Atriz crucificada na Parada Gay diz que não quis afrontar religiosos

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A imagem de uma transexual crucificada na 19ª Parada Gay de São Paulo provocou polêmica entre religiosos e defensores dos direitos LGBTs. A atriz e modelo Viviany Beleboni, 26 anos, desfilou neste domingo, com uma placa onde se lia “basta homofobia”, no trio elétrico da organização não governamental Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual (ABCDS). Personalidades evangélicas consideraram a manifestação ofensiva. Já a ONG e a artista responsável pela performance alegam que o intuito não era criticar qualquer religião, mas chamar a atenção para crimes de homofobia no país. O evento paulista é considerado um dos maiores do mundo e reuniu mais de 2 milhões de pessoas neste fim de semana, segundo estimativa dos organizadores.