Cenas fortes: garota é torturada de forma torpe por traficantes

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Jovem teria “traído” o movimento e por isso foi duramente castigada pelos bandidos

Cenas ultrajantes estão circulando nas redes sociais com foco explícito em uma sessão de tortura. A vítima é uma jovem, espancada e humilhada por vários rapazes.

As imagens são extremamente fortes. Nelas a moça aparece em uma pequena poça de sangue, sendo agredida com pedaços de paus. Ao que parece, a agredida seria apontada como uma pessoa que “traiu” o tráfico e por isso estaria sendo alvo de retalioações por soldados do movimento criminoso.

Não há informações sobre o local da tortura e nem o nome da vítima.

O vídeo, com quase três minutos de duração, desafia até as mentes mais frias a assistirem até o final.

Os marginais a obrigam a colocar as mãos no chão e batem com toda a força tocos pesados de madeira nos dedos, até quebrá-los. Eles ordenam que ela coloque e mantenha as mãos no local. Quase desmaiando ela obedece e sofre calada cada um dos golpes.

“Coloca a outra. E a outra. Deixa a mão”. Repetem a cada paulada.

Depois eles abaixam a blusa e deixam seus seios a mostra. Dão risada e com escárnio um deles grita “Arrochada”.

Eles então ordenam que ela levante, mas com os dedos quebrados ela não consegue firmar as mãos no chão como apoio. Nenhum dos meliantes a ajuda, e com custo ela se ergue.

A sessão de extrema violência continua. Mandam que ela gire e retiram o short, até que ela fique totalmente pelada. Ela é obrigada a correr sem roupa, enquanto eles atacam-lhe tijolos.

Nos comentários dos posts onde o conteúdo foi divulgado nas redes sociais, muitos internautas dizem não ter piedade da garota, julgando-a como sendo da mesma categoria que os agressores. Justificam a aberração como sendo um castigo justo e merecido para quem se mete com o #Crime.

Ao colocarem a vítima na mesma condição de quem a barbariza, essas pessoas dão aval para que qualquer pessoa seja enquadrada na lei “dente por dente, olho por olho”, que imperava nos sombrios tempos medievais, em mulheres inocentes, apontadas como bruxas eram apedrejadas ou queimadas em inquisições repletas de “moralidade”.