

O Etcamah é indicado para pessoas com câncer de mama do tipo HR positivo e HER2 negativo que apresentam mutação no gene ESR1. Esse perfil costuma surgir durante o tratamento inicial com terapia hormonal combinada a inibidores de CDK4/6, antes de sinais claros de piora da doença em exames de imagem.

A decisão se baseia em um ensaio clínico internacional que acompanhou 315 pacientes com câncer de mama avançado. A pesquisa comparou o uso do novo medicamento em combinação com um inibidor de CDK4/6 com o tratamento tradicional à base de inibidor de aromatase.

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Mulher descobre câncer após caroço abrir buraco de 3 cm no crânio

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Mulher descobre câncer após caroço abrir buraco de 3 cm no crânio

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Katrina Fox percebeu uma pequena protuberância aos 33 anos. Tumor cresceu e destruiu parte do osso antes do diagnóstico de mieloma

Diagnóstico da paciente: Katrina Fox, moradora de Kent, descobriu que um caroço na testa, inicialmente identificado como cisto, era um plasmocitoma decorrente de mieloma;

Extensão da lesão: exames mostraram que o tumor provocou um buraco de aproximadamente três centímetros no crânio da britânica;

Procedimentos realizados: a paciente passou por cirurgia com implante de malha de titânio, quimioterapia e transplante de células-tronco para o controle da doença.

Um pequeno caroço que apareceu na testa de Katrina Fox, então com 33 anos, parecia inicialmente inofensivo. A protuberância, que começou aproximadamente do tamanho de uma ervilha, cresceu durante os meses seguintes até ficar semelhante a uma bola de golfe. Quando médicos tentaram retirar o que acreditavam ser um cisto, descobriram que a massa era um tumor e que parte do crânio havia sido destruído.

Katrina, atualmente com 38 anos e moradora de Kent, na Inglaterra, percebeu o caroço em setembro de 2021. Após procurar atendimento, recebeu inicialmente a avaliação de que se tratava de um cisto e foi encaminhada a um dermatologista.

Enquanto aguardava a retirada, a protuberância continuou crescendo. Como o médico não havia demonstrado preocupação inicialmente, Katrina também não imaginava que pudesse se tratar de algo grave.

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Exossomas: as pequenas bolsas de sinalização que detectam doenças

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Exossomas: as pequenas bolsas de sinalização que detectam doenças

Exossomas: as pequenas bolsas de sinalização que detectam doenças

Antes vistos como lixo celular, 'pacotes' biológicos revolucionam a biópsia líquida e a medicina regenerativa com segurança

Definição biológica: exossomas são vesículas que transportam proteínas, lipídios e RNA entre células, funcionando como um sistema de comunicação do organismo;

Medicina diagnóstica: a análise dessas estruturas permite a realização de biópsias líquidas para identificar doenças precocemente, conforme apontado por especialistas;

Uso dermatológico: pesquisas estudam o uso em regeneração cutânea e alopecia, mas médicos alertam sobre a falta de evidências científicas conclusivas.

Imagine que o corpo humano possui uma rede postal microscópica, onde bilhões de encomendas circulam a todo momento para manter os tecidos em pleno funcionamento. Essas “encomendas” são os exossomas — pequenas vesículas ou “bolhas” lipídicas liberadas pelas células para transportar mensagens biológicas de um ponto a outro do organismo. Longe de serem um mero detalhe da biologia, essas estruturas estão no centro de uma revolução na medicina diagnóstica e regenerativa.

Por muito tempo, a comunidade científica encarava essas vesículas como um tipo de “lixo celular”, descartado pelo organismo sem maior relevância. Contudo, essa visão mudou radicalmente. “A descoberta das vias de sinalização por exossomas revelou uma forma sofisticada de comunicação e coordenação celular”, explica Érico Vasconcelos, professor de medicina no Centro Universitário Uniceplac.

Na prática, as células sinalizadoras empacotam dentro do exossoma moléculas específicas, como proteínas, lipídios e fragmentos de RNA. O pacotinho ganha a circulação carregando “ligantes” em sua superfície — uma espécie de código de endereçamento que se encaixa apenas nos receptores da célula-alvo. Ao ser entregue, o conteúdo modifica o comportamento e o metabolismo da região que a recebe.

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“Grave risco à saúde”: MS alerta para falsos médicos feitos com IA

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“Grave risco à saúde”: MS alerta para falsos médicos feitos com IA

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Ministério identificou 97 perfis que simulam profissionais e divulgam tratamentos sem comprovação; conteúdos foram encaminhados à PF

Identificação de perfis: o Ministério da Saúde identificou 97 perfis que utilizam inteligência artificial para simular profissionais de saúde e disseminar desinformação;

Ação das autoridades: os casos foram encaminhados à Advocacia-Geral da União, à Polícia Federal e ao Conselho Federal de Medicina;

Apuração do Metrópoles: o secretário Felipe Proenço afirmou que os perfis somam milhões de visualizações e representam risco à saúde pública.

*Imagem em destaque produzida com auxílio de inteligência artificial para fins meramente ilustrativos*

Um médico de jaleco aparece diante da câmera, fala com segurança, usa termos técnicos e apresenta orientações sobre doenças e tratamentos. A imagem, a voz e os movimentos parecem reais, mas o profissional pode simplesmente não existir.

Personagens criados ou modificados com inteligência artificial (IA) estão sendo apresentados como médicos e outros profissionais de saúde nas redes sociais. Segundo o Ministério da Saúde, alguns conteúdos usam falsas credenciais, linguagem alarmista e promessas de tratamentos ou curas sem comprovação científica, além de oferecer produtos, e-books e serviços.

Por meio do programa Saúde com Ciência, o Ministério identificou 97 perfis que utilizavam IA para simular profissionais de saúde e disseminar desinformação. O levantamento analisou conteúdos publicados entre primeiro de janeiro e 10 de julho de 2026.

Ao Metrópoles, o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço, afirmou que os perfis somam milhões de visualizações e representam um “grave risco à saúde pública”, especialmente para idosos, apontados pela pasta como o principal público-alvo.

“O governo reforça a importância de a população buscar apenas fontes oficiais e profissionais de saúde para obter orientações médicas, evitando cair em golpes ou seguir condutas que possam agravar condições de saúde”, disse Proenço.

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Vitamina C pode ajudar pessoas com alterações pré-cancerígenas no sangue

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Vitamina C pode ajudar pessoas com alterações pré-cancerígenas no sangue

Vitamina C pode ajudar pessoas com alterações pré-cancerígenas no sangue

Estudo clínico de fase 2 aponta menos eventos adversos e possível ganho de sobrevida com suplementação diária

Estudo clínico: pesquisa internacional sugere benefícios da vitamina C para pessoas com distúrbios sanguíneos que podem evoluir para leucemia;

Metodologia e resultados: voluntários que receberam 1.000 mg de vitamina C diários apresentaram menos eventos adversos, embora não tenha sido comprovado efeito na progressão da doença;

Limitações da pesquisa: os pesquisadores ressaltam que os dados sobre sobrevida ainda precisam de confirmação em ensaios maiores.

Um ensaio clínico internacional sugere que a suplementação de vitamina C pode trazer benefícios para pessoas com distúrbios sanguíneos que podem evoluir para leucemia. Os dados indicam redução de eventos adversos e sinais de melhora na sobrevida, embora ainda não haja comprovação de efeito sobre a progressão da doença.

O estudo acompanhou 109 pessoas com alterações no sangue que podem evoluir para leucemia, como a síndrome mielodisplásica. Nenhum dos participantes estava em tratamento contra o câncer no início da pesquisa.

Os voluntários foram divididos em dois grupos. Um recebeu 1.000 mg de vitamina C por dia durante um ano, enquanto o outro tomou placebo. Nem os participantes nem os pesquisadores sabiam quem estava em cada grupo até o fim do estudo.

Ao longo do acompanhamento, quem recebeu vitamina C apresentou menos eventos adversos. Também foram observadas mudanças em moléculas inflamatórias no sangue, associadas a melhores desfechos clínicos.

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Não houve diferença relevante entre os grupos na progressão de células sanguíneas anormais, um dos principais indicadores de evolução para leucemia. Ainda assim, uma análise dos dados apontou maior probabilidade de sobrevivência após cerca de três anos entre os participantes que usaram o suplemento.

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Deputado Eduardo Pedrosa destaca melhorias no Terminal Rodoviário de Sobradinho II com nova sinalização

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Deputado Eduardo Pedrosa destaca melhorias no Terminal Rodoviário de Sobradinho II com nova sinalização

Deputado Eduardo Pedrosa destaca melhorias no Terminal Rodoviário de Sobradinho II com nova sinalização

Os usuários do Terminal Rodoviário de Sobradinho II passam a contar com mais segurança e organização após a conclusão dos serviços de sinalização do estacionamento e das baías de embarque e desembarque. A intervenção busca melhorar a circulação de veículos, facilitar o fluxo de passageiros e proporcionar mais eficiência no funcionamento do terminal.

A nova sinalização organiza os espaços destinados ao estacionamento e às áreas de parada dos ônibus, contribuindo para um trânsito mais seguro e reduzindo situações de conflito entre motoristas e pedestres. A medida também beneficia diariamente moradores e trabalhadores que utilizam o terminal como principal ponto de deslocamento na região.

O deputado distrital Eduardo Pedrosa ressaltou a importância da ação para a mobilidade urbana de Sobradinho II, destacando que investimentos em infraestrutura e organização dos espaços públicos refletem diretamente na qualidade de vida da população.

A iniciativa integra um conjunto de melhorias voltadas à mobilidade e à valorização dos equipamentos públicos, proporcionando mais conforto, segurança e acessibilidade para quem utiliza o transporte coletivo e circula pelo terminal diariamente.

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Deputado Eduardo Pedrosa destaca compromisso com a população em mensagem motivacional

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Deputado Eduardo Pedrosa destaca compromisso com a população em mensagem motivacional

Deputado Eduardo Pedrosa destaca compromisso com a população em mensagem motivacional

O Deputado Distrital Eduardo Pedrosa compartilhou em suas redes sociais uma mensagem inspiradora sobre a importância de trabalhar com propósito e dedicação. Em sua postagem, o parlamentar enfatiza que o foco deve ser sempre em fazer o melhor possível no presente, ressaltando que o comprometimento com uma missão maior é fundamental para alcançar resultados positivos.

Eduardo Pedrosa tem se destacado por suas ações voltadas ao bem-estar da população do Distrito Federal. Com um histórico de projetos e iniciativas que buscam atender às demandas da comunidade, o deputado reafirma seu compromisso em trabalhar diariamente para promover melhorias na qualidade de vida dos cidadãos. A mensagem compartilhada reflete sua visão de que a dedicação e o empenho são essenciais para transformar a realidade local.

Através de suas ações, o deputado busca inspirar outros a se unirem em prol de um objetivo comum: o desenvolvimento e o progresso do Distrito Federal. A mensagem de Eduardo Pedrosa serve como um lembrete de que, ao trabalhar com paixão e propósito, é possível alcançar resultados significativos e duradouros para a sociedade.

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Mulher descobre dois aneurismas cerebrais ao investigar dor de cabeça

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Mulher descobre dois aneurismas cerebrais ao investigar dor de cabeça

Mulher descobre dois aneurismas cerebrais ao investigar dor de cabeça

Deiny Ferreira, 40 anos, recebeu o diagnóstico após exames; condição pode permanecer silenciosa e se tornar grave

Diagnóstico médico: a corretora Deiny Ferreira, 40 anos, descobriu dois aneurismas cerebrais, de 2,9 milímetros e 1,9 milímetro, após realizar exames de imagem durante investigação de fortes dores de cabeça;

Tratamento realizado: a paciente passou por procedimentos endovasculares em janeiro e maio, com evolução satisfatória no pós-operatório;

Orientações médicas: especialistas apontam que aneurismas pequenos podem ser acompanhados, sendo a intervenção definida conforme o risco individual.

As fortes dores de cabeça levaram a corretora de imóveis Deiny Ferreira, 40 anos, a procurar diferentes médicos em busca de uma explicação. Moradora de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, ela conta que passou por exames e ouviu diferentes hipóteses, como ansiedade e estresse, mas continuou preocupada porque a dor persistia.

“Era uma enxaqueca muito forte, uma dor que não tinha explicação. Parecia que andava [a dor] na minha cabeça, era muito difícil de lidar”, relata.

A investigação mudou de rumo quando uma tomografia levantou a suspeita de aneurisma cerebral. Deiny procurou o neurocirurgião e especialista em doenças cerebrovasculares Victor Hugo Espíndola, que avaliou que a cefaleia apresentava características de enxaqueca e iniciou o tratamento para a condição.

A paciente respondeu bem à medicação, mas a alteração observada no exame precisava ser investigada separadamente. Uma angiografia cerebral confirmou a presença não de um, mas de dois aneurismas nas carótidas. Segundo Deiny, um media 2,9 milímetros e o outro, 1,9 milímetro.

“Eu comecei o tratamento de enxaqueca para ela, que teve boas respostas e nós aprofundamos a investigação dos aneurismas fazendo uma angiografia cerebral, a qual confirmou que, de fato, ela tinha não um, mas dois aneurismas”, explica Espíndola.

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Hipotermia e hipertermia: mudança brusca de temperatura causa graves danos

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Hipotermia e hipertermia: mudança brusca de temperatura causa graves danos

Hipotermia e hipertermia: mudança brusca de temperatura causa graves danos

Em ambos os quadros, seja pelo aumento ou queda da temperatura corporal, o organismo pode sofrer falência de órgãos e ser levado à morte

Temperatura corporal: o funcionamento do organismo humano depende da manutenção da temperatura entre 35 ºC e 37,3 ºC;

Riscos à saúde: quadros de hipotermia ou hipertermia podem causar falência de órgãos e óbito caso não haja tratamento;

Sinais de emergência: confusão mental, sonolência, desmaio e convulsões são indicativos de alterações térmicas que exigem socorro médico imediato.

O funcionamento adequado do organismo humano depende de vários fatores e, entre eles, está a temperatura corporal. Em patamares normais, a variação deve estar entre 36,5 ºC e 37,2 ºC. Quando ocorre uma queda brusca ou um aumento repentino, pode haver consequências graves ao indivíduo.

Em casos de hipotermia, inicialmente, o corpo tentará conservar o calor, contraindo os vasos sanguíneos da pele, o que causa tremores. Se a medida não der certo, o cérebro, o coração e a respiração passam a funcionar de forma mais lenta. Como consequência, o indivíduo pode ter confusão mental, sonolência e, em quadros mais graves, perder a consciência.

“O coração também sofre bastante. Os batimentos ficam mais lentos e, nos casos graves, podem surgir arritmias e até parada cardíaca”, alerta a médica emergencista Nathalia Serrato, do Hospital DF Star, em Brasília.

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Já em quadros de hipertermia, a reação do corpo é aumentar a circulação de sangue e produzir suor para tentar eliminar o calor. Com o coração trabalhando mais rápido, a perda progressiva e contínua de água e sais minerais pode levar a queda de pressão e comprometimento na circulação sanguínea normal.

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Estimulação cognitiva pode retardar perda de funções no Alzheimer

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Estimulação cognitiva pode retardar perda de funções no Alzheimer

Estimulação cognitiva pode retardar perda de funções no Alzheimer

Com casos em alta, manter o cérebro ativo ao longo da vida pode ajudar a preservar funções e autonomia mesmo após o diagnóstico do Alzheimer

Cenário da demência: o Brasil possui cerca de 2,7 milhões de idosos com demência, número que pode alcançar 5,6 milhões até 2050;

Fatores de risco: a Organização Mundial da Saúde estima que até 45% dos casos de demência estão associados a fatores modificáveis, como sedentarismo, tabagismo e hipertensão;

Estimulação cognitiva: a prática ajuda a retardar a perda de funções e promover a autonomia, mas não interrompe a progressão do Alzheimer nem recupera funções perdidas.

A demência afeta milhões de pessoas no mundo e tende a crescer nas próximas décadas. No Brasil, cerca de 2,7 milhões de pessoas com 60 anos ou mais vivem com a condição, número que pode chegar a 5,6 milhões até 2050. Diante desse cenário, estratégias como a estimulação cognitiva entram no debate por ajudarem a manter funções do cérebro e a autonomia no dia a dia, inclusive em pessoas com Alzheimer.

Embora fatores como idade e genética não possam ser alterados, parte do risco está ligada a condições que podem ser controladas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 45% dos casos de demência estejam associados a fatores modificáveis, como sedentarismo, tabagismo, hipertensão, diabetes, obesidade, consumo de álcool e isolamento social.

“Uma pessoa pode levar um estilo de vida saudável e ainda assim desenvolver Alzheimer. Mas isso não significa que nossos hábitos sejam irrelevantes. Podemos agir sobre determinados fatores para reduzir a probabilidade de declínio cognitivo”, afirma a neuropsicóloga Martha Valeria Medina, da startup espanhola de neurorreabilitação NeuronUP.

Segundo ela, o cuidado com a saúde cerebral deve começar antes do surgimento de sintomas e seguir ao longo da vida. Manter atividade física, estímulo mental e vínculos sociais faz parte desse processo.

Alzheimer é uma doença degenerativa causada pela morte de células cerebrais e que pode surgir décadas antes do aparecimento dos primeiros sintomas

Por ser uma doença que tende a se agravar com o passar dos anos, o diagnóstico precoce é fundamental para retardar o avanço. Portanto, ao apresentar quaisquer sintomas da doença é fundamental consultar um especialista

Apesar de os sintomas serem mais comuns em pessoas com idade superior a 70 anos, não é incomum se manifestarem em jovens por volta dos 30. Aliás, quando essa manifestação “prematura” acontece, a condição passa a ser denominada Alzheimer precoce

Na fase inicial, uma pessoa com Alzheimer tende a ter alteração na memória e passa a esquecer de coisas simples, tais como: onde guardou as chaves, o que comeu no café da manhã, o nome de alguém ou até a estação do ano

Desorientação, dificuldade para lembrar do endereço onde mora ou o caminho para casa, dificuldades para tomar simples decisões, como planejar o que vai fazer ou comer, por exemplo, também são sinais da manifestação da doença

Além disso, perda da vontade de praticar tarefas rotineiras, mudança no comportamento (tornando a pessoa mais nervosa ou agressiva), e repetições são alguns dos sintomas mais comuns

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"Nossa conexão supera o entendimento", diz mulher que recebeu rim da irmã

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"Nossa conexão supera o entendimento", diz mulher que recebeu rim da irmã

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Diagnosticada com lúpus na adolescência, Jéssica desenvolveu complicações renais e passou a depender da hemodiálise

Histórico de saúde: diagnosticada com lúpus aos 14 anos, Jéssica Soares Rosalina iniciou tratamento por hemodiálise em 2018;

Transplante renal: após a impossibilidade de doação da mãe, a irmã de Jéssica, Danielle, realizou o procedimento em 18 de março de 2022;

Recuperação pós-operatória: Jéssica superou um episódio de rejeição, graduou-se em Nutrição e segue em acompanhamento médico permanente conforme protocolo de transplante.

Aos 14 anos, Jéssica Soares Rosalina foi diagnosticada com lúpus e desenvolveu comprometimento da função renal. Com a piora do quadro, começou a depender da hemodiálise em 2018. As sessões se tornaram parte da rotina de estudos, do casamento e até da construção da casa. Mas em 2022 tudo mudou, quando ela passou por um transplante renal por meio da doação da própria irmã.

Antes do procedimento, ela já havia decidido que gostaria de receber um transplante e estava na lista de doação, mas conta que nunca era chamada. Foi a partir daí que buscou informações e conheceu a possibilidade de receber a doação de alguém vivo.

“Quando entrei na faculdade, percebi que não teria uma vida tranquila se não fizesse o transplante. Decidi buscar informações, o que me trouxe segurança, pois no começo eu tinha receio”, conta.

A mãe dela foi a primeira a se candidatar para fazer a doação, em 2021, mas, após realizar os exames solicitados, descobriu três pedras nos rins, o que impossibilitou o procedimento.

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Saúde Homem vive 271 dias com rim de porco antes de receber transplante humano

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Mulheres lésbicas também podem ter ISTs e risco ainda é subestimado

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Mulheres lésbicas também podem ter ISTs e risco ainda é subestimado

Mulheres lésbicas também podem ter ISTs e risco ainda é subestimado

Contato entre mucosas e uso compartilhado de objetos podem transmitir infecções. Médicos reforçam a importância de exames e acompanhamentos

Riscos de transmissão: especialistas afirmam que infecções sexualmente transmissíveis podem ocorrer entre mulheres pelo contato de mucosa com mucosa;

Infecções comuns: a vaginose bacteriana, o HPV e o herpes simples aparecem com maior frequência, segundo a infectologista Adriana Coracini de Proença;

Medidas preventivas: a higienização de objetos, o uso de proteção e a testagem regular são estratégias recomendadas para a prevenção.

As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) seguem como um problema de saúde pública e atingem diferentes perfis da população. Entre mulheres lésbicas, porém, o tema ainda é pouco discutido, o que contribui para a ideia equivocada de que o risco seria baixo ou inexistente.

Especialistas apontam que essa percepção não corresponde à realidade. A ausência de informação adequada e de abordagens específicas na saúde pode atrasar o diagnóstico e dificultar a prevenção.

O ginecologista e obstetra Alexandre Pupo, do Hospital Sírio-Libanês, afirma que o risco de transmissão é alto. “O risco existe de transmissão sempre que houver contato de mucosa com mucosa”, explica.

Isso inclui diferentes formas de relação sexual entre mulheres, mesmo sem penetração. O contato direto entre regiões íntimas já é suficiente para permitir a passagem de agentes infecciosos.

Segundo a infectologista Adriana Coracini de Proença, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), algumas infecções aparecem com mais frequência nesse grupo. “A vaginose bacteriana, principalmente por Trichomonas, o HPV e o herpes simples são as principais”, afirma.

Ela explica que outras infecções, como sífilis e HIV, também podem ser transmitidas, embora com menor frequência. Já casos de clamídia e gonorreia costumam estar relacionados a exposições anteriores.

As formas de transmissão variam conforme as práticas. Adriana explica que sexo oro-vaginal, oro-anal, contato manual e uso de objetos sexuais compartilhados estão entre as situações que podem facilitar a infecção.

O uso compartilhado de “brinquedos sexuais” sem proteção é um dos principais pontos de atenção. “O compartilhamento de objetos está relacionado à maior parte das ISTs citadas quando utilizados sem preservativos”, diz.

No caso do HPV, o contato direto de pele com pele já pode ser suficiente para a transmissão.

A ginecologista Marina Aguiar de Almeida, do Hospital Santa Lúcia Norte, destaca que medidas simples fazem diferença na prevenção. “Manter os exames em dia, cuidar da saúde e higienizar corretamente os objetos utilizados são formas importantes de prevenção”, afirma.

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Filha com doença rara que causou a morte da mãe consegue transplante renal

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Filha com doença rara que causou a morte da mãe consegue transplante renal

Filha com doença rara que causou a morte da mãe consegue transplante renal

Diagnóstico silencioso levou à hemodiálise, mas doação permitiu transplante e mudança de rotina após meses de espera

Campanha de conscientização: o Setembro Verde destaca a importância da doação de órgãos para salvar vidas;

Relato de paciente: a gestora hospitalar Adriana Teles, de 49 anos, recebeu um transplante de rim após diagnóstico de glomeruloesclerose segmentar e focal (GESF);

Histórico médico: Adriana passou por hemodiálise antes de receber um órgão compatível, doado por uma família do Rio Grande do Sul em 2019.

A campanha Setembro Verde chama atenção para a importância da doação de órgãos, um gesto que pode mudar vidas. Foi o que aconteceu com a gestora hospitalar Adriana Teles, de 49 anos, que recebeu um transplante de rim após ser diagnosticada com a mesma doença que levou a mãe à morte enquanto aguardava por um órgão.

Adriana descobriu a doença aos 41 anos, durante exames exigidos para um processo de mudança para o Canadá. Sem apresentar sintomas, foi surpreendida ao saber que os rins já estavam comprometidos.

“Eu não tive nenhum sintoma. Descobri a doença por acaso, e isso me mostrou que a doença renal pode ser silenciosa”, relata.

A investigação levou ao diagnóstico de glomeruloesclerose segmentar e focal (GESF), a mesma condição que afetou sua mãe anos antes. No caso dela, a doença tinha origem genética.

Segundo o nefrologista Edison Souza, professor associado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ), a GESF afeta os pequenos filtros dos rins, chamados glomérulos, responsáveis por limpar o sangue. Com o tempo, pode levar à perda progressiva da função renal.

Ele explica que os sinais nem sempre são claros no início. “Os sintomas podem ser leves ou até imperceptíveis, o que contribui para que a doença seja descoberta mais tardiamente”, afirma.

A GESF pode ter diferentes origens e, em parte dos casos, surge sem uma causa definida.

Também pode estar associada a doenças prévias, infecções, uso de alguns medicamentos ou situações que sobrecarregam os rins.

Há ainda formas ligadas a alterações genéticas, que contribuem para o desenvolvimento da condição.

Os sinais mais comuns incluem inchaço, especialmente nas pernas e no rosto, além de urina com aspecto espumoso.

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Ambiente escolar pode ajudar a identificar problemas emocionais em alunos

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Ambiente escolar pode ajudar a identificar problemas emocionais em alunos

Ambiente escolar pode ajudar a identificar problemas emocionais em alunos

Observação atenta de professores e especialistas ajudam a identificar sinais de sofrimento psíquico em crianças e adolescentes

Sinais emocionais: a manifestação de sofrimento emocional em estudantes ocorre por meio de comportamentos como irritabilidade, isolamento, queda no rendimento acadêmico e queixas físicas;

Impacto neurológico: o estresse persistente compromete processos cognitivos como atenção, memória de trabalho e planejamento;

Papel escolar: especialistas recomendam que educadores realizem registros objetivos de comportamentos concretos, evitando diagnósticos clínicos.

A sala de aula é frequentemente o primeiro lugar onde as mudanças emocionais se manifestam de forma visível. No entanto, traduzir o silêncio, a queda no rendimento ou a irritabilidade repentina de um aluno exige da comunidade escolar mais do que intuição: demanda observação atenta, critérios objetivos e trabalho em equipe.

Mais do que procurar um sintoma isolado, a equipe pedagógica deve observar alterações no padrão habitual do estudante. A psicóloga Flávia Marsola Cembranel, que atua clinicamente com adolescentes e adultos, ressalta que o sofrimento se expressa de formas distintas conforme a fase do desenvolvimento.

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“Nas crianças, o sofrimento emocional pode aparecer de maneira mais comportamental ou corporal: irritabilidade, choro, recusa escolar e queixas físicas como dores de cabeça e de barriga. Muitas vezes, a criança não possui linguagem suficiente para dizer: “estou triste”. Já nos adolescentes, aparecem o isolamento, alterações no sono e perda de interesse. Nem todo jovem deprimido parece triste; às vezes, o sofrimento aparece como apatia ou irritabilidade”, explica Flávia.

Os impactos emocionais afetam diretamente os processos neurológicos de aprendizagem. A psicopedagoga Elaine Cristina, especialista em Neurociência Cognitiva e Neuropsicopedagogia, pontua que a atenção, a memória de trabalho e a capacidade de planejamento ficam comprometidas quando o cérebro mobiliza recursos para responder a uma percepção de ameaça.

“Aprender exige foco e organização do pensamento. Em situações de estresse intenso ou persistente, o estudante passa a ter dificuldade de seguir instruções ou recuperar conteúdos já aprendidos. Quando um estudante muda significativamente sua forma de aprender ou se relacionar, antes de concluir que há desinteresse ou falta de estudo, precisamos investigar o que essa mudança pode estar sinalizando”, destaca Elaine.

Um dos maiores desafios das instituições de ensino é estabelecer a fronteira entre o suporte pedagógico e a intervenção clínica. As especialistas concordam que o professor não deve atuar como terapeuta, mas como um observador estratégico que, em vez de rotular o estudante com termos clínicos, registra comportamentos concretos.

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Gestação: exposição a composto usado em plásticos eleva risco de TEA e TDAH

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Gestação: exposição a composto usado em plásticos eleva risco de TEA e TDAH

Gestação: exposição a composto usado em plásticos eleva risco de TEA e TDAH

Estudo aponta que exposição ao DEHP na gravidez se associa a sintomas mais intensos de autismo e TDAH em crianças pequenas

Estudo científico: pesquisa publicada em 11 de setembro no periódico Med indica que a exposição ao plastificante DEHP na gestação pode estar ligada a sintomas de autismo e TDAH na infância;

Mecanismo observado: a análise apontou mudanças na metilação do DNA em genes relacionados ao desenvolvimento do cérebro, emoção e comportamento social;

Limitações da pesquisa: o estudo não estabelece relação de causa e efeito e requer novas investigações.

A exposição a um plastificante comum durante a gravidez pode estar ligada a alterações no desenvolvimento cerebral e a sintomas mais intensos de autismo e TDAH na infância. A associação foi observada em um estudo com mulheres grávidas e seus filhos acompanhados até os 4 anos.

O composto analisado é o DEHP, um tipo de ftalato presente em plásticos do dia a dia. Ele pode entrar no organismo por ingestão, inalação ou contato com a pele.

Os pesquisadores mediram os níveis da substância em amostras de urina de 847 gestantes no fim da gravidez e analisaram o sangue do cordão umbilical após o nascimento. Também acompanharam o comportamento das crianças aos 2 e 4 anos, com base em questionários respondidos pelos pais.

Os resultados, publicados em 11 de setembro no periódico Med, indicaram que maior exposição ao DEHP durante a gestação esteve ligada a mais sinais de desatenção, hiperatividade e dificuldades de interação social.

A análise apontou mudanças na metilação do DNA, um processo que regula a ativação dos genes sem alterar o código genético. Essas alterações atingiram redes ligadas ao desenvolvimento do cérebro, especialmente em áreas relacionadas à emoção, atenção e comportamento social.

Os cientistas identificaram um conjunto de 531 genes associado à exposição ao plastificante. Parte desses genes já é conhecida por ter relação com o risco de autismo e TDAH.

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Cirurgia complexa de 24 horas separa gêmeas que nasceram unidas pela cabeça

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Cirurgia complexa de 24 horas separa gêmeas que nasceram unidas pela cabeça

Cirurgia complexa de 24 horas separa gêmeas que nasceram unidas pela cabeça

Hiyab e Wuhbto nasceram na Etiópia e foram operadas nos EUA após meses de preparação. Mais de 100 profissionais participaram dos cuidados

Cirurgia de separação: as gêmeas Hiyab e Wuhbto, unidas pelo crânio, foram separadas em procedimento de mais de 24 horas realizado entre 24 e 25 de fevereiro de 2026, no Missouri;

Equipe e preparação: o procedimento no SSM Health Cardinal Glennon Children’s Hospital contou com mais de 30 profissionais e foi precedido por 300 horas de planejamento com modelos 3D;

Processo de reabilitação: as irmãs, que completaram 2 anos em março de 2026, seguem em reabilitação para o desenvolvimento motor.

As gêmeas Hiyab e Wuhbto, que nasceram unidas pela cabeça, foram separadas com sucesso após uma cirurgia que durou mais de 24 horas no SSM Health Cardinal Glennon Children’s Hospital, em St. Louis, no estado norte-americano do Missouri. O procedimento ocorreu entre 24 e 25 de fevereiro de 2026, depois de meses de preparação.

As meninas nasceram na Etiópia com craniopagia, condição rara na qual gêmeos estão unidos pelo crânio. Segundo dados da National Library of Medicine citados pelo hospital onde ocorreu a operação, casos do tipo ocorrem em aproximadamente um a cada 2,5 milhões de nascidos vivos e representam menos de 6% dos gêmeos siameses.

Hiyab e Wuhbto chegaram a St. Louis em março de 2025, pouco antes de completarem o primeiro ano de vida. A transferência aos Estados Unidos ocorreu por meio de uma parceria internacional que reuniu hospitais, organizações de assistência infantil e profissionais de diferentes especialidades.

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Doença rara faz mulher ter ausência quase total de gordura aparente

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Doença rara faz mulher ter ausência quase total de gordura aparente

Doença rara faz mulher ter ausência quase total de gordura aparente

Karyn Cerqueira, de 29 anos, foi diagnosticada com lipodistrofia generalizada congênita, uma condição caracterizada pela ausência de gordura

Diagnóstico médico: Karyn Cerqueira, de 29 anos, possui lipodistrofia generalizada congênita, condição caracterizada pela ausência de gordura sob a pele;

Complicações de saúde: a doença está associada a quadros como diabetes, cardiomiopatia hipertrófica, esteatose hepática e resistência à insulina;

Acesso a medicamento: a paciente utiliza a metreleptina via judicial, mas enfrenta desabastecimento do fármaco desde meados de agosto sem previsão de reposição.

Para a maioria das pessoas, a briga com a balança é travada com dietas, exercícios ou canetas emagrecedoras. No caso de Karyn Cerqueira, carioca, de 29 anos, a perda de gordura no corpo nunca foi uma escolha, mas uma condição médica.

Logo no primeiro ano de vida, ela foi diagnosticada com lipodistrofia generalizada congênita (também chamada de Síndrome de Berardinelli-Seip), um caso clínico raro e grave caracterizado pela ausência quase total de gordura sob a pele desde o nascimento.

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A confirmação do quadro ocorreu quando Karyn tinha cerca de um ano e meio de vida, em um hospital da Zona Sul do Rio de Janeiro. Os médicos perceberam que ela apresentava características físicas semelhantes às de um bebê prematuro, apesar de ter nascido após uma gestação completa de nove meses.

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Depressão oscila ao longo do tempo e pode ter recaídas mesmo quando tratada

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Depressão oscila ao longo do tempo e pode ter recaídas mesmo quando tratada

Depressão oscila ao longo do tempo e pode ter recaídas mesmo quando tratada

Especialistas explicam que a depressão tem fases de remissão e recaída e pode reaparecer mesmo após resposta inicial ao tratamento

Prevalência da doença: segundo o Ministério da Saúde, a depressão atinge cerca de 15,5% da população brasileira;

Conceito de remissão: especialistas explicam que o termo é usado quando os sintomas diminuem ou desaparecem por períodos, sem definir cura definitiva;

Riscos de recaída: fatores como interrupção de tratamento, conflitos e sobrecarga podem contribuir para a volta dos sintomas, que exigem acompanhamento contínuo.

*Aviso: esta matéria aborda temas como depressão e suicídio. Se você enfrenta problemas ou conhece alguém que está nessa situação, veja ao final do texto onde buscar apoio.

A depressão é um transtorno mental frequente que pode aparecer em episódios ao longo da vida. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, a prevalência chega a cerca de 15,5%. Mesmo com tratamento e melhora dos sintomas, o quadro pode voltar, o que ajuda a explicar por que muitas pessoas passam por fases de melhora seguidas de piora.

De acordo com especialistas, a depressão não costuma ser definida como uma condição com “cura” definitiva. O termo mais utilizado é remissão, quando os sintomas diminuem ou desaparecem por um período.

A psiquiatra Renata Verna, do Hospital Santa Lúcia Sul, explica que isso não significa falha no tratamento.

“Muitas pessoas têm um episódio depressivo, entram em remissão e passam anos sem novos sintomas. Outras apresentam episódios recorrentes e precisam de acompanhamento mais prolongado”, destaca.

A pesquisadora Ana Paula Pena, da Universidade de Brasília (UnB), acrescenta que a recuperação pode ser completa, mas não elimina totalmente o risco de novos episódios. “A depressão é tratável e muitas pessoas se recuperam, mas algumas permanecem vulneráveis e precisam de estratégias contínuas de prevenção”, aponta.

A recaída ocorre quando, após uma melhora significativa, os sintomas reaparecem e passam novamente a causar sofrimento e prejuízo no dia a dia. Segundo Renata, é preciso diferenciar esse quadro de oscilações comuns do humor.

“A melhora inicial não significa que a doença esteja totalmente controlada. O tratamento tem etapas e precisa ser mantido por um período adequado para reduzir o risco de novos episódios”, explica.

A depressão tem causas múltiplas, que envolvem fatores biológicos, psicológicos e sociais. Por isso, mesmo após resposta ao tratamento, a pessoa pode continuar suscetível a novas crises.

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Fit, proteico ou zero: rótulos podem esconder armadilhas em alimentos

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Fit, proteico ou zero: rótulos podem esconder armadilhas em alimentos

Fit, proteico ou zero: rótulos podem esconder armadilhas em alimentos

Produtos proteicos, “zero” e ricos em fibras podem ser ultraprocessados; especialistas ensinam a identificar o “fit” que só parece saudável

Pesquisa sobre produtos: estudo publicado na revista Ciência & Saúde Coletiva apontou que 79% de 146 alimentos vendidos no Brasil com termos “fit” ou “fitness” eram ultraprocessados;

Alerta de especialista: a nutróloga Maria Beatriz Leme Monteiro afirma que observar apenas nutrientes destacados nas embalagens pode levar a uma percepção equivocada sobre a qualidade do produto;

Orientação nutricional: especialistas recomendam priorizar alimentos in natura.

A preocupação com a alimentação tem levado muita gente a trocar biscoitos, sobremesas e lanches tradicionais por versões apresentadas como mais saudáveis. Barrinhas de proteína, bebidas lácteas proteicas, cereais, biscoitos “fit”, shakes e refeições prontas ganharam espaço na rotina, principalmente entre quem procura praticidade sem abrir mão dos cuidados com a saúde.

O problema é que palavras como “fit”, “zero açúcar”, “rico em fibras” ou “alto teor de proteína” não transformam automaticamente um produto em uma escolha saudável.

Por trás da embalagem associada à saúde e à boa forma pode estar um alimento ultraprocessado, com uma formulação bastante diferente daquela encontrada nos alimentos in natura ou minimamente processados. Segundo a nutróloga Maria Beatriz Leme Monteiro, de São Paulo, observar apenas nutrientes destacados na embalagem pode levar a uma percepção equivocada.

“O risco está justamente em achar que, por trazer esses apelos nutricionais, o produto pode substituir a alimentação de verdade no dia a dia do paciente”, afirma.

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