Projeto de viaduto muda para preservar árvores  – Agência Brasília

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“A participação da população foi fundamental, e nós fizemos nosso papel de ouvir e procurar a melhor solução” Luciano Carvalho, secretário de Obras

A Secretaria de Obras anunciou uma solução técnica adequada que permitirá a preservação da área verde para construção de uma terceira faixa na Avenida das Jaqueiras, no Sudoeste. O serviço estava previsto para ser executado como parte das obras do viaduto da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) e, agora, a nova faixa será implantada na área central da própria avenida.

“Na proposta inicial, esta terceira faixa seria construída em parte da área verde da Quadra 105 do Sudoeste”, informa o secretário de Obras, Luciano Carvalho. “Como ali [na Avenida das Jaqueiras] há um canteiro central bastante generoso, nós vamos construir essa terceira faixa no canteiro central da Avenida. Acredito que com essas alterações no projeto a gente consiga executar a obra, que é necessária e muito bem-vinda para todos.”

Agora, a equipe da Secretaria de Obras trabalha para ajustar o projeto executivo das obras do viaduto da Epig e iniciar os serviços dentro do prazo previsto. “Creio que essa seja uma situação que está muito bem-equacionada, e nós estamos muito ansiosos pelo início definitivo dessa obra”, complementa o gestor da secretaria.

Carvalho salienta que as questões apresentadas pelos moradores da Quadra 105 do Sudoeste em reunião com a equipe da Secretaria de Obras foram solucionadas com a celeridade que esse tipo de demanda exige. “A participação da população foi fundamental, e nós fizemos nosso papel como gestor de ouvir e procurar a melhor solução”, comenta o secretário.

Obras com grande impacto para a mobilidade local, como essa do viaduto da Epig, costumam ter como consequência a necessidade de supressão vegetal. “Importante ressaltar, no entanto, que todas as licenças necessárias para a execução dessa obra foram feitas”, pontua Luciano. “Temos autorização de todos os órgãos competentes do DF, inclusive do Brasília Ambiental, para os casos de supressão vegetal, e do Iphan, uma vez que a região do viaduto está inserida na parte tombada de Brasília”.

*Com informações da Secretaria de Obras



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