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Diagnosticada com câncer aos 29 anos, mulher expõe dificuldades financeiras

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Diagnosticada com câncer aos 29 anos, mulher expõe dificuldades financeiras

Diagnosticada com câncer aos 29 anos, mulher expõe dificuldades financeiras

Stephanie Villaranga relata que, além dos gastos médicos, os afastamentos para tratar a doença reduziram sua renda

Diagnóstico e tratamento: Stephanie Villaranga, professora em Nova York, iniciou tratamento contra câncer de mama em junho de 2025;

Dificuldades financeiras: a necessidade de congelamento de óvulos custou US$ 25 mil, enquanto faltas ao trabalho e afastamentos por saúde levaram a reduções salariais e perda de benefícios;

Impacto profissional: a professora teve pagamentos retidos e suspensão da remuneração de férias escolares ao perder a elegibilidade ao plano de saúde.

Quando recebeu o diagnóstico de câncer de mama, aos 29 anos, Stephanie Villaranga vivia com o companheiro e o filho pequeno, segundo relata em suas redes sociais. Até o momento do diagnóstico a família nunca havia enfrentado dificuldades financeiras.

O tratamento contra o câncer foi iniciado em junho de 2025 e mudou a rotina da professora que trabalha com educação especial no Queens, em Nova York, nos Estados Unidos. A doença trouxe uma preocupação que ela não esperava: como pagar as contas e o tratamento enquanto precisava faltar ao trabalho.

Logo na primeira consulta, Stephanie recebeu a recomendação de congelar seus óvulos antes de começar a quimioterapia, caso quisesse ter mais filhos no futuro. O procedimento custaria cerca de US$ 25 mil (pouco mais de R$ 130.000), e ela tinha uma semana para reunir o dinheiro.

Uma campanha de arrecadação no site GoFoundMe foi criada por Stephanie e a repercussão de seus vídeos nas redes sociais, ajudaram no primeiro momento a cobrir algumas despesas.

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Falha em proteína do óvulo pode afetar embrião e aumentar mutações

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Falha em proteína do óvulo pode afetar embrião e aumentar mutações

Falha em proteína do óvulo pode afetar embrião e aumentar mutações

Pesquisa com camundongos indica que defeito em proteína do óvulo reduz embriões e favorece alterações genéticas após a fecundação

Estudo científico: pesquisa da UFSCar, publicada em 3 de setembro na revista Molecular Human Reproduction, indica que falha no reparo do DNA em células reprodutivas femininas pode prejudicar o desenvolvimento do embrião;

Papel da proteína RAD51: o estudo aponta que a ausência da proteína RAD51 compromete o reparo genético em camundongos, reduzindo o número de filhotes viáveis e aumentando mutações no embrião;

Aplicações em reprodução: autores sugerem que entender o processo pode auxiliar no desenvolvimento de estratégias em reprodução assistida, visando reduzir perdas gestacionais iniciais.

Uma falha no sistema de reparo do DNA em células reprodutivas femininas pode prejudicar o início do desenvolvimento do embrião e aumentar o surgimento de mutações. A conclusão é resultado de um estudo realizado com camundongos para analisar o papel de uma proteína envolvida na correção de danos genéticos.

A pesquisa mostra que, mesmo que o crescimento e a fecundação ocorram normalmente, a ausência da proteína RAD51 compromete etapas logo após a formação do embrião. O trabalho foi conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com apoio de instituições internacionais, e publicado em 3 de setembro na revista Molecular Human Reproduction.

Os ovócitos — células que dão origem aos óvulos — conseguem se desenvolver e ser fecundados mesmo sem a proteína. O problema aparece depois. Nos primeiros dias após a fecundação, o número de embriões viáveis diminui.

Nos experimentos, camundongos sem a proteína tiveram redução no número de filhotes. Enquanto os animais do grupo de comparação geraram de sete a oito descendentes, os demais tiveram de dois a três.

Além disso, os embriões que conseguem seguir o desenvolvimento apresentam mais mutações genéticas. Muitas dessas alterações surgem logo após a fecundação e não estão presentes nos pais.

O DNA pode sofrer quebras por diferentes motivos, como erros durante a divisão celular ou exposição a agentes externos. Em condições normais, as células usam um mecanismo preciso para corrigir esses danos, copiando a informação correta de uma sequência intacta.

Sem a RAD51, esse processo falha. A célula passa a usar caminhos alternativos, que apenas unem as partes quebradas sem conferir o código original. O reparo é menos preciso e aumenta a chance de erros no material genético.

Estudos anteriores já indicavam que a produção de proteínas ligadas ao reparo do DNA diminui com o envelhecimento. Esse processo está associado à redução da fertilidade e ao aumento do risco de alterações genéticas nas gerações seguintes.

Alterações nesses mecanismos também têm sido relacionadas a doenças raras e a maior risco de alguns tipos de câncer.

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Jovem com síndrome genética rara morre no dia do baile da escola

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Jovem com síndrome genética rara morre no dia do baile da escola

Jovem com síndrome genética rara morre no dia do baile da escola

Brennen Saele, de 17 anos, tinha síndrome de Ehlers-Danlos vascular, condição genética que pode causar fragilidade das artérias

Morte de adolescente: Brennen Saele, de 17 anos, morreu em 19 de setembro após a ruptura de um aneurisma decorrente da síndrome de Ehlers-Danlos vascular;

Condição genética: a doença afeta o tecido conjuntivo e, na forma vascular, compromete a resistência dos vasos sanguíneos, aumentando riscos de rupturas arteriais;

Histórico clínico: o jovem recebeu o diagnóstico após a mãe descobrir que também tinha a síndrome e investigar complicações em uma lesão no ombro.

Brennen Saele, de 17 anos, morreu após a ruptura de um aneurisma relacionado a uma condição genética rara, a síndrome de Ehlers-Danlos vascular (vEDS). A morte ocorreu em 19 de setembro, justamente na noite do baile de boas-vindas da escola onde o adolescente estudava, em Illinois, nos Estados Unidos.

Na noite anterior, Brennen havia reclamado de dor na região da clavícula e foi levado pela mãe, Genesis Saele, ao hospital. Os médicos identificaram um aneurisma em uma artéria que seguia pelo pescoço em direção ao cérebro. Segundo o relato dela à revista People, o aneurisma se rompeu no dia seguinte, levando à morte do adolescente no Northwestern Memorial Hospital, em Chicago.

Aluno do último ano da Lincoln-Way Central High School, Brennen deveria estar com os colegas no baile naquela noite. Quando souberam da morte, estudantes deixaram a festa para ficar próximos dele e, nos dias seguintes, a comunidade escolar organizou homenagens ao jovem.

As síndromes de Ehlers-Danlos formam um grupo de doenças hereditárias que afetam o tecido conjuntivo, responsável por dar sustentação e resistência a diferentes estruturas do organismo. Brennen tinha o tipo vascular, uma das formas mais graves, por causa do risco de complicações envolvendo artérias.

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Coração transplantado se adapta à idade biológica do receptor

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Coração transplantado se adapta à idade biológica do receptor

Coração transplantado se adapta à idade biológica do receptor

Estudo indica que órgãos envelhecem ou rejuvenescem após transplante, conforme o organismo que os recebe

Estudo sobre transplantes: pesquisa indica que corações transplantados podem mudar a idade biológica após a cirurgia para se adequar ao organismo do receptor;

Resultados observados: corações de doadores idosos transplantados para jovens mostraram sinais de rejuvenescimento em testes com animais e pacientes;

Status da pesquisa: o estudo foi publicado no servidor bioRxiv, ainda não passou por revisão por pares e necessita de confirmação em análises maiores.

Corações transplantados podem mudar sua idade biológica após a cirurgia e passar a se comportar de acordo com o organismo do receptor. É o que indica um novo estudo que analisou esse processo em animais e em pacientes humanos.

Os resultados sugerem que órgãos mais velhos podem funcionar melhor do que se imaginava em pessoas mais jovens. A pesquisa, publicada no servidor de pré-impressão bioRxiv, ainda não foi revisada por pares.

Os cientistas avaliaram a chamada idade biológica, que reflete o desgaste das células ao longo do tempo. Para isso, analisaram alterações químicas no DNA associadas ao envelhecimento.

Em testes com camundongos, corações jovens transplantados para animais mais velhos passaram a apresentar sinais de envelhecimento mais rápido. Já corações de animais idosos mostraram sinais de rejuvenescimento quando transplantados para indivíduos jovens.

O mesmo efeito foi observado em pacientes. Em 11 casos analisados, com grande diferença de idade entre doador e receptor, os corações passaram a apresentar características biológicas mais próximas das pessoas que os receberam.

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Creatina é destaque entre suplementos com mais evidências científicas

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Creatina é destaque entre suplementos com mais evidências científicas

Creatina é destaque entre suplementos com mais evidências científicas

Especialistas avaliam a eficácia de suplementos populares e fórmulas detox, destacando que a creatina é a que tem maior respaldo

Eficácia da creatina: a creatina monohidratada possui respaldo científico para produção de energia, manutenção e ganho de massa muscular associado ao treino de força;

Uso da cafeína: a substância apresenta evidências para melhora do desempenho físico e estado de alerta, mas seu consumo excessivo pode causar efeitos adversos;

Proteínas e suplementos: especialistas pontuam que o whey protein é uma fonte prática de proteína, enquanto produtos como BCAA e detox carecem de evidências.

No mercado de nutrição e fitness, prateleiras e redes sociais são inundadas por suplementos com promessas de resultados rápidos, energia inesgotável e emagrecimento milagroso. Diante de tantas opções, surge a dúvida: o que tem eficácia comprovada pela ciência e o que é apenas desperdício de dinheiro?

Para responder a essa questão, a literatura científica internacional e diretrizes de nutrição esportiva categorizam os suplementos de acordo com seu nível de evidência. No topo da pirâmide de eficácia está a creatina monohidratada, um dos compostos mais estudados do mundo.

“A creatina é um dos suplementos mais estudados, trazendo vários benefícios como produção de energia, manutenção da massa muscular e até o ganho de massa associado ao treino de força”, explica a nutricionista Fabiana Ximenes, da clínica Tivolly.

O nutricionista Lucas Moraro, especialista em metabolismo, emagrecimento e nutrição esportiva, reforça a solidez do composto: “A creatina aumenta os estoques musculares e pode melhorar a capacidade de realizar esforços de alta intensidade e repetidos, além de favorecer ganhos de força e massa muscular quando associada ao treinamento de resistência”.

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"Tenho uma vida normal”: diz idoso que doou rim para o filho aos 69 anos

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"Tenho uma vida normal”: diz idoso que doou rim para o filho aos 69 anos

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Avaliação considera função renal, doenças e riscos da cirurgia para garantir a segurança de quem doa

Regras de doação: pessoas idosas podem ser doadoras de órgãos em vida, desde que apresentem condições adequadas de saúde e sejam aprovadas em avaliação médica rigorosa conforme o Sistema Nacional de Transplantes;

Critérios de saúde: a idade, isoladamente, não é uma contraindicação, mas condições como hipertensão, diabetes ou problemas cardíacos e renais podem impedir o procedimento;

Caso relatado: Arivaldo Pereira Sampaio doou um rim ao filho em 25 de setembro de 2024.

Pessoas idosas podem fazer doação de órgãos em vida, desde que apresentem condições adequadas de saúde e sejam aprovadas após avaliação médica rigorosa. Pelas regras do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), o doador vivo deve ser juridicamente capaz, estar saudável e concordar com o procedimento, que não pode comprometer a própria saúde.

Foi o caso de Arivaldo Pereira Sampaio, que enfrentou a dúvida aos 69 anos, quando decidiu se candidatar à doação para o filho, Alysson, que havia perdido a função do único rim e precisava de um transplante. Embora não apresentasse problemas aparentes de saúde, ele temia que a idade impedisse o procedimento.

“Eu fiquei realmente com o medo de não poder ser o doador. Eu não apresentava nenhum sintoma claro de saúde, mas o peso da idade, a gente não sabe como estaria o órgão, se poderia ser doado ou não”, conta.

Após descobrir que era compatível e passar por uma série de exames, Arivaldo foi considerado apto. A cirurgia ocorreu em 25 de setembro de 2024 e, segundo ele, poder ajudar o filho foi uma “grande graça de Deus”.

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Infecção de urina pode ter influência genética, mas não é determinante

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Infecção de urina pode ter influência genética, mas não é determinante

Infecção de urina pode ter influência genética, mas não é determinante

Estudos revelam que genes e imunidade podem influenciar a recorrência da doença, mas estilo de vida e anatomia continuam sendo decisivos

Influência genética: estudos sugerem que variantes genéticas podem interferir na sensibilidade das mucosas e na resposta imunológica, influenciando a suscetibilidade a infecções urinárias;

Fatores associados: a manifestação da doença depende de uma combinação de fatores genéticos, anatômicos, imunológicos e ambientais;

Diagnóstico clínico: ainda não existem testes genéticos de rotina para prever infecções recorrentes, mantendo-se a investigação baseada no histórico e exames.

Quem já enfrentou uma infecção do trato urinário (ITU) sabe como é intenso o desconforto associado à condição. Para grande parte da população, o problema ocorre de forma isolada e esporádica; no entanto, para outras pessoas — com predominância entre as mulheres —, pode se transformar em um ciclo recorrente.

Diante do surgimento de episódios frequentes entre mães, filhas e irmãs de uma mesma família, uma dúvida inevitavelmente ganha força: a infecção urinária pode ter origem genética?

A ciência destaca que existe uma relevante influência genética na suscetibilidade e na predisposição ao desenvolvimento da doença, embora ela não atue como um fator isolado ou determinante absoluto. Pesquisas recentes no campo da genômica demonstram que determinadas variantes genéticas têm a capacidade de alterar a sensibilidade das mucosas e moderar a resposta imunológica inata contra a invasão de micro-organismos nocivos.

Entre os principais agentes causais está a Escherichia coli uropatogênica, uma bactéria responsável pela ampla maioria das infecções do trato urinário.

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Touca de resfriamento pode preservar o cabelo no tratamento do câncer

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Touca de resfriamento pode preservar o cabelo no tratamento do câncer

Touca de resfriamento pode preservar o cabelo no tratamento do câncer

Recurso médico pode reduzir circulação de quimioterápicos na raiz capilar e exige cuidados dermatológicos específicos durante as sessões

Causa da queda: a quimioterapia atinge células de rápida divisão, o que inclui as responsáveis pelo crescimento capilar;

Mecanismo da técnica: a crioterapia capilar causa vasoconstrição e desaceleração metabólica, reduzindo a exposição dos folículos aos medicamentos;

Eficácia do procedimento: estudos indicam que cerca de metade das pacientes mantém mais de 50% dos cabelos, embora a proteção não seja universal e varie conforme o fármaco.

A alopecia induzida por quimioterápicos é um dos efeitos colaterais mais temidos por pacientes em tratamento contra o câncer. O impacto estético frequentemente afeta a autoimagem e o bem-estar emocional durante uma fase de extrema vulnerabilidade. No entanto, o avanço da medicina integrativa e de suporte tem oferecido alternativas para mitigar essa perda, destacando-se a crioterapia capilar — popularmente conhecida como touca gelada.

O surgimento da alopecia decorre diretamente do mecanismo de ação dos quimioterápicos. Conforme esclarece a médica oncologista Sabina Aleixo, esses medicamentos têm como alvo biológico as estruturas celulares de rápida divisão.

“A quimioterapia age principalmente sobre as células que se multiplicam rapidamente, e as células responsáveis pelo crescimento do cabelo também têm essa característica. Por isso, acabam sendo atingidas pelo tratamento”, explica a médica. Ela ressalta, contudo, que nem toda quimioterapia provoca queda de cabelo e que a intensidade da queda varia de acordo com os medicamentos utilizados.

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Aquecer o azeite não o faz perder os benefícios, apontam nutricionistas

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Aquecer o azeite não o faz perder os benefícios, apontam nutricionistas

Aquecer o azeite não o faz perder os benefícios, apontam nutricionistas

Especialistas dizem que o azeite é uma das gorduras mais resistentes ao calor, mantendo grande parte de suas vantagens nutricionais

Estabilidade térmica: o azeite de oliva é uma gordura resistente ao calor, mantendo propriedades nutricionais mesmo após aquecido;

Perda de nutrientes: preparos em altas temperaturas reduzem parcialmente a concentração de antioxidantes, como polifenóis e vitamina E;

Uso culinário: especialistas recomendam evitar o ponto de fumaça, geralmente entre 160 °C e 210 °C no azeite extravirgem, para prevenir a liberação de compostos indesejados.

A ideia de que o azeite de oliva perde todas as propriedades saudáveis — ou até se torna tóxico — ao entrar em contato com o fogo é um mito recorrente da culinária doméstica. Embora o aquecimento possa alterar, sim, a estrutura química do óleo e reduzir a presença de antioxidantes sensíveis, a literatura científica confirma que ele é uma das gorduras mais resistentes ao calor, mantendo grande parte das suas vantagens nutricionais.

A explicação para essa estabilidade térmica está na sua composição. Predominantemente composto por ácido oleico (uma gordura monoinsaturada) e enriquecido com compostos bioativos, o azeite de oliva extravirgem sofre degradação oxidativa em um ritmo muito mais lento do que óleos vegetais ricos em gorduras poli-insaturadas, como os de soja, milho ou girassol.

Segundo a nutricionista Thays Pomini, todo óleo sofre oxidação ao ser aquecido, mas o que diferencia as gorduras é a velocidade desse processo.

“O azeite, especialmente o extravirgem, é rico em gordura monoinsaturada, que é quimicamente mais estável, e traz antioxidantes naturais, como polifenóis e vitamina E, que funcionam como um escudo e retardam essa degradação. Nas temperaturas de uma cozinha doméstica, o azeite não se torna tóxico”, afirma.

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Fim das bets: medida do governo cita apostas como demanda de saúde pública

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Fim das bets: medida do governo cita apostas como demanda de saúde pública

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta sexta-feira (25/9), uma medida provisória (MP) para proibir as bets no Brasil

Medida Provisória: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou MP que proíbe apostas online em todo o Brasil;

Saúde pública: o governo federal aponta as bets como demanda de saúde pública, citando riscos como ansiedade e depressão;

Tramitação legislativa: a medida está em vigor, mas o Congresso Nacional precisa aprovar ou rejeitar o texto em até 120 dias para evitar que a determinação perca a validade.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta sexta-feira (25/9), uma medida provisória (MP) para proibir apostas on-line – popularmente chamadas de bets – em todo o Brasil. Em comunicado sobre a ação divulgado no mesmo dia, o governo federal cita as jogatinas on-line como “uma nova e crescente demanda de saúde pública”.

Segundo a nota, além de ocasionar perdas financeiras, a prática de aposta on-line pode estar associada a ansiedade, depressão, perda de controle, mudanças no sono e no humor, conflitos familiares, isolamento, prejuízos às relações pessoais e profissionais e maior uso de álcool e outras drogas.

“Estamos falando de algo que vai muito além de uma atividade econômica: entra nas casas das pessoas, nas escolas e nos celulares, e afeta não apenas quem desenvolve um comportamento compulsivo, mas também os familiares que estão ao seu redor. Nós temos o autoteste disponível no Meu SUS Digital para que cada pessoa possa avaliar o impacto das apostas na própria vida”, aponta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que a mortalidade por suicídio entre indivíduos com transtorno do jogo é 15 vezes maior. Já informações sobre demanda no Sistema Único de Saúde (SUS) afirmam que, entre 2018 e 2025, atendimentos ligados a jogo patológico e problemas com apostas tiveram aumento de cerca de 140%. Estima-se que, até 2028, haja um aumento de mais de 104%.

De acordo com um estudo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde, o custo social (o impacto financeiro e de bem-estar total que uma atividade econômica gera para a sociedade) ligado aos jogos é estimado em R$ 38,8 bilhões anuais. Do montante, R$ 30,6 bilhões (cerca de 79%) estão associados a problemas de saúde, incluindo suicídios, perda de qualidade de vida associada à depressão e tratamentos médicos.

“Há dados que expressam o tamanho do problema, mas certamente não conseguem traduzir todo o sofrimento que aparece quando ouvimos os relatos de pacientes, profissionais de saúde e familiares”, diz Padilha.

Com a ação de Lula, a MP já está em vigor e, momentaneamente, as plataformas de apostas on-line estão proibidas de funcionar em território nacional. Por outro lado, o Congresso Nacional terá que aprovar ou rejeitar a medida em até 120 dias. Caso não seja votada, a determinação perderá a validade.

Para ficar por dentro de tudo sobre ciência e nutrição, veja todas as reportagens de Saúde.

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Postura, respiração e cadência corretas podem evitar lesões na academia

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Postura, respiração e cadência corretas podem evitar lesões na academia

Postura, respiração e cadência corretas podem evitar lesões na academia

Pesquisa com 730 alunos revela: 79,7% tiveram lesões na academia e 42% relataram dores no treino nos últimos 12 meses

Dados de pesquisa: estudo da UnB com 730 adultos em Brasília apontou que 79,7% relataram lesões musculoesqueléticas e 42% informaram dor entre maio e dezembro de 2022;

Principais locais: as regiões mais citadas para lesões foram ombro (31,1%), coluna lombossacral (29,1%) e joelho (14,9%);

Orientações de especialistas: profissionais destacam a importância da postura, cadência, respiração e acompanhamento técnico para prevenir lesões durante o treino.

Fazer musculação vai além de levantar pesos ou repetir os movimentos indicados em uma ficha. Postura, respiração, velocidade de execução, escolha da carga e capacidade individual precisam ser consideradas durante o treinamento, já que compensações podem passar despercebidas por quem está concentrado apenas em completar as repetições.

Um estudo da Universidade de BrasíliaAbrir PDF em nova abaTela cheiaCarregando PDF... (UnB) avaliou 730 adultos que praticavam treinamento resistido regularmente em quatro academias de Brasília, entre maio e dezembro de 2022. Nos 12 meses anteriores à pesquisa, 79,7% relataram alguma lesão musculoesquelética, enquanto 42% informaram episódios de dor.

Entre as regiões mais relatadas para lesões estavam o ombro, com 31,1%, a coluna lombossacral, com 29,1%, e o joelho, com 14,9%. Apesar dos números, o ortopedista Lúcio Gusmão, fundador da Rede CADE (Centro Avançado de Dor e Especialidades), ressalta que a musculação não deve ser considerada uma atividade perigosa quando realizada de maneira adequada.

Segundo o médico, lesões musculoesqueléticas são multifatoriais e não podem ser atribuídas somente à execução imperfeita. Sobrecarga, recuperação insuficiente, condicionamento inadequado, uso frequente de cargas elevadas e problemas na técnica podem contribuir para o surgimento de lesões.

“Não devemos ter medo da carga; devemos respeitar a progressão da carga. O organismo precisa receber estímulo para se adaptar, mas esse estímulo deve ser compatível com a capacidade, a técnica e a recuperação daquela pessoa”, explica Gusmão.

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Nova insulina semanal é aprovada nos EUA para diabetes tipo 2

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Nova insulina semanal é aprovada nos EUA para diabetes tipo 2

Nova insulina semanal é aprovada nos EUA para diabetes tipo 2

Onswik é aplicada uma vez por semana e apresentou controle da glicose semelhante ao de insulinas basais administradas diariamente

Aprovação da FDA: a agência dos Estados Unidos aprovou a Onswik, insulina de aplicação semanal para adultos com diabetes tipo 2;

Características do fármaco: o medicamento da farmacêutica Eli Lilly atua como análogo de ação prolongada e deve ser utilizado como complemento a exercícios e dieta;

Riscos e indicações: a substância pode causar hipoglicemia e não é recomendada para pacientes com diabetes tipo 1.

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, aprovou uma nova insulina de aplicação semanal para adultos com a diabetes tipo 2. Batizado de Onswik, o medicamento contém insulina efsitora alfa-gobe, da farmacêutica Eli Lilly, e oferece uma alternativa às aplicações diárias de insulina basal.

A Onswik é um análogo de insulina de ação prolongada, aplicado sob a pele uma vez por semana, sempre no mesmo dia. Segundo a FDA, o medicamento deve ser usado como complemento à alimentação adequada e à prática de exercícios para melhorar o controle da glicose no sangue.

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Distrito Federal Novo tipo de insulina está disponível na rede pública de Saúde do DF

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Claudia Meireles Endocrinologista aponta sinais que indicam resistência à insulina

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Saúde Estudo relaciona resistência à insulina com risco a 6 tipos de câncer

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A principal diferença está na frequência das injeções. Enquanto as insulinas basais utilizadas por muitos pacientes são administradas diariamente, a Onswik foi desenvolvida para manter a ação ao longo de uma semana.

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Governo formaliza pedido para incluir canetas emagrecedoras no SUS

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Governo formaliza pedido para incluir canetas emagrecedoras no SUS

Governo formaliza pedido para incluir canetas emagrecedoras no SUS

Ministério da Saúde solicita avaliação de semaglutida e liraglutida para obesidade; incorporação ainda depende da análise da Conitec

Pedido ao SUS: o Ministério da Saúde solicitou à Conitec a avaliação para incorporar canetas emagrecedoras à base de semaglutida ou liraglutida;

Processo de análise: a Conitec considera evidências científicas e custos, com prazo de 180 dias para a decisão;

Critérios de uso: não há definição sobre quais pacientes receberão os medicamentos, o que dependerá de critérios clínicos estabelecidos em caso de futura incorporação.

O Ministério da Saúde protocolou, nessa quinta-feira (24/9), um pedido para que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) avalie a incorporação das chamadas canetas emagrecedoras ao SUS. A proposta prevê a análise de medicamentos à base de semaglutida ou liraglutida para o tratamento de pacientes com obesidade.

O protocolo representa o início da avaliação e não significa que os medicamentos já serão oferecidos pela rede pública. A Conitec assessora o Ministério da Saúde nas decisões sobre incorporação de novas tecnologias e considera evidências científicas de eficácia, efetividade e segurança, além de uma avaliação econômica que compara benefícios e custos com as opções já existentes no SUS.

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O processo tem prazo de 180 dias, prorrogável por mais 90. Segundo o Ministério da Saúde, o pedido ocorre diante do avanço da obesidade no país. Dados apresentados pela pasta mostram que a prevalência da condição passou de 11,8% da população, em 2006, para 25,7%, em 2024.

A doença demanda acompanhamento e tratamento por longos períodos e pode provocar impactos na mortalidade, na qualidade de vida, na produtividade e nos gastos do sistema de saúde.

A mudança no mercado das canetas também motivou a solicitação. De acordo com o ministério, os preços dos produtos caíram 70% no Brasil em menos de um ano, em meio ao aumento da concorrência.

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Não é falta de libido: fases do ciclo podem alterar o desejo feminino

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Não é falta de libido: fases do ciclo podem alterar o desejo feminino

Não é falta de libido: fases do ciclo podem alterar o desejo feminino

Oscilações hormonais podem influenciar o interesse por sexo, mas fatores físicos e emocionais também interferem na libido

Ciclo menstrual: o desejo sexual pode oscilar naturalmente ao longo do ciclo devido a variações hormonais que afetam a disposição e o bem-estar;

Influência hormonal: algumas mulheres podem sentir maior interesse sexual próximo à ovulação, enquanto cólicas, cansaço e a fase lútea podem reduzir temporariamente a libido;

Orientação médica: especialistas recomendam buscar ajuda quando a queda no desejo persiste, causa sofrimento ou gera problemas.

Ter mais vontade de fazer sexo em determinados dias e pouco interesse em outros não significa, necessariamente, falta de libido. O desejo sexual pode oscilar naturalmente ao longo do ciclo menstrual, acompanhando mudanças hormonais que também afetam disposição, humor e sinais percebidos no corpo.

O padrão, porém, não é igual para todas. Algumas mulheres percebem maior desejo próximo à ovulação e redução nos dias que antecedem a menstruação, enquanto outras apresentam mudanças discretas ou diferentes.

“A libido feminina não precisa ser constante para ser saudável. Mais importante do que comparar o desejo com um padrão ideal é perceber se houve uma mudança persistente em relação ao padrão daquela mulher e se isso está causando sofrimento”, explica a ginecologista Grazielly Teles, especialista em saúde integral da mulher.

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Anvisa publica registro de remédio para doença que afeta níveis de cálcio

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Anvisa publica registro de remédio para doença que afeta níveis de cálcio

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Remédio, que ajuda na reposição do hormônio da paratireoide, é indicado para o tratamento de adultos com hipoparatireoidismo crônico

Registro de medicamento: a Anvisa autorizou o registro do Yorvipath para o tratamento de adultos com hipoparatireoidismo crônico;

Indicação terapêutica: o remédio atua na reposição do hormônio da paratireoide, ajudando a regular os níveis de cálcio e fósforo no sangue;

Mecanismo do fármaco: o Yorvipath é um pró-fármaco de liberação prolongada, desenvolvido para manter uma exposição estável do hormônio por até um dia.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (21/9), o registro do medicamento Yorvipath (palopegteriparatida), remédio que ajuda na reposição do hormônio da paratireoide e é indicado para o tratamento de adultos com hipoparatireoidismo crônico. Considerada rara, a doença afeta a capacidade do corpo de regular os níveis de cálcio e fósforo no sangue.

Na prática, a ação da agência reguladora torna o medicamento legalmente autorizado para ser comercializado, importado e utilizado no Brasil. Ainda segundo a Anvisa, apesar de rara, a condição é tratável.

A doença rara ocorre quando há produção insuficiente ou ausência do paratormônio (PTH), produzido pelas glândulas paratireoides, localizadas no pescoço, atrás da tireoide. O PTH é fundamental para a regulação dos níveis de cálcio e fósforo no organismo. Os impactos em sua produção causam redução na taxa de cálcio e aumento de fósforo no sangue.

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Infecções congênitas raras na gravidez podem triplicar o risco de autismo

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Infecções congênitas raras na gravidez podem triplicar o risco de autismo

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A nova pesquisa concentrou-se nas infecções congênitas por TORCH, uma categoria que pode incluir citomegalovírus, rubéola e toxoplasmose

Estudo sobre infecções: pesquisa do Instituto Karolinska indica que infecções congênitas por TORCH podem triplicar o risco de autismo e aumentar em mais de sete vezes a probabilidade de deficiência intelectual;

Dados da pesquisa: o estudo analisou registros de 3,7 milhões de suecos nascidos entre 1987 e 2021;

Contexto clínico: autores ressaltam que tais infecções são raras, mas apontam a importância da prevenção para a saúde pública.

Um novo estudo identificou que infecções congênitas – ou seja, aquelas em que um agente infeccioso é transmitido pela mãe ao feto durante a gestação – podem triplicar o risco de a criança desenvolver Transtorno do Espectro Autista (TEA) a longo prazo. A probabilidade para o diagnóstico de deficiência intelectual foi mais de sete vezes maior.

A nova pesquisa liderada pelo Instituto Karolinska, uma universidade sueca, concentrou-se nas infecções congênitas por TORCH, uma categoria que inclui citomegalovírus, rubéola, toxoplasmose, herpesvírus e outras infecções como sífilis, HIV, zika e hepatite B. Os resultados do trabalho foram publicados na revista JAMA Pediatrics nesta segunda-feira (21/9).

Normalmente, as infecções citadas não atingem diretamente o feto em desenvolvimento, porém, em algumas ocasiões, os patógenos podem atravessar a placenta e infectar o bebê.

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Anvisa apreende tirzepatida e anabolizantes irregulares no Galeão

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Anvisa apreende tirzepatida e anabolizantes irregulares no Galeão

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Fiscalizações da Anvisa, Receita Federal e Polícia Federal encontraram mais de mil medicamentos irregulares

Apreensão de produtos: a Anvisa apreendeu 1.230 unidades de medicamentos e peptídeos no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, durante setembro;

Itens recolhidos: a carga inclui 347 unidades de tirzepatida, 572 de retatrutida, 198 de GHK-Cu e 113 frascos de anabolizantes;

Prisão efetuada: um passageiro foi preso pela Polícia Federal por crime contra a saúde pública e contrabando.

Mais de mil produtos sujeitos ao controle sanitário foram apreendidos no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, durante operações realizadas na primeira quinzena de setembro. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), foram feitas 19 ações de apreensão envolvendo voos nacionais e internacionais.

As fiscalizações, realizadas em conjunto com a Receita Federal e a Polícia Federal, concentraram parte das abordagens em passageiros vindos de Foz do Iguaçu, região de fronteira com grande circulação de produtos considerados sensíveis, além de viajantes que chegaram ao Brasil em rotas procedentes de Dubai e Amsterdã.

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Brasil Anvisa apreende lotes de medicamentos contra câncer falsos; veja quais

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De acordo com a Anvisa, as operações encontraram medicamentos e peptídeos sem registro que estavam sendo transportados na tentativa de entrar irregularmente no país. Ao todo, foram apreendidos:

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Anvisa apreende lotes falsos de Enhertu, medicamento usado contra câncer

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Anvisa apreende lotes falsos de Enhertu, medicamento usado contra câncer

Anvisa apreende lotes falsos de Enhertu, medicamento usado contra câncer

Agência proibiu a venda, distribuição e uso dos lotes após fabricante informar que não reconhece os produtos como originais

Determinação da Anvisa: a agência ordenou a apreensão de três lotes falsificados do medicamento Enhertu;

Lotes afetados: a medida restringe os produtos identificados pelos números 432221, 432844 e 432862;

Comunicado do fabricante: a Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda. informou não reconhecer os lotes, que possuem uso proibido para comercialização, transporte ou administração a pacientes.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de três lotes falsificados do medicamento Enhertu (trastuzumabe deruxtecana), utilizado no tratamento de diferentes tipos de câncer. A medida atinge os lotes 432221, 432844 e 432862.

Publicado nesta quarta-feira (23/9), além da apreensão, a agência proibiu o armazenamento, a comercialização, a distribuição, o transporte e o uso dos produtos. A determinação vale para quaisquer pessoas físicas ou jurídicas que estejam em posse das unidades.

Brasil Anvisa interdita lotes falsos de remédio contra câncer e toxina botulínica

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Brasil Anvisa apreende lotes de medicamentos contra câncer falsos; veja quais

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A decisão foi tomada após a Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., empresa responsável pelo registro do Enhertu no país, comunicar à Anvisa que não reconhece os três lotes como originais, caracterizando os produtos como falsificados.

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Enxaqueca refratária: quadro de Michelle Bolsonaro causa dor incapacitante

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Enxaqueca refratária: quadro de Michelle Bolsonaro causa dor incapacitante

Enxaqueca refratária: quadro de Michelle Bolsonaro causa dor incapacitante

Pouco mais de um mês antes, Michelle Bolsonaro foi hospitalizada para realizar uma série de exames após ter uma crise de enxaqueca

Internação hospitalar: Michelle Bolsonaro deu entrada no Hospital DF Star, em Brasília, em 22 de setembro de 2026;

Quadro clínico: a paciente apresenta enxaqueca refratária e permanece internada sem previsão de alta, segundo o hospital;

Definição médica: estudo de 2024 descreve a condição como marcada por dores debilitantes e resposta inadequada a medicamentos preventivos.

Nessa terça-feira (22/9), a candidata ao Senado pelo Distrito Federal Michelle Bolsonaro (PL) deu entrada no Hospital DF Star, em Brasília. Em nota divulgada pelo próprio hospital, foi informado que a ex-primeira-dama está com um quadro de enxaqueca refratária, uma condição na qual, mesmo recebendo medicamentos, o paciente segue tendo crises incapacitantes.

Até o momento, Michelle segue internada e ainda não tem previsão de alta. Pouco mais de um mês antes, a ex-primeira-dama foi hospitalizada para realizar uma série de exames após ter uma crise de enxaqueca. À época, ela chegou a fazer um procedimento devido a um quadro persistente de dor de cabeça.

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“O Hospital DF Star informa que a Sra. Michelle Bolsonaro deu entrada na data de hoje (22/9/2026), com quadro de enxaqueca refratária ao tratamento clínico ambulatorial iniciado há dois meses. No momento, encontra-se em tratamento clínico especializado, sem previsão de alta hospitalar”, afirma a nota do hospital.

Como citado anteriormente, a enxaqueca refratária é uma condição que continua causando incômodos, mesmo se o paciente receber o tratamento indicado. Como consequência, a pessoa é acometida com dores de cabeça incapacitantes que podem até impedir a realização de atividades simples, como se levantar da cama.

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Planos de saúde passam a cobrir DIU hormonal para pessoas com endometriose

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Planos de saúde passam a cobrir DIU hormonal para pessoas com endometriose

Planos de saúde passam a cobrir DIU hormonal para pessoas com endometriose

Regra da ANS inclui cobertura obrigatória do dispositivo e do implante em casos específicos, como contraindicação a pílulas

Cobertura de planos: a Agência Nacional de Saúde Suplementar definiu a obrigatoriedade da cobertura do DIU hormonal para pacientes com endometriose;

Vigência da regra: a medida entra em vigor em 1º de outubro e inclui o dispositivo e a inserção;

Critérios estabelecidos: a cobertura é obrigatória quando houver indicação em bula ou contraindicação e não adesão a contraceptivos orais combinados.

Os planos de saúde passarão a cobrir o DIU hormonal para pacientes com endometriose em situações específicas. A mudança, publicada nesta terça-feira (22/9), foi definida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e entra em vigor em 1º de outubro.

A nova regra estabelece a obrigatoriedade do procedimento quando houver indicação prevista em bula ou quando a paciente não puder usar contraceptivos orais combinados ou não aderir a esse tipo de tratamento.

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